O vendedor ambulante

Eu estava de folga naquele fim de semana. Decidi lavar o carro. Depois de comer, coloquei só um calção de futebol e depois arrumei tudo. Tirei o carro da garagem e estacionei na frente do portão. Enchi o balde, coloquei o sabão e comecei o processo.

Por sorte, o sol não estava tão quente pela manhã. Eu ia passando o pano devagar pelo teto, sem pressa, só dando um talento. Enxaguei e passei para o capô. O cheiro do sabão subindo.

Eu ouvi alguém parar próximo de mim na calçada. Era um casal jovem. Ela era uma mulher pequena, trazia uma sacola consigo. O cara magro, cabelos escuros e óculos estava logo atrás dela e carregava uma sacola bem maior, e pelo jeito bem mais pesada.

Ela abriu um sorriso, e na sequência lançou aquele papo de vendedora.

— Bom dia! Tem interesse em ver algumas roupas? Temos calças de sarja, cuecas, sunga. Tudo de muita qualidade.

Eu ia responder a ela que não precisava de nada, mas foi aí que eu olhei para o cara atrás dela. Peguei o cara no pulo, tinha colocado a sacola no chão. Não olhava para ela ou para o carro. Ele olhava para mim por trás dos ombros dela sem que ela percebesse.

Eu decidi dar corda a ela, comecei a fazer perguntas sobre seus produtos e ela se animou. Começou a explicar e dar detalhes, citar as marcas.

Eu, enquanto conversava, continuei passando o pano no carro e concordava com o que ela dizia mostrando interesse, mas monitorando o cara em silêncio atrás dela, tentando parecer neutro, mas sem conseguir. Numa postura nada natural tentando não se entregar.

Depois de enxaguar o capô, dobrei o pano e joguei no balde. Passei a mão pelo bigode como sempre faço.

Ela nem percebeu meu movimento, mas ele…, ah, o cara tentou desviar o olhar, mas não conseguiu.

Não tive mais qualquer dúvida. Era mesmo o que eu estava pensando.

— Olha, preciso de umas roupas sim, mas como podem ver, preciso terminar de lavar o carro. Podem voltar mais tarde, perguntei.

A mulher perdeu o rebolado, achou que a venda estava no papo.

— Ah, à tarde não dá, disse ela olhando para o cara atrás dela pela primeira vez desde que tinham parado diante do meu portão. A gente tem um compromisso da igreja, né amor?

E foi aí que ele abriu a boca. A voz saiu com a naturalidade possível diante da situação.

— Eu posso trazer, disse ele. Te deixo na igreja lá pelas três horas com as irmãs para o culto, depois volto aqui para mostrar as peças ao cliente e a seguir, se dirigindo a mim pela primeira vez. Pode ser assim?

Os olhos do cara não mentiam. E estava difícil dele sustentar.

_Vai ser ótimo, eu respondi enfim.

Eles saíram caminhando e antes de voltar a lavar o carro, esperei um tempinho olhando de lado. Eles tinham andado uns dez metros ou pouco mais quando o cara olhou para trás. Dei aquela pegada no pau por cima da roupa, mão cheia, demorada. Ele vi, olhou diretamente na direção do meu pau, tentou desviar o olhar como se algo estivesse errado, mas não estava. Ele não pode ignorar.

Este tá na minha, pensei.

Depois de terminar de lavar o carro, sequei , passei o líquido siliconado no painel, dei aquele trato nos pneus e guardei de volta na garagem.

Depois do almoço, me sentei na cadeira da garagem, tomei uma gelada.

Já eram duas da tarde quando fui pro banheiro. Tomei aquela ducha. Depois me barbeei devagar, o pescoço, o rosto todo. Aparei os fios do bigode meticulosamente. No final ficou bem definido, do jeito que eu gosto. Era o meu ritual.

Vesti uma bermuda, só a bermuda. E quando era três e vinte ele chegou. Quando abri a porta e sai para a garagem coberta, vi o jeito como ele ficou. Seus olhos varriam meu peito, depois desceram um pouco, só depois ele olhou no meu rosto forçandi uma naturalidade inexistente àquela altura.

— Boa tarde, ele falou com um leve tremor na voz.
— Boa tarde, que bom que você veio mesmo, disse com a maior calma. Entra.

Assim que ele entrou, indiquei o sofá a ele. Enquanto ele colocou o sacolão sobre o sofá, fui até a janela e puxei as cortinas. Não queria ninguém olhando para dentro de casa.

