"Você tá nervosa?" Meu pai perguntou, passando os dedos pelos meus cabelos loiros enquanto servia outro gole de whisky no copo baixo. Seus olhos eram escuros, quase pretos, e fixos em mim como se eu fosse um prato que ele não conseguisse decidir como devorar primeiro. Eu balancei a cabeça, mentindo. Minhas mãos tremiam um pouco, mas não de medo — era aquela eletricidade burra de quem ainda não se acostumou com a própria fome.
Ele riu, baixo, como sempre fazia quando percebia que eu tentava disfarçar algo. "Mentira. Toda vez que você fica quietinha assim, é porque tá pensando demais." A voz dele vinha carregada de cerveja e do tabaco que a gente compartilhava entre beijos. Me puxou pelo quadril, bruto e familiar, até que eu sentisse o volume dele já duro contra a minha coxa. "Julio…" eu gemeria, mas ele cobriu minha boca com a mão antes que o som escapasse.
SUMMARY^1: Cristina está no apartamento que seu pai Julio usa para encontros com amantes, agora dedicado a ela. Ainda se adaptando à nova dinâmica após perder a virgindade para ele três dias antes, ela tenta disfarçar a tensão enquanto ele a observa com desejo familiar. Ele percebe sua hesitação, ri da tentativa de disfarço e a puxa contra si, interrompendo seu gemido com uma mão bruta, reiniciando o jogo de dominação entre os dois.
"Escuta o que o teu homem tá te dizendo, Cristina." Os dedos dele desceram pelo meu pescoço, apertando levemente, como se testasse até onde podia ir antes que eu arqueasse. Eu arquejei mesmo assim, inútil, e ele sorriu. "Hoje você vai aprender a engolir até o último gole."
O relógio na parede marcava uma hora que não importava. Fora, o Rio continuava barulhento, úmido, alheio ao que acontecia atrás daquelas janelas fechadas. Dentro, só existia o som da minha respiração acelerada e o tilintar do gelo no copo quando ele o deixou de lado. Meu pai não tinha pressa. Ele nunca tinha.
Meus joelhos doíam contra o piso frio do apartamento, mas eu não me importava. Aquele era o meu altar, e o corpo do meu pai era a única divindade que eu conhecia. Ele ficou em pé diante de mim, a mão pesada no meu cabelo enquanto eu olhava para cima, admirando aquele cacete de 23 cm que já conhecia tão bem. A pele dele estava quente, quase queimando sob os meus dedos, e o cheiro do suor misturado com o resto de cigarro e whisky era intoxicante. Eu sabia o que ele queria antes mesmo que ele ordenasse.
SUMMARY^1: Cristina submete-se ao ritual de adoração ao corpo do pai, com ele ditando o ritmo enquanto ela ajoelha-se no chão frio. O ambiente externo do Rio desaparece diante da intimidade crua entre eles, com ela reconhecendo seu papel de devota diante dele. Ele a guia com mãos firmes, exigindo submissão total enquanto ela antecipa seus desejos, familiarizada com o corpo e os rituais que os unem.
"Abre essa boquinha, princesa," ele disse, voz rouca, enquanto empurva a ponta do pau contra meus lábios. Eu obedecí, deixando que ele deslizasse para dentro, sentindo o gosto familiar dele — salgado, amargo, com aquele traço de urina que sempre me fazia sentir uma cadela ainda mais devota. Meu pai gemeu baixo quando eu comecei a chupar, lenta, deliberada, como ele tinha me ensinado três dias atrás. Meus dedos subiram pelas coxas peludas dele, agarrando a carne firme enquanto eu me afundava nele.
Ele puxou meu cabelo de repente, forçando-me a olhar para cima enquanto ele me empurrava para trás, sentando no sofá com um grunhido. "Vem cá," ele ordenou, e eu me arrastei entre as pernas dele como uma cachorra no cio. Ele pegou o copo de whisky da mesa e tomou um gole antes de cuspir metade na minha boca. O álcool queimou minha garganta enquanto eu engolia, e ele riu, satisfeito. "Bebe tudinho, putinha. Você sabe que adoro quando você engole tudo o que eu te dou."
Eu não respondi — só abri a boca de novo, esperando. Ele não me decepcionou. O próximo gole foi de cerveja, e depois um trago do cigarro que ele soprou direto na minha cara antes de me puxar para um beijo molhado, nossa língua se encontrando num ritmo sujo e familiar. Eu conseguia sentir o catarro na garganta dele quando ele cuspiu na minha boca, e eu engoli sem hesitar, gemendo quando ele agarrou meus seios com força.
