FÊMEA DE MEU PAI - Parte II

Quem acompanhou a perda da minha virgindade num estupro consentido de meu pai me pediu para enviar novos relatos. Decidi inventariar algumas trepadas que tivemos até mesmo depois de casada, quando ele próprio me engravidou de meu filho mais velho, Pedro, em 1987. Fomos amantes até a morte dele, quando ele teve um ataque cardíaco fulminante depois de uma tarde trepando juntos. Ele estava com 78 anos e eu com 36, me recuperando do parto do Pedro, nosso menino, meu filho-irmão.

Em 1971 ele comprou um apartamento que se transformou em nosso motel particular.

O apartamento cheirava a cigarro e cerveja velha, um cheiro que já era quase parte de mim. Eu estava encostada na varanda, vendo o mar de Copacabana brilhar sob o sol das três da tarde, com a biquíni molhada ainda grudando no meu corpo. Meu pai tinha me puxado pra piscina mais cedo, dizendo que precisava me refrescar antes do que viria depois. Ele sempre falava assim, com aquela voz grossa que me fazia tremer por dentro mesmo antes de ele me tocar.

Dentro do apartamento, ouvi o barulho da geladeira abrindo. Sabia que era ele, porque ninguém mais tinha aquele jeito pesado de pisar, como se o chão fosse dele. "Cristina!" chamou, e eu já senti aquele frio na barriga que vinha sempre, mesmo depois de dois anos. Não era medo. Era outra coisa, mais quente, mais suja. Eu virei e vi ele ali, só de calça jeans aberta, aquele peito peludo e a barriga branca onde o sol não batia. Na mão, duas garrafas de Brahma gelada. "Vem cá, loirinha," ele disse, e eu obedeci antes mesmo de pensar.

A cerveja estava tão fria que doía nos dedos, mas eu bebi direto, sentindo o gosto amargo escorrer. Meu pai observava, com aquele olhar que me deixava sem roupa mesmo vestida. "Tá gostosa hoje," ele resmungou, passando a mão grossa na minha cintura, descendo até onde o biquíni cobria. Eu não me mexi. Sabia que qualquer coisa que eu fizesse só ia deixar ele mais louco. Ele já tinha aquele cheiro de álcool e cigarro, aquele hálito que eu conhecia melhor que o meu próprio.

SUMMARY^1: Cristina aguarda o pai na varanda do apartamento em Copacabana, vestindo um biquíni molhado após um mergulho na piscina. Ele a chama para dentro, já semi-desnudo e com cervejas geladas, observando-a com desejo enquanto ela bebe. O contato físico dele, combinado com o cheiro característico de álcool e tabaco, desperta nela uma familiar excitação submissa.

Quando ele jogou a garrafa vazia no chão e puxou meu cabelo, eu soltei um gemido baixo. Não era de dor. Era daquela coisa que a gente não falava, daquela parte de mim que já não lembrava como era ser só filha dele. "Vai ser hoje que você vai chorar de novo?" ele perguntou, com a voz saindo rouca perto do meu ouvido. Eu balancei a cabeça, mas a gente dois sabia que era mentira. Eu sempre chorava. E ele sempre gostava mais quando eu chorava.

A próxima coisa que senti foi o gosto dele na minha boca, a língua dele misturada com cerveja e o resto do cigarro que ele tinha acabado de fumar. Eu me agarrei nos pelos do peito dele, sentindo o coração batendo forte debaixo da minha mão. Ele já estava duro, e eu sabia que em menos de cinco minutos eu estaria de quatro no sofá, com ele me lembrando de quem era dono de mim. O apartamento era silencioso, só o barulho do mar lá fora, como se o mundo inteiro soubesse e não ligasse. E talvez não ligasse mesmo.

O gosto da língua dele era uma mistura de amargo e sal, como sempre. Quando ele puxou meu cabelo pra trás, expondo meu pescoço, eu já sabia o que vinha — os dentes dele afundando na minha pele enquanto a mão dele rasgava o lado do meu biquíni. O tecido estalou, e o ar quente do apartamento tocou minha pele nua antes mesmo da mão dele. "Puta safada", ele rosnou, cuspindo na minha cara antes de me empurrar de joelhos no carpete peludo que cheirava a mofo e sexo velho.

SUMMARY^1: Julio agarra Cristina pelo cabelo, provocando-a sobre suas lágrimas habituais durante o ato. Ele a beija violentamente, com sabores de álcool e tabaco, enquanto ela se agarra ao seu peito peludo. Antes de forçá-la ao carpete, ele rasga seu biquíni e a insulta, cuspindo em seu rosto num ritual já conhecido entre os dois.

A calça jeans dele raspou no meu rosto quando ele a empurrou até os joelhos, e eu não precisei olhar pra saber que ele já estava latejando, aquela veia saliente que eu conhecia tão bem pulsando sob a pele. O primeiro gole foi sempre o pior — aquele jorro quente que enchia minha garganta antes que eu pudesse preparar. Engoli rápido, sentindo o gosto metálico se espalhar, enquanto ele segurava minha nuca com força suficiente pra deixar marcas roxas. "Tá com saudade, né, sua cadela?" Ele puxou meu cabelo de novo, me obrigando a olhar pra cima enquanto pingava na minha língua. "Fala."

"Tô com saudade, pai", eu gemi, lambendo os lábios. A mentira saía fácil depois de dois anos. Não era saudade. Era outra coisa — algo que doía na barriga e deixava minhas pernas trêmulas. Ele cuspiu de novo, dessa vez direto nos meus seios, e eu tremi quando a saliva escorreu até o mamilo.

O tapa veio sem aviso, tão forte que meu ouvido esquerdo apitou. "De quatro. Agora." A ordem veio com um chute no meu quadril, e eu me arrastei até o sofá de couro preto que já tinha as marcas dos meus joelhos em dias anteriores. Quando senti a cabeça dele pressionando contra mim, eu gritei — sempre doía no começo, mesmo depois de tantas vezes. Ele riu baixo, aquele ronco de cigarro que eu sentia na nuca, enquanto as mãos dele agarravam meus quadris com força pra me puxar pra trás.

SUMMARY^1: Cristina é forçada a engolir o sêmen do pai enquanto ele segura seu cabelo, exigindo que ela admita sentir saudade. Depois de cuspir em seus seios e dar-lhe um tapa violento, ele a empurra de quatro no sofá, onde penetra-a com brutalidade, rindo de sua dor inicial enquanto agarra seus quadris com força.

"Vai cantar hoje, loirinha?" Ele perguntou, metendo de uma vez só até o fundo. Eu gemi alto, as unhas enterrando no couro do sofá, enquanto ele começava a se mover com aquele ritmo brutal que eu conhecia tão bem. O cheiro do suor dele se misturava com o meu, e eu conseguia sentir a cerveja escorrendo da garrafa que ele tinha deixado cair no chão, molhando meu pé.

