Descoberta em meio a natureza

A noite estava abafada e quente, e mesmo que a janela estivesse aberta, a sensação era sufocante. Isso acabava deixando-o ainda mais desconfortável, como se não bastasse o fato de seus pais estarem fazendo de conta que ele não existia desde a noite em que ele decidiu abrir seu coração para eles e assumir a sua orientação sexual.

Ele os ouvia andar pela casa, mexendo nas coisas e conversarem entre si, mas com ele que era seu único filho não trocavam uma única palavra. Depois disso acabou entristecendo e se isolando em seu quarto com o peso do desprezo sobre suas costas. Seus pais jamais o aceitariam, mesmo já sendo homem feito.

Certa manhã, depois que os pais saíram de casa para trabalhar, decidiu não ir para a loja onde era atendente. Precisava espairecer um pouco e decidiu andar pelo bosque próximo de sua casa, respirar ar fresco e assim teria a oportunidade de pensar melhor nas coisas que estava passando e quem sabe buscar uma forma dos pais se reconciliarem com ele.

A casa de sua família ficava na área rural da cidade e aquele bosque fazia a divisa entre a sua cidade e a cidade vizinha.

Andou pela mata de árvores altas e frondosas por quase meia hora. O som dos pássaros e do vento a farfalhar as folhas das árvores eram reconfortantes. Embora o dia estivesse quente, as sombras das copas das árvores ajudavam a quebrar o calor extremo. Mas para aliviar o calor decidiu ir até o rio e entrar na água para se refrescar um pouco.

Já havia feito isso inúmeras vezes e se alegrou quando começou a ouvir o barulho da água do riacho que ficava cada vez mais próximo. Porém não esperava o que encontrou.

Lá, envolto pela água fresca e reconfortante do riacho havia um homem. Ele nadava livremente e parecia integrado ao ambiente natural. Na margem do riacho havia uma mochila de lona surrada que sugeria que o homem estivesse no local de passagem.

Aquela visão mexeu com o jovem homem, que sentiu um calafrio subir-lhe pela espinha. O homem nadava completamente nu. Aparentava ter uns quarenta anos ou pouco mais, tinha o corpo bronzeado pelo sol e fartos pêlos lhe cobriam o peito e usava um bigode proeminente e escuro.

Ele ficou ali em silêncio, observando o homem por um bom tempo. Todo o seu ser estava exatamente naquele lugar, os pensamentos e angústias pareciam não afetar-lhe mais e embevecido pelo que via, se permitiu sonhar e desejar o desconhecido muito fortemente.

De repente resvalou num galho do arbusto próximo fazendo a folhagem balançar.

Isso chamou a atenção do indivíduo que ouviu o barulho em meio ao silêncio da mata.

O homem olhou ao redor e não teve dificuldade em encontrar o rapaz que tentava inutilmente e desajeitadamente se ocultar dele. O homem nada fez, apenas voltou a nadar como se nada tivesse acontecido.

Pouco depois se dirigiu à margem do rio de águas tranquilas e olhou mais uma vez na direção do tímido rapaz. O homem andou decidido na direção do rapaz que o observava estático.

Os olhos ágeis do jovem não perdiam os movimentos do homem enquanto ele caminhava nu na sua direção. O corpo do homem se avolumava conforme a distância diminuía. Seus fartos pelos estavam grudados à pele molhada.

Quando estava próximo o suficiente, o homem parou diante do jovem que o olhava num misto de desejo e temor.

— Não tenha medo. Vim aqui apenas para tomar banho e me surpreendi em ver você aqui a me olhar. Como se chama?

— Me chamo Beto, quer dizer, Alberto, mas todos me chamam de…

— Beto, disse o homem, cortando-o com um sorriso no rosto. A água está ótima. Você não vem?

Beto olhou para o homem nu diante dele. Seus olhos eram castanhos e expressavam muita força. A seguir desviou o olhar na direção da virilha do homem e se impressionou com o tamanho do que via. Era algo majestoso, mesmo mole.

O homem lhe estendeu a mão para ajudá-lo a se levantar e sair daquela posição incômoda. Logo depois seguiu na companhia do estranho de volta até a margem do rio.

— Anda, tira as roupas, disse o homem com sua voz grave e sedutora.

No inicio Beto se sentiu envergonhado, mas a confiança que o homem o inspirava. Tirou toda a roupa devagar, colocou-as sobre uma moita para não sujarem.

A água estava fresca e convidativa, e assim que se viu submerso, os dois começaram a conversar. Uma hora depois, Beto já havia aberto sua vida para o desconhecido tamanha foi a confiança que ele inspirava e foi naquele momento que suas almas pareceram se tocar.   

Enquanto nadavam seus corpos passaram a roçar um no outro e com o tempo o contato se intensificou naturalmente. Beto sentia seu corpo arder de desejo pelo homem, e logo depois passou a acariciar-lhe.

Olhou nos olhos do homem que aceitava seus toques. Sorriam um para o outro. O homem a seguir puxou-lhe para a margem do riacho.