SUMMARY^1: Cristina obedece ao comando do pai para abrir a boca, aceitando seu pau com devoção enquanto saboreia o gosto familiar dele. Ele a controla, alternando entre whisky cuspido, cerveja e fumaça de cigarro durante um beijo úmido e asfixiante. Ela engole tudo sem hesitar, incluindo o catarro que ele deposita em sua boca, gemendo quando ele manipula seu corpo com possessividade crua, reforçando a dinâmica de submissão e prazer entre eles.
"Gosta de ser a putinha do papai, né?" Ele rosnou no meu ouvido, os dentes fechando no meu lóbulo enquanto uma das mãos dele descia pelo meu corpo, encontrando meu clitóris já inchado. "Todo mundo lá fora passa, anda na rua, sem saber que a filhinha loira do Julio tá aqui, de joelhos, babando no pau dele." Ele enfiou dois dedos na minha boca, e eu chupei obedientemente antes que ele os puxasse para fora, molhados de saliva, e os enfiasse em mim sem aviso.
Eu engoli a mistura de saliva, cerveja e whisky que escorria pelo meu queixo enquanto ele me puxava pelos cabelos, levantando meu rosto até que nossos olhos se encontrassem. "Cadela do caralho," ele rosnou, cuspindo mais uma vez na minha boca.
Fora, o som de uma moto acelerando na rua se misturava aos meus gemidos abafados. Eu podia sentir o calor do asfalto penetrando pelas janelas fechadas, o cheiro do Rio — salgado, denso, igual à pele do meu pai quando ele me cobria depois de um dia de trabalho. Ele me puxou para cima de um só golpe, sentando-me de frente no colo dele enquanto uma das mãos agarrava minha nuca e a outra abria minhas pernas como se eu fosse um brinquedo. "Mostra pra mim essa bucetinha molhada," ele ordenou, e eu tremi quando seus dedos grossos encontraram meu clitóris, esfregando com uma pressão que fazia meus olhos se encherem de lágrimas.
SUMMARY^1: Cristina é manipulada pelo pai enquanto ele a humilha verbalmente e fisicamente, enfiando dedos em sua boca antes de usá-los para estimulá-la. Ele mantém contato visual enquanto cusp
SUMMARY^2: No apartamento que Julio usa para encontros com amantes, Cristina se submete novamente à dinâmica de dominação estabelecida desde que perdeu a virgindade para ele. Enquanto ela tenta disfarçar hesitação, ele assume controle total, manipulando seu corpo e humilhando-a verbalmente, reforçando a relação de submissão entre ambos através de beijos úmidos, whisky e cigarro compartilhados, e manipulação física cruel. Cristina obedece, reconhecendo seu papel como devota diante do pai, enquanto ele impõe seus desejos com possessividade familiar.
O whisky no copo tilintou quando ele o pegou novamente, tomando um gole antes de cuspir direto nos meus mamilos arrepiados. O líquido escorreu pelo meu corpo enquanto ele me beijava, sua língua invadindo minha boca com aquele gosto familiar de tabaco e desejo. Eu conseguia sentir o catarro na garganta dele quando ele tossiu levemente, cuspindo um pouco na minha língua antes de me puxar para outro beijo. Era nojento. Era molhado. Era sujo. Era delicioso. Era nosso.
Ele tirou o cigarro dos lábios com dois dedos, segurando a fumaça na boca enquanto me puxava pelo queixo. Quando nossos lábios se encontraram, a fumaça escapou pela minha garganta junto com a língua dele, grossa e úmida, varrendo cada canto da minha boca como se quisesse marcar território. Eu tossi um pouco — sempre tossia no começo — e ele riu baixo, cuspindo um pouco de catarro na minha língua antes de me devorar de novo. O gosto era horrível e perfeito: cinzas, hálito de cerveja esquenta, aquela ponta de whisky que ficava no fundo da garganta depois de horas bebendo. Eu me contorci no colo dele, sentindo o pau latejando contra minha coxa enquanto a gente trocava aquele beijo de bêbados viciados.
