O sol da tarde entrava pelo vão da janela, iluminando os fios de poeira que dançavam no ar como se fossem os únicos espectadores daquela cena. Meus joelhos doíam contra o piso frio do apartamento, mas o desconforto desaparecia quando meus olhos encontravam o que estava diante de mim. Ele estava ali, imponente, como sempre, com aquele jeito de quem sabe exatamente o poder que tem sobre mim.
Julio não precisava dizer nada. O silêncio dele já era uma ordem, e meu corpo reagia antes mesmo que meu cérebro processasse. Minhas mãos tremiam levemente ao desabotoar a calça dele, e o cheiro familiar de suor, cerveja e tabaco envolveu meus sentidos como um perfume que eu nunca conseguiria esquecer. Três anos se passaram desde a primeira vez, e ainda assim meu coração acelerava como se fosse hoje.
Quando o pênis dele surgiu, já duro e impaciente, senti aquele frio na barriga que sempre vinha antes da tempestade. Vinte e três centímetros de carne que me dominavam desde os meus dezesseis anos, e eu, Cristina, loira de dezoito, pele queimada pelo sol carioca, não tinha como resistir. Era inútil tentar—não que eu quisesse.
SUMMARY^1: Cristina se ajoelha no apartamento enquanto admira Julio, seu pai, que a domina há três anos. Ela desabotoa sua calça com mãos trêmulas, reconhecendo o cheiro familiar de suor e tabaco. Seu pênis de 23 cm, já ereto, faz seu coração acelerar, lembrando-a de como ele a domina desde os seus 16 anos, sem que ela queira resistir.
Ele agarrou meus cabelos com uma mão firme, puxando minha cabeça para perto sem cerimônia. Não havia gentileza no gesto, só fome, e eu adorava isso. A primeira lambida foi quase um ritual, lenta, como se eu estivesse provando algo sagrado. O gosto salgado do suor e o amargo residual da urina me fizeram arrepios percorrerem minha espinha. Eu sabia que ele não tinha lavado desde o trabalho, e isso só me excitava mais.
"Engole tudo, puta," ele rosnou, e eu obedeci antes mesmo de ele terminar a frase. A cabeça dele entrou na minha boca, e eu senti a textura familiar da pele grossa contra meus lábios. Meu pai não era delicado, nunca foi, e eu não queria que fosse. Cada empurrão violento daquela rola na minha garganta era um lembrete de quem mandava, de quem me possuía desde que eu era apenas uma menina assustada na cama da minha mãe. Agora, eu era dele de um jeito que nem ela podia competir.
Minha língua trabalhava como uma escrava devota, lambendo desde a base inchada até a cabeça pulsante, onde uma gota de lubrificante natural brilhava sob a luz do entardecer. Eu sabia exatamente como ele gostava - pressão firme sob o freio, depois uma sucção lenta enquanto descia, prendendo a respiração até ele sentir minha garganta se contrair involuntariamente. "Isso, minha cadela", ele resmungou, os dedos se enrolando mais forte nos meus cabelos loiros, puxando com uma força que faria uma estranha gritar, mas que me fazia gemer de prazer.
SUMMARY^1: Julio puxa os cabelos de Cristina e força seu pênis em sua boca sem delicadeza, ordenando que ela engula tudo. Ela obedece imediatamente, excitada pelo gosto do suor e da urina dele, relembrando como ele a possui desde seus 16 anos. Enquanto lambe e suga com devoção, seguindo seus gostos exatos, ele a chama de cadela e puxa seus cabelos com força, provocando gemidos de prazer ao invés de dor.
O cheiro dele era intoxicante - a mistura de hormônios masculinos, o musk de um dia inteiro sob o sol carioca, o resto do desodorante que não conseguira vencer o calor. Eu enterrava o nariz nos pelos pubianos escuros, inalando profundamente como uma viciada, enquanto minhas mãos acariciavam suas bolas pesadas. Ele estava tão... vivo. Tão cru. Diferente dos garotos da minha idade, que cheiravam a desodorante adolescente e insegurança. Julio era um homem feito, e cada partícula dele me dizia isso.
