ana em seus momentos mais depravados

Em muitos aspectos, Ana era uma típica garota de 21 anos. Ela ainda morava com seus pais, que a apoiavam muito, estava matriculada na faculdade, mas ainda não tinha começado o primeiro semestre, estava solteira, mas saía com um ou dois rapazes de vez em quando, e tinha descoberto como era divertido sair com as amigas nas noites de fim de semana.

Embora Ana tivesse um carro confiável (um herdado do irmão mais velho), ela optava por não o dirigir nas noites em que saía com as amigas. Sabia que essas noites envolveriam bebida, então contratar um Uber era sempre essencial.

Era sábado à noite e o plano já estava traçado: ir a um bar nos arredores da cidade chamado O Funil. Era um bar onde ela nunca tinha estado, mas já tinha ouvido muitas histórias sobre ele. Aparentemente, era onde todos os rapazes do interior iam para se fartar de bebida, música country e dança country com as moças. As duas melhores amigas de Ana, Gina e Carla, frequentavam o local quando estavam solteiras, devido à grande quantidade de rapazes solteiros e descolados do interior que faziam do lugar seu ponto de encontro todo sábado à noite. E, por coincidência, as duas melhores amigas de Ana ficaram solteiras justamente naquele dia... Imagine só...

Eram 20h e o Uber chegou com as amigas de Ana no banco de trás. Elas já tinham bebido um pouco antes e estavam um pouco alteradas, como de costume. Gritaram para Ana pela janela do carro, mandando-a se apressar, então Ana deu uma última olhada no espelho retrovisor, se despediu dos pais e saiu correndo.

Meia hora depois, chegaram ao O Funil. Normalmente, elas sempre dividem a conta quando saem à noite. Mas naquela noite, a corrida de Uber era por conta da casa, já que Carla tinha sido especialmente simpática com o motorista. Quando Ana saiu do carro e entrou com Gina, olhou para trás e viu Carla entrar no banco da frente com o motorista, que sorriu e começou a dar a volta até o fundo do bar. Pouco antes do carro desaparecer de vista, Ana viu a cabeça de Carla abaixar-se abaixo da linha da janela.

Pagaram a entrada e entraram na animada algazarra que se seguiu lá dentro. Pediram bebidas e encontraram uma mesa surpreendentemente rápido, apesar da quantidade de clientes presentes naquela noite. Quinze minutos depois, Carla juntou-se a elas, ajeitando a saia e mascando chiclete.

Assim que se sentou ao lado delas, Gina girou a cadeira para ficar de frente para ela.

"Meu Deus, Carla! Você não transou com ele, né?"

Carla fez uma expressão de extrema ofensa antes de responder:

"Não é como se você não tivesse feito a mesma coisa antes, Gina! Argh!"

Gina tomou um longo gole de seu chopp. "É, mas quando eu transo com motoristas de Uber, eu sempre peço para eles usarem camisinha, o que aposto que vocês não fizeram, né? Fizeram? Fizeram?!"

Carla sorriu maliciosamente e se inclinou na direção deles. "Qual é a vantagem de tomar anticoncepcional se eu obrigo os caras a usarem camisinha ou a ejacularem fora?", perguntou.

Ana finalmente se manifestou. "Meu Deus, você deixou aquele cara aleatório gozar dentro de você?!"

"Claro que deixei,Ana! Eu deixo todos os 'caras aleatórios' gozarem dentro de mim", respondeu Carla, fazendo aspas com os dedos. "É bom demais! Vocês deviam experimentar um dia."

Ana a olhou com desaprovação, mas não respondeu. De fato, ela era uma típica jovem de 21 anos na maioria dos aspectos. Mas não em todos... E Ana sabia que suas amigas jamais poderiam saber em que aspecto ela não era típica.

A noite avançou e as garotas beberam, dançaram, ficaram com alguns caras e beberam e dançaram mais um pouco. Carla saiu para trás do bar mais uma vez com outro "cara aleatório" em algum momento e voltou 25 minutos depois com um cara diferente daquele com quem tinha saído. Ana balançou a cabeça e revirou os olhos, mas Carla apenas deu um sorriso enorme e deu de ombros.

Estava quase na hora de fechar quando Gina apareceu correndo com uma notícia empolgante.

"Ei, olha só! Fomos convidadas para uma festa no interior! Não é longe daqui e o dono do lugar disse que vai ter muita bebida e muita gente lá. É tipo uma fazenda ou algo assim, mas tem um celeiro grande com uma pista de dança. Fica no meio de um rancho, então não tem vizinhos para reclamar do barulho da música alta."