O estranho o abraçou sem qualquer cerimônia, beijou-lhe os lábios sedentos. Sua língua invadiu a boca de Beto e instantes depois ambos estavam arfando de desejo.

O homem escorou na beira do barranco deixando exposto o membro duro em riste. Era realmente muito grande, reto e com muitas veias salientes.

Beto estava acariciando-o quando de repente sentiu um ímpeto de abocanhar aquele instrumento de prazer e antes que fizesse isso, olhou para o desconhecido e disse:

_ Mas eu ainda nem sei o seu nome, falou de um jeito sincero e desconcertado.

_ Eu me chamo Roberto. disse ele simplesmente.

Em seguida deu vazão aos sentimentos e desejos represados e abocanhou o membro daquele homem fenomenal. Sorveu o membro todo. Lambia a glande e haste até chegar nas bolas peludas do seu macho que gemia ao toque de sua língua.

— Isso, faz assim. Chupa ele todo. Isso,engole tudo até chegar na garganta, dizia o maduro, urrando de desejo e procurando afastar as nádegas de Beto a fim de encontrar seu buraquinho.

Foi só triscar o dedo na portinha que Beto gemeu de prazer. Em seguida, Roberto puxou-lhe pela cintura encaixando-o em seu colo. Ele umedeceu o mais quem pode seu membro e trouxe Beto para mais perto de si.

Beto sabia o que ele estava planejando e enquanto se beijavam, deixou-se escorregar, permitindo que o enorme membro o invadisse.

— Ahh! Posso senti-lo dentro de mim, mal posso me mexer. Me sinto completamente invadido.

O membro do homem maduro latejava dentro dele. Beto sentiu seu macho tirar o pau quase todo de dentro dele e enfiar tudo novamente. Aquela era uma sensação única. Afinal só tinha se entregado para um outro único homem anteriormente e agora podia ver o quanto ele era pequeno se comparado a vara que enfrentava à beira do riacho naquele momento.

Roberto colocou-o de quatro, escorado numa pedra e tornou a penetrar-lhe. O membro grosso e comprido esticou-lhe as pregas e alojou-se dentro dele novamente. O macho fodia seu buraquinho desfazendo qualquer possibilidade de lhe restar uma única prega intacta.

Beto sentia um prazer imenso, seu pênis estava duro e sentia o membro do macho esfregar-lhe as entranhas acariciando-o por dentro. Gozou abundantemente sem sequer tocar-se, e só depois de muito tempo Roberto anunciou que iria enchê-lo com seu leite.

Sentiu o membro ficar ainda mais espesso e em seguida pode sentir jatos fortes de sêmen serem despejados bem no fundo.

O macho urrava enquanto gozava e seu pau latejava e não dava o menor sinal de amolecer.

Beto senti-se inundado e ao mesmo tempo completamente feliz enquanto seu rabinho continuava a ser estourado por aquele macho peludo e viril até que Roberto gozou mais uma vez. Um orgasmo intenso e avassalador.

Debruçou-se sobre Beto que mantinha-se prostrado à disposição, apenas sentindo o membro pulsar dentro dele.

Se beijaram mais uma vez e naquele momento os dois se apaixonaram.

Roberto vestiu apenas um calção de moleton surrado que havia dentro da sua mochila. Beto fez de tudo para manter dentro dele o néctar que lhe fora dado por aquele homem, tendo apenas a natureza como testemunha.

Os dois seguiram juntos pelo bosque e trocaram confidências. Na orla da floresta, Roberto parou por um momento e disse a Beto que o esperaria naquele mesmo local no dia seguinte por volta das nove da manhã. Se ele viesse para o encontrar era porque o destino quis assim. Caso não aparecesse, entenderia o recado e teria para si apenas a lembrança daqueles bons momentos que tinham vivido.

Beto sorriu para aquele homem sedutor e prometeu que o encontraria no dia seguinte.

Roberto sorriu de satisfação e virou as costas embrenhando-se na mata.

Quando chegou em casa, antes de se deitar, Beto disse aos pais que havia encontrado um novo emprego na cidade vizinha e que iria para lá no dia seguinte.

Os pais acharam que o jovem havia tomado jeito e estava tentando mudar, se é que isso era possível.

Na manhã seguinte arrumou apenas o que era necessário. Se despediu dos pais e seguiu pela estrada até chegar ao ponto de encontro. Ficou esperando por certo tempo. Olhou no relógio e viu que marcava nove horas. Quando levantou a cabeça, viu ao longe. Ele não faltou com sua palavra. Beto se sentiu radiante. Se encontraram e selaram sua união com um terno beijo.

Seguiram juntos, lado a lado pela floresta, atravessaram o rio até chegar na cidade vizinha onde Roberto era dono de uma grande chácara. Era um homem de posses que por infortúnio da vida viveu solitário e recluso até aquele momento em que se encontraram e agora se completavam.

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Comentários


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engmen Comentou em 26/04/2026

Um clássico romance erótico que merece aplausos, enredo profundo e muito bem descrito, parabéns!!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Descoberta em meio a natureza

Codigo do conto:
260448

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/04/2026

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5

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