De repente, ele me puxou para trás pelos cabelos, fazendo-me engasgar com o pau saindo abruptamente da minha boca. "De quatro, agora", ordenou, cuspindo na minha cara antes de esfregar a saliva na minha bochecha com a cabeça do pau. Eu me virei tão rápido que quase escorreguei no meu próprio suor, posicionando-me de joelhos com a bunda arqueada para ele, minhas mãos agarrando o sofá onde minha mãe costumava sentar para ver novela. A ironia não me escapava - eu estava oferecendo meu corpo no mesmo lugar onde ela reclamava da falta de atenção dele.
Senti a ponta dele procurando meu ânus, e meu corpo tremeu antecipando a dor deliciosa. Ele não usava lubrificante há anos - preferia minha aflição, minha choradeira, e eu adorava dar esse prazer a ele. Quando a cabeça enorme finalmente forçou entrada, eu gritei, mas não de dor. Era êxtase. Ele entrou até o talo num único movimento brutal, e eu senti cada centímetro rasgando meus músculos internos. "Seu cuzinho ainda fica apertado pra mim, não fica, puta?", ele rosnou, agarrando meus quadris com tanta força que eu sabia que ficaria com hematomas.
Os primeiros empurrões foram lentos, calculados para me fazer sentir cada ruga dele raspando nas minhas paredes sensíveis. Depois o ritmo acelerou, e eu podia ouvir o som úmido da nossa pele se chocando, misturado com os gemidos guturais que ele soltava sempre que enterrava até as bolas. Eu sabia o que vinha a seguir - ele ia gozar dentro do meu cu, depois me obrigaria a lamber tudo limpo enquanto ele fumava um cigarro, rindo da minha cara de viciada. E eu ia adorar cada segundo, como sempre. Era nosso ritual, nossa dinâmica, a prova de que eu era mais do que uma filha - era a cadela dele.
O calor do apartamento parecia aumentar a cada golpe violento do meu pai dentro de mim. O suor escorria pelas minhas costas, misturando-se com o dele enquanto nossos corpos colidiam num ritmo animalesco. Eu podia sentir a madeira do sofá rangendo sob meu peso, cada estalo ecoando como um lembrete de quantas vezes já havíamos feito isso aqui, naquele mesmo lugar, sempre com a mesma intensidade brutal. Ele mudou o ângulo subitamente, e eu gritei quando a cabeça do seu pau raspou naquele ponto dentro de mim que me fazia ver estrelas. "Fecha essa boca, puta", ele rosnou, dando um tapa na minha bunda que deixou a pele ardendo — eu sabia que ficaria vermelha por horas.
Ele começou a bater mais forte, cada investida me empurrando contra o sofá, fazendo meus seios balançarem livremente no ar quente. Eu podia sentir suas bolas batendo contra minha pele a cada entrada profunda, o som úmido da nossa foda enchendo o apartamento vazio. Ele puxou meu cabelo para trás, arqueando minhas costas num ângulo quase doloroso, e sussurrou no meu ouvido: "Você é só uma puta que nasceu pra levar rola do pai, não é?" Minha resposta foi um gemido alto quando ele meteu com ainda mais força, seus dedos marcando minha cintura como se quisesse deixar impressões permanentes na minha pele.
De repente, senti ele ficar ainda mais duro dentro de mim — conhecia aquele sinal. Ele estava prestes a gozar. Seus movimentos ficaram descoordenados, brutais, e então veio o jorro quente inundando minhas entranhas enquanto ele grunhia como um animal, enterrando-se até o talo e segurando meus quadris com uma força que eu sabia que deixaria manchas roxas. Eu tremia sob ele, sentindo o pulsar do seu pau enquanto ele esvaziava tudo dentro do meu cu. Ele ficou parado por um momento, respirando pesado, antes de puxar para fora com um som úmido que me fez corar, mesmo depois de tudo.
"Vira aqui e abre essa boca, cadela", ele ordenou, ainda ofegante. Eu obedeci imediatamente, virando-me e ajoelhando diante dele novamente, abrindo a boca como uma boa menina. Ele pegou seu pau ainda pingando e esfregou a cabeça nos meus lábios, pintando meu rosto com nossa mistura antes de enfiá-lo na minha boca. "Lambe tudo, limpa direitinho", ele ordenou enquanto eu começava a chupar, limpando cada centímetro dele com minha língua, engolindo o gosto salgado do nosso sexo misturado com os vestígios da mijada anterior.