"Me inscrevam!" disse Carla.

"Certo, então." Disse Ana com um sorriso peculiar.

O motorista do Uber teve bastante dificuldade para encontrar o rancho no meio do nada. Ele quase desistiu de procurá-lo, mas Carla o encorajou a chegar ao destino. Ao atravessarem a cancela para o gado, sentiram o som alto da música e viram as luzes brilhantes e piscantes saindo do celeiro.
Elas deram uma gorjeta extra ao motorista do Uber na esperança de que ele se dispusesse a buscá-las quando estivessem prontas para ir embora. Saltaram do carro e entraram no celeiro, que estava lotado de festas.

Uma placa iluminada na entrada dizia: "Por favor, deixem suas botas na porta!". As garotas tiraram os saltos e os colocaram no chão, junto com dezenas de outros sapatos de todos os tipos, e continuaram entrando. Pegaram coolers de vinho frutado em uma banheira modificada, agora cheia de gelo e com abridores de garrafa. Dezenas de pessoas lotavam a pista de dança empoeirada, a maioria em algum estado de seminudez. Alguns homens e mulheres estavam sem camisa. Algumas mulheres estavam completamente nuas, dançando com vários homens se esfregando em seus corpos.

"Uau! Agora sim, isso é uma festa de verdade!" gritou Gina enquanto tirava sua regata e sutiã e os guardava na bolsa. Carla, fiel ao seu estilo, tirou toda a roupa e se agarrou ao primeiro cara seminu com abdômen sarado que encontrou, começando seu ritual de acasalamento habitual. Ana tomou um gole de seu vinho gelado e começou a caminhar pelo celeiro, admirando todas as lembranças vintage que o dono da propriedade havia colecionado e pendurado como decoração. Havia placas antigas da Coca-Cola, pôsteres de companhias de gás e petróleo, discos de vinil antigos e uma quantidade impressionante de iscas de pesca antigas pregadas com bom gosto nas paredes.

Enquanto Ana admirava uma placa antiga de chopp com marcas de tiros visíveis, um sujeito apareceu ao seu lado, fazendo-a dar um pequeno pulo.

"Não queria assustá-la, senhorita! Desculpe!", disse ele com um sorriso.

Ana sorriu de volta para o rapaz e riu. "Não, tudo bem! Eu estava tão concentrada nesta placa que não percebi você se aproximar. Nunca ouvi falar dessa marca. Frosty cerveja."

O cara olhou para a placa por um instante e disse: "Costumava ser a maior marca de refrigerante de raiz da América até os anos 90. Ainda fabricam, mas não pertence mais aos mesmos donos e a receita foi alterada. Nunca entendi por que alguém transformaria algo tão bom em algo tão ruim."

Ana ficou imediatamente impressionada com o conhecimento do cara sobre a placa. "Será que foi por isso que alguém usou essa placa como alvo para praticar tiro?", disse ela, apontando para os buracos de bala.

"Na verdade, esses buracos de bala foram feitos por mim", disse ele, com naturalidade. "E foi por causa de um urso que entrou no meu celeiro e não saiu quando eu pedi."

"Ah, é? Pediu educadamente?", questionou Ana, percebendo que devia estar cara a cara com o próprio dono do rancho de festas.

O homem riu e bateu no joelho, seus dentes brancos brilhando sob a luz negra. Ele enxugou uma lágrima antes de responder. "Bem, senhorita, para ser sincero, não pedi com muita educação. Vou tentar isso da próxima vez."

Ele trocou a garrafa de cerveja de mão e usou a calça jeans para enxugar a umidade da mão livre antes de estendê-la para Ana.

"Pedro. É um prazer conhecê-la, senhorita...?"

"Ana", ela respondeu, apertando a mão dele.

"Senhorita Ana. Bem-vinda ao Rancho Alazão", disse ele, soltando a mão dela. "Posso lhe oferecer algo ou a senhora precisa de alguma coisa no momento? Temos um banheiro feminino muito bom lá em cima, se precisar."

Ana já gostava dele e estava sentindo um certo encanto. Ela se sentia confortável e um pouco aventureira perto dele. "Que tal um tour?", perguntou.

"Excelente escolha!", respondeu ele. "Se me permitir, senhorita Ana." Ele contornou a pista de dança e apontou para o teto do celeiro. "Lá em cima ficam os sótãos. É onde guardo todos os suprimentos extras para administrar o rancho." Ele continuou ao longo das paredes do celeiro e chegou a um cômodo isolado com uma porta fechada. "Esta é a sala de bilhar. Mantenho-a separada da pista de dança para que o feltro da mesa não fique empoeirado."
abriu a porta e começou a entrar, mas parou no meio do caminho e gritou para dentro da sala: "Ei! Que porra é essa, seus otários?! Não é para isso que serve uma mesa de bilhar!!!"

