Às 14:00 recebo uma mensagem.
- Hoje você vem dormir aqui, quando você estiver pronto me avisa que te busco.
- Oiiii Sério! E Camille?
- Ela vai sair com amigas, antes da 01:00 ela não chega.
Às 18:47 estava arrumado.
- Amor estou pronto para você! a gente sai e come algo!
- Não. Vou fazer uma jantinha para nós aqui em casa, você traz o vinho!
- Amor linda, você decidiu eu obedeço!
- Você irá adorar! Traz roupas, você irá dormir aqui hoje!
Tinha a certeza que seria especial.
- Amor meu, sério isso?
- Muito sério!
Na mochila coloquei cuecas, um calção e duas camisetas.
Tomei um banho e vesti um samba Box vermelho, da Lacoste.
Quando estava quase pronto, envie MSN.
- Amor em 10 minutos estarei aí.
Era um dia com clima gostoso.
Dami chegou, desceu do carro para me beijar. Um abraço demorado, quente e sedutor.
Usava um vestido colorido longo, quase grudado ao corpo, desenhava suas curvas. Não usava sutiã, seus seios naturais e grandes ficavam marcados no decote em V, com um lacinho fake.
Conforme se inclinava, dava para ver metade dos seios.
Devia usar fio dental, porque sua bunda era lisa, bem desenhada. Uma rasteirinha, linda e sensual.
Chegamos, na entrada da sala um beijo com desejo foi dado. Acariciava sua bunda, minhas mãos apalpavam aquelas nádegas duras e redondas. Empinada na ponta dos pés e de pernas abertas roçava no meu pau.
Beijei seu pescoço, suas orelhas, ela se empinava, beijei abaixo do seu queixo, beijei no meio dos seios, sua mão esquerda facilitou, abriu parte do decote, seu seio de bico duro foi tocado por minha língua, sugado com maestria. Mamei com vontade, estava com saudades destes mamilos, quis mamar no outro.
- Parou, senão depois não tem graça, a noite será longa.
Foi se recompondo.
Risoto de camarão com molho de pimenta e gorgonzola foi servido.
Jantar especial, palavras lindas, olhares sedutores, entre uma garfada e outra, um beijo gostoso, o tesão estava nas nuvens.
Uma garrafa de vinho tinto foi entornada. Abrimos a segunda.
Uma música de Michel Bolton, aquele com a voz rouca, que a mulherada já goza só em ouvir.
Uma vela na mesa (dei para ela de canela e romã), meia luz, para criar uma "peça" erótica.
“Mais tarde o capeta colocaria a prova, de que buceta não tem CPF.”
Perguntei por Camille, ela me disse que saiu com amigas, antes da 01:00 não retornaria.
Estava passando por momento tenso, acabou um namoro de um ano, estava nervosa, hormônios a flor da pele.
Todo fim de semana com certeza ela era comida, já cinco meses nesta agonia.
- Ela está insuportável, precisa beijar muito.
E logo.
Disparou.
Eu ouvia somente, nada a falava, apenas imaginava.
A sobremesa, sorvete de creme com suflê de pistache, peras glaciadas, e molho de amoras.
Dami deixou claro, que para a sobremesa, deveríamos estar à vontade.
A mim era só tirar a roupa e ficar de cueca, vermelha.
A fêmea apareceu com baby Doll vermelho, transparente, cobrindo metade do bumbum.
Um botão apenas fechava o frontal, seus seios bicudos, apontados em minha direção.
Ela serviu a sobremesa.
Sentou em meu colo, eu dava sobremesa em sua boca, ela na minha. Meu pau já meio duro, ela roçava sua bunda nele, às vezes ele ficava na cara da sua buceta. Abri o botão, e passei calda de amoras nos seios e bicos, comecei a lamber e mamar.
Minha mão desceu na calcinha, minúscula, estava quente e começando a molhar. Meu dedo maior invadiu pela lateral, abriu mais as pernas, com a mão esquerda segurava seus seios para eu mamar.