Minhas unhas vermelhas arranhavam o couro do sofá com cada embrada violenta dele, deixando marcas que iam se somar às cicatrizes antigas. Eu sorria com os lábios inchados, sentindo a buceta arrebentada escorrer pelas coxas enquanto ele me empurrava contra os braços do móvel. "Cadela bronzeada," ele rosnava, segurando meus quadris com tanta força que eu sabia que ficariam roxos depois — e eu adorava quando ficavam. O sol da tarde entrava pela janela aberta, iluminando como palco o suor que escorria pelo peito peludo dele até pingar nas minhas costas.

Ele mudou o ângulo de repente, aquela manobra cruel que só ele sabia fazer, e eu gritei quando bateu no ponto que me fazia ver estrelas. "Tá gostando, né, minha puta?" Ele cuspiu nas minhas costas antes de me puxar pelo cabelo, obrigando meu arco ainda mais. Eu balancei a cabeça, mas a gente dois sabia que era mentira. Eu não gostava. Eu amava. Amava cada tapa na bunda que deixava a pele ardendo, cada rosnado de cigarro no meu ouvido, cada vez que ele me chamava pelos nomes que minha mãe jamais me chamaria.

SUMMARY^1: Cristina geme alto enquanto Julio penetra-a profundamente no sofá, seu ritmo brutal fazendo-a arranhar o couro com as unhas. Ele segura seus quadros com força, deixando marcas que ela adora, enquanto muda o ângulo para atingir seu ponto mais sensível. Cristina mente sobre não gostar, mas na verdade ama cada momento de dor e humilhação, incluindo os apelidos degradantes que ele usa.

SUMMARY^2: Cristina aguarda Julio na varanda do apartamento em Copacabana. Ele a chama para dentro, já semi-desnudo e com cervejas, enquanto observa seu corpo com desejo. Após rasgar seu biquíni e humilhá-la com cuspes e insultos, Julio penetra-a brutalmente no sofá, enquanto Cristina finge resistir, mas na verdade ama cada momento de dor e humilhação.

O telefone tocou. Aquele som agudo do aparelho verde-oliva que ficava na mesinha de centro. Ele não parou — se enterrou mais fundo, como se quisesse provar que nem o mundo inteiro poderia interromper o que ele fazia comigo. Eu me contorci, tentando alcançar o fio com as unhas vermelhas, mas ele deu um puxão brutal no meu cabelo. "Deixa tocar, loirinha. Deixa todo mundo saber que você tá sendo comida como merece." A voz dele saiu entre dentes cerrados, e eu senti o calor subindo pela minha barriga quando ele acelerou, sabendo que eu estava perto só pelo jeito que meu corpo tremia.

Quando eu gozei, foi com um gemido rouco que ecoou pelo apartamento vazio, misturado com o barulho do mar lá fora. Meu pai riu — aquele ronco de garganta cheia de catarro — e bateu com a palma da mão onde já estava marcado de vermelho. "Olha só que putinha fácil", ele cuspiu, metendo com força renovada agora que sentia meu corpo se contraindo em volta dele. Eu agarrei o braço do sofá com uma mão, enquanto a outra ia até o meu clitóris, esfregando rápido, querendo mais mesmo depois do orgasmo. Ele viu e gemeu mais alto, segurando meus quadris com unhas que quase entraram na pele.

SUMMARY^1: O telefone toca, mas Julio ignora, penetrando Cristina ainda mais fundo enquanto ordena que deixe o aparelho tocar para que "todos saibam" como ela está sendo usada. Ela goza com um gemido rouco, levando-o a rir e chamá-la de "putinha fácil" antes de reiniciar os movimentos brutais. Mesmo após o orgasmo, Cristina continua a se estimular, provocando uma reação ainda mais intensa do pai.

Meu pai não era homem de pressa quando se tratava de gozar — um verdadeiro cavalo que sabia usar cada segundo de resistência como arma contra meu corpo mole. Eu já tinha derretido duas vezes no sofá, gemendo como cadela no cio, enquanto ele continuava firme, metendo com aquele ritmo de máquina que me fazia delirar. Sentia ele pulsando dentro de mim, quente e grosso como um pedaço de ferro vivo, enquanto as mãos calejadas dele me seguravam pelos quadris com força de dono.

"Vai ter que trabalhar mais, loirinha", ele rosnou no meu ouvido, cuspindo as palavras junto com fumaça imaginária de tantos cigarros que já compartilhamos na cama. A voz dele saiu áspera, daquela maneira que eu conhecia bem — sinal de que ainda tinha longas horas de uso pela frente antes dele finalmente explodir dentro de mim. Eu gemi em resposta, arqueando as costas como gata no cio, sentindo os pelos grisalhos do peito dele raspando na minha coluna suada.

Ele mudou de posição sem aviso, puxando meu corpo para o chão como se eu fosse um saco de farinha. O carpete velho arranhou meus joelhos, mas a dor se perdeu no meio do prazer quando ele me colocou de bruços e enterrou de novo, agora com meu rosto esmagado contra o tecido que cheirava a cerveja derramada e sexo passado. "Cadela bronzeada", ele resmungou, cuspindo na minha nuca antes de começar a meter com força renovada, cada embrada tão profunda que eu conseguia sentir na garganta.

SUMMARY^1: Julio demonstra resistência, prolongando o ato enquanto Cristina já teve dois orgasmos no sofá. Ele a provoca, afirmando que ela terá que "trabalhar mais", antes de mudar abruptamente para o chão, onde a penetra de bruços com força renovada. O carpete arranha seus joelhos, mas a dor é ofuscada pelo prazer intenso enquanto ele continua seu ritmo implacável, cuspindo em sua nuca e chamando-a de "cadela bronzeada".

Eu era só um brinquedo nas mãos dele — um pedaço de carne melada de cuspe e porra que ele moldava do jeito que quisesse. Quando ele me puxou pelo cabelo, obrigando meu tronco a se arquejar pra trás numa curva impossível, eu gritei sem conseguir controlar. Ele riu baixo, o hálito quente de cerveja batendo no meu rosto enquanto me empurrava de volta no chão. "Tá sentindo, Cristina? Tá sentindo o que teu pai faz em você?" A voz dele vinha entre dentes cerrados, e eu só conseguia balançar a cabeça, com os lábios inchados e babados.

O telefone tinha parado de tocar há tempos, mas o som ainda ecoava na minha cabeça junto com os gemidos que eu não conseguia segurar. Meu pai agarrou meus pulsos com uma mão só, prendendo minhas mãos nas costas enquanto a outra apertava minha garganta, não com força suficiente para me sufocar, mas o bastante para me lembrar quem mandava. Eu me contorci, sentindo o corpo dele todo suor e pelos contra minhas costas molhadas, enquanto ele sussurrava obscenidades que fariam minha mãe desmaiar se ouvisse.

