Me levantei para tomar um banho, ignorando meu pau ereto. Com a ducha, me acalmei. Tomei um café rapidamente e segui para o trabalho. Em meio ao trânsito, uma moça em cima de uma moto parou um pouco à frente do meu carro. Ela estava sentada de forma que sua bunda se encontrava um pouco arrebitada, e usava um short um tanto curto, coisa incomum para as 7h da manhã. Meus olhos não desgrudaram daquele rabo, de modo que senti meu cacete endurecendo sob a calça social, deixando um volume interessante. Eu estava com um tesão anormal, percebi que qualquer estímulo visual naquele dia me deixaria daquele jeito. Passei a mão pelo pau, por cima da calça mesmo e estremeci com o toque. O sinal abriu e desviei minha atenção para o trânsito novamente.
Quando cheguei na empresa, cumprimentei os funcionários e segui para o meu escritório. Quando eram 11h30, próximo da hora de eu fazer uma pausa para o meu almoço, minha contadora bateu à porta e eu pedi que entrasse. Imediatamente seu perfume invadiu minhas narinas e eu inspirei com satisfação. Era um aroma gostoso, envolvente, que me despertou os sentidos. Olhei para ela enquanto ouvia o que ela tinha a tratar, mas ao mesmo tempo com a mente viajando. Ela era jovem, não mais que 30 anos, e usava uma roupa social que deixava sua cintura marcada, o busto num formato lindo por sob a blusa social de botões, e uma saia na altura dos joelhos. Ela era um tesão, essa era a verdade. Falava e gesticulava de modo inteligente, gracioso, e a minha mente de pervertido insistia em pensar o quanto ela era uma linda putinha. Senti minha pica pulsando novamente, e dessa vez senti o líquido pré ejaculatório saindo. Aquilo me deixou maluco, e precisei disfarçar, não esboçar qualquer reação que me comprometesse. Minha sorte era que a mesa a impedia de ver meu estado. Enquanto ela tirava alguns papéis de uma pasta para me mostrar, arrisquei abaixar uma mão e tocar na minha rola, por cima da calça. Que sensação deliciosa aquela. Olhei o decote discreto daquela putinha, imaginando minha boca chupando aqueles mamilos e imediatamente senti mais do meu mel saindo, melando a cueca. Ele estava pulsando, ensandecido, implorando pra gozar.
Assim que minha contadora deixou a sala, levantei-me da cadeira e notei que minha calça estava úmida do lado, onde estava acomodada a cabecinha do meu pau. Ele babou tanto que além de melar minha cueca, molhou a calça também. Antes que eu pudesse ir ao banheiro, de repente a porta se abre e minha contadora aparece na porta falando rapidamente que se esqueceu dos papéis em cima da minha mesa, mas antes que pudesse completar qualquer fala, seus olhos miraram a ereção na minha calça e ela emudeceu. Eu fiquei estático. Ela ficou sem graça, embora mal tivesse tirado os olhos dele.
– Me desculpe, eu só voltei porque precisava pegar os papéis.
– Hum… Pode pegar. – Eu não sabia o que dizer. Para o bem ou para o mal, ela já havia notado minha ereção enorme e o melado na calça.
Ela se aproximou e notei que seus olhos fugiram rapidamente dos papéis, indo para meu volume novamente, antes que virasse e saísse deixando minha sala. Eu fiquei nervoso com a situação, tremia, mas ter percebido aquilo fez com que meu caralho, que estava querendo amolecer, enrijecesse de novo. Minha mente safada me fez pensar se ela não havia gostado do que viu, e pensar naquela possibilidade me deixou muito excitado de novo, me fazendo ir ao banheiro e finalmente colocar a pica dura pra fora e bater uma punheta. Minha pica estava bastante dura, com a cabeça bem inchadinha e parecia ter vida própria quando pulsava. Eu gemia baixinho à medida que minha mão subia e descia no meu mastro. A cabecinha começou a ficar melada, o melzinho escorria e ver aquilo estava me deixando louco de tesão. Até que um jato farto de porra espirrou na pia do banheiro, e mais duas outras vieram, fazendo meu corpo estremecer.
– Ahhhhh – Gemi, com a voz rouca.
Me recompus e voltei para pegar meu celular e a chave do carro, pra poder ir almoçar. Na tela do celular, tinha uma notificação de mensagem do whatsapp. Quando abri, para minha surpresa era da contadora, que dizia:
– Desculpe dizer, mas fiquei molhada ao entrar em sua sala.
