Ângela se descobrindo seus mais secretos desejos

Ângela arrumou sua pequena mala com seus cosméticos. Este seria seu terceiro ensaio fotográfico em poucas semanas. A agência gostava dela e já havia conseguido vários trabalhos. Ela nunca imaginara que seria modelo. Mas suas amigas a incentivaram a pelo menos tentar, e ela tentou.

Seu marido estava desempregado e não queria que ela fizesse nada além de ficar em casa preparando as refeições enquanto ele se afogava na bebida. Mas eles tinham a casa para pagar e um filho pequeno para sustentar. Ângela tinha apenas vinte anos e aparentava ser ainda mais jovem, sendo pequena e bonita. Seus longos cabelos loiros dourados e olhos verdes eram alguns de seus melhores atributos.

Mas, segundo a agência, seus melhores atributos eram seu corpo pequeno e curvilíneo. Ela tinha seios fartos e caídos e um bumbum firme em formato de coração, perfeito para ensaios de biquíni. Assim que o primeiro ensaio fotográfico foi concluído, mais convites começaram a surgir. Ela não fazia ideia de que a carreira de modelo era tão exigente. Longos e árduos dias posando e trocando de roupa de banho diversas vezes. Seu gerente de agência a aconselhou a dormir bem e tomar muitas vitaminas. Mas principalmente, manter a forma.

Ela recebeu uma ligação logo cedo, informando que alguns clientes a queriam para um ensaio fotográfico especial, com uma remuneração excelente. Ela aceitou a oportunidade imediatamente. O dinheiro pagaria a prestação da casa e as contas de luz e água. A sessão aconteceria no estúdio do cliente, nos arredores da cidade. Ela sabia pouco sobre os clientes, além de que pagavam bem e eram exigentes em seus ensaios. Seria um ensaio de biquíni. Eles forneceriam os trajes de banho e ela posaria com eles.

Ela chegou cedo e foi recebida por um homem grande e corpulento, com pelo menos um metro e noventa e três de altura, um bigode imponente e olhos azuis profundos. Ele se apresentou como Pedro, o assistente de fotografia. Ela o viu observá-la de cima a baixo, analisando-a lentamente. Ela estremeceu um pouco ao sentir o olhar lascivo dele a penetrar. Ele a conduziu ao estúdio, que estava bem iluminado por várias luzes posicionadas, apontadas para um cenário à sua frente e diversas câmeras. Perto das câmeras estava o fotógrafo, um homem alto e magro, de longos cabelos castanhos.

Ele sorriu quando ela se aproximou e se apresentou como Carlos. Ele também a olhou de cima a baixo. Contou-lhe sobre a sessão de fotos. Que seria para uma importante revista masculina de esportes de fantasia. Uma que atendia a todos os desejos dos homens. Enquanto ele lhe contava sobre isso, Pedro ajustava a iluminação e a encarava de forma lasciva. Ela começou a se sentir um pouco desconfortável. Carlos a levou até o camarim e lhe entregou uma sacola de compras cheia de biquínis.

“Estes são os biquínis que gostaríamos que você usasse, Ângela. Eles provavelmente são diferentes dos que você costuma usar, mas isso é só porque a revista é voltada para esse tipo de ensaio. Me avise se houver algum problema.”

Ela pegou a sacola pequena, entrou no camarim e a abriu. Havia pelo menos dez biquínis no total, todos micros biquínis que podiam ser enrolados e colocados na mão. Ela os encarou, admirada com a pouca quantidade de tecido. Estava prestes a colocá-los de volta na sacola e sair quando se lembrou das contas que estavam para vencer. Pensou na sua filhinha em casa.

Mordeu o lábio inferior e começou a tirar a roupa. Escolheu um maiô e ficou grata por ter se depilado completamente recentemente, como o agente havia instruído. A parte de cima mal cobria os seios, fazendo os mamilos endurecerem e marcarem o tecido fino. A parte de baixo, um recorte em forma de V, quase não cobria sua intimidade. Olhou-se no espelho de corpo inteiro e estremeceu ao ver seu corpo quase nu. Seu corpo era bonito e sexy. Pelo menos isso ela tinha. Não se envergonharia disso. Mas posar quase nua... engoliu em seco e saiu.

Os dois homens a encararam enquanto ela se dirigia à plataforma em frente às câmeras. O sorriso de Pedro se alargou quando ela parou diante deles, seu corpo escultural capaz de excitar qualquer homem em segundos. Carlos se aproximou, ajeitou seu cabelo e pediu que ela se virasse para ele. Ela obedeceu nervosamente, plenamente consciente de sua quase nudez diante deles.

“Certo, Ângela, deite-se na toalha e use o óleo bronzeador que está aí perto. Comece a se esfregar por todo o corpo. Vou tirar fotos disso. Ok?”