Ao entrar na sala, o lado esquerdo vai para a cozinha integrada. Lado direito um imenso sofá.
Oque quebra a invasão de privacidade, entre a porta e a sala, um imenso pé de bambu, com várias folhagens. Cria uma cortina natural.
Passava colheradas de calda e sorvete nos seios, lambia e beijava Dami. Meu pau já estava sendo bolinado sobre a cueca. Sua buceta já molhada, grelo durinho.
- Vamos para o sofá, deixa que eu tiro a cueca, senta no meio.
Me ordenou.
Em minha frente numa dança sensual, tirou a minúscula calcinha, jogou na minha cara, a peguei, cheirei e lambi o mel que estava nela, tudo isso olhando para ela.
Buscou a taça de sorvete na mesa. Pediu para segura-la.
Deitou de barriga sobre o sofá, com a cara no meu colo. Sua bunda ficou sobre o encosto, tinha uma visão privilegiada, naquela posição a bunda ficava maior.
Empinada quase, na direção da porta.
Dami entornou a calda de sorvete, derretida sobre minha cueca, no meu pau. Delirei ao sentir o geladinho, e o quente da calda de amoras.
Olhava para mim e sorria me dava beijos na boca.
Devagar começou a lamber a calda na cueca, sugava e entornava mais calda.
Eu louco, vendo e sentindo essa sensação.
Pediu para levantar meu tronco, tirou minha cueca, a jogou no meio da sala, fiz o mesmo com sua calcinha, criava um cenário erótico.
Duas peças no meio da sala, cenário e cheiro de sedução.
A loura mergulhava o pau dentro da taça, depois lambia e sugava a cabeça, entornou o resto sobre ele.
Minha mão esquerda acariciava sua bunda, meu dedo maior, invadia a buceta molhada, dedilhava seu grelo, ela respondia na mamada.
Sugou toda a calda, com calma, me fazia delirar, me joguei no encosto, com a cabeça para trás, apenas curtindo aquele momento.
Empinou mais seu rabo, para que o dedão a penetrasse. Sua mamada era mais intensa, já sugava o mel por ele expelido.
Neste momento a porta se abre, não fazia tanto barulho, Camille chega, olho para a porta, por trás das folhagens vejo a moça de pé, rosto vermelho, olhando a cena. Dami tenta se recompor, sentando e cobrindo seu rabo. Eu coloco minha mão, e puxo uma almofada para cobrir o mastro em pé.
- Filha, você não disse que chegaria tarde?
- Aí mãe, porque você não me avisou, não quero ser estraga prazeres. Nossaaa você heinnnn.
Ela foi para a cozinha, Dami também, eu para o quarto.
Camille; 22 anos, alta 1.77, falsa magra, cabelo castanho e longo, rosto quase quadrado, boca carnuda.
Bunda desenhada nas aulas de basquete. Rosto rosado, pouco tímida, voz doce. Meiga, atenciosa.
Pernas longas, coxas médias e firmes. Caminhar garçeante e sedutor.
Iria me desnortear...
Aquela situação me fez brochar no momento.
Deitado na cama nu, o tesão apareceu.
Por mais que fosse estranho, Camille é mulher, e se falar que não tenho tesão por ela minto.
Naquela cena tive três certezas:
1- Ela viu o rabo da mãe, sendo acariciado pela minha mão.
2 - Ela viu sua mãe, mamando minha rola e como eu estava deitado quase delirando.
3 - Ela também viu meu pau babado, apontando no teto, quando sua mãe sentou cobrindo os seios, eu sem ação e tentando cobri-lo com a mão.
Camille de boca aberta, rosto corado olhava para minha pica, isso me deixou com um grilo.
Como seria a partir de agora?
Juntei a cueca e a tanga, esta guardei na mochila, seria o "ato" prova do acontecido.
Dami foi para a cozinha com a filha, ouvia risadas e conversas baixas.