SUMMARY^1: O pai alterna entre whisky, cigarro e catarro enquanto beija Cristina, inundando sua boca com os sabores já familiares de seu corpo e vícios. Ela reage com uma mistura de repulsa e prazer à invasão agressiva de sua língua e às substâncias que ele deposita em sua boca. A fumaça do cigarro e o gosto residual do álcool se misturam, criando uma experiência sensorial sufocante que a excita apesar do desconforto físico, reforçando sua submissão.
Meu pai quebrou o beijo primeiro, puxando o cigarro de volta pra boca dele com um sorriso safado. "Abre," ele ordenou, e eu obedeci, deixando que ele cuspisse um fio de saliva e nicotina direto na minha língua. Engoli sem pensar, sentindo o líquido quente escorrer pela garganta enquanto ele passava o polegar nos meus lábios, limpando um resto de fumaça que tinha escapado. "Você fica mais gostosa cada vez que a gente faz isso," ele murmurou, cuspindo mais um pouco na minha boca antes de enfiar a língua de novo, dessa vez mordendo meu lábio inferior até eu gemer.
O cigarro estava quase no fim quando ele o esmagou no cinzeiro, sem tirar os olhos de mim. A fumaça subia entre a gente como um véu sujo, e eu sabia que meu hálito cheirava igual ao dele agora — como se a gente fosse uma coisa só, compartilhando até o ar que entrava nos pulmões. Ele me puxou pelos cabelos, inclinando minha cabeça para trás enquanto cuspia na minha boca aberta de novo, dessa vez misturado com um gole de cerveja quente que tinha ficado no copo. Engoli tudo, sentindo o líquido escorrer pelo queixo, e ele lambeu o trajeto até meu pescoço, parando para morder aquele ponto que sempre me fazia tremer.
SUMMARY^1: O pai continua alternando entre cigarro e cerveja enquanto manipula Cristina, cuspindo misturas de saliva e nicotina em sua boca. Ele a força a engolir sem hesitar, reforçando sua possessividade através da contaminação sensorial compartilhada entre os dois. A fumaça e o álcool servem como elementos de dominação física, enquanto ele marca seu território no corpo dela com mordidas e lambe. Cristina obedece sem resistência, internalizando o sabor e o cheiro dele como parte de si.
"Chupa," ele ordenou, colocando o cigarro novo entre meus dentes enquanto acendia. Puxei a fumaça com cuidado, sentindo o calor invadindo minha garganta antes que ele a roubasse de volta com outro beijo molhado. Dessa vez, ele não deixou escapar nada — sugou a fumaça direto da minha boca como se estivesse bebendo de mim, os dedos apertando meus seios com força suficiente para deixar marcas. Quando finalmente separou nossos lábios, um fio de saliva e resquícios de tabaco ainda nos conectava, e eu lambi os lábios, tentando pegar cada partícula dele que pudesse.
Ele pegou o copo de whisky e encheu a boca antes de cuspir em mim de novo, dessa vez mirando nos mamilos já duros. O líquido âmbar escorreu pelo meu corpo enquanto ele ria, pegando o cigarro da minha mão para dar mais uma tragada. "Toda vez que eu penso que você não pode ficar mais puta," ele disse, soprando a fumaça no meu rosto, "você me prova que eu tô errado." Puxou meu cabelo para trás com força, expondo meu pescoço, e cuspiu mais uma vez na minha pele antes de lamber o caminho até meu ouvido. "Vou fazer você gemer até os vizinhos ligarem pro porteiro de novo."
Os dedos dele fecharam em torno dos meus seios como garras, apertando até a pele ficar branca sob a pressão. Eu arquejei, sentindo os mamilos endurecerem ainda mais contra as palmas ásperas dele — um contraste perverso entre a dor e o prazer que me fazia tremer. Meu pai inclinou a cabeça e cuspiu direto no mamilo esquerdo, o líquido quente escorrendo pelo meu corpo antes que sua boca se fechasse em torno dele, sugando com uma voracidade que parecia quase violenta. "Julio—", eu tentei gemer, mas ele mordeu o bico do peito com força suficiente para me fazer gritar.
Ele riu contra minha pele, o hálito quente de cerveja e tabaco subindo até meu rosto enquanto lambia o lugar que tinha acabado de marcar. "Toda vez que eu penso que já conheço esse corpo", ele murmurou, passando a língua grossa pelo mamilo inchado, "você reage como se fosse a primeira vez". Sua mão direita agarrou o outro seio, esfregando o polegar em círculos cruéis enquanto a boca continuava a devorar o esquerdo, alternando entre mordidas leves e sugadas que me faziam arquear as costas. Eu podia sentir a saliva dele escorrendo entre meus seios, misturando-se ao suor e ao whisky que ele tinha cuspido em mim minutos antes.