SUMMARY^1: Julio manipula Cristina como um brinquedo, arqueando seu corpo de forma dolorosa enquanto ri de seus gritos. Ele a questiona se ela sente "o que seu pai faz", pressionando sua garganta para lembrá-la de quem manda. Enquanto isso, o telefone já parou de tocar, mas os ecos permanecem em sua mente junto com as obscenidades que ele sussurra contra suas costas suadas.

SUMMARY^2: Julio ignora o telefone enquanto penetra Cristina no sofá, ordenando que ela deixe o aparelho tocar para que todos saibam como está sendo usada. Ele provoca seus orgasmos e humilhações, mudando abruptamente para o chão onde continua seu ritmo implacável, arqueando seu corpo dolorosamente enquanto ri de seus gritos. Cristina sente a dor e o prazer simultaneamente, enquanto Julio controla cada movimento e palavra, deixando marcas físicas e psicológicas profundas.

Meu corpo levantou do chão como um boneco de pano, as pernas abrindo automaticamente quando senti suas mãos calejadas me erguendo pelo quadril. A parede gelada do apartamento grudou nas minhas costas suadas enquanto ele me esmagava contra a superfície, a textura áspera da tinta descascando arranhava minha pele mas eu mal sentia - tudo que importava era aquele pau latejando que ele enfiava de novo em mim com um gemido rouco. "Abre essa boquinha, puta", ele ordenou, e eu obedeci antes mesmo que meu cérebro processasse, a língua pendurada como a de uma cadela no calor.

A primeira cuspida veio quente e grossa, batendo no fundo da minha garganta com o gosto amargo que eu conhecia tão bem. Engoli rápido, mas ele já estava cuspindo de novo, dessa vez direto na minha língua, a saliva dele misturada com o resto de cerveja e sangue - eu devia ter mordido o lábio em algum momento sem perceber. "Tá gostoso, né, loirinha?" Ele rosnou enquanto metia com força, fazendo meu corpo chacoalhar contra a parede a cada embrada. Eu só conseguia balançar a cabeça, os cabelos loiros grudados no rosto de suor, enquanto a terceira cuspida escorria pelo meu queixo.

SUMMARY^1: Julio levanta Cristina contra a parede, onde ele a penetra com força enquanto ordena que ela abra a boca para receber seus cuspes. Ela engole rapidamente o primeiro, mas ele continua cuspindo em sua língua, misturando saliva com o sabor da cerveja e sangue de seu lábio ferido. Enquanto isso, ele mantém um ritmo brutal de penetração, fazendo seu corpo tremer contra a parede a cada movimento, até que o terceiro cuspe escorre por seu queixo.

Ele parou de repente, tirando de dentro de mim com um som molhado que ecoou no apartamento vazio, e eu gemi de frustração antes mesmo de pensar. Meu pai riu - aquele ronco de garganta cheia de catarro - e cuspiu de novo, dessa vez nos meus seios que balançavam com cada respiração ofegante. "Tá com fome, é?" Pegou um dos mamilos entre os dentes enquanto a mão livre me puxava pelo cabelo, obrigando meu rosto pra trás. "Toma mais então, sua cadela." A quarta cuspida foi direto nos olhos, e eu piscou rápido, sentindo o líquido quente escorrer até a boca aberta.

Quando ele me beijou, foi com uma violência que fez meus dentes baterem nos dele. A língua dele revirou dentro da minha boca, misturando a saliva dele com as cuspidas que eu ainda não tinha engolido direito. Senti o gosto de metal do sangue dele - ele devia ter se cortado também em algum momento - e gemeu na boca dele quando suas mãos apertaram meus seios com força bruta. A quinta cuspida veio durante o beijo, ele cuspindo direto dentro da minha garganta como se estivesse me dando remédio.

SUMMARY^1: Julio para abruptamente, fazendo Cristina gemer de frustração, e começa a cuspir em seus seios enquanto ri de sua reação. Ele morde seu mamilo e puxa seu cabelo, forçando-a a receber outra cuspida nos olhos que escorre até sua boca. O beijo violento que se segue mistura saliva e sangue, culminando em ele cuspir diretamente em sua garganta durante o ato, como se estivesse lhe dando um remédio amargo.

Ele me empurrou de volta contra a parede, o impacto tirando meu fôlego, e cuspiu de novo, dessa vez mirando na minha testa. O líquido escorreu devagar, passando pelo meu nariz até pingar nos lábios abertos. "Lamba, Cristina." A ordem veio com um tapa na cara que deixou meu ouvido zunindo, e eu obedeci, a língua alcançando para pegar o que escorria enquanto ele ria e metia dois dedos na minha buceta molhada. "Cadela nojenta", ele murmurou, os dedos entrando e saindo rápido enquanto a sétima cuspida - a mais grossa até agora - enchia minha boca até eu quase engasgar.

"Implora, loirinha", ele rosnou com a voz embaçada de whisky e desejo, os dedos enrolando nos meus cabelos como se fossem rédeas. Eu sabia o ritual de cor — como uma missa profana onde eu era a hóstia a ser devorada. Abri a boca antes mesmo que ele ordenasse, a língua pesada de saliva e desejo. "Por favor, pai...", gemi, arqueando as costas para oferecer melhor o pescoço onde ele gostava de cuspir primeiro, "me enche de nojo".

Ele riu — aquele som rouco que vinha do fundo da garganta cheia de catarro — e cuspiu devagar, deixando o fio grosso escorrer da minha testa até o canto dos lábios. Lambi o líquido salgado misturado com o suor do seu peito peludo antes que caísse no chão. Era assim que eu amava: transformada em pote de escarro ambulante, com o cheiro dele impregnado na minha pele até depois de três banhos.

SUMMARY^1: Julio empurra Cristina contra a parede novamente, cuspindo em sua testa e ordenando que ela lamba o líquido que escorre pelo seu rosto. Ele insere dois dedos em sua vagina enquanto ela obedece, quase engasgando com a sétima cuspida. Seguindo o ritual habitual, ela implora por mais humilhação, oferecendo o pescoço para que ele cuspa novamente, desta vez devagar, enquanto ela lambe o líquido antes que caia no chão, completando sua transformação em um recipiente ambulante de seus fluidos.

SUMMARY^2: Julio levanta Cristina contra a parede, onde ele a penetra enquanto ordena que ela abra a boca para receber seus cuspes. Ela engole rapidamente o primeiro, enquanto ele continua cuspindo em sua língua, misturando saliva com cerveja e sangue de seu lábio ferido. Julio alterna entre penetração brutal e humilhação, cuspindo em seus seios, olhos e garganta, forçando-a a lamber os líquidos que escorrem pelo seu corpo. Cristina implora por mais humilhação, oferecendo o pescoço como recipiente para seus fluidos, completando sua transformação em objeto de prazer e degradação.