Ângela viu o frasco de óleo de coco, pegou-o e assentiu para ele. Desrosqueando a tampa, despejou uma boa quantidade na barriga e começou a espalhar. O fotógrafo começou a fotografar imediatamente, movendo-se ao redor dela. Ele se certificou de fotografar seus braços, pernas e depois os ombros.

“Vamos lá, querida, fotografe acima dos seios e na parte interna das coxas. Essas são as fotos que importam, amor.”

Ele disse isso mais como uma ordem do que um pedido. Ângela hesitou, percebendo que ele queria fotos sensuais, mas se sentiu desconfortável em fazer algo assim. Ele parou de fotografar e a encarou.

“Há algum problema, querida? Se houver, talvez tenhamos cometido um erro e precisemos chamar um profissional.”
Ela fechou os olhos e soube que precisava atender ao pedido dele se quisesse o emprego e o dinheiro. Começou a espalhar o óleo sobre os seios firmes, quase descobertos, enquanto ele começava a filmar novamente. Viu Pedro parado além das luzes, olhando para ela com olhos cheios de desejo. Sua mão direita estava perto da virilha, movendo-se lentamente. "Meu Deus, o que estou fazendo?", pensou ela, enquanto continuava a massagear os seios. Então, passou mais óleo pela perna até chegar ao triângulo fino que cobria sua boceta. Lentamente, começou a massagear ao redor. A sensação do óleo em sua pele era exótica e ela notou um formigamento por todo o corpo.

"Isso mesmo, querida. Belas fotos. Continue se massageando, agora vire de bruços e passe o óleo na bunda, amor."

Ângela, com a respiração acelerada, obedeceu sem querer pensar nas consequências de seus atos ousados e virou de bruços, exibindo sua linda bunda no biquíni fio dental. Ela aplicou o óleo e começou a massageá-lo nas nádegas firmes. O fotógrafo aproximou-se, capturando-a enquanto ela aplicava o produto e tirando fotos entre suas pernas. Ela teria fechado as pernas para impedi-lo, mas reconsiderou.

"Ótimo, agora troque para o próximo traje, querida", ordenou ele.

Ela se levantou lentamente, com cuidado para não deixar nada escapar. Viu Pedro com a mão sobre a virilha, acariciando-a suavemente. O volume era enorme e ela desviou o olhar rapidamente, envergonhada. Ao entrar no provador, fechou os olhos, pensando no efeito que causara no homem. Era isso que ela causava em todos os homens? Trocou rapidamente para o próximo traje, também revelador, que se ajustava ao seu corpo como uma segunda pele. Olhou-se no espelho e viu que a parte da frente da calcinha mostrava perfeitamente seus lábios bocetais. Estava prestes a trocar de traje quando ouviu Carlos chamá-la. Engoliu em seco e saiu.

Ambos a encararam com evidente desejo enquanto ela chegava à plataforma. Deitou-se sobre a toalha, com o corpo praticamente nu.

“Meu Deus, querida, você é linda. Que bom. Ok, querida, levante os braços acima da cabeça como se estivesse se alongando.”

Ângela fez isso, alongando os braços bem acima da cabeça. Ela percebeu que isso puxava a parte de cima do biquíni quase para fora, revelando seus seios, enquanto apertava a parte de baixo, fazendo-a se aproximar ainda mais da sua boceta. O fotógrafo tirou várias fotos, com cuidado para capturar seus seios quase nus e, principalmente, sua região íntima.

“Pedro, por favor, aproxime um pouco mais a iluminação, se puder. Assim fica melhor. Corpo incrível, querida. Linda em todos os lugares. Os meninos e meninas da Barely Legal vão adorar.”

Ângela engasgou ao ouvir o nome. Era uma revista que os homens compravam, cheia de fotos de garotas quase nuas transando com caras ou garotas gostosas. Seu marido trouxe uma para casa e isso a incomodou muito. Agora, lá estava ela, posando para a mesma revista. Ela se lembrou de como as garotas eram lindas, apesar das fotos sensuais. Mesmo quando olhava para a revista, sentia-se estranha, quase como uma voyeur. A ideia de que homens e mulheres estariam olhando para ela de forma sexual era um pouco perturbadora. Pensar em como eles se sentiam estimulados por ela a deixou estranhamente excitada. Meu Deus, o que diabos ela estava pensando!

"Muito bem, querida, agora vire de bruços de novo e levante um pouquinho a bunda."

Ângela fez o que lhe foi dito, levantando sua bunda firme e gostosa, sabendo que o fio dental entre suas nádegas mal escondia seus atributos femininos. Mas seu corpo estava quente e se excitando com as posições obviamente sexuais. Sua mente lhe dizia para parar e ir embora enquanto ainda tinha dignidade. Mas seu corpo estava se sobrepondo ao bom senso. Sua sexualidade estava vencendo.