Quando ele finalmente levantou a cabeça, meus mamilos estavam vermelhos, inchados, latejando como se tivessem sido esfregados com lixa. Ele admirou o trabalho com olhos escuros, cuspindo mais uma vez — dessa vez na junção dos dois seios — antes de lamber o caminho todo, devagar, como se quisesse memorizar o gosto. "Você fica mais gostosa a cada dia que passa, Cristina", ele rosnou, prendendo a pele entre os dentes e puxando levemente até eu soltar um gemido agudo. "Esses peitos foram feitos pra ser chupados pelo teu pai, não foi?"
Eu não respondi — só balancei a cabeça, ofegante, me afundando ainda mais no colo dele enquanto suas mãos continuavam a torturar meus seios. Ele pegou o copo de whisky que estava na mesa e encheu a boca antes de inclinar meu corpo para trás, derramando o líquido âmbar diretamente no meu decote. O álcool gelado me fez estremecer, mas ele não deu tempo para eu me recuperar — sua boca selou-se sobre o mamilo direito novamente, bebendo o whisky direto da minha pele enquanto uma das mãos apertava o outro seio até doer. Eu conseguia ouvir os sons úmidos da língua dele contra minha pele, os gemidos abafados que escapavam da minha garganta, o tilintar do gelo no copo quando ele o jogou de volta na mesa sem cuidado.
Seus lábios se moveram para cima, capturando um fio de whisky que escorria pelo meu pescoço antes de voltar aos meus seios, dessa vez mordiscando a pele sensível ao redor dos mamilos. "Hoje eu vou deixar esses peitos tão sensíveis que você não vai aguentar nem o toque da blusa depois", ele prometeu, cuspindo mais uma vez na junção dos seios antes de lamber tudo de novo, devagar, como se estivesse saboreando. Sua boca era quente, úmida, incansável — e mesmo quando eu tentava me contorcer para fugir da sensação intensa demais, suas mãos me mantinham no lugar, forçando-me a aceitar cada segundo daquela tortura deliciosa.
O cubo de gelo escorregou entre os dedos dele antes de tocar minha pele, e o choque do frio me feu arquejar como um animal ferido. "Julio—", eu tentei gritar, mas o som se dissolveu num gemido rouco quando ele traçou o gelo em círculos lentos ao redor do mamilo esquerdo, já inchado e vermelho da tortura anterior. A sensação era quase dolorosa — uma linha fina entre o prazer e o desconforto que me fazia contrair os dedos nas coxas peludas dele. Ele observava meu rosto com aquele olhar de predador, sorrindo quando o gelo começou a derreter, escorrendo em fios gelados pelo meu corpo.
"Gosta, né, princesa?" Ele rosnou, passando o cubo já menor para o outro seio, esfregando com uma pressão que me fazia cerrar os dentes. O contraste entre o frio do gelo e o calor da boca dele quando ele se inclinou para lamber o trajeto úmido era quase demais — eu me contorci no colo dele, sentindo o pau latejando contra minha coxa enquanto ele alternava entre o gelo e a língua quente. "Você fica tão bonita quando sofre", ele murmurou, cuspindo mais um pouco na minha pele antes de passar o cubo novamente, dessa vez descendo pelo meu abdômen.
O gelo parou logo acima da minha cintura, e eu soltei um gemido agudo quando ele pressionou o cubo ali, deixando-o derreter contra minha pele enquanto sua outra mão agarrava meu cabelo, puxando minha cabeça para trás. "Olha pra mim", ele ordenou, e eu obedeci, ofegante, sentindo as lágrimas escaparem dos cantos dos meus olhos quando o frio queimava minha pele sensível. Ele riu baixo, satisfeito, antes de jogar o que restava do cubo no chão e cobrir minha pele com sua boca quente, sugando os resquícios de água gelada como se quisesse me devorar viva.
A língua dele desenhou um mapa de saliva pelo meu corpo, lenta, deliberada, como se cada centímetro da minha pele precisasse ser conquistado de novo. Começou pelos tornozelos — um lugar que nunca teria imaginado ser sensível até sentir o calor úmido da boca dele ali, os dentes arranhando levemente enquanto subia pela panturrilha. Me estremeci quando chegou atrás dos joelhos, lambendo aquele ponto macio que fazia meus dedos se enrolarem no couro do sofá. "Julio..." eu tentei gemer, mas ele ignorou, continuando sua subida torturante pelas coxas.
