Série 06 - A NOITE QUE CAMILLE SENTOU NO MEU COLO NA CAMA


Eu e Dami fomos nos deitar.
Janela um pouco aberta, podendo ter a claridade da rua, era um ambiente sedutor, escurinho, podendo ver detalhes da gente.
A questão de a filha dormir na mesma cama, nada mais falaram. Deitei, comecei a beijar a loura, beijo intenso de língua, acariciava sua bunda. Ela começava brincar com meu pau sobre a cueca, beijava abaixo do pescoço.
Eu estava com os ovos cheios, a tortura começou na praia pela manhã, eu queria gozar, e muito.
Camille veio de mansinho.

- É só vocês estarem a sós que vocês não perdem tempo né mãe?

- Há filha, que susto. Claro né, quero muitos carinhos desse gaúcho.
Exagerei nas caipifrutas e estou sonolenta.

Disfarcei
- Menos amor, menos. Eu percebi que você foi fundo no seu drink.

Puxei o lençol para cobrir o pau.
Fui me afastando, a Filha deitou ao lado da mãe.
Ficaram fazendo carinhos, conversas amorosas de mãe e filha, eu admirando aquela paisagem de duas gostosas, uma de 44 anos, a outra de 22.
- Filha, não quero você aqui no meu lado não, não gosto de ficar no meio.
- Tá bom mãe, vou para o outro lado, o seu namorado fica no meio, nós separadas. Pode ser então?
Deu uma risada, e já estava no meu lado.

- Pode ir claro, até porque encostar não queima e muito menos tirar pedaço.
Acabamos dando gargalhadas.
Pedi para Dami deitar no meu colo, deitou-se, acariciava seus cabelos, com a mão esquerda.
A filhota deitou o rosto junto do meu ombro, sua mão direita sobre meu peito, com os dedos brincava com meus pelos.
Sua mãe acariciava meu rosto com a mão esquerda.
Minha mão direita esticada junto a mim, senti o calor da perna de Camille.
- Estou com muito sono amor, se eu apagar você não fica chateado?
- Não né amor, não podemos fazer nada mesmo.

Camille ouvindo a mãe, acariciou com mais força, posou a mão sobre meu mamilo, e começou a brincar. Colocou sua perna direita sobre a minha. Eu acariciava com delicadeza sua coxa, de leve imitava o arranhar, com suavidade.

- Também né mãe, você tomou quatro caipiras, óbvio que te dá sono.
A filha respondeu.

- Verdade, me pegou um pouco.
Falou isso e já apagou.
Camille descia com a mão no meio da barriga, me acariciava com as unhas.
Fui tirando meu braço debaixo de Dami, me certifique se estava mesmo dormindo.
Fiquei livre, Dami virou-se com o rosto para o lado oposto
Camille começou beijar meu peito, sugar meu mamilo.

" Só em imaginar meu pau baba, neste capítulo foram 4 punhetas"

Sua mão quase na minha cueca.
- Camille sua mãe está aqui, não podemos fazer issooo!
Sussurrei.
- Mamãe desmaiou, esquece ela.
Por um momento parei, não acreditei naquilo que iria acontecer. Iria comer a filha da minha namorada.
Camille beijava meu rosto, num golpe rápido me virei e a beijei, minhas mãos no seu rosto, nossas línguas e bocas estavam se digladiando. Sua mão toca meu pau duro, ela geme e fala
- Goxxxxtosoooo.

A viro, agora ela de barriga para cima, minha mão invade seu corpo, acaricio sua barriga, desço até seu monte de vênus, ela está sem calcinha, premeditou. Beijo seu queixo, seu pescoço. Ela puxa as alças da regata para o meio dos seios. Duros, empinados os via pela pouca claridade. As beringelas duras.
Beijo o contorno, chego nas auréolas e lambi, a moça se contorceu.

“amo beijar, lamber, acariciar, mamar, sugar seios em minha boca.
Já fiquei 45 minutos mamando um par de seios” se você gosta me chama.”