"Incrível, querida, assim mesmo. Continue assim. Abra as pernas um pouco mais. Isso, querida, linda! Que bunda e xoxota lindas, querida."

Ela o ouviu e a informação foi como uma martelada em seu cérebro, mas também causou arrepios de intensa estimulação em seu corpo, que correram direto para sua xoxota agora molhada. Ela fechou os olhos, tentando recuperar os sentidos, mas sua mente continuava absorvendo as palavras e imagens como um filme pornô. Ela não tinha como vencer essa.

“Ok, querida, vire-se de costas e deite-se de barriga para cima, com a cabeça virada para a direita, boca aberta e olhos fechados como se estivesse tendo um orgasmo. Pernas bem abertas, amor… bem abertas para o Carlos.”

Sua respiração estava rápida e excitada. Seus mamilos se eriçavam contra o tecido fino. Ela fechou os olhos, abriu a boca e abriu as pernas torneadas. O pedaço fino que cobria sua nudez quase escorregou, revelando quase toda a sua vulva, que estava inchada e carnuda. Ela ouviu o clique da câmera enquanto ele se aproximava, quase entre suas pernas.

“Isso mesmo, amor. Mantenha as pernas abertas. Ótimo… muito bom. Amor, você deve estar adorando essa sessão de fotos. Sua vulva está encharcada. Ok, querida, vamos fazer outra sessão.”
Ângela, com o corpo formigando pela estimulação daquela sessão erótica, mal conseguia se levantar, mas conseguiu chegar ao camarim. Ao tirar a parte de baixo do biquíni, viu como estava molhada. Levou a mão à sua boceta e a encontrou encharcada de lubrificação. Estava tão excitada com a sessão que se surpreendeu. Chocou-se ao perceber o quão excitada e promíscua estava se tornando. Talvez fosse como aquelas garotas da revista, prontas para transar com qualquer um a qualquer hora.

Pensou em como pareceria para os outros que a vissem e isso a deixou ainda mais excitada e estimulada. Pegou outro biquíni e o vestiu. Era um biquíni fio-dental com um tecido fino e justo que a deixava completamente nua. Deixou-o no corpo e se encarou no espelho. Estava tão sexy. Todos os seus problemas pareciam tão distantes naquele momento. O fato de estar excitando aqueles homens era incrível e a deixava extremamente excitada. Saiu do camarim e viu Pedro com o zíper da calça aberto e seu enorme pau à mostra. Ela parou por um segundo, mas mordeu o lábio e voltou para a plataforma.

Ela não conseguia parar de olhar para Pedro enquanto ele a encarava, a mão bombeando o enorme cacete para frente e para trás. Ela estava fazendo isso com ele. O que aconteceria com os muitos que a viram na revista? Homens e mulheres se masturbariam por causa dela. O pensamento disso a deixou tão excitada que ela quase gozou. Seu clitóris estava inchado e pressionando o tecido.

"Tudo bem, querida, pronta para mais?"

Ângela assentiu, sabendo muito bem que a cada vez que entrava na plataforma, a sessão de fotos assumia um nível diferente de sexualidade. Ela sabia que era errado fazer aquilo, mas seu corpo havia traído seus verdadeiros sentimentos, pois seu lado sexual estava à flor da pele. Ela sorriu para ele e ele assentiu com um olhar malicioso que demonstrava que havia entendido.

"Quero que você levante a mão e acaricie seus seios, querida, aperte-os, deixe seus mamilos bem duros para mim."

Ângela fez isso sem hesitar, esfregando-os através do tecido fino, quase inexistente, sentindo seus mamilos ficarem ainda mais duros sob seus toques. Ela os beliscou e gemeu baixinho. Carlos ouviu e se aproximou, tirando uma foto após a outra enquanto seus dedos beliscavam e provocavam seus seios.

“Agora se esfregue mais para baixo, querida, primeiro a barriga, depois mais para baixo, sobre a sua boceta. Isso, querida, assim. Que gata gostosa.”

Ângela fechou os olhos enquanto fazia algo que nunca havia feito nem mesmo com o próprio marido. Ela estava se masturbando diante de completos estranhos. O que mais a chocou foi que aquilo a estava excitando como nunca antes. Ela espalhou os dedos sobre a barriga lisa e logo chegou à sua boceta. Ambas as mãos deslizaram entre as pernas, tocando sua vulva e enviando ondas eróticas por todo o corpo. Sua boceta úmida estava vazando pelo tecido e ela podia sentir. Mas ela continuou a esfregar e pressionar seu clitóris inchado.