Ana espiou por cima do ombro de Pedro para dentro da sala de bilhar e viu ninguém menos que sua melhor amiga, Carla, deitada sobre a mesa de bilhar, completamente nua e cercada por cinco rapazes bêbados do interior, com os paus para fora das calças. Eles estavam se revezando nela e, quando Ana olhou para baixo, percebeu que nenhum dos cinco bêbados estava usando camisinha (é claro).

Carla deu um sorriso malicioso para Ana antes de pular da mesa de bilhar e sair da sala.

"Peço minhas mais sinceras desculpas, senhor", disse Carla para Pedro enquanto passava por ele e saía pela grande porta do celeiro, com seu grupo de cinco bêbados tarados a seguindo como cachorrinhos abanando o rabo.

Enquanto Ana observava sua amiga sair do celeiro, percebeu que alguns rapazes bêbados da pista de dança tinham visto o corpo nu de Carla e decidiram seguir os outros até o próximo local de encontros sexuais.

"Bem, isso foi interessante", brincou Pedro antes de conduzir Ana para fora do portão dos fundos do celeiro e atravessar a estrada de terra em direção à bela casa da fazenda, a algumas dezenas de metros de distância. Ele parou em um poço artesiano antigo perto do quintal da casa e se apoiou nele pensativamente.

"Meu bisavô cavou este poço quando comprou esta fazenda em 1902. Muita coisa mudou, mas nunca ninguém que tivesse o sobrenome Pereira foi dono desta propriedade desde então. Tenho muito orgulho de manter essa tradição viva." Ele tirou as mãos do poço e continuou em direção à bela casa da fazenda.

Ele abriu o portão da cerca que delimitava a propriedade e deixou Ana passar primeiro antes de trancá-lo atrás deles. Dois cachorros grandes correram rapidamente e começaram a pular em cima da Ana e a lamber suas mãos.

"Bela! Rex! Saiam de cima dela, seus cachorros malucos!", disse ele, ajoelhando-se e começando a acariciá-los.

Ana também se ajoelhou e começou a demonstrar carinho por eles. "Eles são tão lindos! Eu adoro cachorros!" Ela corou ao dizer isso, mas ficou feliz por estar escuro demais para que ele visse. O macho, Rex, pareceu se encantar ainda mais por ela, para a alegria de Ana.

"Vamos, deixe-me mostrar o resto da casa", disse Pedro. Ele pegou a mão dela e a conduziu para dentro da espaçosa casa do rancho. Parecia não haver ninguém lá além deles.

Ana ficou curiosa. "Você mora aqui sozinho?", perguntou ela.

Pedro abriu a geladeira e pegou outra cerveja. Ele tirou a tampa e abriu o armário de bebidas. "Gostaria de uma bebida? Qualquer coisa que você quiser! Sei preparar qualquer drinque que você imaginar."

Ana pensou por alguns instantes e decidiu testar sua afirmação. "Me faça um Gin especial." Ela sorriu.

Pedro sorriu de volta. "Moleza! 60 ml de gim, 22 ml de suco de limão, água com gás e uma rodela de limão. Gosto de adicionar um pouco de soda gelado por cima para dar aquele toque extra no final do gole."

Em instantes, ele preparou o drinque em um belo cálice de cristal transparente e o empurrou em sua direção com um copo sob o gelo. Ele se apoiou no balcão do bar e a encarou.

Ana tomou um gole. "Muito impressionante, Pedro."

"Eu te disse", respondeu Pedro.

Nesse exato momento, o relógio de Pedro começou a apitar. Eram 4 da manhã. Ele sorriu e apertou um botão na lateral do relógio. Olhou por cima do ombro de Ana para fora da janela. "A festa está acabando e eu preciso ir trabalhar, Srta. Ana."

Ana estava um pouco bêbada, mas não completamente. Ela não queria que ele fosse embora. Estava gostando muito da sua lábia.

"Trabalho? Como você consegue dirigir para o trabalho com uma cerveja na mão?", perguntou ela.

"Já estou trabalhando. Administrar um rancho é um trabalhão", disse ele, dando uma risadinha. "Se precisar de um lugar para dormir, temos vários quartos com camas confortáveis. Ninguém vai incomodá-la enquanto estiver dormindo. Isso eu posso garantir."