Ele parou a cinco centímetros da minha buceta, soprando o ar quente da respiração dele sobre os pelos loiros já encharcados. Meu corpo arquejou sozinho, buscando o contato que ele negava. "Não, princesa", ele rosnou, prendendo meus quadris contra o sofá com uma mão enquanto a outra deslizava para cima, contornando a curva do meu quadril como se traçasse a borda de um abismo. "Hoje você vai aprender a esperar."
A língua dele voltou a subir, agora pela lateral da cintura, parando para mordiscar a pele saliente do osso do quadril. Eu soltei um gemido agudo quando seus dentes fecharam ali, marcando, enquanto os dedos dele se arrastavam pelo meu abdomen, evitando cuidadosamente o umbigo. "Por favor—", eu supliquei, mas ele cuspiu na minha barriga em resposta, espalhando o líquido quente com a palma da mão antes de lamber tudo de novo, devagar, como se estivesse bebendo de mim.
Meus dedos afundavam naquela calva úmida, sentindo os fios grisalhos nas têmporas grudarem na minha pele como raízes de árvores antigas. Ele não me beijava, não permitia que eu buscasse seus lábios — só aquela língua larga e áspera traçando um caminho de saliva pelo meu pescoço, desviando sempre que eu tentava inclinar o rosto para capturá-la. "Julio...", o gemido escapou dos meus lábios como um suspiro rouco, mas ele apenas cuspiu na clavícula, misturando o líquido quente com o suor que já escorria entre meus seios.
A língua dele era um animal próprio — viva, pesada, insistente — lambendo o sulco entre os seios enquanto eu arquejava, tentando em vão aproximar seu rosto do meu. Ele me prendia com uma mão no quadril, imóvel, enquanto a outra agarrava meu pulso e o prendia contra o braço do sofá. "Quer beijar, é?" O hálito dele cheirava a whisky rançoso e ao Marlboro que eu mesma acendera para ele minutos antes. "Engole primeiro." Cuspiu novamente, dessa vez direto no meu queixo, e eu estiquei o pescoço como um animal sedento, lambendo os próprios lábios para pegar cada gota.
A dor veio primeiro — aquela dorzinha boa e familiar que sempre me fazia arquejar como um gato no cio quando ele me empurrava até o fim. Sentia cada veia do pau dele pulsando dentro de mim, como se meu corpo tivesse sido moldado exatamente para aquela invasão. "Julio—", eu gemeu, mas ele engoliu o som com outro beijo molhado, sua língua invadindo minha boca no mesmo ritmo que o quadril dele começava a subir devagar.
O cigarro que ele tinha acabado de fumar ainda deixava um traço amargo na nossa saliva misturada, mas eu não me importava — lambia os cantos da boca dele como se fosse mel, engolindo cada gota daquele gosto que já conhecia melhor que o meu próprio nome. Ele gemeu baixo quando eu contraí em volta dele, e eu senti os dedos dele afundando nas minhas coxas como garras. "Tomou a pílula ontem?", ele rosnou contra meus lábios, e eu balancei a cabeça, ofegante, sem conseguir formar palavras enquanto a cabeça do pau dele esfregava lá dentro como um soco quente.
O relógio na parede ticava, mas o tempo tinha parado ali onde a gente estava grudado — ele sentado no sofá, eu montada nele como uma cadela no cio, nossas bocas coladas e respirações misturadas. Eu me afundei mais um pouco, sentindo o pau dele dobrar lugares dentro de mim que não existiam antes dele me ensinar que eu tinha dono. "Responde, putinha", ele ordenou, mordendo meu lábio inferior até eu gemer.
"Sim, papai—", eu engasguei quando ele deu uma sacudida brusca, fazendo o sofá ranger sob nosso peso. O cheiro do sexo já enchia o apartamento, misturado com o suor dele e o resto de cerveja que a gente tinha derramado no chão. Ele agarrou meu cabelo, puxando minha cabeça para trás até meu pescoço ficar exposto, e cuspiu direto na minha garganta antes de lamber o trajeto como um animal.