Aquelas palavras me arrancaram um sorriso e um desejo. Aquela putinha safada ainda ia gozar no meu caralho…
Eu fiquei animado. Confesso. Não tinha como receber uma mensagem daquela e não imaginar mil cenas de sacanagem, ainda mais com os hormônios atiçados como eu estava. Sem pensar muito no que estava fazendo, antes de sair para almoçar parei em frente à entrada da sala da contadora, que naquele instante estava distraída digitando qualquer coisa no computador. Quando ela tirou os olhos do computador e olhou para mim, ao perceber minha presença, percebi que ela corou levemente. Com certeza não esperava que eu fosse ir vê-la assim que me mandou a mensagem.
– Vim ver se você gostaria de almoçar comigo. – Falei, calmamente.
Ela deu um sorriso acanhado, e respondeu:
– Não vou conseguir sair do prédio pra almoçar, tenho muito trabalho pra fazer hoje. Vou comer por aqui mesmo. Mas que tal um jantar em minha casa esta noite?
Uma estranha empolgação me tomou conta. Estava indo rápido, e na verdade eu não tinha mesmo tempo a perder. Eu queria comer aquela mulher de todos os jeitos, e gozar em cada parte de seu corpo delicioso.
– Pra mim tá perfeito. Me manda o endereço e o horário que eu te encontro lá.
– Combinado – Ela sorriu.
– Ah, e mais uma coisa… Tá mesmo molhadinha? – perguntei, abaixando o volume da voz nas últimas palavras.
– À noite eu te conto. – Ela disse, baixinho.
Senti meu pau começando a endurecer e respirei fundo. Me despedi dela e passei o resto da tarde ansioso pelo que viria naquela noite, só pensando em sexo e na vontade que eu estava de trepar.
Eu estaria na casa dela às 20h. No início da noite tomei um bom banho. Admirei meu corpo no espelho, vislumbrando o volume que meu saco e meu pau deixava na cueca, mesmo mole. Modéstia à parte, era de dar água na boca. Os minutos iam passando, e minha animação crescia junto.
Cheguei no apartamento dela pontualmente. Não demorou para que ela me atendesse. E a recepção foi melhor do que eu esperava: Ela estava já vestida com uma camisola muito sexy, preta, com alguns detalhes em renda. Tinha um decote lindo, onde seus seios medianos e durinhos se encaixavam perfeitamente no modelo da vestimenta. E tinha um comprimento curto, pouco abaixo da altura da buceta, deixando a polpa da bunda aparente.
– Nossa, você tá maravilhosa, isso tudo é pra mim? – perguntei, secretamente sedento.
– Tudinho seu.
– Que safada… – Avancei já a agarrando pela cintura e lhe chupando o pescoço, enquanto apertava sua bunda.
– Hmmm – Ela deu uma gemidinha – Calma, chefinho, não quer jantar primeiro?
– Não. Estou com mais fome de você.
– Então vem pro quarto, vem.
Ela me pegou pela mão, foi me puxando até o cômodo e eu fui olhando seu rabo mexendo enquanto ela andava. Tinha uma bunda linda. Eu queria passar a cabeça do meu cacete no meio dela.
Quando entramos em seu quarto, levei um susto, numa poltrona próxima à cama, estava sentado um homem, talvez com uma idade próxima à minha.
Eu fiquei paralisado. Não sabia que ela era casada. Ela não usava aliança. Se bem que eu pouco sabia sobre a vida particular dela.
– Fique tranquilo – Disse o cara, ao perceber meu espanto – Sei que está surpreso, mas Ana e eu gostamos de fazer algumas brincadeiras envolvendo terceiros. Se você não se importar e não achar muito estranho, eu gostaria de assistir você comendo a minha esposa.
– Isso é sério? – Perguntei surpreso.
– Muito sério. – Ana respondeu sorrindo. É uma delícia, confia em mim.
“Mas que putinha safada”, pensei comigo mesmo. Avaliei a situação e não vi nenhum impedimento. Se o cara sabia e gostava, então estava tudo certo.
– Bem, acho que pra mim tudo bem então. – Falei.
– Ótimo. Vai, Ana, chupa bem gostoso a rola dele. – O cara se acomodou na poltrona, como se fosse assistir a um filme. Muito obediente, aquela cadela se agachou na minha frente, que estava ainda ali parado no meio do quarto, abriu o zíper da minha calça e enfiou minha pica na boca quentinha e úmida. Não demorou pra que eu deixasse de me importar com a outra presença masculina. Considerando que quando uma mulher muito gostosa está engolindo seu cacete inteirinho, você mal consegue raciocinar. Que boca maravilhosa ela tinha. Que mamada deliciosa. Deixava meu caralho todo babado e punhetava com vontade.
– Lambe o saco dele, vai. – O marido pedia, ela obedecia e eu delirava.
Já cheio de tesão, segurei na minha pica dura e comecei a bater com ela na cara daquela safada.
– Isso, mete a rola na cara dela, isso, assim, dá surra de pica que ela gosta. Essa puta gostosa adora uma surra de pica bem dura e babada.