“Isso mesmo, querida, não pare. Abra mais as pernas para mim. Que delícia, amor… muito delícia. Deslize a mão por dentro da sua bunda e esfregue o clitóris, amor.”

Ângela obedeceu. Sem hesitar, levou a mão por dentro da calcinha do biquíni para esfregar a boceta e o clitóris, enviando onda após onda de prazer por todo o seu corpo. Olhou para cima e viu Pedro nu, com o enorme caralho pulsando e ereto. Devia ter uns 25 centímetros. Ele o acariciava enquanto a olhava. Ela retribuiu o olhar enquanto deslizava um dedo dentro da sua boceta ensaboada.

“Que delícia, amor. Tire a calcinha, querida, me mostre essa sua bucetinha gostosa. Mostre para o Pedro o quão gostosa você é, amor. Abra essa buceta para ele.”

Ele a filmou inúmeras vezes enquanto ela se masturbava e quando tirou o biquíni, ficando nua para eles. Ela levou a mão à boceta e a abriu bem, separando os lábios e revelando sua umidade rosada e o clitóris grande. Ela havia atingido um novo nível de perversão. Ela tinha se tornado como as garotas dos filmes e revistas pornôs. Ela tinha se tornado uma puta, uma vadia descarada, disposta a agradar porque era muito depravada. Pedro se aproximou e colocou o pau na entrada da boceta aberta dela, e ela não se afastou. Não lhe negou o próprio corpo. Queria que ele a fodesse como uma puta.
Isso mesmo, querida. Que transa incrível. Você é especial, querida. Acho que você poderia ganhar um bom dinheiro se me deixasse te ajudar. Você é linda. Quer saber? Volte amanhã e eu te mostro como ganhar dinheiro de verdade, querida."

Ele lhe entregou uma toalha e ela se levantou, um pouco atordoada, percebendo de repente que tinha acabado de fazer um filme pornô. Ela tinha acabado de transar com outro homem além do marido. Enquanto se trocava, saiu do camarim e foi até Carlos.

"A que horas você quer que eu volte amanhã?"

Carlos sorriu, assim como Pedro. Eles sabiam que tinham escolhido a garota certa.

"Querida, você é demais. Sim, volte amanhã, no mesmo horário. Só lembre-se, querida. Se você quer ganhar dinheiro, faça tudo o que eu mandar. Certo?"

Ela sorriu ao sentir o sêmen quente ainda escorrendo de sua boceta molhada e aberta.

Ela sorriu ao sentir o sêmen quente ainda escorrendo de sua boceta molhada e aberta. Naquela noite, Ângela só conseguia pensar no que tinha feito na sessão de fotos e em como se rebaixara a nada mais que uma puta qualquer à mercê daqueles dois homens. Antes de sair do estúdio, Carlos, o fotógrafo, lhe entregou um cheque. Ela parou para olhar. Era de mil dólares. A sessão original custaria apenas metade disso.

"Você com certeza mereceu, querida. Volte amanhã e prometo dobrar o valor."

Ela voltou para casa soluçando, lamentando sua falta de dignidade e moral. Sua boceta e ânus também doíam por causa da foda violenta que Pedro lhe dera. Ela pegou uma bebida e sentou-se à mesa da cozinha, ouvindo o marido roncar no quarto. Sobre a mesa havia uma pilha de contas. Ela as examinou e suspirou pesadamente ao ver o valor total. Mais do que ela acabara de ganhar.
Ela se levantou e começou a tirar a roupa para tomar banho, mas foi ver como estava sua filhinha. Amy dormia enrolada nos lençóis, o rostinho com uma expressão angelical e serena. Ângela fechou os olhos e percebeu que precisaria voltar no dia seguinte. Dois mil dólares cobririam todas as despesas e ainda sobraria algo para Amy. Sua única preocupação era o que eles tinham planejado para ela.

Na manhã seguinte, ela pegou um táxi para o estúdio, já que o marido queria o carro para procurar emprego. Vestiu sua calça jeans de cintura baixa e justa, e uma camiseta que realçava suas curvas. Os saltos altos deram o toque final. Ela estava bonita hoje e se convenceu de que faria o que quer que eles quisessem dela, e pronto, voltaria para casa.

Ao tomar banho naquela manhã e se lavar, começou a sentir as sensações de formigamento retornarem. A luxúria desenfreada que a tornava tão receptiva às sugestões deles. Tentou entender de onde vinham e por que, de repente, estava sendo sabotada pelo próprio corpo. Ela se perguntava constantemente se realmente gostava da sensação de ser tão promíscua, tão vadia. Quando se vestiu e se olhou no espelho, soube que a resposta era, surpreendentemente, sim.