"Prova de novo", ele ordenou, enfiando dois dedos na minha boca. Eu chupei obedientemente, sentindo o gosto de whisky e tabaco na pele áspera dele, até ele puxar os dedos de volta e descer com eles para meu clitóris. Eu gritei quando ele esfregou, rápido e bruto, me fazendo contrair em volta do pau dele como uma garota desesperada. "Toda vez que eu penso que você não pode ficar mais molhada", ele rosnou no meu ouvido, cuspindo mais uma vez na minha nuca antes de lamber, "você me surpreende".
O apartamento estava quente, abafado, mas o calor que vinha dele era pior — aquela temperatura de macho bêbado e excitado que sempre me fazia sentir pequena, frágil, feita para ser usada. Eu me debati no colo dele, tentando cavalgar mais rápido, mas ele prendeu meus quadris com as mãos grandes, me forçando a um ritmo lento e torturante. "Não, princesa", ele riu quando eu soltei um gemido frustrado. "Hoje você vai aprender a gozar devagar".
Os dedos dele se enrolaram nos meus cabelos loiros, puxando com força suficiente para fazer minhas pálpebras estremecerem de dor — mas eu não fechei os olhos. Não dessa vez. Queria ver cada microexpressão no rosto do meu pai enquanto ele me ensinava, mais uma vez, que meu corpo era dele. "Olha pra mim", ele ordenou, voz rouca de cigarro e deseho, e eu obedeci, fixando os olhos naqueles olhos escuros que me conheciam melhor que qualquer espelho. O ritmo dos dedos dele no meu clitóris era matemático — três círculos lentos, uma pressão firme, uma beliscada que me fazia saltar no colo dele como um peixe no anzol.
O apartamento cheirava a sexo e Marlboro, mas principalmente cheirava a nós — a mistura de suor, whisky e aquele ranço peculiar da pele dele depois de um dia sob o sol carioca. Eu me afundei mais um pouco no pau dele, sentindo como a cabeça roçava em algo profundo que me fazia ver estrelas. "Assim, não", ele rosnou, dando um tapa leve na minha coxa que deixou a pele quente. "Você vai esperar, Cristina. Vai aprender a sentir cada centímetro." Sua mão esquerda agarrou meu pescoço, não para sufocar, mas para me lembrar quem mandava, enquanto a direita continuava aquela tortura minuciosa no meu clitóris.
O gelo derretido escorria entre meus seios, misturando-se ao suor e à saliva que ele cuspira em mim antes. Eu tremia, não de frio, mas daquele contraste perverso entre a dor dos mamilos ainda sensíveis e o prazer que subia em ondas do meu clitóris. "Por favor—", eu supliquei, mas a palavra morreu num gemido rouco quando ele finalmente — finalmente — inclinou os quadris para cima, me enchendo completamente. Meus músculos se contraíram em volta dele num espasmo involuntário, e ele riu, aquele riso baixo e satisfeito de caçador que acabou de pegar a presa.
Meus dedos afundaram naquela pele úmida das costas dele, as unhas deixando marcas vermelhas enquanto ele me empurrava até o fundo, até onde eu não sabia que existia. A cabeça do pau dele bateu no útero como um martelo quente, e meu corpo arquejou todo, sem meu controle, como um animal eletrocutado. "Julio—" meu grito saiu rouco, engolido pelo suor que escorria do pescoço dele direto pra minha boca aberta. Ele riu, aquele riso de garganta cheia de catarro e Marlboro, e cuspiu na minha cara antes de me puxar por trás da nuca, forçando outro beijo molhado.
O gosto da saliva dele — cerveja quente, whisky barato e aquele ranço de cigarro de três tragadas — me inundou enquanto a língua grossa invadia minha boca no mesmo ritmo que o quadril dele começava a bombar devagar. Cada movimento era calculado, cruel, fazendo o pau torcer lá dentro como se quisesse escavar mais fundo. Eu conseguia sentir o formato da cabeça marcando por dentro, aquela veia saltada pulsando contra as paredes da minha buceta como um coração secundário.
Ele quebrou o beijo de repente, cuspindo mais uma vez no meu queixo antes de lamber o trajeto até meu ouvido. "Tá sentindo onde o teu pai tá te comendo, princesa?" O rosnado saiu quente, úmido, enquanto os dedos dele apertavam minha cintura, segurando como se eu fosse escapar. Meu gemido em resposta foi suficiente — ele sorriu, satisfeito, e deu uma sacudida brusca que fez o sofá ranger sob nosso peso. A cabeça do pau raspou em algo profundo, e eu vi estrelas, os músculos da minha barriga contraindo sem meu comando.