Pedro assobiou curto e alto, e ouviu-se o som de duas patas correndo em sua direção.

Pedro olhou para os dois cães elegantes e depois para Ana. "Bela e Rex são muito espertos e não deixam ninguém entrar em casa sem a minha permissão."

Ana se lembrou de seus dois melhores amigos e pegou o celular para checar as mensagens. Assim que abriu o celular, viu uma mensagem de Carla.

Dizia: "Oi, Ana! Vi você dando uma voltinha com o chefão da casa! Hehe. Vai se divertir, garota! Eu e a Gina achamos uns bifes fritos para levar para casa. Me manda mensagem se precisar de alguma coisa, claro, mas achamos que você vai ficar bem com o chefão do rancho por uma noite. Beijos! "

Ana guardou o celular e olhou para cima, percebendo que Pedro tinha sumido. Ela nem o ouviu sair. Devia estar um pouco mais bêbada do que imaginava. Andou pela casa por um minuto até abrir a porta do que obviamente era um quarto de hóspedes.
Os dois cachorros a seguiram até o quarto e Ana sentou-se na cama. Era muito confortável. A casa toda era confortável. Ela se sentia tão à vontade ali. E com os cachorros por perto, além da garantia de Pedro de que ela estava sozinha na casa, Ana decidiu tomar um banho. Ela tirou a roupa e enxaguou a sujeira e a fuligem da dança no celeiro. Terminou e enrolou a toalha na cabeça. Estava quente o suficiente para secar o corpo lentamente.

Ela sentou-se na cama novamente e Bela se aproximou e colocou a cabeça no colo de Ana. Ela acariciou a cabeça de Bela por um minuto ou dois e então Bela fez algo inesperado. Ela enfiou o focinho na virilha de Ana e começou a lamber. Ana tentou empurrar a cachorra, mas um instante depois percebeu que a sensação era realmente agradável. Então, ela abriu bem as pernas e se inclinou para trás, dando à cachorra uma visão clara de sua bocetacom aquela língua canina.

"Ai, meu Deus", sussurrou Ana enquanto começava a rebolar. Ela deslizou o traseiro para a beirada da cama e deitou-se completamente de costas. Com os dois pés firmemente plantados no chão, abriu as pernas o máximo que pôde e Bela começou a lamber a boceta de Ana com vigor.

Sem aviso, Bela pulou entre as pernas de Ana e começou a pular em sua boceta. E foi então que Ana fez uma descoberta... Bela não era uma fêmea. Bela tinha um pênis grande, vermelho e inchado que cutucava a boceta molhada de Ana e começava a jorrar sêmen canino por toda parte.

"Ai, que delícia! Ai, meu Deus!" gemeu Ana.

Um instante depois, Bela encontrou SEU alvo e enfiou o cacete em Ana.

"Ah, sim! Ah, sim, sim, sim, sim!!!" gritou Ana enquanto o cachorro começava a penetrá-la com força.

Ana podia sentir o sêmen canino preenchendo o interior de sua boceta. Nesse instante, Rex pulou na cama ao lado de Ana e ficou de pé sobre a cabeça dela. Quase como se um piloto automático sexual tivesse assumido o controle, Ana imediatamente começou a esfregar a bainha do cachorro até que ele revelasse o pau rosado que ela tanto desejava. Ela o envolveu com os lábios e começou a chupar. Ela podia sentir o gosto do sêmen canino enchendo sua boca e bebeu avidamente do caralho do cachorro.

Bela ainda a penetrava e, com essa estimulação combinada, Ana gozou com muita força, banhando Bela com jatos de sêmen. Ela fez sexo oral profundo em Rex repetidas vezes, adorando como o sêmen do cachorro passava direto por sua língua e descia por sua garganta.

Bela desceu de cima de Ana e, sem perder tempo, Ana se virou e ficou de quatro na cama, empinando a bunda. Rex pulou em cima dela e, com duas estocadas rápidas, começou a penetrá-la com força, deixando sua boceta cheia de sêmen canino.

"Ah, sim, Rex, goza dentro de mim, bom garoto! Está gostando, garoto? Ah, que delícia!"

Ela olhou para baixo e viu o sêmen do cachorro escorrendo por sua boceta e pingando nos lençóis. Bela se juntou a ela na cama e se virou bem na sua frente. Ana abocanhou o pau de Bela e o chupou com prazer enquanto Rex continuava a encher sua boceta transbordando com mais sêmen de cachorro.