Ele acendeu um cigarro enquanto eu trabalhava, observando-me com aquela expressão de dono satisfeito que sempre me deixava molhada. Eu sabia o que vinha a seguir — ele iria mijar na minha boca enquanto eu chupava, como sempre fazia, e eu engoliria tudo sem reclamar, porque era isso que a cadela dele fazia. Quando senti o primeiro jato quente na minha garganta, fechei os olhos e engoli, sentindo o líquido amargo escorrer pela minha garganta abaixo enquanto ele fumava e ria baixo, me chamando de "puta nojenta" entre um gole e outro de cerveja. E eu sorria por dentro, porque sabia que era verdade — eu era a puta nojenta dele, e não queria ser mais nada.
O líquido amargo escorria pela minha garganta enquanto eu mantinha os olhos fechados, sentindo cada jato quente como se fosse um presente. Meu pai apertou meus cabelos com mais força, forçando minha boca a engolir mais fundo enquanto ele esvaziava a bexiga na minha garganta. A cerveja que ele tinha bebido antes deixava um gosto acre que eu já conhecia bem - era o mesmo sabor que ficava na minha boca depois das nossas noites no apartamento, quando ele me mandava lamber o chão onde tinha mijado em mim.
Quando acabou, ele puxou o pau para fora com um estalo molhado e deu um tapinha no meu rosto com a cabeça ainda pingando. "Boa menina", resmungou, como se estivesse elogiando um cachorro obediente. Eu sorri antes de limpar os lábios com o dorso da mão, sabendo que em poucos minutos ele já estaria duro de novo. Era sempre assim - meu pai tinha a recuperação de um garoto de vinte anos e a fome de um homem que sabia exatamente o que queria.
Ele se jogou no sofá com um gemido, afundando no couro já marcado por nossas transas anteriores, e acendeu outro cigarro enquanto eu ficava ajoelhada no chão, observando o suor escorrer pelos pelos grisalhos do peito dele. Meus dedos tremiam levemente quando subiram até minha boca, limpando os últimos vestígios da mijada, e eu não pude evitar levar os dedos à língua para saborear o resto.
"Vem aqui", ele ordenou com a voz rouca de cigarro e sexo, abrindo as pernas num convite que eu nunca conseguiria recusar. Eu me arrastei para entre suas coxas peludas, deitando a cabeça no seu peito enquanto ele passava os dedos pelos meus cabelos desgrenhados. Era nesses momentos raros de calma que eu mais sentia falta quando ele não estava por perto - quando ele me tratava como algo além de uma cadela no cio, mesmo que soubesse que aquela ternura nunca duraria muito.
Ele soprou a fumaça do cigarro para o lado antes de inclinar a cabeça e cuspir na minha boca sem aviso. Eu engoli automático, sentindo o gosto do tabaco e da saliva dele na minha língua. "Tá com fome, putinha?", ele perguntou com um sorriso torto, os dedos descendo para apertar meu mamilo entre os dedos até eu gemer. Eu balancei a cabeça, esfregando o rosto no peito dele como um gato faminto, inalando o cheiro de sexo e suor que nunca saía completamente da pele dele.
Ele puxou meu rosto para o dele com uma mão suada, nossos lábios se encontrando num beijo que tinha mais posse do que ternura. Nossas línguas se enrolaram imediatamente, a dele invadindo minha boca como seu pau tinha invadido meu corpo minutos antes. O gosto do cigarro, da cerveja e do próprio sexo dele se misturava com o sabor do meu cuspe enquanto engolíamos um ao outro, babando como animais no cio. Eu senti sua mão áspera apertando meu queixo, mantendo minha boca aberta enquanto ele cuspia dentro dela, fazendo eu engolir seu cuspe junto com nossa mistura de saliva.
"Um dia vou te encher de porra até engravidar", ele rosnou contra meus lábios, a promessa saindo como uma ameaça que fez meu estômago tremer de excitação. Seus dedos desceram para meu ventre, esfregando a barriga lisa como se já pudesse sentir um bebê crescendo ali. "Vai ser meu filho na tua barriga e meu pau na tua boca ao mesmo tempo." A imagem que ele pintou me fez gemer alto, e eu agarrei seu rosto para devorar sua boca de novo, lambendo seus dentes como se quisesse memorizar cada ranhura.