Acaricio sua buceta inchada. Sinto o tamanho, meu dedo invade seus lábios molhados e abertos. Beijo seu mamilo, minha língua os saboreiam. Ela beijando meu pescoço, falando coisas lindas
Eu não falava, agia, começo mamando seus seios, um, depois outro. Meu dedo dedilha o clitóris. Sugo os mamilos duros com vontade, a beijo, ela me devorava, coloco o dedo melado em minha boca, sinto o gosto daquele mel espesso e forte.
A beijo, sugo seus seios. Lambuzo seus mamilos com o mel, dedilhei seu clitóris mais forte, ela se contorceu.

- Hummmmm hammmmm.
forte.
- Sua mãe pode acordar.

- Esquece mamãe, me ame, sou sua agora também.


Levo o dedo melado na sua boca, nossas bocas sugam o mel. Volto a mamar os bicos lambuzados. Dedilho o grelo e mamo, a beijo, ela escancara as pernas me aperta e diz.

- G vou gozarrrr, hammmmm hummmmm.
Sugo seus seios em minha boca, seus bicos no céu da minha boca, mordisco de leve, ela se contorce, geme.
Ela goza profundamente, agarra em meu pescoço, me lambe, e suga meu pescoço. Por alguns segundos parece que apagou, a intensidade do seu gozo foi longo.

- Nãoooo paraaaaa gostoso estou ainda gozandooooooo, nunca gozei assim, nem com a pica enterrada nela.
Este gozando foi alto.

- Princesa olha sua mãe, ela pode acordar!

- Esquece mamãe, só vai acordar amanhã.
Ela sabe que cedo ou tarde eu daria para você!

- Como assim?

- Depois te falo, relaxa e me come gostoso, do jeito que você transa com ela.
Por um momento imaginei, seria tudo armado?

- Então, para transar do jeito que faço com ela, precisamos muitas vezes.
Disse olhando e beijando seu rosto. Falei num tom acima do sussurro.

- Claro, todas as vezes que for preciso, quero ser sua putinha, sua namoradinha safadinha!

Meu tesão aumentou, já que seria assim, assim será.
Me afastei, fui beijando sua barriga, ela tirou a regata.
Agora na pouca luz, via uma mulher nua, esguia, arreganhada.
As dezenas de punhetas que a homenageei, e, comendo sua mãe também viajava no pensamento. Agora era real, em mais alguns minutos estava enfiando a pica naquela jovem moça, pouca experiência e muita vontade de levar à vara.
Beijei sua boca, pegou meu pau e punhetava, fez um jeito em querer mamar nele.

- Ainda não, relaxa, quero chupar você do jeito que ninguém te chupou.

Beijei seus mamilos, mais uma sugada. Me coloquei no meio das pernas, meu pau roçava seu grelo, aticei com uma pincelada, minha vontade era encravar todo de uma vez. Úmida e muito quente, escorria o mel. O cheiro estava no quarto todo.
Fui beijando sua barriga, sua cintura, ela se contorcia, massageava seus mamilos.
Ela acariciava meus cabelos.

Dami dormia com sono profundo, sua camisola subiu, via sua bunda. Bronzeada, via sua tanga enterrada no rabo, via o volume da sua manga.

Beijei a cintura, ela toda aberta escancarada. Pela luz podia ver pela 1° vez aquela buceta lisa, macia, grande, lábios rosas, um brilho pela luz, seu mel escorria, denso.
Me coloquei no meio, puxei suas pernas nos meus ombros, sua buceta 15 cm da minha boca.

- Camille, como ela é linda, deliciosa, quero ficar horas aqui beijando essa buceta. Falava num tom normal.
Ela esfregava os seios, sua mão veio para tocar o grelo. Proibi.

- Pode tirar a mão, agora é propriedade minha. Amor, vou te confessar, já toquei dezenas de punhetas para você! Falei alto para ouvir mesmo.

- Vai me chupaaa... como você faz na mamãe.