Os mamilos ardiam como brasas sob a língua áspera dele, cada volta circular daquela boca úmida me puxando para um abismo de sensações que misturavam dor e prazer num só fio condutor. Ele mamava com a precisão de quem conhecia cada centímetro daquele corpo — porque conhecia, tinha moldado aquela carne desde o primeiro choro que ecoou no quarto de hospital, quando me pegou nos braços peludos e soube que um dia eu seria dele. "Julio—", o gemido escapou entre meus dentes cerrados quando ele alternou entre mordidas leves e sugadas profundas, como se quisesse extrair o leite que nunca viria. Era ridículo, era perverso, era delicioso sentir os seios que ele ajudara a criar sendo devorados pelo mesmo homem que os admirara crescer.
O ritmo era implacável — três chupadas no mamilo direito, uma beliscada cruel no esquerdo, depois a língua larga varrendo os dois num movimento que me fazia arquear as costas contra o sofá. Eu podia jurar que ouvia o som úmido da saliva dele se misturando ao suor dos meus seios, aquele ruído obsceno de líquidos trocados que sempre me envergonhava e excitava na mesma medida. Ele puxou meu corpo para frente com um braço forte, forçando os seios a se projetarem mais ainda enquanto a boca continuava seu trabalho minucioso. "Tá sentindo, princesa?", ele rosnou contra minha pele, o hálito quente de cerveja fazendo os pelos do meu pescoço se arrepiarem. "Tá sentindo como seu pai conhece esse corpinho melhor que você?"
Meus quadris batiam contra as coxas peludas dele com um ritmo que já era pura memória muscular, cada movimento calculado para esfregar meu clitóris inchado na base do seu pau. O suor escorria entre meus seios, misturando-se ao cuspe e ao whisky que ele cuspira em mim minutos antes, criando um rastro pegajoso que brilhava sob a luz amarelada do abajur. "Mais devagar", ele ordenou, as mãos grandes fechando com força nos meus quadris para me forçar a um ritmo torturante. Eu gemi, sentindo como a cabeça do pau dele raspava lá dentro, acendendo nervos que só ele sabia encontrar.
Ele cuspiu no meu colo sem aviso, o líquido quente escorrendo pelo meu abdomen até se perder nos pelos pubianos. "Putinha esfomeada", murmurou, puxando meus cabelos para trás com uma mão enquanto a outra descia para esfregar o clitóris no ritmo oposto ao dos meus quadris. O contraste era excruciante — devagar por dentro, rápido por fora — e eu sentia meu orgasmo se construindo em ondas desencontradas.
A janela aberta deixava entrar o cheio do mar da Praia, mas eu só conseguia sentir o odor cru do nosso sexo, aquele perfume ácido de cerveja derramada e lençóis sujos que marcava cada encontro nosso. Ele pegou o cigarro meio apagado do cinzeiro, deu uma tragada profunda e soprou a fumaça direto nos meus seios. O calor me fez estremecer, os mamilos endurecendo ainda mais contra o ar condicionado que ele insistia em deixar no máximo. "Gosta de ficar meladinha, filha?", ele rosnou, cuspindo mais uma vez — dessa vez na junção dos meus seios — antes de lamber o trajeto todo com a língua larga, devagar, como se estivesse provando um prato caro.
Os joelhos dele estalaram quando se levantou do sofá, me arrancando do colo como um fruto maduro colhido à força. Antes que eu pudesse recuperar o equilíbrio, suas mãos enormes me viraram como um boneco de pano e esmagaram meu corpo contra a parede fria. O azulejo gelado queimou contra os meus seios ainda úmidos de saliva e whisky enquanto ele alinhava o quadril num movimento fluido, sem cerimônia — e então estava dentro de novo, aquela invasão brutal e familiar que me fazia ver estrelas mesmo de olhos abertos.
"Segura, puta," ele rosnou no meu ouvido, e minhas mãos subiram instintivamente para seu pescoço peludo, agarrando-se aos cabelos grisalhos como cordas de salvação. O primeiro impacto foi tão violento que minhas unhas afundaram na carne dele sem querer, deixando riscos vermelhos que logo se encheram de suor. Ele riu — aquele som rouco de garganta cheia de catarro — e bateu de novo, dessa vez mais fundo, fazendo meu estômago revirar quando a cabeça do pau dele raspou lá dentro como um soco quente.