Ana desabou na cama, respirando fundo. Sua cabeça girava por causa das bebidas, e sua boceta estava transbordando de sêmen de cachorro. Ela pensou em tomar outro banho, mas as bebidas e o cansaço a venceram e ela desmaiou na cama confortável com os dois cães que a encheram com seu amor canino.

Quando Ana acordou e entreabriu os olhos, pôde ver claramente a luz do sol entrando pelas persianas que cobriam as janelas. Sua boca estava seca e seus lábios rachados, mas ela estava feliz por não ter dor de cabeça por causa da bebedeira da noite anterior. Ela estendeu as mãos para os lados, procurando pelos cachorros que dormiram com ela, mas não sentiu nenhum dos dois.
Finalmente, Ana conseguiu parar de girar o suficiente para se sentar um pouco e, quando finalmente inclinou a parte superior do corpo para a frente, ficou chocada ao ver ninguém menos que o próprio Pedro sentado em uma cadeira no fundo da sala. Ele a encarava com um pequeno sorriso curioso no rosto.

"Boa tarde, linda", disse ele com sua voz suave de sempre.

Ana ainda estava meio adormecida quando começou a murmurar "Bom mor-". Mas não terminou a saudação porque olhou para baixo e percebeu que ainda estava 100% absolutamente nua. Suas pernas e bunda estavam salpicadas de sêmen de cachorro seco e tufos de pelo grudavam em cada gota. Ana gritou e começou a procurar suas roupas por todo o chão.

"Lavei todas as suas roupas e elas estão na secadora agora. Eu esperava que estivessem limpas e prontas para você quando acordasse", disse Pedro, ainda sorrindo. "Parece que você teve uma manhã bem agitada depois que saí para o trabalho." Ana não sabia o que dizer ou fazer. Ela estava encrencada. Não tinha como Pedro não ter percebido que ela tinha sido fodida até o cérebro pelos dois cachorros dele.

"Pedro, eu... eu... eu...", ela gaguejou, mas Pedro interrompeu sua hesitação com um assobio agudo e, momentos depois, Rex e Bela entraram correndo no quarto e pularam na cama com Ana, cobrindo-a de lambidas no rosto e na parte superior do corpo. Ana se jogou para trás no travesseiro enquanto acariciava os adoráveis cachorros, tentando decidir o que faria naquela situação.

Mas antes que ela tivesse tempo de pensar, Rex enfiou o focinho entre as pernas de Ana e começou a limpar todo o sêmen e pelos de suas pernas e boceta. Ana olhou para Pedro, que estava observando. Ela olhou para baixo e viu que ele estava esfregando uma ereção óbvia perto do bolso da calça jeans.

Pedro sorriu ainda mais. "Pensei que talvez você não se importasse de deixar meus cachorros te foderem de novo, se você estivesse a fim hoje."

Ana deu um sorriso largo para ele e imediatamente se virou na cama. Ela ficou de quatro, empinou a bunda e, sem perder um segundo, Rex pulou em cima dela e enfiou seu pau canino na buceta de Ana em instantes.

Mais uma vez, ela sentiu imediatamente o jato de sêmen canino começando a preenchê-la. Ela olhou para Pedro novamente, que havia abaixado as calças até os tornozelos e estava puxando lentamente o pau enquanto observava seu cachorro foder Ana.

Vire-se, ele disse, e Ana obedeceu. Pedro pulou em cima dela e enfiou seu pau nu na buceta cheia de sêmen. Estava incrivelmente lubrificada por causa de tanto sêmen canino. Alguns instantes depois, sem aviso e sem pedir permissão, Pedro se enfiou fundo na buceta de Ana e gozou lá dentro.

"Ah, que delícia!!!" Gemeu Pedro, sem fôlego. "Eu gozei dentro de você."

"Ah, eu sei que gozei, cowboy. Eu consigo sentir. Foi muito." Ela respondeu. "Faz tempo que você não transa?"

"Bem, mais de um ano", respondeu Pedro. Ele começou a se afastar dela, mas Ana o segurou e o manteve ali, envolvendo as pernas nas dele para prendê-lo no lugar.

"Hummm, fica dentro de mim, Pedro. Por favor?", ela implorou.

"Claro, Srta. Ana." Pedro colocou todo o seu peso de volta sobre ela e empurrou os quadris para cima, de modo que seu caralho ficasse o mais fundo possível dentro da boceta dela.

"Então... você... tipo... sabe... toma anticoncepcional e essas coisas, né?", ele perguntou com uma risadinha nervosa.

"Não", ela disse simplesmente.

"Ah, tá", murmurou Pedro. "Você está chateada por eu ter gozado dentro de você?"