Devagar passei a língua de baixo para cima, para sugar o mel, ela gemeu e tremeu.
Repeti muitas vezes para sugar e engolir aquela bába expeça e forte. Inúmeras vezes repeti, a puxei mais e mergulhei meu rosto, lambia, beijava e sugava a bába. Um gosto forte, quase um agridoce, se assim posso definir. Sugava seu grelo grosso e curto, a cabeça inchada e dura.
Camille se contorcia, gemia alto, mesmo estando sua mãe ao nosso lado.
Beijava a manga como beijei sua boca, ela agarrou meus cabelos, puxava.
Minhas mãos agora em seus seios, duros dedilhavam os mamilos, ela coloca suas mãos sobre as minhas.
Minha língua chicoteia seu grelo, o suco em minha boca, nossas mãos se entrelaçam, suas pernas pressionam minha cabeça

- Haaaaaaaa Haaaaaaaa haaaa vou gozar de novoooooo Haaaaaaaa.
Que línnnguaaa goxxxtosaaa, hammmmm.
Explodiu.
Esse haaaa foi alto, nossas mãos se apertavam como que quisessem se fundir. Minha boca e língua castigava seu grelo, sugava e esticava em minha boca. Fazendo isso ela tinha espasmos de prazer.
Minha língua invadia a xana quente e aberta, subia e descia, até junto do seu cuzinho. Seu gozo era intenso, tremidas fortes em seu corpo. Suas pernas apertavam minha cabeça.
Soltou minha mão. Me pegou pelos cabelos me afastando e puxando-me junto a seu rosto, me recebeu com um beijo na boca me mordendo, suas pernas me abraçaram, me joguei sobre ela. Ainda curtia o gozo, com meu pau friccionando o clitóris. Ela lambia meu rosto melecado pelo seu mel.

- G nunca gozei assim nem com pica, isso é surreal, que boca, que língua. Te queroooo sempreeee haaaa.

Falava me acariciando e me olhando, suada, vermelha e ofegante.

- Que bom que você gozou gostoso, é só o começo de muitas que você irá ter.
Me deitei de barriga para cima.
Estendi o braço. Ela deitou no meu peito. Seu rosto grudado no meu, bocas próximas.
Acariciei Dami, dormia o sono dos anjos.

"Tive que bater mais uma"

Eu precisava gozar, meus testículos cheios, doíam, meu pau duro, mesmo com pouca claridade, lá estava ele. Camille olhou.

- Como ele é bonito, grandão.

Pegou com sua delicada mão, não conseguia fechar.
Olhava para ele com desejo, levantou-se e foi, caiu de boca na cabeça, mamando foi se colocando no meio de minhas pernas, subi mais na cama, retesei as pernas e me entregava para aquela jovem fêmea. Para aquela boca pequena e apertada.
Mamava desajeitada, acariciava seu rosto, ela me olhava, rosto rosado, o contraste da grossura do pau com sua boca era notório.

Minhas mãos conduziram o boquete, mamava a cabeça, forçava um pouco até a metade, segurava e se deliciava sugava, beijava a cabeça, lambia como um sorvete. A conduzia para lamber e sugar as bolas, sugou tão forte, que uma entrou na sua boca, chegando me levantar e uma ponta de dor.
Ela subia e descia, desceu até a base, senti a cabeça na sua garganta, a segurei, voltou cheia de bába, tossiu, com um suave engasgo, agora de quatro mamava com mais vontade ainda o glutttt glutttt glutttt era forte. Olhava sua mãe dormindo, imaginei as duas dividindo a pica.
Segurei Camille pelo seu rosto, para parar, iria gozar na boca, uma pequena dose de sêmen ela conseguiu extrair, a puxei, ela entendeu, aquela gazela, de pernas longas, devagar vinha de quatro ao meu encontro. A beijei, o gosto de pica senti, lambi seus lábios e sua boca babada. Nossas línguas sugadas com força.
Seus seios mais duros pela gravidade, seus mamilos pareciam pontas de foguete. Minha boca dividia as mamadas. Minha mão direita abraçou o pau, sua buceta aberta na direção da cabeça. Pincelei no clitóris, ela se abriu toda, seus lábios vaginais começavam beijar a cabeça do falo duro e sedento, ela forçou, soltei a cabeça, a fêmea forçava, louca para engolir tudo. Minhas mãos agarraram suas nádegas duras e redondas. Eu me acabava nos seios.