Com a bolsa na mão, subiu as escadas para o estúdio e foi recebida por Pedro, que a encarou com seu sorriso malicioso. Ela sorriu timidamente, mesmo sabendo que o homem havia estado com seu enorme pau dentro dela apenas alguns dias antes.

“Carlos está te esperando. Ele está em outra sessão de fotos agora.”

Ele a seguiu até o fundo do estúdio, que estava escuro, quase sem luz. Ângela sentiu a presença dele atrás de si, consciente de como aquilo a afetava. Seu corpo já a traía. Sua boceta estava ficando úmida. Ela ouviu a voz de Carlos dando instruções a alguém e, assim que avistou a plataforma, parou em choque.

Na plataforma estava uma jovem de cabelos negros, nua e incrivelmente linda. Seus mamilos estavam duros e com piercings. Sua boceta estava aberta, úmida e completamente depilada, com um piercing no clitóris. Mas o que chocou Ângela foi ver a garota deitada na plataforma ao lado de um enorme cachorro preto, chupando seu pau lenta e carinhosamente. Ela começou a se afastar da cena quando sentiu o corpo de Pedro se mover contra o dela, pressionando sua ereção contra sua bunda coberta pela calça jeans.

"O que é isso…?" Sua voz fraca e confusa soou, mas Pedro a interrompeu com um sussurro suave perto de seu ouvido, fazendo-a estremecer.

"Essa é a Julie e seu amante. Ela está aqui para uma sessão de fotos para o Carlos. Uma sessão muito especial para um cliente muito especial. Gostou do que viu?"

Ela sentiu a mão dele envolver sua cintura e puxá-la para mais perto. O calor do corpo dele a fez respirar mais rápido e excitada.

"O amante dela? Você quer dizer…?"

Ele a interrompeu novamente, seus lábios tocando levemente seu pescoço.

"Sim, eles transam como amantes. Ela é a cadela dele e ele o mestre. Ela o ama. Você não vê, querida? Olha como ela o chupa. O pau dele é enorme e ela o engole inteiro."

Ângela observava com fascínio e repulsa a princípio, vendo a garota chupar o enorme cacete vermelho do animal que obedientemente jazia perto dela, observando-a, com a língua para fora enquanto ofegava de prazer. Ela segurava o caralho dele atrás do que parecia uma grande bola de músculos, levando-o à garganta a cada gole. A outra mão acariciava sua barriga, seus flancos e depois seus testículos. Ela fazia isso com carinho enquanto lambia a glande.
Ela já tinha ouvido falar de bestialidade, mas nunca imaginou que presenciaria isso de perto. Era óbvio que a garota amava o cachorro pela atenção que lhe dedicava. Ela sentiu a mão de Pedro subir lentamente, agarrando seu seio direito e apertando-o. Ela gemeu, seu corpo respondendo ao toque dele como no dia anterior. Seu corpo grande a envolvia, seu enorme pau pressionando-a.

"Ela é muito bonita, não é, Ângela? Veja como ela coloca o pau dele na boca. Veja como ele reage. Ele é um belo diabo, não é?"

Os dedos dele beliscaram o mamilo endurecido dela, fazendo-a se contorcer contra ele, sentindo a ereção dele pressionar sua bunda coberta pela calça jeans. Ela observava a linda garota chupar e lamber o cacete do cachorro, que crescia em tamanho e grossura, a ponto de nem mesmo a mão da garota conseguir circundá-lo. De vez em quando, o cachorro lambia o rosto dela como se estivesse lhe dando um beijo.
Ângela sentiu o corpo esquentar ao observar aquilo, percebendo o quão poderosa era a imagem e como a afetava. Ela estava realmente se excitando com a visão. Carlos se virou para olhá-la e sorriu. Ele sabia como ela estava sendo afetada. Sabia que ela estava excitada com a cena diante dela.

Como ela podia ser tão pervertida? Tão cínica a ponto de se excitar com uma visão dessas? Mas ela era. Ela sabia disso. Pedro deslizou a outra mão mais para baixo, entre as pernas dela, acariciando, explorando. Seu jeans estava completamente molhado e os dedos dele pressionavam com carinho e insistência.

"Hora de tirar a roupa, querida. Sua sessão de fotos está prestes a começar."

Pedro a beijou, sua língua deslizando contra a dela, seus dedos esfregando com mais força, fazendo-a gemer alto. Ela começou a tirar a roupa lentamente, com dificuldade. Logo estava nua e ele estava logo atrás dela novamente, com as mãos por todo o seu corpo.

A jovem beijou o caralho latejante do cachorro uma vez e se virou para Ângela, seus olhos semicerrados de desejo.

“Então essa é a gatinha gostosa que você me falou, Carlos. Hummm… você tem razão, ela é uma gracinha, não é? Que corpão, querida.”