"Hum, nem um pouco! Adorei sentir você jorrando dentro de mim... Na verdade, acho que é ainda mais excitante e a sensação é ainda melhor porque sei que não estou tomando anticoncepcional... No momento em que você entrou em mim, torci para que não fosse sair." Ana ficou em silêncio por um instante e então se mexeu toda. "Ainda estou com muito tesão! Tipo, muito excitada mesmo!"

Ela finalmente soltou Pedro e ele saiu de dentro dela, com o cacete satisfeito e sensível. "Hum, acho que posso estar pronto para outra em uns 20 minutos, talvez...?"

Ana fez cara de cachorrinho pidão. "Mas estou muito excitada agora!" Ela olhou para os dois cachorros exaustos no chão. "Você tem mais cachorros?" Ela perguntou com um sorriso.

"Cachorros? Não, só esses dois. Mas, hum...", Pedro parou de falar, perdido em pensamentos.

"Hum, o que foi, Sr." Ela perguntou.

"Bem..." Ele fez uma pausa. "Se você está mesmo tão excitada... acho que devo te perguntar uma coisa."

"Estou ouvindo", ela respondeu rapidamente.

"Quão safada você está disposta a ser?"

Ana olhou para ele com curiosidade antes de perguntar: "Safada no sentido sexual ou suja no sentido físico?"

"Ambos", ele respondeu com um pequeno sorriso.

"Pedro. Estou tão excitada agora que estou disposta a ficar completamente imunda", disse ela, levantando-se.

"Ok, então, me siga, Srta. Ana." Pedro abotoou o jeans e caminhou pela casa até chegar a uma porta lateral que dava para o exterior. Ele a abriu e fez um gesto para que ela o seguisse.

"É meio-dia e estou completamente nua, querido", disse ela com as mãos na cintura.
É domingo", disse Pedro. "Dei folga a todos os meus funcionários do rancho aos domingos para que pudessem ir à igreja ou curar a ressaca e coisas do tipo... Posso garantir que você e eu somos as únicas duas pessoas aqui neste rancho e continuará assim o dia todo até amanhã de manhã."

Ana olhou para ele e se aproximou sorrateiramente da porta, espiando por ela. Ana hesitou, mas sentiu o sêmen de Pedro e de seus cães escorrendo lentamente por sua perna e sentiu outra onda de excitação extrema, então finalmente atravessou a porta, com a luz do sol brilhando sobre todo o seu corpo nu. Ela nem sequer estava de sapatos e sentiu um arrepio de excitação por poder andar livremente lá fora completamente nua. Isso a deixou ainda mais excitada.

Pedro a conduziu até um prédio comprido que ela não tinha visto na noite anterior. Ele abriu a grande porta amarela de vaivém e entrou.

Ana o seguiu e percebeu que devia ser o estábulo. Ela podia ouvir e sentir o cheiro de uma variedade de animais que ainda não conseguia identificar, mas, enquanto caminhavam, viu os currais. com galinhas, cabras, porcos, vacas e cavalos.

Pedro parou e olhou para ela. "Escolha", disse ele.

"Minha escolha? Quer dizer que você quer que eu escolha com qual animal vou transar?", perguntou ela, freneticamente.

"Você me disse que estava louca de tesão e queria se sujar... E eu quero ver você se sujar, Ana... E depois quero te foder até você não aguentar mais", respondeu Pedro.

Ana ficou sem saber o que pensar ou dizer por alguns instantes. Então, virou-se para longe dele e começou a olhar para os animais do celeiro. "Acho que um pau de cavalo seria demais para mim na primeira vez."

"Concordo", disse Pedro.

"Cabras parecem estranhas..." Ela fez uma pausa. "Como é a pica de um porco?"

"Bem, é como um saca-rolhas comprido. Hum... Tipo um saca rolha extra longo. Sabe,?" E se contorce, quase como se estivesse cavando para encontrar um buraco fértil."

Ana pensou por um momento. "Mas eles são animais imundos."

Pedro se virou para ela: "Sim. A maneira perfeita para você ficar super imunda na sua primeira vez."

Ana sorriu e começou a subir no portão do chiqueiro. Ela chegou ao topo da grade e sentou-se com os pés voltados para dentro do chiqueiro. "Então, qual é a sua?", perguntou ela.

"Como assim?"

Ana olhou para o porco de tamanho médio no canto mais distante do chiqueiro. "Como eu faço para ele... gostar de mim?", perguntou ela com uma risadinha.

"Ah!", disse Pedro com um sorriso ainda maior. "Na verdade, é bem simples.

