"Me desculpe D. Marta, não vi que estava assim tão inadequado na sua frente," eu digo, ainda meio tonto de sono, tentando entender a mudança drástica no ar.
"O senhor é muito jovem, mas não é inocente," ela sussurra, a mão calejada fechando-se sobre o meu membro com uma autoridade que me faz estremecer. "O serviço que eu faço é aquele que deixa o corpo leve e a mente vazia. Aquele que o senhor 'esqueceu' que recebeu na semana passada..."
O choque me atinge. "Que tipo de serviço é esse? Como assim? Serviço? O que você fez comigo?"
Ela solta uma risadinha vitoriosa. "Eu te usei, menino. Usei cada pedaço de você enquanto o senhor babava no travesseiro. Eu montei, eu chupei... e o seu corpo adorou."
Mesmo com o susto, sinto o sangue pulsar com mais força. "Já que é assim, e você gosta, então, pode me chupar. Agora quero sentir e ver você me chupar, mas precisa tirar seus peitos para fora. Não te acho tão gostosa, mas talvez ver seus peitos possa me ajudar."
[Nota: Pensamento de D. Marta: Ele tenta ser o mestre, mas mal sabe que é o meu brinquedo agora.]
Ela obedece imediatamente, expondo-se por completo e abocanhando-me com uma perícia assustadora. O prazer é imediato, muito superior a qualquer coisa que eu já tenha sentido sozinho. "Que isso, é mais gostoso que masturbação e essa sucção divina... você vai engolir tudo? Marta, você sabe bem das coisas... desse jeito vou parar de me masturbar."
"Eu vou engolir cada gota," ela responde entre um movimento e outro. "Não vou desperdiçar nada."
"Está gostoso," eu murmuro, sentindo as pernas bambas, "mas acho que você se cansa logo, que eu demoro para gozar."
Ela me olha de baixo, com um olhar predatório. "Eu tenho a manhã inteira, menino."
A Entrega e o Batismo
A sucção torna-se frenética, um vácuo quente que parece drenar minha espinha. Meus dedos se enterram nos ombros dela enquanto vejo seus seios balançarem no ritmo da cabeça dela subindo e descendo. O prazer atinge o limite e eu não consigo mais segurar. "Vou gozar, Marta! Vou gozar!"
Eu descarrego tudo na garganta dela. Ela recebe cada jato com os olhos abertos, engolindo ruidosamente, sem desviar o olhar, saboreando a prova da sua conquista. Quando termino, ela limpa os lábios com as costas da mão, exibindo um sorriso de satisfação plena.
Ligo o chuveiro, precisando que a água fria lave a confusão e o calor. Entro no box, mas não estou sozinho. Marta entra logo em seguida, a roupa de faxineira jogada no chão do banheiro. Sob o jato de água, ela me observa lavar cada centímetro do meu corpo, o olhar dela queimando na minha pele.
"Deixa eu te agradecer do meu jeito agora," eu digo, a voz rouca. Puxo-a para perto, sentindo a pele dela madura e macia sob a água. Eu a empurro suavemente contra os azulejos úmidos e me ajoelho. A intimidade dela está escancarada, vertendo um líquido de excitação abundante que se mistura à água do banho.
Ao prová-la, sou atingido por um sabor intenso e natural. Ela geme alto, o som ecoando no box enquanto ela empurra minha cabeça contra si, querendo mais. Em poucos minutos, o corpo dela se contrai em espasmos violentos e eu recebo a gozada dela diretamente na minha boca, um fluxo generoso e quente que aceito como o encerramento daquele pacto silencioso.
O Cuidado Final
Saímos do banho em silêncio. O vapor preenche o ambiente. Marta pega a toalha felpuda e, com uma delicadeza que contrasta com a agressividade de antes, começa a secar meu corpo. Ela passa a toalha pelo meu cabelo, desce pelas costas e seca minhas pernas com um zelo quase ritualístico.
Ela vai até o quarto e traz roupas limpas. Como se eu fosse uma criança ou um rei, ela me ajuda a vestir a cueca, a calça e a camisa, abotoando cada botão com paciência.
"Pronto, patrãozinho," ela diz, dando um tapinha leve no meu rosto e voltando a ser a zelosa D. Marta de sempre. "Agora o senhor está pronto para o dia."
Ela recolhe o balde e sai do banheiro, deixando apenas o cheiro de sabão e o eco do que aconteceu entre nós.
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