Meu pai agarrou meu queixo com força, os dedos marcando minha pele clara. "Tá com fome de porra, é?" A pergunta veio acompanhada de um jorro direto na minha língua estendida. Engoli rápido, sentindo o gosto amargo se espalhar, mas ele já estava cuspindo de novo, dessa vez nos meus seios que balançavam com a respiração ofegante. "Limpa, cadela". Obedeci, curvando o tronco para lamber os próprios mamilos, lambuzando-os com a saliva dele até ficarem brilhantes.

Quando ele me jogou de bruços no sofá, o couro preto grudou na minha pele suada. Senti as mãos calejadas abrindo minhas nádegas com força e preparei o ânus — sabia o que vinha depois. A língua dele raspou meu cu sem aviso, úmida e quente como sempre, fazendo meu corpo se contorcer todo. "Não esquenta, loirinha", ele murmurou entre as nádegas, a respiração quente me arrepiando, "hoje eu vou cagar na tua boquinha antes de te foder".

Meu pai mudou de ideia com a velocidade brutal de um tapa — um segundo estava me arrastando pelo cabelo na direção do sofá, no seguinte já tinha me jogado sobre o ombro como um saco de farinha molhada. Eu gritei quando a barriga dele me espetou nas costelas, mas o som se perdeu no corredor estreito que levava à alcova, aquele quarto sem janelas que mais parecia uma toca de animal. A porta rangiu ao abrir e o cheiro nos atingiu como um soco — mijo azedo, porra rançosa e o dulçor podre de sexo velho, tudo misturado numa névoa que grudava na pele.

SUMMARY^1: Julio segura o rosto de Cristina e cospe diretamente em sua língua antes de ordenar que ela limpe seus seios lambendo-os. Após jogá-la de bruços no sofá, ele surpreende-a lambendo seu ânus, prometendo posteriormente defecar em sua boca. Em um movimento brusco, ele a carrega até um quarto sem janelas, onde o cheiro pungente de fluidos corporais e sexo antigo permeia o ar, criando uma atmosfera sufocante e animalesca.

"Caralho, tá fedendo aqui", ele riu, jogando meu corpo na cama sem cerimônia. O colchão soltou uma nuvem de poeira e outros fluidos secos quando meu corpo afundou nos lençóis engordurados. Eu tossi, mas já estava acostumada — era o cheiro da nossa luxúria, o perfume podre dos nossos encontros. Meu pai desapareceu pela porta, e eu ouvi o barulho da geladeira sendo saqueada antes mesmo de conseguir me sentar na cama.

Quando ele voltou, trazia quatro garrafas de Brahma presas entre os dedos como garra de urso e um maço de Hollywood amassado no bolso da calça. "Toma, puta", arremessou uma garrafa na minha direção que eu peguei no ar, sentindo o líquido gelado escorrer pelo meu pulso antes mesmo de abrir. Ele estalou a tampa com os dentes — aquele truque que sempre me fazia molhar — e cuspiu o metal no chão antes de engolir metade da garrafa de uma só vez.

Eu abri a minha mais devagar, sentindo o gás escapar com um suspiro úmido, e bebi enquanto observava ele acender dois cigarros ao mesmo tempo na chama do isqueiro Zippo. Meu pai tinha aquela habilidade de mutilar o próprio corpo sem pestanejar — a ponta incandescente quase queimou seus dedos calosos quando ele enfiou um dos cigarros na minha boca. "Fuma, loirinha", ordenou, cuspindo fumaça na minha cara enquanto empurrava a garrafa contra meus lábios.

SUMMARY^1: Julio joga Cristina em uma cama impregnada pelo cheiro de sexo antigo antes de sair para pegar cervejas e cigarros. Ele retorna com quatro garrafas de Brahma e um maço de Hollywood, arremessando uma garrafa para ela que ela pega no ar. Enquanto ele abre uma garrafa com os dentes e bebe avidamente, Cristina abre a sua mais devagar, observando-o acender dois cigarros simultaneamente antes de enfiar um em sua boca e ordenar que fume enquanto empurra a cerveja contra seus lábios.

Bebemos e fumamos em sincronia perversa — cada gole de cerveja amarga era seguido por uma baforada que ele roubava da minha boca com a língua. O quarto ficou azulado em minutos, a fumaça grudando no suor dos nossos corpos enquanto nos beijávamos com a violência de dois inimigos famintos. Eu sentia o gosto da cerveja dele escorrendo do canto da boca quando ele me mordeu no lábio inferior, fazendo sangue se misturar ao líquido dourado que pingava no meu peito.

Minha língua já pesava de tanto lamber, mas eu ainda estendia ela como uma cadela faminta, implorando com os olhos enquanto ele sacudia o cacete babado na minha cara. "Tá com fome mesmo, é?" Ele riu, cuspindo na minha testa, deixando o líquido escorrer pelo meu nariz até pingar na minha língua estendida. Eu lambi o ar, pegando o gosto salgado dele antes mesmo que a próxima cuspida caísse. "Engole essa porra, loirinha."

Quando ele enfiou, foi com aquela violência que me fazia engasgar mesmo depois de dois anos. A cabeça dele bateu na minha garganta e eu senti o reflexo vindo antes de conseguir controlar — meu corpo se contorceu, as unhas enterrando no coxão peludo dele enquanto eu tossia babando. Ele não tirou. Só segurou minha nuca com aquela mão que parecia uma garra e empurrou mais fundo até eu sentir o nariz esmagado nos pelos pubianos dele. O cheiro era forte — suor, mijo velho e aquele musk único que grudava no meu palato por horas depois.

SUMMARY^1: Cristina e Julio bebem e fumam em conjunto, trocando cerveja e fumaça através de beijos violentos que deixam seu lábio sangrando. Ele cuspe repetidamente em seu rosto enquanto ela lambe o ar para capturar o sabor, antes de forçá-la a engolir seu pênis com brutalidade. Ele ignora sua reação de engasgo, segurando sua nuca e empurrando até seu rosto ficar esmagado em seus pelos pubianos, deixando-a sufocando com o cheiro intenso de suor e fluidos corporais.

"Tá sentindo, Cristina?" Ele puxou meu cabelo, obrigando meus olhos a encontrarem os dele enquanto metia devagar agora, deixando eu sentir cada veia pulsando na minha língua. "Tá sentindo o que te fez?" Eu gemi ao redor dele, a vibração fazendo ele rir baixo e cuspir de novo, dessa vez direto na minha garganta aberta. Engoli rápido, sentindo o líquido quente escorrer junto com a pré-porra que já saía dele em fios grudentos.