Então Pedro colocou a mão no meio das costas de Ana e a empurrou com força para fora do portão do chiqueiro. Ela voou para dentro do chiqueiro e caiu de pé, mas todo o chiqueiro estava coberto por cerca de 10 centímetros de lama escura e profunda, e no momento em que ela atingiu o chão, seus pés escorregaram e ela caiu de barriga. Toda a parte da frente do seu corpo estava completamente coberta de lama.

Ana empurrou o tronco para fora da lama e se levantou, apoiando-se nos joelhos.
"Que merda, Pedro?!!!" Ela gritou furiosa, mas um instante depois algo grande e peludo a atingiu por trás e a jogou de volta de quatro na lama.

Mesmo com lama no rosto e sem querer abrir os olhos, ela podia ouvir os grunhidos atrás dela e sabia exatamente o que a havia derrubado.
Em poucos segundos, ela sentiu um peso enorme na parte inferior das costas, ouviu os grunhidos perto da orelha e sentiu o cheiro horrível. do porco que a atacava, ela sentiu uma pontada rápida e macia, como um dardo, cutucando sua bunda, acompanhada por gotas de um líquido muito quente respingando em suas nádegas e pernas.

Antes que ela tivesse tempo de processar o que estava acontecendo, era tarde demais. O pau em espiral do porco encontrou seu alvo e penetrou nela, girando rapidamente e abrindo caminho em sua boceta com a velocidade de um raio. Encontrou seu colo do útero um instante depois e a atingiu com uma dor intensa. Ela estremeceu e gemeu, mas então a dor diminuiu e ela começou a sentir algo mais.

Ana sentiu um líquido muito quente preenchendo sua boceta. Ela sentiu aquele longo caralho giratório alcançando cada centímetro do interior de sua boceta. Ainda doía, mas agora também era uma sensação incrível. Ela levou a mão para baixo do corpo e começou a se masturbar. E então ela se lembrou de que estava coberta com a lama do chiqueiro e, por algum motivo que não conseguia explicar, estar coberta por aquela sujeira horrível de repente a deixou extremamente excitada e ela instantaneamente começou a ter orgasmos. o pau do porco sem que ela precise sequer esfregar o próprio clitóris.
Ai meu Deus!" Ela gritou enquanto tinha orgasmos repetidamente.
A mente de Ana ficou meio em branco por um tempo depois disso. Ela perdeu a conta de quantas vezes gozou. O porco pulou por alguns minutos no início, mas assim que acomodou seu cacete confortavelmente dentro de sua boceta, ela ficou imóvel. O porco simplesmente ficou deitado nas costas de Ana enquanto seu pau girava, girava e girava dentro dela.

Depois de cerca de 15 minutos, Ana começou a sentir o sêmen do porco transbordando dela e escorrendo por suas pernas. Ela estendeu a mão e começou a pegá-lo com os dedos e depois os colocou na boca. Ela queria o sêmen daquele porco dentro dela de todas as maneiras.

Tudo durou 20 minutos e, sem nenhum sinal ou aviso, o porco simplesmente saiu de cima dela, foi embora e se deitou na lama.

Ana ficou ali de quatro por alguns minutos enquanto tentava se recuperar dos orgasmos intensos.

Finalmente, Pedro falou. "Se quiser, podemos te levar para dentro e te limpar."

"Que se dane isso", disse Ana, mergulhando de cabeça na lama do chiqueiro e rolando nela, se cobrindo completamente da cabeça aos pés. Assim que terminou, correu até Pedro.

"E agora?! E agora?! Quero transar com todos eles, Pedro. Todos eles. Todos os animais de todos os tipos que você tem que tenham caralho. Você tem mais porcos? Onde estão as cabras? Tem algum jeito de eu transar com aquele touro sem ser morta?!". Ana nunca tinha ficado tão excitada e com tanto tesão na vida.

Sem esperar por uma resposta, Ana se virou e começou a vasculhar cada cercado. Encontrou mais dois porcos machos, um pouco maiores que o primeiro com quem transou, e sem hesitar, mergulhou novamente na lama, rastejou até o porco grande e enfiou sua buceta bem na cara dele.

"E agora? A porca não precisou de muito incentivo; momentos depois, a boceta de Ana estava novamente repleta de sêmen de porco. E desta vez, ela retribuiu o favor. Empurrou a bunda contra o pau do porco e rebolou os quadris. Ela gozou várias vezes e começou a enfiar os punhos na lama do porco, espalhando mais dela pelo rosto, cabelo e seios. Quinze minutos depois, ela convenceu o terceiro porco a ejacular dentro dela. Entre cada animal, Ana coletava o sêmen que escorria com os dedos e comia o máximo que conseguia.