A garota balançou o dedo para Ângela, chamando-a para perto. Ângela hesitou, a respiração acelerando, insegura. O que queriam que ela fizesse? Certamente não subir no palco com essa garota e o cachorro dela? Ela não podia fazer uma coisa dessas. Ou podia? Seu corpo se moveu para frente como num sonho. Seus mamilos estavam duros como pedra, sua boceta tão molhada. Ela estava sendo traída novamente. Seu corpo estava dominando sua mente e a transformando na garota promíscua, em uma puta. A jovem morena pegou sua mão e a conduziu até a plataforma onde o enorme cachorro esperava. Ele a encarava, sem desviar o olhar de seu corpo. Ângela sentiu como se ele a estivesse devorando.

“Vem cá, querida. Nossa, você é linda, não é? Vem, deita aqui.”

A garota deu um tapinha na área próxima a ela. Ângela estava deitada de costas e a garota abriu bem as pernas, expondo-a para todos verem. Carlos estava ali, com a câmera na mão, filmando.

"Hummm, que xoxota gostosa. Tão macia e molhada. Deixa-me ver lá dentro, querida. Abre essa sua xoxota pra mim."

Ângela notou a tatuagem de um cachorro no ombro esquerdo da garota. Notou também como Pedro estava com o pau enorme para fora, se masturbando. E como o cachorro a observava de perto, com o pau ainda duro como pedra, apontando para ela. Ela estendeu a mão e abriu a xoxota, sentindo o líquido escorrer diante de todos. Meu Deus, ela estava tão excitada, tão quente que achou que ia gozar em segundos. Olhou para a garota com os olhos também cheios de desejo e se perguntou se aquela linda garota ia fazer amor com ela. Ela nunca tinha estado com uma mulher antes. Só de pensar nisso, sua xoxota ficou ainda mais molhada.

"Ah, sim, querida, bem molhadinha pra mim. Você me viu com a minha amante, querida?"

Ângela observou a garota deslizar a mão pela sua perna lisa e sedosa até cobrir os próprios dedos, abrindo sua boceta. Os dedos da garota começaram a roçar os lábios da boceta e o clitóris, fazendo Ângela gemer e erguer o corpo levemente.

"Sim..." soou a voz suave e excitada de Ângela para a garota.

Os dedos da garota se moviam habilmente sobre a fenda aberta, o ânus e o clitóris, sempre capturando o pequeno botão entre o polegar e o indicador para puxá-lo e beliscá-lo. Essa atenção fez Ângela abrir as pernas ainda mais, seu corpo inflamado pela sensação.

"Eu sou a vadia do Max, a amante dele. Ele adora quando eu trago um amiguinho bonitinho para casa para ele brincar. Você o acha bonito, querida?"

O dedo médio da garota deslizou deliciosamente para dentro da boceta, abrindo-a com facilidade. Ângela fechou os olhos, sabendo o que a garota estava fazendo. Sabendo o que agora queriam dela. Max lambeu o focinho, muito interessado naquela mulher, e a morena sorriu para ele, estendendo a mão para acariciá-lo com carinho. Ângela estava perdendo essa batalha. Seu corpo estava respondendo muito bem à sedução praticada pela garota. Ela faria algo que nunca imaginou ser possível. Permitir-se algo tão pervertido, tão tabu, que era indizível. Mas lá estava ela, com o dedo de uma garota enfiado fundo em sua boceta e um cachorro à espreita, pronto para transá-la. Pedro a observava com crescente interesse, assim como Carlos, que continuava filmando.
“Sim, ele é muito bonito”, respondeu ela, soltando um gemido quando a garota acrescentou um segundo dedo à umidade apertada de sua boceta.

“Acho que ele gosta de você, querida. Olha só como ele está olhando para o seu corpinho gostoso. Ele está excitado. O pau dele está tão grande e pronto. Você gostaria de conhecer meu namorado, querida?”

Os dedos da garota esticavam sua boceta a cada estocada. Ela os deslizava suavemente para dentro e os abria bem na saída. O clitóris de Ângela estava inchado e ereto devido à atenção. Ela estendeu a mão e começou a brincar com seus mamilos, que estavam duros e sensíveis. Ela gemeu quando a garota se abaixou para sugar seu clitóris profundamente.

“Sim, eu quero conhecê-lo…” disse ela com a voz cheia de desejo.

A garota beijou sua boceta e se virou para Max.

“Venha cá, meu amor. Quero que você conheça um brinquedinho fofo. Uma garota muito gostosa e sexy quer te conhecer.”

Max saltou, seu enorme corpo negro se movendo sobre os corpos estendidos das garotas. A morena certificou-se de que as pernas de Ângela ainda estivessem bem abertas, sua boceta escancarada de lubrificação, pronta para qualquer prazer que a aguardasse. A garota colocou as duas mãos em cada lado do membro e o beijou na boca. Ele retribuiu o beijo, estendendo sua longa e grossa língua para lamber seus lábios e rosto.