Ele tirou de repente, deixando eu engasgar com o ar e a saliva acumulada. "Cuspe." Ordenou, segurando meu queixo com força. Eu obedeci, deixando a baba escorrer pelos lábios até pingar no pau dele, que latejava contra minha bochecha. "Agora lambe, puta." Fui devagar, passando a língua da base até a cabeça, limpando meu próprio cuspe enquanto ele gemia e me puxava pelo cabelo de novo.

Dessa vez ele me enfiou de lado, com a bochecha esmagada contra o pau dele enquanto ele esfregava na minha cara como se fosse um paninho de limpeza. Eu abria a boca quando ele queria, lambia quando ordenava, engolia quando ele apertava minha nuca. Era um ritual sujo que a gente repetia toda vez — ele me usando como depósito de cuspe e porra, eu implorando por mais mesmo quando a garganta doía de tanto engasgar.

SUMMARY^1: Julio interroga Cristina enquanto a penetra oralmente, forçando-a a sentir cada detalhe enquanto ele cospe em sua garganta aberta. Ele a faz cuspir para depois ordenar que ela lamba seu pênis, usando seu rosto como um pano para se esfregar. O ritual se repite com ela obedecendo cada comando, servindo como recipiente para seus fluidos enquanto ele controla seus movimentos, mesmo quando sua garganta dói de tanto engasgar.

Os fios espessos de saliva escorriam da minha boca como teias de aranha úmidas, envolvendo o pau dele num líquido prateado que refletia a luz fraca do quarto. Cada movimento da minha língua puxava mais fios, criando uma rede viscosa que grudava nos pelos pubianos dele e escorria pelas minhas bochechas. Ele gemeu com uma fúria animalesca quando eu envolvi os lábios na cabeça latejante, chupando com aquele vácuo que fazia suas pernas tremerem.

Os fios de saliva pendurados entre meus lábios e o pau dele esticavam como chicletes, formando pontes prateadas que se rompiam com um estalo úmido a cada movimento brusco. A cama já estava marcada — manchas de cerveja seca, suor e outros fluidos que eu preferia não identificar formavam um mapa de nossas loucuras passadas no lençol amarelado. Meu pai rosnou quando minha língua raspou na veia saliente, seu quadril estremeceu e um novo jorro de pré-gozo juntou-se à teia viscosa que grudava nos meus cílios.

"Olha só o que você tá fazendo, puta", ele cuspiu, puxando meu cabelo para trás até eu sentir as vértebras do pescoço rangendo. Meus olhos arregalados viram os fios de saliva se esticando como elásticos antes de se romperem, pingando no meu peito suado. A cama rangia sob nosso peso, cada movimento deixando novas marcas naquele território já tão conquistado. Ele bateu com a palma da mão na minha bochecha, fazendo mais saliva escorrer e se misturar à poça que crescia na cava do meu estômago.

O cheiro era denso — uma mistura de sexo antigo, cerveja azeda e o musk inconfundível dele que impregnava até o colchão. Eu arqueava as costas quando ele esfregou o pau babado na minha cara, pintando minha testa, nariz e queixo com aquele líquido pegajoso que brilhava sob a luz amarelada do abajur. "Lambe, cadela", ele ordenou, e eu obedeci, estendendo a língua para pegar as gotas que escorriam pelo corpo dele, sabendo que cada lambida só deixava a cama mais suja, mais nossa.

Quando ele enfiou de novo, foi com um gemido rouco que ecoou pelas paredes do quarto. Eu engasguei, as unhas cravando nos músculos das coxas dele enquanto ele bombava na minha garganta sem piedade. A cama balançava violentamente, os estalos da madeira se misturando aos sons úmidos da minha boca sendo usada. Meu pai agarrou o travesseiro encharcado de suor e jogou no chão com um soco, fazendo uma garrafa vazia rolar até bater na parede.

"Vira", ele ordenou entre dentes cerrados, puxando meu quadril com tanta força que meu corpo girou como um pião antes de cair de bruços no colchão manchado. O cheiro era mais forte aqui — o lugar onde ele sempre gozava, onde me fazia chorar, onde transformava o colchão em um documento de nossas depravações. Senti seus dedos calejados abrindo minhas nádegas e preparei o ânus, sabendo o que vinha antes mesmo que sua língua raspasse no meu cu com um rosnado de satisfação.

Me sentia imunda, suja, depravada, puta, a fêmea mais suja da Terra e isso me fazia gargalhar de tesão por estar me sentindo realizada nos braços dele. A língua dele raspando meu cu era áspera como lixa, mas eu arqueei as costas e ofereci mais, gemendo como uma cadela no cio. O cheiro do meu próprio ânus misturado com a cerveja que vazara da garrafa caída no chão me enchia as narinas — um perfume de depravação que fazia meu clitóris latejar. "Isso, pai, lambe sua putinha nojenta", gemi, enterrando o rosto no lençol engordurado onde tantas vezes ele já tinha gozado dentro de mim.

Ele respondeu com uma mordida cruel na minha nádega direita, os dentes afundando na carne até eu gritar. A dor era aguda, deliciosa, e eu sabia que ficaria marcada por dias — mais uma cicatriz que eu esconderia com orgulho debaixo do biquíni na praia. Quando ele cuspiu no meu cu aberto, o líquido quente escorrendo pelas minhas coxas, eu ri. Ri alto e safado, com a voz rouca de tanto gritar. "Tá rindo, é?" Ele rosnou, metendo dois dedos sem aviso. Eu engasguei, mas continuei rindo, sentindo as lágrimas escorrerem pelo rosto enquanto ele fodia meu cu com os dedos.

Meu riso ecoou pelo quarto como um sino quebrado enquanto os dedos dele torciam dentro do meu cu, cada movimento fazendo um som úmido que me envergonharia se ainda fosse capaz de sentir vergonha. A língua dele substituiu os dedos de repente, raspando com uma sede que me fez arquear como gata no cio, os joelhos escorregando no suor que pingava dos nossos corpos. "Cheira a puta", ele rosnou entre minhas nádegas, a voz embaçada de whisky e saliva, e eu balancei o quadril, esfregando meu cu babado no rosto dele como se fosse um pano de chão.

O cheiro era uma coisa viva — mistura de mijo azedo, porra rançosa da última vez que ele gozou dentro de mim, cuspe seco nos lençóis e o dulçor podre da cerveja derramada na cama na semana passada. Eu respirava fundo, enchendo os pulmões daquele perfume de depravação que grudava na garganta como melado. Seu hálito quente de cigarro e álcool queimava meu ânus quando ele soprou, fazendo meu corpo inteiro estremecer. "Cadela fedida", ele cuspiu, e eu concordei, rindo enquanto lambia os próprios dedos sujos de nossos fluidos misturados.