Eu segurava o cabelo dela e batia com meu membro, enquanto ela sorria e colocava a língua pra fora pra eu ficar batendo nela também. Estava uma delícia aquilo tudo. Ana abocanhou meu saco e começou a chupar. Sua mão agarrou novamente meu pau e reiniciou uma punheta gostosa. Eu a olhava de cima fazendo tudo com muita vontade, e via os seus seios que estavam com os mamilos durinhos marcando no tecido fino da camisola. A piranha estava toda excitada.
– Isso cachorra, agora senta com essa buceta nessa rola grossa, quero te ouvir gemendo na pica de outro macho. Vai, vagabunda deliciosa. – O cara ordenou, já pondo o cacete ereto dele pra fora e iniciando sua própria bronha.
Ana se levantou, retirou o restante da minha roupa e me fez sentar na cama. Em seguida, de costas pra mim, ela se encaixou no meu colo e desceu na minha vara. A puta estava completamente melada de tesão. Eu enchi minhas mãos segurando seus seios enquanto ela subia e descia, gemendo.
– Que delícia você. Rebola com vontade, vai. – Pedi, e ela também me obedeceu. Era uma putinha muito submissa. Um tesão de vagabunda. Mexia o quadril de um jeito bem gostoso, e aquilo foi me dando uma vontade louca de socar forte nela. Sem saber se aquela brincadeira havia regras, se eu poderia fazer o que eu quisesse também, tirei ela de cima de mim e a joguei na cama. O marido demonstrou empolgação ali do lado, gemendo com a cena, dando sinais que iria gozar. Ana havia caído de bruço na cama e assim ficou.
Empina esse rabo – Dei um tapa na bunda dela e ela gemeu. De imediato ergueu o quadril e eu me encaixei atrás, na buceta, mas também louco pra foder o cuzinho. Comecei a estocar bem gostoso e tanto ela quanto eu fomos ficando ofegantes, gemendo juntos.
– Ai chefe, que pica gostosa você tem. – Ela falava.
– Gosta de rola, né safada. Então toma bem no fundinho, sua piranha. – E metia mais forte.
O marido acabou gozando primeiro, mas se recusou a se limpar. Com a própria porra mesmo iniciou outra punheta. E quando já estava bem excitado novamente, para minha surpresa, ele se levantou da poltrona e veio até nós na cama, dizendo:
– Tenho certeza que você está louco pra comer esse cuzinho. Eu vou permitir que você foda ela. Mas eu vou comer essa buceta gostosa, ao mesmo tempo.
O cara estava me propondo uma DP na esposa dele, e estranhamente aquilo me deixou mais excitado ainda.
Ele se posicionou debaixo dela, colocou o pau naquela buceta, e eu continuei atrás dela, já enfiando o cacete bem duro e melado naquele cuzinho apertado. Ela choramingou com os dois cacetes dentro dela, a preenchendo toda, mas em pouco tempo já estava gemendo de novo, curtindo a brincadeira.
Começamos devagar pra não machucá-la, e fomos aumentando o ritmo. Era um rabo muito gostoso de se comer. Apertava meu pau de um jeito delicioso. Segurei em suas nádegas, abrindo elas pra ver meu mastro entrando e saindo. E quando percebemos, em pouco tempo já estávamos metendo naquela cadela safada. Mesmo com duas rolas socando nela, ela não sentia desconforto, pelo contrário, gozava forte e pedia mais.
Que cachorra do caralho. Gosta de pica, né sua vagabunda. Toma pica então, piranha. Toma rola nessa buceta e nesse cu, e não reclama. Dá com vontade, puta. Dá gostoso, vai. Isso. Grita na pica dos seus machos. Vagabunda gostosa. Vai, isso, mexe esse corpo. Toma, cadela. Toma pau grosso e melado. Piranha da buceta gulosa. Babada. Ai que delícia do caralho. Toma caralho duro, toma. Isso, se esfrega. Rebola. Pula na pica. Toma rola, vagabunda. Puta deliciosa. Vou te arregaçar inteira sua safada. É disso que você gosta, piranha. Adora um pau melado e bem duro pra você, então toma. Dá bastante. Dá pros seus machos, cadela. Hmmmm. Puta! – O marido falava, delirando de tesão.
Nessa hora eu não aguentei e soltei jatos de porra naquele cuzinho, que não demorou pra se misturar com a porra do cara, que acabou gozando na buceta dela também. Ana ficou completamente melada, com porra escorrendo dos dois buracos.
Depois dessa foda gostosa, ainda tivemos algumas outras. E até hoje somos amigos. Confesso que já comi aquela gostosa sem o marido estar em casa, e a fiz gozar muito no meu pau. Mas isso é só um segredinho nosso.