"Max, esta é Ângela, uma vadiazinha gostosa que quer te foder. Ângela, este é meu garanhão, que está louco para enfiar seu pauzão nessa sua buceta apertada."

Ângela sentiu seu corpo reagir às palavras, sem saber se deveria se levantar e fugir daquela tentação ou ficar e deixar que a usassem novamente para seu filme depravado. Mas foi Max quem a fez decidir. Ele avançou, sua cabeça abaixou entre as pernas abertas de Ângela e lambeu sua boceta. O toque de sua língua quente e áspera em sua boceta extremamente sensível era dolorosamente erótico e intenso ao mesmo tempo.

Sua boca se abriu e sua respiração acelerou de excitação. Seu clitóris vibrou de prazer com o toque da fera. Ela era de fato uma vadia desenfreada. Agora ela era uma cadela para uma fera e sabia que isso a faria desejá-lo ainda mais. Ele lambeu novamente, passando a língua sobre seu clitóris e depois descendo até seu ânus em um único movimento. Sua reação foi óbvia, arqueando as costas de prazer com o toque. Seu corpo estava em cio e o cachorro podia sentir seu cheiro, seu gosto. Ela estava sendo seduzida por um animal.

“Isso mesmo, querida, deixe ele te mostrar como ele é bom com todas as suas cadelas. Abra-se para ele, querida, deixe-o usar sua língua comprida e gostosa para te preparar.”

Ângela estava completamente sob o feitiço do animal e a garota só podia obedecer enquanto abria bem as pernas e se inclinava para trás, oferecendo-se às atenções do cachorro. O cachorro aproveitou a oportunidade rapidamente e enfiou o focinho fundo em sua boceta úmida e aberta, seu nariz literalmente dentro dela enquanto sua longa língua deslizava para dentro de sua buceta saborosa. Ângela gemeu alto ao sentir a língua grossa penetrando-a repetidamente, lambendo seus fluidos até a última gota. A persistência do cachorro valeu a pena, pois ela começou a ter orgasmos intensos, jorrando sem parar. Isso só o fez penetrar ainda mais fundo, saboreando seu sêmen.

"Gostou disso, querida? Gostou de ser feita pelo meu amante? Diga-me, querida, onde está a língua do meu amante?"

A garota se aproximou, beijando sua barriga, seus seios e depois sua boca, suas línguas se entrelaçando em um beijo ardente. Sua mão apertava os mamilos enquanto o cachorro a lambia com fervor.

"Diga-me, querida... vamos... onde está a língua do meu amante?", perguntou a garota com sua voz insistente, porém sensual.

Ângela, com o cérebro registrando o prazer e o comando, respondeu em meio a uma névoa de desejo.

“Na minha xoxota… aaahhhhhhhh…” Ela gemeu quando a língua do cachorro deslizou para fora dela e girou em torno do seu clitóris, descendo até o seu ânus aberto. O cachorro levou um segundo para enfiar a língua no ânus quente e apertado dela, penetrando fundo. Ângela gritou, não de dor, mas de puro prazer com a penetração.

A garota percebeu o novo alvo do seu amante e sorriu.

“Agora, onde está a língua do meu amante, vadia?”

Ângela, com o corpo arqueando para cima a cada estocada da língua grossa e úmida dele em seu ânus, mal conseguia responder.

“No meu ânus… ohhhhh Deus…”

“Onde, amor? Onde exatamente está a língua dele?”
“No meu cu… no meu cu…” Ela gemeu em resposta enquanto começava a gozar intensamente de novo. Os pequenos jatos úmidos de gozo feminino atingiram o rosto do cachorro, que imediatamente os lambeu.

“Diga-me, querida, você gosta do que meu amante está fazendo com você? Gosta do jeito que ele está te deixando tão molhada para ele?”

A garota continuou a cutucá-la e direcionar suas respostas, levando a um prazer tão intenso que Ângela agora faria qualquer coisa por ela. Queria.

“Simmm… ohhh, sim… por favor…” Gritou Ângela, sua boceta em chamas. Ela precisava de mais. A garota sorriu e sabia o que viria a seguir.

“Vire-se, querida. Levante essa bunda gostosa e apertada para ele.”

Ângela, trêmula e excitada, fez isso, seu corpo em êxtase. Ela levantou a bunda, abriu as pernas, as nádegas bem abertas e prontas para serem montadas. Ela sabia que isso diria à enorme fera que estava pronta para transar. Para permitir que um animal fizesse sexo com ela. Ela havia se tornado uma vadia canina. O cachorro se moveu rapidamente sobre suas costas, suas patas envolvendo sua cintura enquanto se preparava para penetrá-la. Seu enorme pênis vermelho balançava duro como pedra, a pelo menos 25 centímetros do nó saliente atrás dele.