Ouvi Camille dizer.
- Mãeeee o que é issooooo... muito gulosa você como conseguiu?
E deram gargalhadas.
Não entendi o que Damielle falou, seria ele é bom de cama, é ouro, ou na cama ele é um touro.
Fui para o quarto. Deitei-me nu, iríamos acabar o que começamos, joguei o lençol sobre meu pau.
Coloquei o abajur a 40% de luz, gostamos de transar nos vendo, a meia luz cria um ambiente de magia.
Fiquei imaginando como seria a partir de agora. Assim que comecei a sair com Dami, A filha não ia com meus cornos, ela alimentava a esperança dos pais voltarem.
Agora de duas, uma: ou me odiaria, ou me amaria.
Eu tinha a certeza de que, ela iria em algum momento avançar o sinal.
Cheguei a imaginar ela, na porta ouvindo os gemidos.
Imaginei numa punheta gostosa, ela mamando.
Damielle apareceu na penumbra da porta, 40 minutos depois, sorriu intensamente para mim, seu baby Doll, levemente aberto.
Encostou a porta, deixando um palmo aberta, veio na minha direção,
Foi tirando a peça de roupa, nua se jogando sobre mim.
Ouvi um barulho no outro quarto, a filha lá estava.
Imaginei-a nos espiando, até queria fechar a porta, mas a situação me deixava com excitação, e a esperança de que ela fosse nos espiar.
A luz da sala ainda acesa iluminava o corredor, e a porta entreaberta.
Damielle veio louca, seu beijo incendiário, tirou o lençol, me montou.
Acariciava sua bunda, mamava em seus seios.
- Você está com mais fogo amor, o que aconteceu?
Falei.
- Sim, fiquei com mais vontade ainda.
- Camille nos pegou no bem bom, pensei que ia brochar.
Falávamos, beijávamos-nos sugava seus seios, sentia o mel de sua buceta, melecar meu pau, ela roçava seu grelo na minha pica.
- Você brochar, duvido. Acho que você gostou de ela ter visto a gente.
Eu apenas mamava e a beijava com mais vontade, e ela gemia e sentou na minha pica numa única gfravada.
- Ela precisa de um G na vida dela que a coma com vontade, sai com esses garotos que não sabem nada.
- Não entendi o G.
Falei para pescar.
- Referência, um garanhão igual você.
Respondeu-me sem cerimonia.
Fiquei imaginando, se era indireta ou apenas contexto do momento.
Percebo uma sombra se mover, por baixo de seu corpo vejo Camille, na porta nos olhando.
Olho para Dami e digo.
- Amor quero sugar seu mel.
Ela entende, se vira, coloca sua buceta no meu rosto, e já cai de boca no pau, o 69 seria a cena perfeita para Camille ver.
Ver sua mãe mamando o pau grande. De novo, agora quase de frente para ela, e ver eu chupando aquela buceta com vontade, fazendo sua mamãe gemer de prazer.
Certeza de que ela queria estar naquela posição, igual sua mae estava.
Ver minha dedicação em chupar uma buceta. Fez ela começar a se tocar.
Ficamos nesta posição por uns 20 minutos.
Várias vezes segurei a loura, para eu não explodir em sua boca.
Camille na porta espiava, usava um top curto, acariciava seus seios, deixando-os a mostra. Uma mão dentro do short acariciava sua buceta.
- Amor, senta nele, quero gozar com você. Cavalga nele do jeito que só você sabe fazer.
Ela prontamente se virou. Estava vermelha e suada.
Montou no meu corpo, seu beijo sugava minha língua, gosto de buceta e pica se fundiam.
Agora Camille, nua, seu corpo esguio, seus seios duros empinados, encostada no corredor, nos olha e se toca.
Pego meu pau, acaricio para ela ver o tamanho. Devagar pincelo na buceta, adentro a cabeça e Dami solta o peso, engole aquela torra e solta.