Quando ele me virou de novo, foi com um puxão brutal no cabelo que me deixou de frente para o teto manchado de umidade. Seu pau latejava contra minha boca, pingando pré-gozo que misturava com o sangue do meu lábio mordido. Eu abri os lábios como uma boa menina, deixando ele enfiar até a garganta sem resistência, engolindo enquanto sentia os pelos pubianos dele raspando no meu nariz. O cheiro era mais intenso aqui — musk pútrido de testículos não lavados, suor velho e aquele aroma inconfundível de Julio que me fazia salivar mesmo antes da primeira gole.

Ele começou a mijar sem aviso, o jorro quente batendo no fundo da minha garganta antes que eu pudesse preparar. Engoli rápido, sentindo o gosto amargo se espalhar, mas ele já estava gozando, a porra misturando com o mijo num coquetel nojento que transbordou pelos cantos da minha boca. "Toma, loirinha", ele rosnou, segurando minha nuca com força suficiente para deixar marcas, "toma o que você merece". Eu engoli tudo, limpando os lábios com a língua depois, sentindo os fluidos escorrerem pelo meu pescoço até pingar nos seios.

Seu beijo veio com violência, os dentes batendo nos meus enquanto a língua dele revirava dentro da minha boca como um verme faminto. Eu sentia o gosto da minha própria depravação nos lábios dele — mijo, porra, sangue e cerveja — e gemí, agarrando seu peito peludo com unhas que deixaram marcas crescentes na pele curtida pelo sol. Ele riu, aquela gargalhada rouca de fumante, e cuspiu na minha cara antes de me jogar de bruços de novo, meu corpo batendo no colchão encharcado com um baque surdo.

Ele entrou devagar, como quem não quer estragar o presente. Eu senti cada milímetro do cacete grosso dele rasgando meu cu aberto, a pele marcada já cedendo fácil depois de tantas vezes. O resto de mijo ainda quente escorria pelos lados quando ele meteu até o fundo, fazendo eu gemer num tom que nem sabia que tinha na garganta. "Tá tomando tudinho, loirinha?" Ele rosnou, as mãos calejadas apertando minhas nádegas até doer.

O cheiro era forte — mijo azedo misturado com o lubrificante barato que ele tinha cuspido ali minutos antes. Eu virei a cara pro lado, tentando não engasgar com o ar, mas ele agarrou meu cabelo e puxou meu rosto de volta pro colchão sujo. "Quero ver essa carinha de puta quando eu encher teu cu de porra", ele cuspiu, metendo devagar agora, cada movimento calculado pra me fazer sentir tudo.

Eu conseguia ouvir o som úmido dele entrando e saindo, aquele estalo nojento que a gente conhecia tão bem. A cama rangia num ritmo lento, diferente das vezes que ele me fodia com violência. Era quase... carinhoso. E isso me dava mais medo do que qualquer tapa. "Vai dar um filho pro teu pai pelo cu, hein, cadela?" Ele sussurrou no meu ouvido, a voz embaçada de whisky e desejo.

Minhas unhas enterraram no lençol manchado quando ele mudou o ângulo, batendo naquele ponto que fazia meus dedos formigarem. Eu gemi alto, arqueando as costas como gata no cio, sentindo o calor subindo pela barriga mesmo sabendo que era impossível. "Isso, abre bem esse cu pra porra do teu pai", ele ordenou, cuspindo na minha nuca antes de acelerar o ritmo.

Eu senti ele pulsando dentro de mim, cada veia latejando contra as paredes do meu ânus. O cheiro de sexo e cerveja enchia o quarto enquanto ele me segurava pelos quadris com força de dono. "Toma, toma tudinho", ele gemeu, metendo fundo uma última vez antes de explodir dentro de mim com um rosnado que veio lá do peito.

"Me engravida, pai! Por favor, me engravida!" A frase saiu dos meus lábios inchados como um mantra, enquanto meu corpo se contorcia sob o dele no colchão manchado. Meus dedos garravaram os lençóis engordurados quando arqueei as costas, oferecendo meu ventre como altar para sua semente. Ele riu - aquele ronco úmido de garganta cheia de catarro - e aumentou o ritmo justo quando eu senti que ele estava prestes a gozar.

O calor do corpo dele grudava na minha pele suada como um segundo couro, os pelos grisalhos do peito raspando nas minhas costas a cada movimento frenético. "Cadela desesperada", ele cuspiu no meu ouvido, segurando meus quadris com tanta força que eu senti os ossos rangendo. "Quer mesmo um filho do teu velho?" A pergunta veio entre dentes cerrados, acompanhada de uma mordida brutal no meu ombro que me fez gritar.

Eu balancei a cabeça, os cabelos loiros grudados no rosto de suor e saliva, enquanto minhas unhas vermelhas deixavam marcas crescentes nas coxas peludas dele. "Quero, pai... quero seu filho dentro de mim", gemi, arqueando mais ainda quando senti ele mudar o ângulo, batendo no ponto mais profundo como se quisesse marcar território. O apartamento inteiro cheirava a sexo e cerveja azeda, o ventilador parado no canto apenas espalhando o ar pesado.

Ele não gozou. Eu sabia que ele poderia - sentia o pau latejando dentro de mim como um coração enfurecido - mas em vez disso ele diminuiu o ritmo, quase parando completamente, só para me ouvir gemer de frustração. "Implora mais, loirinha", ele ordenou, cuspindo na minha nuca enquanto uma das mãos descia para esfregar meu clitóris inchado com brutalidade. "Mostra pro teu pai o quanto você merece."

Meu corpo reagiu antes do meu cérebro - as pernas se abriram mais ainda, os joelhos escorregando no suor que pingava dos nossos corpos. "Por favor, pai... enche sua cadela de porra", eu gemi, a voz saindo rouca de tanto gritar. "Quero sentir você gozando fundo... quero carregar seu filho aqui dentro." Minha mão cobriu a barriga lisa, sentindo cada metida dele ecoar nos meus órgãos.

O gemido que saiu da minha garganta não parecia humano quando ele enfiou até o fundo, o corpo dele cobrindo o meu completamente como um animal de carga. Eu podia sentir cada veia do pau dele pulsando dentro do meu cu, latejando com a promessa de porra quente que eu tanto implorava. "Faz, pai... coloca seu filho aqui dentro", gemi, arqueando as costas até doer, oferecendo meu ventre como um cálice profano.

Ele respondeu com uma mordida no meu ombro que fez sangue escorrer pela pele bronzeada, os dentes dele afundando na carne como se quisesse marcar território. A dor era aguda, deliciosa, e eu sabia que ficaria roxa por semanas — mais uma cicatriz que eu esconderia com orgulho debaixo do biquíni na praia. "Cadela doente", ele rosnou no meu ouvido, o hálito quente de cerveja e whisky queimando minha pele, "você não merece carregar meu filho."