- Enfiaaaa essaaaa picaaa toda, queroooo todooooo meu amooooooorrr.
O amor foi alto. Liberei os seios a beijei novamente e soltei sua bunda, até não enterrar não parou. Enfiou todo, sentou nele e ficou.

- Haaaa que coisa gostosaaaa, agora sim sentei num pau de verdade.
- Agora entendo porque mamãe quer estar contigo sempre! É pica que ela querrrr!
- Agora estou dividindo o mesmo homem, o mesmo pau, Haaaaaaaa, hummmmm.

Camille falava e olhava para sua mãe desmaiada.

Ouvindo aquilo me segurei para não explodir.
Era a buceta mais apertada que já tinha comido. A bába escorria pelas minhas virilhas, comecei a conduzir um sobe e desce cadenciado com minhas mãos. Seus cabelos no meu rosto. Eu olhava ela, seu rosto lindo, lábios carnudos, agora inchados pelos beijos, expressões de prazer eram nítidas, fazia bico com a boca, abria e falou.
- Hammmmm vou gozar meu amorrrrrr vouuuu gozarrrr nesse pau lindooo e grandeeee hummmm.

Eu segurei ela firme aumentei minhas bombadas.

- Amor quero gozar junto de você, vou tirar e gozar na sua barriga.

- Nãoooo, goza dentro e comigo, quero sentir a pohha quente! Falou um pouco alto.
- Camille! Perigoso você pode eng.....
Tampou minha boca com a sua, com mais um beijo louco.

Minhas bombadas aumentaram, o limite estava por alguns movimentos.

- Me fode e goza comigo... Mamãe começou me dar mês passado o anti...ela sabe que em alguma hora isso iria acontecer! Que eu iria te darrrrrr!
- Então ainda vou comer as duas...
Falava bombava e chupava os mamilos.

- Já está comendo as duas.

- Minha gatinha então toma, sente a porrrrraaaa que vai invadir seu útero.

Minhas bombadas foram intensas, a cama rangia, Dami dormia num sono profundo.
- Amor estou gozandooooooo toma, essa porrrrraaaa quenteee, hammmm.

- Haaaaaaaa issooooo goza comigo meu gaúcho gostoso. Me faz sentir uma mulher de verdade hummmm ahaaaaaaa.

Eu expelia o 1°, 2°, 3°, 4°, 5° jatos de porra quente naquela gruta apertada.

Camille se jogou no meu ombro, apagou, eu ainda fazia movimentos de vai e vem, eu sentia a porra escorrendo pelas minhas pernas, meu pau amoleceu, exausto, foram mais de 100 estocadas.

Camille desabada sobre mim. Apagou. Imóvel, por uns 15 minutos curtia aquilo tudo, acariciava suas costas, sentia os líquidos escorrendo.

Devagar a coloquei de lado, ela deitou sua cabeça sobre meu corpo, mesmo exausta me beijou. Com minha cueca me limpei, a limpei.

- Amei, durma bem. Você me deu um prazer que nunca senti antes!
Falou com voz doce, suave e cansada.

Joguei o lençol sobre nós três. Me virei de conchinha no lado da Dami.
Abracei-a sobre seus seios. Dami sentiu minha presença, pegou em minha mão.
Camille chegou junto a mim, se espremendo em meu corpo, seus seios duros em minhas costas, seu rosto na minha nuca, sentia sua respiração quente.
O cheiro de sexo e dos fluidos invadiam o quarto.

Dormimos o sono dos anjos, ou dos perversos. E felizes.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Série 06 - A NOITE QUE CAMILLE SENTOU NO MEU COLO NA CAMA

Codigo do conto:
260850

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
01/05/2026

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