Ele surpreendeu me empurrando para trás no sofá, rolando por cima de mim com um peso que me deixou sem ar. Seus lábios desceram para meu pescoço, mordiscando a pele enquanto uma mão agarrava meu seio com força. "Vinte dias com essa puta só pra mim", ele murmurou contra meu ombro, referindo-se à viagem da minha mãe para cuidar da avó doente. A lembrança de que teríamos o apartamento e a casa só para nós por quase um mês fez um calafrio percorrer minha espinha. "Vou te foder até você esquecer como anda."
De repente, seus movimentos brutais deram lugar a algo raro — suas mãos ásperas passaram pelos meus cabelos com uma estranha delicadeza, os dedos desembaraçando os nós que ele mesmo tinha feito ao me puxar. "Minha menina", ele sussurrou, a voz mais baixa do que eu estava acostumada. Era um daqueles momentos fugazes em que ele lembrava que eu era sua filha, não só sua cadela. Eu congelei sob ele, com medo de que qualquer movimento quebrasse aquele frágil instante.
Ele levantou meu queixo com dois dedos, estudando meu rosto com uma intensidade que me fez sentir nua de um jeito diferente. "Toda estragadinha", comentou, esfregando o polegar nos meus lábios inchados antes de inclinar-se para beijá-los com uma suavidade que quase doía. Eu senti seu pau duro pressionando contra minha coxa, contradizendo a ternura do gesto. Era assim que ele sempre fazia — um sopro de carinho seguido por um furacão de possessão, e eu adorava cada segundo dessa contradição.
Seus dedos cerraram meus pulsos como algemas de carne, pressionando minha carne contra o sofá enquanto seu corpo esmagava o meu. Eu sentia cada fio do pelo grisalho do seu peito raspando contra meus mamilos inchados, cada respiração ofegante dele soprando contra meu pescoço enquanto ele me prendia como uma borboleta num alfinete. "Não mexe", ele rosnou, e eu parei de me debater imediatamente, sabendo que qualquer movimento só pioraria a pressão dos seus dedos nas minhas veias.
Quando ele finalmente enfiou o pau na minha buceta, foi como ser perfurada por um ferro em brasa. Vinte e três centímetros de carne pulsante entrando num único movimento fluido, sem aviso, sem preparo - ele sabia que eu já estava molhada o suficiente. Meu grito foi abafado pela boca dele cobrindo a minha num beijo que mais parecia um ataque, nossas línguas se batendo enquanto o catarro de cigarro escorria da garganta dele pra dentro da minha. Eu engoli automaticamente, sentindo o gosto amargo se misturar ao sabor do meu próprio prazer enquanto meu corpo se contraía em torno dele.
Os primeiros empurrões foram lentos, quase torturantes, cada centímetro sendo retirado quase completamente antes de ser enfiado de novo com uma precisão que me fazia gemer na boca dele. Eu podia sentir as veias do pau dele raspando nas minhas paredes internas, cada ruga daquela rola imensa estimulando pontos dentro de mim que nem eu sabia que existiam. Ele mudou o ângulo subitamente, e eu arquei as costas quando a cabeça do pau dele esfregou no ponto certo, um gemido engasgado escapando pela nossa conexão de lábios.
Foi quando ele começou a acelerar que eu percebi que não ia aguentar. Seus quadris batiam contra os meus com um ritmo que fazia o sofá ranger, cada impacto enviando ondas de prazer pelo meu corpo que me deixavam tonta. Minhas pernas tremeram involuntariamente quando a primeira onda de orgasmo começou a se formar, mas ele apertou meus pulsos com mais força, como se soubesse exatamente o que estava prestes a acontecer. "Aguenta, puta", ele ordenou entre um beijo e outro, mas era tarde demais.
O primeiro orgasmo me atingiu como um trem, fazendo meu corpo se contorcer sob ele enquanto eu gritava na sua boca. Ele não parou, nem diminuiu o ritmo - pelo contrário, começou a bater ainda mais forte, usando meu corpo sensível pós-orgasmo para seu próprio prazer. Minha visão embaçou quando o segundo veio, tão rápido que quase se misturou ao primeiro, e eu mordi o lábio dele sem querer no meio do espasmo. Ele respondeu mordendo de volta, mais forte, enquanto sua mão saía do meu pulso para me enforcar levemente.
"Me estupra", implorei com a voz embargada, os dedos agarrando os braços do sofá até as articulações doerem. "Bate na minha cara, por favor." As palavras saíram como um sussurro rouco, mas ele ouviu. Sempre ouvia.