— Meu nome é Gustavo, disse o cara com pouco mais de vinte anos.
— E eu sou o Luiz, disse apertando sua mão que estava ligeiramente suada.

A sala estava fresca. Em seguida, ele começou a abrir a sacola de roupas e de dentro tirar algumas peças, enquanto os olhos por baixo da lente dos óculos faziam seu trabalho.

— Veja. Tenho estas calças, bege, marrom e preta. Acho que para você deve ser 44 ou 46. Tenho estas cuecas também, são muito boas.

Ele me mostrou as brancas e pretas.

Eu separei a calça bege e uma das cuecas.

— Vou experimentar, disse a ele já pegando as roupas e seguindo até o banheiro sem fechar a porta à chave.

Tirei a bermuda e pendurei, vesti a cueca. Deixei ela o mais baixo que podia, mostrando todos os meus pelos. A excitação fez meu pau começar a responder. A cueca ficou um pouco mais apertada.   Vesti a calça de sarja tamanho 44. Eu sabia que era a certa. Depois me olhei no espelho. Estava tudo certo.

Saí do banheiro e retornei à sala. Ele olhou para mim, seus dedos das mãos dobraram nervosamente sobre as próprias coxas. Mordeu os lábios.

—E então, ficou boa a calça, perguntei virando de um lado para outro.

Ele engoliu em seco, o pomo de adão subiu e desceu.

— Ficou… perfeita.

— Vou ver como fica a marrom, disse já desabotoando a calça que estava usando.

Estendeu a mão para me entregar a calça, mas não a peguei diretamente.

Tirei a calça ali mesmo, sem frescura. Do jeito que homem troca de roupa quando está em casa.

Percebi. Seus olhos percorreram tudo, a cueca baixa, os pelos, o volume. Vi o exato momento que seu corpo tomou uma decisão que ele lutava para controlar.

Fiquei parado um segundo a mais do que era preciso. Só para deixar rolar.

Me aproximei dele,   ao mesmo tempo que peguei a calça de sua mão, peguei seu punho com firmeza, e conduzi na direção certa.

Senti seus dedos me tocarem. Ele me olhou de baixo para cima, havia vergonha, mas também desejo e alívio por eu ter tomado a iniciativa.

— É isso que você veio buscar? disse baixinho, perto do ouvido dele. Com a desculpa de vender?

Ele não disse nada, apenas balançou a cabeça que sim, devagar, com os olhos nos meus.

Disse a ele que deixasse as roupas no sofá, em seguida o levei para meu quarto.

A janela estava aberta e a luz do dia atravessava o ambiente. Quando ele entrou, apenas encostei a porta. ele estava de costas para mim, olhando ao redor, para a cama.

Me aproximei por trás dele, coloquei as mãos em seus ombros. Senti a temperatura de sua tez, suas carnes tremerem ao meu toque.

Quando eu o virei, ele não resistiu. Ele olhou para mim de cima a baixo. Sua respiração falhou por um instante. Deslizei minhas mãos pelo seu corpo, ganhando espaço. A pele dele arrepiada. No tórax magro, alguns pelos condensavam-se no centro, jovens ainda.

Ele me tocou o peito com delicadeza, as unhas marcando minha pele de leve. Ele desceu um pouco mais, acariciou-me o abdomên com a mão espalmada. as pontas do dedos invadiram o cós da cueca nova.

Minhas mãos agiam com firmeza. Desciam pelas suas costas, arrancando-lhe gemidos. Quando segurei sua bunda, ele arfou de desejo empinando a bunda para que eu pudesse tocar seu buraquinho e em seguida fui tirando suas roupas sem esforço e jogando-as pelo quarto.

Ele me olhava com olhos lânguidos. Quando nossos lábios se encontraram e minha língua invadiu-lhe a boca. Ele começou a chupá-la num beijo cadenciado e úmido.

Eu já estava estourando a cueca. Ele puxou o tecido para baixo e pegando no meu pau em seguida.

— Ahh, que delícia de pau, disse ele entre dentes. Acariciando-me com a mão que mal comportava o instrumento.

O levei para a cama e quando me deitei ao seu lado, ofereci a rola rija de tesão.

Ele escorregou pelo colchão e em seguida me envolveu com os lábios, chupando-me o pau, segurando-me com a mão em cujo dedo tinha uma aliança de noivado.

Pelo jeito com que ele trabalhava a língua, ficou claro que aquela não era a primeira vez que ele fazia aquilo, tinha experiência pra mais de metro. Eu gemia gostoso enquanto ele mamava no meu pauzão.