Ao sair do chiqueiro, Pedro a agarrou repentinamente pelo braço e a puxou para o meio da estrada de terra. O corpo inteiro de Ana estava escuro por causa da lama do porco e contrastava fortemente com a terra marrom iluminada pelo sol.

Pedro a puxou direto para o meio da estrada e a jogou no chão empoeirado. Ele rapidamente abaixou as calças até os joelhos e pulou entre as pernas abertas e cobertas de lama de Ana.

A boceta de Ana estava tão cheia de sêmen que Pedro conseguiu enfiar o próprio pau nela com a maior facilidade. Ele se deitou sobre ela e colocou todo o seu peso sobre o dela.

"Você é realmente a vadia de celeiro mais imunda que eu já vi ou conheci na minha vida", disse Pedro enquanto começava a penetrar a boceta de Ana usando o sêmen de porco como lubrificante.

"Ah, porra! Me chame assim de novo, Pedro!", ela implorou.

"Você é uma vadia de celeiro nojenta, Ana. Um brinquedo sexual para os cachorros e porcos gozarem dentro quando estiverem excitados."

Isso levou Ana ao clímax e ela começou a gozar com força, jorrando por todo o pênis de Pedro. Havia tanto sêmen que uma poça de lama começou a se formar embaixo do corpo dela.

"Pedro. Quero que você adicione o seu depósito ao depósito dos porcos e dos cachorros, por favor." Ela disse baixinho.

"É mesmo?", perguntou ele, enquanto a penetrava com mais força e profundidade.

"Mmm! Goza dentro de mim, Pedro. Goza dentro da minha buceta, igual aos seus dois cachorros e aos seus três porcos nojentos! Todos eles gozaram dentro de mim, Pedro, e agora eu preciso de você de novo! Goza dentro de mim. Goza dentro de mim!
Goza dentro de mim, Pedro! Goza dentro de mim, droga!" "Agora sou o depósito de esperma do Rancho Pereira e nem tomo anticoncepcional, então me encha enquanto pode!"

Pedro se tensionou e arqueou as costas enquanto empurrava seu pau para dentro da boceta dela o máximo que podia e ejaculou todo o seu sêmen dentro dela, junto com o resto. "Ai, puta merda!!!" Ele finalmente terminou e desabou sobre ela, ofegante.

"Ai, meu Deus, eu adoro estar aqui", disse Ana, deitada na terra.

"Bem, você pode ficar um pouco se não tiver nada para fazer hoje", disse Pedro com seu sorriso sedutor de sempre.

"Acho que vou ficar mais um pouco", disse ela enquanto Pedro saía de dentro dela e se levantava. "Mas... estou completamente exausta depois de tudo isso. Preciso muito de um cochilo."

Pedro abotoou as calças. "Claro! Claro!" Um bom banho quente e uma cama macia é o mínimo que você merece depois de quantos paus você satisfez esta tarde. Vou adiantar algumas coisas do meu trabalho de domingo no rancho enquanto você tira uma soneca.

"Parece ótimo, Sr. Pereira", ela respondeu, levantando-se.
Durma bem", disse ele, virando-se e caminhando em direção ao celeiro. Mas, depois de alguns passos, virou a cabeça para a casa e percebeu que Ana não estava indo para lá tomar banho e tirar uma soneca.

Pedro observou Ana caminhar calmamente até o chiqueiro, pular o portão e afundar as patas na lama dos porcos mais uma vez.

E então, para grande surpresa de Pedro... Ele viu Ana ir até o canto do chiqueiro onde um dos porcos estava dormindo e deitar-se novamente na lama, rolando o corpo inteiro até ficar completamente coberto de lama fresca. Em seguida, colocou a mão entre as pernas e se masturbou furiosamente por cerca de quatro minutos, até começar a ejacular na lama aos seus pés.

Então, ela foi se deitar no local lamacento onde tinha acabado de ejacular e adormeceu.

Pedro ficou surpreso com aquilo, com certeza, e precisava de um tempo para pensar sobre aquela coisa estranha que acabara de ver. No entanto, seu pau tinha certeza absoluta de que aquilo era maravilhoso, pois começou a pressionar o zíper da calça jeans mais uma vez.

Foto 1 do Conto erotico: ana em seus momentos mais depravados

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Ficha do conto

Foto Perfil muitotesao
muitotesao

Nome do conto:
ana em seus momentos mais depravados

Codigo do conto:
260099

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
22/04/2026

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5