- Posso ir aí? Ou é segredos de mulheres?
- Claro que não meu amor, você não precisa pedir para participar. Falou Dami.
Cheguei na cozinha, às duas me olharam com cara de felicidade, Camille usava a mesma roupa.
- Eu e mamãe não temos segredos, né mamãe?
- Até onde eu sei acredito que não temos, ou tens?
- Lógico que não! Falou a filha, me olhando com um ar sério, de leve me deu um sorriso safado.
- Que bom que mãe e filha são cúmplices, assim podemos dividir momentos especiais.
Tasquei essa direta.
Camilla me olhou firme sem nada falar.
Dami já me servindo o sorvete, quase as 02:40 da manhã, falou olhando em meus olhos.
- Não entendi direito o dividir momentos, mas se for bom para os três, eu concordo.
Peguei o sorvete, beijei sua boca e devolvi.
- Claro meu amor. Tem que ser bom esses momentos para todos. Não estamos tomando sorvete nós três?
Camille me olhou, sua mãe estava de costas, com os lábios falou.
- Eu quero você!
Apontou seu indicador para meu pau solto, balançando no calção.
Uma onda de frio passou pela minha barriga.
Sentamos na mesa tomamos o sorvete à conversa era descontraída.
- Filha estou te achando mais leve e feliz, o que aconteceu?
- Há mamãe, acho que uma abelha doce me picou, e me deixou assim. Timidamente Camille olhou-me.
Eu para não dar bandeira fugi do assunto.
- Amor este sorvete não está como o de ontem né? Faltou a calda.
Dami com rosto corado, e um sorriso tímido.
- Verdade né amor, a calda estava quentinha...
- Como assim?
Perguntou Camille.
A mãe explicou a calda que fez. Uma receita autoral
Acredito que em momento algum imaginou, onde a calda foi passada.
Ou será que viu a calda no pau, e a mãe mamando?
- A mãe eu quero essa calda também, você pode fazer?
Disfarçando a mãe respondeu.
– Ok filha hora dessas eu faço. Deixo num pote na geladeira.
Camille me olhou com uma risada manhosa.
- Amor que tal irmos pegar uma cor amanhã?
Perguntou-me Dami.
- Seria uma ótima idéia. Estou branco leite.
Respondi de imediato
- Esse branco leite eu amooooo!
Dami falou-me olhando com uma cara dengosa, fazendo bico com seus lábios.
Camille me olhava e lambia a colher do sorvete.
Acordei por volta das 06:30, minha loura dormia ainda, seu bumbum guloso virado para mim, pernas levemente abertas, joelho direito para frente. Nua, pude apreciar aquela buceta linda e volumosa, estava fechadinha, tamanho de uma manga.
Comecei acariciar sua bunda, beijar suas costas com suavidade. Fui chegando em seu pescoço, beijei, suguei a ponta de sua orelha, minha mão acariciava seus grandes lábios com suavidade de uma seda.
Se contorceu, virou seu rosto, a beijei. Beijei sua boca, sua buceta começava a molhar, sua mão direita buscava meu pau já quase duro, ao perceber senti um gemido, sua buceta molhada, seus lábios se contraindo.
Silêncio, nosso beijo era a música, me punhetava, foi se virando de ladinho, seu rabo buscou meu pau, levantou sua perna, começou pincelar a cabeça do pau na entrada da sua buceta.
Era assim que ela iria querer, meu braço esquerdo a abraçou por baixo, Dami estava no meu corpo encaixado, levantou sua perna direita mais ainda, a minha coloquei por baixo, sendo alavanca, empurrei um pouco meu quadril, sua bunda veio com força, minha vara invadia aquela buceta gostosa, ela soltou um
- Haaaaaaaa carralhoooo, pica gostosaaaa é esssaaaaaa.
Comecei um vai e vem calmo, para curtir aquele momento. Meu dedo maior, da mão direita dedilhava seu grelo, ela fazia movimentos circulares com seu quadril, minha mão esquerda acariciava seus mamilos, ela começou a gemer, coloquei meu dedo maior em sua boca, mordia sugava, do jeito que fazia com meu pau.
Um barulho suave, a cama rangendo.
O vai-e-vem acelerado, minha virilha batia na bunda gostosa, o vlappp, vlappp, vlappp frenético. Dami gemia baixinho, sem esconder o momento, mesmo sabendo que a filha estava menos de 10 metros da gente, às vezes soltava o gemido.
- Meu gaúcho, meu homem, issooooo nãoooo paraaaaa mete, mete que eu vou gozar, goza comigooo. Hahhhhh aaaaaaiiiii.
Falava sussurrando, no final era um som meio alto.
- Sim amor queroooo gozar com você, gozaaa, hummmmm vou explodir em você huuumm gozando amoreee huuumm hammmm.
Despejei uma quantidade bem generosa na gruta do prazer.
Continuava estocando, Dami curtindo seu gozo, o meu gozo, o barulho do pau com a buceta cheia de leite, meu vai e vem despejava a última gota, e nada de amolecer.
Abro meus olhos retornando desta viagem que é gozar dentro de uma gruta gostosa, percebo um vulto na porta.
Camille lá estava nua, numa siririka gostosa. Escorada na parede entre o corredor e a porta entre aberta.
Vendo aquilo meu pau voltou a ficar duro, meu vai e vem começa novamente. Eu olhando para a gatinha e ela me olhando.
Dami sussurra
- Amor o que aconteceu?
- Tesão, muito tesão... Você me deixa um cavaloooo.
Camille escorada na parede, bamba pelo seu gozo, acariciando seu seio direito, puxando o mamilo e soltando.
Novamente assistindo a gente.
Eu cansado, parei. Olhei para ela firme, dei um sorriso. Tirei meu pau ainda meio duro, o punhetei e o mostrava, ela olhava, corada, tímida, e com desejo em seu rosto.
Devagar foi para seu quarto. Acariciei Dami.
Entre certezas e incertezas; uma invadia meu pensamento, em questão de dias, Camille estará entalada na minha rola.
Abraçados, com o pau em suas coxas dormimos mais um pouco. De suas coxas o esperma e seu suco escorriam.