Eu queria foder aquele rabinho o quanto antes. Quando me mexi na cama, ele entendeu o que deveria fazer e prontamente se colocou de quatro para mim.

Eu me aproximei e toquei seu buraquinho. Ele fez força e estufou o anelzinho para fora e gemendo. Cuspi para molhar e disse para ele para piscar o buraquinho. ele fez o que lhe ordenei e eu com facilidade enfiei o dedo dentro dele. Primeiro um depois dois.

— Você já deu muito este cuzinho, disse a ele pronto para estourar seu buraquinho;

O cara já havia dado muito aquele buraquinho e gemia sem parar, rebolando com o meu dedão enfiado nele.

— Tua noiva nem sonha que este seu cuzinho já foi laceado deste jeito, disse apenas constatando o fato.

— Ela nem sonha, respondeu ele de forma arrastada. Enquanto ela acha que eu tô vendendo as roupas eu tô aqui esperando para você me comer com este seu pau grosso. Va, mete em mim que eu já não tô aguentando mais esperar.

Eu ri do jeito dele. Não parecia nem um pouco com aquele cara que parou no portão naquela mesma manhã.

Eu me ajoelhei atrás dele, Ele ergueu a bunda esperando ávido o momento que eu ia meter.

Pincelei a cabeça da rola no buraquinho dele algumas vezes espalhando a saliva. Em seguida meti o pauzão sem dó, até o fundo. Ele gemeu gostoso.

— Mete forte no meu cu, paizão. Me castiga, porque faz tempo que eu tô na seca.

O jeito como ele falava, me deixava ainda mais tesudo. O pau tava trincando de duro dentro do cara. Eu deslizava gostoso, entrando e saindo dele enquanto seu cuzinho me abraçava. Suas preguinhas já há muito tempo frouxas, mas sedentas por um pau generoso.

— Vai rebola pro seu macho, putinho, rebola, disse com a voz grossa e rouca.

Ele rebolou e quando eu parei por só um segundo, ele começou a foder meu pau com a bundinha. O cara era profissional.

— Mete, puto, mete. Me chama de viado. Me faz gozar com esta rola no meu cu, disse ele, cheio de manha e sem o menor pudor.

Ele me pediu para eu me deitar de costas na cama e quando eu me deitei, ele veio por cima de mim, se encaixou no meu pau e começou a cavalgar. Soltava o peso todo em mim para me sentir inteiro, duro dentro dele. rebolou na vara enquanto acariciava os pelos do meu peito. Me beijou a boca, lambeu meu bigode. Gemia alto, me fazendo urrar de tesão.

Eu vierei ele de costas na cama, ergui sua perna e apoiei nos meus ombros. Meti novamente. ele virava os olhos de prazer.

Minutos depois ele começou a espremer meu pau dentro dele. Gozou sem se tocar. um leite farto e jovem, ralo.

— Olha o que você fez, paizão, estou todo esfolado por causa de você e me fez gozar pelo cu. Agora é ausa vez. Me enche com seu leite, macho - disse ele pedindo o desfecho.

Eu castiguei o buraquinho laceado por mais um tempo e quando gozei, foi forte, Urrei de tesão enquanto explodia de gozo dentro do cara. Melei ele todo por dentro.

Quando eu me deixei cair sobre ele, nossos corpos grudam com o suor, meus pelos acariciando o peito dele. Nossas respirações foram voltando ao normal conforme os minutos passavam.

Eu achei que o cara tava na minha, mas foi ele quem me fisgou o filho da puta, pensei. O cara sabia dar o que um homem precisava.

Depois que ele se vestiu, peguei dinheiro vivo na carteira para pagar as roupas, duas calças, duas cuecas brancas.

Antes de sair pelo portão, ele olhou para mim e disse que eu não tinha noção do que tijnha feito com ele e perguntou se poderia voltar em outra ocasião.

—   A minha cama é sua, cara. É só me dizer quando.

Eu, que pretendia dar um rolê à noite para caçar, acabei enredado pelo cara que surgiu se prometer nada, mas que entregou tudo.

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Comentários


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subdomarck Comentou em 21/04/2026

Vontade de ser o vendedor, só que não te vender nada, o que o Sr. quiser é de graça e pode experimentar tudo e como quiser e quantas vezes quiser.




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Nome do conto:
O vendedor ambulante

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259988

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/04/2026

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