- Aiiiiiii coisa gostosa do carralhoooo.
Camille acelera seu dedilhar, eu começo a aumentar a intensidade do vai e vem.
Olho aquela ninfeta se acabando na siririca, por um momento imagino ela no meu pau.
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- Dami vou gozar.
- Isso amor, goza comigo, joga esse leite dentro de mim vaiiiii gozaaa.
Ela falava, num tom meio alto.
- Haaaaaaaa, estou gozandooooooo coisa boaaaa.
Camille gozando encostada na parede, suas pernas arreganhadas, seus cabelos para trás, mordendo seus lábios para não soltar o grito.
Dami se jogou no meu peito, seu rosto em meu pescoço.
Continuei olhando Camille, a gatinha percebeu que eu a olhava, seu olhar intenso com um sorriso tímido.
Olhando para ela
- Meu amor, você gostou?
- Amei, adoro fazer amor com você, adoro o jeito que você me come, adoro esse seu pau. Adoro seus carinhos.
A gatinha sumiu da porta.
Ficamos por algum tempo assim, falou que iria para o banho.
Com papel úmido me limpei, vesti a cueca, e fui para a cozinha tomar água.
Passei em frente do quarto, luz apagada, silêncio total.
Abro a geladeira pego a água, ao me virar a ninfa está na porta.
De short grudado, e um top que mal cobria seus seios médios empinados. Olhava meu pau, meia bomba e cueca melada.
Vermelha, com um sorriso tímido me sussurra.
- Imagino sua sede.
- Muito mesmo. Aceita água também?
Aceitou, se aproximou de mim, e na lata me fuzilou.
- Eu também quero!
- Mais água?
- Você entendeu, e não é água! Não se faça de desentendido!
A olhei estava nervoso pela situação.
- Camille, é sua mãe, não posso fazer isso.
Interrompeu-me, colocando um dedo quase na minha boca.
- Ela é minha mãe, Você! Nada meu!
Veio mais próximo, colocou sua mão no meu peito, seus olhos brilhavam.
- Me diz que você também quer?
Falou-me com voz firme.
Ia falar algo, fui interrompido com um beijo, resisti por alguns segundos, sua boca gostosa, seus lábios carnudos, sua determinação.
Correspondi ao beijo.
Agarrei pela cintura, puxei-a contra mim, acariciava sua bunda dura e redonda. Devagar a coloquei de costas na parede, minha mão esquerda acariciou sua barriga, subiu, gemeu, se espremeu na parede, senti os seios, duros, toquei o mamilo, ela mordeu meu lábio, rápido sai da sua boca para beijar e mamar rápido os seios. Ela forçava minha cabeça a seu favor. Minha mão direita entrava no seu short.
Toquei seu monte de vênus, desci um pouco a mão, senti o calor e umidade, era uma manga grossa, que guardava um clitóris pequeno de cabeça dura, seus lábios pequenos.
Dedilhei seu grelo, ela gemeu.
Me empurrou, se abaixou, puxou minha cueca para baixo, meu pau saltou na cara dela, estava babado, timidamente colocou a cabeça na sua boca, encarava aquele pau de olhos bem abertos, acariciava seu rosto, seus cabelos, forçou um pouco para engolir, voltou, mamou a cabeça e me olhava com olhar guloso...
O chuveiro foi desligado.
Paramos, a afastei-a do pau, levantou-se dei mais um beijo e disse olhando nas profundezas de seus olhos.
- Camille, eu também quero você muito, muito.
- Quero esse pau, quero fazer amor com você, estou louca de tesão.
Falou-me com certa angustia no seu rosto.
- Temos que ter calma e cuidado.
- Relaxa, com mamãe eu me viro.
Falou com muita segurança.
Fui à direção do banheiro, Dami se enxugava.
Beijei suas costas.
Entrei no chuveiro disfarçando o pau meia bomba, e babado pela boca da sua filha.