A parede tremia atrás de mim com cada embate, os quadris dele batendo contra minhas nádegas com um som úmido de carne contra carne. Eu conseguia sentir o suor escorrendo pelas costas dele, aquela umidade quente de macho trabalhado misturando-se ao meu próprio, enquanto ele me usava com uma intensidade que deixava meus joelhos bambos. "Ai, papai!!—" meu gemido saiu estrangulado quando ele mudou o ângulo, atingindo um ponto que me fez ver branco por um segundo. Os dedos dele cerraram em torno dos meus quadris como garras, marcando a carne com impressões digitais que iam durar horas.
A primeira jorrada foi como um soco no útero — quente, grossa, pulsante. Meu corpo arqueou contra a parede quando o esperma dele inundou minha buceta, aquela sensação familiar de líquido viscoso preenchendo cada dobra interna enquanto eu gritava, mais de tesão do que de surpresa. "Isso, toma, toma toda porra do teu pai," ele rosnou, os dedos cravados nos meus quadris enquanto os espasmos dele urravam através do pau ainda enterrado em mim. Eu podia sentir cada pulsação, cada jorro quente marcando seu território lá dentro como um animal selvagem.
Ele não parou de meter mesmo depois da primeira leva, continuando a empurrar o líquido para mais fundo com movimentos curtos e brutais. A cabeça do pau dele batia no colo do útero com uma precisão que só anos de prática podiam ensinar, e eu engasgava de prazer, sentindo o esperma escorrendo pelas minhas coxas já trêmulas. "Julio—", meu gemido saiu rouco, engolido pelo som úmido da nossa pele colando-se no calor do apartamento. Ele riu, aquele riso de garganta cheia de catarro, e cuspiu nas minhas costas antes de lamber o trajeto com a língua larga.
"Toda vez que eu penso que você não pode ficar mais cheia," ele murmurou contra minha nuca, dando uma última sacudida profunda que fez o esperma transbordar da minha buceta e pingar no chão entre nossos pés, "você me prova que eu tô errado." Suas mãos desceram para meu clitóris inchado, esfregando rápido demais, cruel demais, e eu gritei quando o segundo orgasmo me atingiu como um trem — involuntário, incontrolável, espremendo cada gota de porra dele para fora num fluxo quente que escorria pelas minhas pernas.
Nossos corpos deslizaram do sofá como líquidos derramados, os músculos sem força depois daquela tempestade. Caímos no tapete persa que ele comprara em algum mercado de rua do Cairo — eu sabia porque ainda conseguia sentir o cheio de especiarias antigas quando pressionava o rosto contra os fios desgastados. Julio riu contra minha boca, aquele som rouco de garganta cheia de catarro, enquanto seus dedos entrelaçavam nos meus cabelos loiros puxando-me para outro beijo molhado. Nossas línguas se encontraram no meio, trocando os últimos vestígios de whisky e esperma, e eu podia jurar que sentia o gosto do meu próprio orgasmo na boca dele.
O interfone do apartamento cortou o ar como um tiro. Paralisamos por um segundo, eu com os dentes enterrados no lábio inferior dele, ele com a mão esquerda apertando minha coxa direita com força suficiente para deixar marcas roxas. "De novo esses filhos da puta", ele rosnou, soprando fumaça imaginária no meu pescoço antes de lamber o suor salgado que escorria para meu decote. A campainha tocou novamente, insistente, e eu consegui ouvir a voz abafada do porteiro pelo sistema de som. "Senhor Julio? Recebemos outra reclamação do 12° andar..."
Ele me puxou por trás da nuca antes que eu pudesse responder, selando nossos lábios num beijo que sabia a derrota temporária. Sua língua invadiu minha boca com a familiaridade de quem já mapeou cada cantinho, e eu me afundei naquele gosto misto de Marlboro e cerveja quente, sentindo o último fio de porra escorrer pela minha coxa interna. "Deixa o velho esperar", ele murmurou contra meus dentes, cuspindo mais uma vez na junção dos meus seios antes de lamber o trajeto com a língua larga. O interfone tocou uma terceira vez, mais longo agora, e ele soltou um rosnado de frustração antes de rolar para o lado, deixando-me deitada como um peixe fora d'água no tapete colorido.