"Me fode até eu sangrar, pai!" Eu arqueava as costas, oferecendo o cu já arrombado como um sacrifício vivo. Seu cacete entrava e saía com um som úmido que ecoava no quarto abafado, cada metida mais violenta que a anterior. Meus dedos garravaram o lençol manchado de porra seca quando ele mudou o ângulo, rasgando-me com uma brutalidade que me fez ver estrelas.

O cheiro de carne violada misturava-se com o suor azedo que escorria dos seus testículos pendentes batendo nas minhas coxas. Eu conseguia sentir cada veia pulsante dele raspando nas paredes do meu ânus dilatado, como se quisesse marcar cada centímetro com sua propriedade. "Isso, destrói sua filha", gemi, engasgando com o próprio prazer quando ele cuspiu na minha nuca e acelerou o ritmo.

Ele respondeu com uma mordida no meu ombro que fez sangue escorrer pelo torso suado. "Cadela nojenta", rosnou entre dentes cerrados enquanto suas unhas cravavam na minha cintura, "você acha mesmo que esse cu arrombado pode gerar filho?" A humilhação queimou mais que a dor, fazendo meu clitóris latejar loucamente. Eu sabia que era impossível - sabia que meu útero vazio continuaria assim - mas a fantasia era mais forte que a realidade.

Meu cu ardia como se tivesse sido esfregado com lixa, mas eu arqueava as costas ainda mais, oferecendo-me como sacrifício vivo. "Enche sua filha, pai!", gemi, as unhas cravadas no colchão manchado de fluidos secos. Os 23cm dele rasgavam meu ânus já dilatado, cada veia pulsante marcando território como um cão urinando em poste. Eu conseguia sentir o formato da cabeça inchada dele abrindo caminho, a sensação tão familiar quanto dolorosa.

"Filha de puta desesperada", ele rosnou contra meu ombro suado, os dentes afundando na carne enquanto suas mãos calejadas apertavam meus quadris com força de dono. O cheiro de sexo violento e cerveja azeda impregnava o quarto abafado, misturando-se ao suor que escorria dos corpos colados. "Você acha mesmo que esse cu arrombado pode gerar filho?" A humilhação queimou mais que a dor, fazendo meu clitóris latejar loucamente entre as coxas suadas.

Meu corpo reagiu antes da razão - as pernas se abriram mais ainda, os joelhos escorregando no líquido que pingava das nossas entranhas. "Quero sentir você gozando fundo... quero carregar seu filho aqui dentro", murmurei como uma oração profana, a mão tremendo sobre a barriga lisa. Sabia que era impossível - meu útero continuaria vazio - mas a fantasia era mais forte que a biologia. Ele respondeu com uma risada rouca e outra cuspida quente na minha nuca.

O gemido que saiu da garganta dele era mais animal que humano quando finalmente explodiu dentro de mim, a porra quente jorrando como se quisesse atravessar intestinos e útero para fertilizar algum óvulo imaginário. Meu corpo inteiro estremeceu com a sensação do líquido quente preenchendo espaços que nunca foram feitos para isso, enquanto minhas unhas enterravam no colchão encharcado. "Toma, loirinha", ele rosnou, os dedos marcando meus quadris enquanto dava as últimas bombadas lentas, como se quisesse garantir que cada gota fosse depositada no lugar mais profundo possível.

Quando ele me puxou pelo cabelo, girando meu corpo com violência até ficarmos frente a frente, senti a porra escorrer pelo meu rabo em fios quentes que pingaram no colchão já manchado. Seus olhos tinham aquela loucura familiar - pupilas dilatadas de whisky e posse - antes que seus lábios se esmagassem contra os meus num beijo que mais parecia uma luta. Seus dentes bateram nos meus com força suficiente para fazer sangrar, mas eu já estava abrindo a boca como uma boa menina, deixando sua língua invadir como um exército faminto.

O gosto era familiar - cerveja amarga, cigarro e aquela essência inconfundível de Julio que ficava na minha boca por dias. Mais profundo, sentia o travo metálico do meu próprio sangue e algo mais - o salgado do seu suor que pingava do queixo peludo dele direto na minha língua. Ele beijava como se quisesse sugar minha alma pela boca, uma mão enterrada nos meus cabelos loiros empastados enquanto a outra apertava meu pescoço com força calculada.

"Engole", ele ordenou contra meus lábios, cuspindo na minha boca aberta. Obedeci imediatamente, sentindo o líquido salgado escorrer garganta abaixo junto com os últimos vestígios da porra dele que ainda pingavam do meu cu para os nossos corpos colados. Seus dedos sujos de suor e fluidos nossos subiram pelo meu pescoço até agarrarem meu queixo com força. "Abre."

Eu abri a boca como uma boa menina, a língua estendida para receber o que viesse. Ele cuspiu de novo, dessa vez mirando direto na minha língua estremecida, e eu engoli rápido antes que escorresse. "Nojenta", ele murmurou, mas seus olhos brilhavam de orgulho perverso enquanto observava minha obediência automática. A próxima cuspida veia acompanhada de seus dedos enfiados na minha boca, fazendo eu chupá-los enquanto ele ria da minha ânsia.

A luz da tarde já estava dourada quando finalmente nos separamos, grudados de suor e fluidos secos como duas estátuas de sal profanas. Meu pai levantou primeiro, o corpo peludo brilhando de suor no ar abafado do quarto, enquanto eu ficava de bruços no colchão manchado, sentindo a porra dele escorrer entre minhas coxas em fios mornos. "Levanta, cadela", ele ordenou, dando um tapa na minha bunda já vermelha de tanta pancada. A dor me fez arquejar, mas eu já estava sorrindo antes mesmo de conseguir me mover.

O apartamento cheirava a nós — cerveja derramada, cigarro apagado e o musk inconfundível de sexo violento que impregnava até as paredes. Meu pai pegou a última garrafa de Brahma meio vira do chão e tomou um gole antes de cuspir o resto no meu peito ainda ofegante. "Limpa", ordenou, jogando a garrafa vazia no canto onde já havia um cemitério de outras idênticas. Obedeci devagar, passando os dedos pelos mamilos inchados e levando-os à boca, lambendo cada gota como se fosse água no deserto.

Ele riu da minha performance, aquele ronco rouco que fazia meus pelos do braço se arrepiarem, e acendeu mais um Hollywood com o Zippo enferrujado. "Tá satisfeita, loirinha?" A pergunta veio acompanhada de uma baforada direto na minha cara. Engoli o ar empestado de alcatrão antes de responder com um sorriso que sabia parecer doentio: "Só se o senhor me estuprar de novo antes de ir embora, pai".