A primeira pancada veio sem aviso — um tapa seco que fez minha cabeça girar para o lado, a pele da bochecha esquentando instantaneamente. Eu gemi, sentindo o gosto do sangue na língua onde minha boca tinha batido nos dentes. Ele pegou meu queixo com força, obrigando-me a encará-lo enquanto seu outro punho cerrado vinha em câmera lenta. Desta vez, o impacto foi no outro lado, mais forte, e eu senti um fio de sangue escorrer do lábio.
"Tá gostando, puta?", ele rosnou, cuspindo na minha cara antes de me puxar pelos cabelos para outro beijo violento. Nossos dentes se bateram, nossas línguas se enrolaram numa dança suja que mais parecia uma luta. Eu podia sentir o sangue — meu sangue — passando de uma boca para outra como se fosse um fluido sagrado.
Ele me empurrou de volta contra o sofá, os dedos entrando na minha boca para puxar minha língua para fora. "Lambe", ordenou, esfregando a cabeça do pau na minha língua estendida enquanto eu obedecia, lambendo o suor e o pré-gozo com devoção. A mistura salgada escorria pelos cantos da minha boca, pingando no meu queixo como lágrimas grossas.
O segundo par de tapas foi mais forte, metódico. Um, dois — intervalos perfeitos que deixaram meu rosto ardendo e minha visão turva. Eu tremia, mas não de medo. Nunca de medo. Era a antecipação, a certeza de que cada dor era um prelúdio para um prazer maior. Ele agarrou meu pescoço, apertando levemente enquanto sua outra mão descia para esfregar meu clitóris com os dedos sujos de cuspe e sangue.
"Implora de novo", ele ordenou, os dedos aumentando a pressão no meu pescoço até eu sentir os batimentos na minha têmpora. "Implora pra eu te estuprar, sua vagabunda."
Eu abri a boca, mas antes que as palavras saíssem, ele bateu de novo — desta vez com o punho fechado, um golpe calculado que estalou contra minha mandíbula. Meus ouvidos zumbiram, meu corpo arqueou sob ele, mas meus olhos não desgrudaram dos dele. "Por favor", gemi, a voz embargada pelo aperto na garganta e pelo sangue na boca. "Me estupra, papai. Me fode até eu esquecer quem eu era antes de ser tua."
Ele soltou um som entre um riso e um rosnado, finalmente enfiando o pau na minha buceta num movimento tão brusco que o sofá deslizou alguns centímetros no chão. Não houve ritmo dessa vez — só força pura, cada enfiada tão violenta que eu sentia o impacto nos meus ossos. Suas mãos agarravam meus quadris com força suficiente para deixar marcas roxas, os dedos afundando na minha carne como garras.
"Toma, puta! Toma o pau do teu pai!" Ele gritou, as palavras saindo entre dentes cerrados enquanto seu suor pingava no meu peito. Eu podia sentir cada veia daquela rola enorme raspando dentro de mim, cada entrada e saída abrindo caminho como se meu corpo tivesse sido feito especificamente para acomodá-lo.
Ele mudou de posição subitamente, levantando minhas pernas e jogando-as sobre seus ombros antes de mergulhar ainda mais fundo. Eu gritei quando senti a cabeça do pau dele bater no colo do útero, uma dor aguda que se transformou em prazer quase imediatamente. "Aí dentro", ele rosnou, segurando meus tornozelos com uma mão enquanto a outra me dava outro tapa no rosto. "Vou te encher até transbordar."
O sangue da minha boca escorria pelo queixo, misturando-se com o suor que já cobria meu corpo. Ele pegou um punhado do líquido com os dedos e esfregou na cabeça do pau antes de enfiá-lo de novo, fazendo com que a mistura de fluidos criasse um som obscenamente úmido a cada golpe.
De repente, ele parou, puxando para fora completamente e me virando de bruços no sofá num movimento fluido. Antes que eu pudesse me posicionar, senti suas mãos na minha cintura, levantando meus quadris no ar enquanto ele se ajoelhava atrás de mim. A cabeça do pau dele esfregou no meu ânus, ainda relaxado da foda anterior, e eu gemi quando ele começou a forçar entrada sem cerimônia.
