Ela estava no mesmo pagode que eu, começamos a conversar e percebemos o desejo uma na outra. Comecei a testa-la, fazendo alguns carinhos aleatórios que ela retribuía, então a chamei pra ir embora comigo e ela aceitou sem pensar duas vezes.
Quando chegamos na suite do motel, ela se deitou na cama ja com as pernas abertas e arranquei a calcinha da coroa, que estava com um vestidinho colado e um salto alto que eu jamais usaria, de tão brega.
De alguma maneira, aquilo me dava mais tesão. Estava vendo o quão diferente de mim ela era, seus gostos e pensamentos.
Seu nome era Vânia, ela tinha a pele branca e a buceta mais escurinha, como a minha. Os seios fartos, a pele dela era mais flácida, os cabelos eram pintados de loiro, a raiz preta bem aparente com alguns fios brancos. O rosto tinha algumas rugas, linhas de expressão que eu não tinha, mas um dia teria. A bucetinha estava molhada.
Ela começou a se tocar pra mim, e eu adorei a ideia. Seus dedos esfregavam com agilidade aquele grelinho, então me sentei na cama de frente para ela, para aprecia-la. Com a outra mão ela enfiou dois dedos na buceta, eu levei minhas mãos até seu vestido e o abaixei, deixando seus peitos a mostra para que pudesse chupar enquanto ela se tocava.
Ela beijou meus seios e toda a pele que ela podia alcançar em mim enquanto eu mamava seus peitos. Sua buceta cada vez mais molhada, ela gemia e murmurava coisas, me elogiando, me chamando de linda e gostosa.
A coroa era safada, louca por mulher.
Seus dedinhos no grelo eram ágeis como nunca, então resolvi eu mesma colocar dois dedos na buceta dela. Ela não era apertada, mas estava deliciosamente molhada. Sua barriga era pouca coisa menor que a minha, e ela chacoalhava um pouco com a velocidade com que Vania esfregava os dedos nela mesma. Estava morrendo de tesão, e fazia tudo isso me encarando.
Quando acariciei seu ponto G, senti ela se apertando em volta dos meus dedos, e era a hora de chupar a buceta da coroa. Ela estava louca pra ver a garota de 22 anos a chupando, e eu estava feliz em fazer isso por ela. Diferente do que eu sentiria por um homem da mesma idade, Vania me dava um tesão absurdo só em ser mais velha, enquanto um homem me traria nojo.
Quando comecei a chupa-la, não demorou nada pra que ela gozasse na minha boca, segurando minha cabeça contra aquela buceta molhada enquanto gritava que eu era uma “linda menina”.
Ao longo da noite, o que mais gostei de fazer foi assisti-la se tocar até não resistir e ajuda-la. Colocamos preservativo em alguns brinquedos que estavam no quarto, e Vania socou um consolo na buceta que entrou com facilidade enquanto me encarava, massageando um dos seios. Ela esfregava o grelinho com tanta vontade, não parecia fazer aquilo com frequência.
Talvez não tivesse tempo de se tocar por conta dos filhos, marido, netos, e agora estava tirando todo o atraso. Ela me dissera que o marido não a fazia gozar, e agora mal transavam. Ela estava na menopausa, me disse que transaria o dia todo se pudesse, mas o marido não fazia mais nada. Vania estava descobrindo seu gosto por mulheres depois dos 50 anos, e eu estava feliz em fazer parte disso. Feliz em esfregar aquele grelinho inchado enquanto o corno do marido dela a esperava em casa.
No final da noite, a coloquei pra chupar minha buceta. Era a primeira vez que chupava uma mulher, eu a ajudei no começo e depois pegou o jeito. Me chupou gostoso, me fazendo gozar na boca dela enquanto a segurava pelos cabelos e esfregava sua boca no meu mel.
A coroa terminou a noite abraçada comigo, desabafando sobre a vida enquanto eu a provocava, massageando aquela bucetinha escura para instiga-la a se tocar pra mim mais uma vez. Antes de ir embora, pegou meu número e prometeu que me ligaria.
Uma semana depois ela realmente ligou, e pude satisfazer o desejo da safada mais uma vez.