A resposta o divertiu — eu via pelo canto do olho enquanto ele esticava o braço peludo para pegar o isqueiro de novo. Sabia o que vinha antes mesmo de sentir o metal quente pressionado contra a coxa interna. Gemi alto quando a pele queimou, mas não me contorci — anos de treino me ensinaram a ficar parada como uma boa menina. "Mais um marcador pra coleção", ele riu, soprando na marca vermelha que já começava a inchar. Era a décima-quarta naquela perna só este ano.

A água quente escorria pelos nossos corpos ainda trêmulos quando ele me puxou contra seu peito peludo, num abraço que mais parecia armadilha de urso. "Tá doendo, filhinha?" A mão dele desceu pelas minhas costas marcadas de vermelho, os dedos calejados tocando cada arranhão e mordida como um pai examinando o joelho ralado da filha depois de cair da bicicleta. Eu balancei a cabeça contra o peixo úmido dele, sentindo os mamilos duros rasparem nos pelos grisalhos que cheiravam a sabão barato e cerveja velha.

Ele pegou a esponja embolorada do chão do box e ensaboou com um cuidado que contrastava brutalmente com o que acontecera horas antes. A espuma branca escorria pelos meus seios doloridos, limpando o sangue seco dos mordidos e as marcas de dentes que ficariam roxas por semanas. "Levanta o braço, loirinha", ordenou num tom quase doce, e eu obedeci como uma criança pequena, deixando ele esfregar a axila depilada com movimentos circulares que faziam cócegas.

O sabão entrou nos cortes do meu ombro e eu estremeci, mas a mão grande dele segurou minha nuca com uma firmeza que era quase carinho. "Aguenta, cadela", murmurou, mas os dedos dele afrouxaram a pressão enquanto lavava o ferimento com água morna. Seus olhos acompanhavam cada trecho do meu corpo como um pintor avaliando sua obra-prima — as marcas roxas no pescoço, as coxas vermelhas de tanta palmada, o pulso esquerdo inchado de tanto ser torcido.

A água escorria em fios prateados pelo corpo dele quando ele me empinou contra a parede fria do box, os dedos marcando minha cintura enquanto inspecionava cada centímetro da pele bronzeada. "Olha só essas marcas", murmurou, o polegar esfregando a linha branca do biquíni que dividia meu torso como uma fronteira violada. Seus lábios molhados encontraram a primeira marca — aquela faixa pálida sob os seios — e beijaram com uma devoção que fazia meu estômago embrulhar.

O segundo beijo veio mais abaixo, onde o triângulo do biquíni deixara minha pele virgem no meio do bronzeado. Seu bigode molhado arrepiava a carne sensível enquanto a língua traçava o contorno da marca como um cartógrafo mapeando território conquistado. Eu tremia, não pelo frio, mas pela intensidade com que ele venerava aquelas linhas pálidas — provas físicas de que eu pertencia à praia, ao sol, mas sobretudo a ele.

Quando seus dentes cerraram na curva do meu quadril, onde o elástico deixara uma vala rosada, meu gemido ecoou no box como um sino quebrado. A água quente escorria entre nossos corpos colados, levando sangue e saliva em riachos cor de rosa pelo ralo. Ele levantou o rosto, os olhos pretos queimando através da cortina de água, antes de agarrar meu queixo com a mão livre. "Abre, loirinha", ordenou, e eu obedeci antes mesmo que meu cérebro processasse, a língua já estendida como uma oferenda.

Seu beijo veio com a violência de uma onda quebrando no costão — lábios, dentes, língua invadindo como um maremoto. Eu engasguei quando ele sugou minha língua para dentro da boca dele, o gosto de cerveja velha e cigarro enchendo minha garganta enquanto suas mãos calejadas apertavam meu rosto como quem amassa pão. A água batia em nossas pálpebras fechadas, escorrendo como lágrimas quentes pelas bochechas enquanto nos beijávamos com a fome de dois náufragos.

O motor do Opala rugiu quando meu pai girou a chave, o cheiro de gasolina e couro envelhecido invadindo minhas narinas ainda dormentes. Eu me aconcheguei no banco do passageiro, o vestido de algodão fino grudando nas marcas frescas que ele deixara nas minhas coxas. "Fica quieta, loirinha", ele rosnou ao ver-me mexendo, uma mão peluda descansando sobre meu joelho como um dono acariciando seu cão. O peso daquela palma quente me fez tremer — não de medo, mas daquela submissão doce que vinha depois de horas sendo usada como trapo.

As ruas de Copacabana deslizavam pela janela embaçada, o sol poente pintando os prédios de um dourado que fazia os meus olhos arregalados parecerem ainda mais claros. Meu pai dirigia com uma garrafa de Brahma entre as pernas, o gargalo pingando cerveja morna no tapete do carro sempre que ele tomava um gole. Eu observava seu perfil iluminado pelo crepúsculo — a mandíbula quadrada coberta por pelos grisalhos, a testa enrugada sob a calvície, aquela veia saltada na têmpora que pulsava quando ele estava furioso ou excitado. Hoje, pulsava devagar, satisfeita.

"Tá olhando o quê, puta?" Ele não desviou os olhos da rua, mas os dedos dele se fecharam em meu joelho como uma pinça. Sorri, sentindo o latejar das marcas de dentes sob meu vestido. "Tô olhando meu dono, pai". A resposta o agradou — eu via pelo canto da boca que se curvava para cima, revelando os dentes amarelos pelo cigarro. Seu polegar esfregou o osso do meu joelho com um carinho que ninguém mais entenderia.

Na curva da Avenida Atlântica, ele acelerou bruscamente, fazendo meu corpo se inclinar para o lado. O vestido subiu, revelando as coxas marcadas de vermelho e roxo para quem quisesse ver através dos vidros escuros. Meu pai olhou por um segundo antes de dar uma palmada na carne exposta, fazendo-me gemer alto. "Cuidado, vagabunda", ele riu, baixando o tom para não ser ouvido pelos carros ao redor, "vão pensar que te sequestrei". Engoli o riso que queria escapar — a piada era boa, considerando que ele literalmente me levara contra minha vontade pela primeira vez dois anos atrás.

Parei o carro três quarteirões de casa, como sempre. O ritual era o mesmo desde o começo — ele estacionava num beco escuro, me puxava pelo cabelo para um último beijo de dono, e depois me observava sair cambaleando, minhas pernas ainda tremendo do abuso. Hoje acrescentou uma novidade: cuspiu na minha palma antes que eu saísse. "Esfrega na buceta quando chegar", ordenou, os olhos brilhando no escuro como um gato de rua. Obedeci com um aceno, engolindo a saliva espessa que ainda carregava seu gosto.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
FÊMEA DE MEU PAI - Parte II

Codigo do conto:
259976

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/04/2026

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