"Por favor", eu implorei, sentindo o ardor familiar da penetração sem lubrificante. "Me estupra, papai. Rasga esse cu."
Ele me puxou pelos cabelos, arqueando minhas costas enquanto seu pau invadia meu ânus num movimento contínuo. Eu gemi alto quando ele chegou até o talo, sentindo suas bolas baterem contra minha pele. Ele ficou parado por um instante, deixando eu me acostumar com a sensação antes de começar a se mover com força brutal.
Cada golpe me empurrava contra o sofá, fazendo meus seios balançarem livremente. Eu podia ouvir o som úmido da nossa pele se chocando, misturado com os gemidos guturais que ele soltava sempre que enterrava até as bolas. Suas mãos agarravam meus quadris com tanta força que eu sabia que ficaria marcada por dias.
"Implora mais", ele ordenou, dando um tapa forte na minha bunda que deixou a pele ardendo. Eu obedeci imediatamente, minhas palavras saindo entrecortadas pelos empurrões violentos. "Me fode, papai! Estupra tua filha como a puta que eu sou!"
Ele me puxou para trás pelos cabelos novamente, obrigando-me a arquear as costas ainda mais. "Abre essa boca", ele rosnou, e eu obedeci instantaneamente, sentindo seu cuspe quente escorrer pela minha língua. Ele segurou meu queixo com uma mão enquanto continuava a me foder com a outra, seus dedos marcando minha pele.
De repente, ele parou de me comer e me virou de frente com força bruta. Antes que eu pudesse reagir, senti seu punho cerrado conectando com minha bochecha num golpe seco que fez meus ouvidos zumbirem. O gosto de sangue encheu minha boca instantaneamente, e eu engoli o líquido metálico com devoção.
"Isso que você quer, puta?" Ele perguntou, dando outro tapa que fez minha cabeça girar para o lado. Eu balancei a cabeça positivamente, sentindo meu lábio inchando rapidamente. "Sim, papai! Bate mais forte!"
Ele agarrou meu pescoço com uma mão enquanto a outra descia para esfregar meu clitóris com força. Eu tremia sob ele, sentindo o prazer se misturar com a dor de maneira indescritível. Seus dedos aumentaram a pressão na minha garganta até eu sentir os batimentos acelerados contra sua palma.
Os músculos da coxa dele começaram a tremer contra minha pele quando finalmente perdeu o controle - um tremor inconfundível que conhecia tão bem quanto meu próprio reflexo no espelho. Com um rugido que saía lá do fundo da barriga de cerveja, ele enterrou-se até as bolas num último empurrão brutal, suas unhas cravando-se nos meus quadris enquanto sentia o primeiro jorro quente inundando minhas entranhas.
"Toma, filha da puta!", ele rosnou, os dentes cerrados fazendo as veias do pescoço saltarem. Eu arqueava as costas contra o sofá, sentindo cada pulsação daquela rola velha despejando litros de porra dentro de mim como se tivesse acumulado por décadas. O cheiro do sexo ficou ainda mais forte no ar abafado - uma mistura de esperma azedo, suor salgado e o musk inconfundível de macho velho que nunca me deixou indiferente.
Quando finalmente ele desabou sobre mim, pesado como um saco de cimento, nossa pele grudou instantaneamente pelo suor. Seus pelos grisalhos do peito raspavam contra meus mamilos sensíveis, cada respiração ofegante dele soprando quente no meu pescoço. Ele ainda estava duro dentro de mim, relutante em sair, como se quisesse garantir que cada gota ficasse bem guardada na minha buceta.
Foi então que ele me pegou de surpresa - em vez do tapa habitual ou da ordem para lamber ele limpo, seus lábios se colaram aos meus num beijo tão feroz que nossos dentes bateram. Seu bigode áspero arranhou minha pele superior enquanto nossas línguas se enrolavam como duas cobras lutando, trocando uma mistura de sangue, saliva e o gosto inconfundível da cerveja escura que ele adorava.
Eu podia sentir o suor dele escorrendo da testa calva para meu rosto, pingando como chuva quente entre nossos corpos colados. Seus dedos agarravam meu rosto com uma possessividade que doía, mantendo meus lábios presos aos dele enquanto ele sugava minha língua como se quisesse extrair minha alma pela boca. Nossos corpos não tinham mais fronteiras - éramos só carne úmida e pulsante, cheirando a sexo e cerveja barata.