“Ok, amor, ela é toda sua. Foda-a bem, querido. Ela é uma gata. Ensine a ela como é bom ser uma cadela.”

O cachorro obedeceu instantaneamente, avançando com um puxão preciso. A enorme cabeça de seu pau deslizou para dentro da boceta molhada de Ângela com força e rapidez. Ela grunhiu de dor enquanto era esticada mais do que nunca. Mais do que Pedro jamais fora. Estava quente, queimando dentro dela enquanto ele se movia em movimentos rápidos e vigorosos. Seu corpo respondeu tão rápido quanto, e ela começou a gozar intensamente com a união deles.

A garota à sua frente começou a beijá-la, lambendo sua boca. Max assumiu o controle, seu corpo quente sobre o dela se movendo como uma máquina bestial, penetrando cada vez mais fundo em sua boceta que se alargava. Seu nó grosso batia contra a entrada da boceta e o clitóris, fazendo-a arfar de prazer.

“Nossa vadiazinha gosta do meu amante. Você gosta desse pauzão dentro dessa sua buceta apertada. Mas você tem que agradar meu amante, querida. Você tem que recebê-lo todo dentro de você. Deixe-o entrar, querida, abra essa buceta linda para ele.”

Ângela ouviu sua voz suave e, como uma escrava, obedeceu. Ela ergueu a bunda, abriu as pernas ainda mais para permitir que ele tivesse melhor acesso. Max a penetrou com força, empurrando seu nó cada vez mais fundo, ultrapassando os lábios bocetais e penetrando sua umidade rosada até estourar dentro dela, fazendo-a grunhir de dor. A grossura era avassaladora.

Doía no começo, até que ele se moveu para frente, tentando encaixá-lo corretamente dentro dela. Isso esticou os músculos da boceta dela ao limite, mas também a fez gozar intensamente, lubrificando-a por dentro para ele. Ele empurrou mais, com pelo menos trinta centímetros de pau canino dentro dela, enquanto começava a preenchê-la com jatos quentes de sêmen.

Ângela gritou de êxtase absoluto ao sentir o jato quente de sêmen dele dentro dela, como se ele estivesse urinando. Ele parou de se mover enquanto continuava a preenchê-la. Ela continuou a gozar intensamente, misturando seu sêmen com o dele. Depois de alguns minutos, ele começou a recuar, seu grande nó saindo com um estalo úmido, seguido por seu enorme pau grosso e um rio de sêmen espesso. Max se afastou dela enquanto ela permanecia no lugar, sua boceta aberta gotejando sucos de dentro dela. Suas pernas tremiam e a garota a fez deitar de costas.

Carlos se afastou, filmando toda a sequência e depois diminuindo a intensidade até o final.

"O que você achou do meu amante, querida?"

Ângela sorriu, sabendo que era óbvio para todos quantas vezes ela havia gozado no cacete do cachorro. A garota a beijou docemente, com carinho.

"Ele foi maravilhoso. Meu Deus, ele foi incrível."

A garota riu baixinho.

"Acho que Max tem outra garota para o harém dele. Eu certamente não me importaria de dividir ele ou você."
Antes de ela ir embora, Carlos se aproximou e lhe entregou outro cheque. Não era de dois mil dólares, mas de três. Ela olhou para ele confusa. Ele percebeu e sorriu.

"Querida, você é uma das melhores que já tive aqui em anos. Quero que você considere voltar e fazer mais ensaios. Acho que podemos usar nossa imaginação para te encontrar de novo. Sei que Max adoraria te ver novamente. Pelo menos pense nisso. Você tem uma oportunidade única de ganhar muito dinheiro aqui. Vou te pagar bem pelo que nossos clientes quiserem."

Ela se inclinou e beijou a bochecha dele.

"Te ligo em breve."

Quando ela saiu do estúdio, o táxi estava esperando. Seu corpo ainda vibrava de prazer. Ela estava se tornando outra pessoa. A Ângela que ela pensava conhecer não existia mais. Ela havia se tornado o que fosse necessário para cuidar de sua filhinha. Eles, seu marido e sua filha, jamais saberiam de seu segredo. Ela o manteria assim. Ela já sentia falta da emoção que a deixava tão excitada e a transformava em parte do harém de Max.

Ângela estava trabalhando como modelo há meses e não havia retornado ao infame estúdio que fez dois filmes dela fazendo coisas que ela considerava depravadas. Mas algo estava prestes a atraí-la de volta. Algo ainda mais tabu.


Ângela se viu seguindo sua rotina normal depois de meses trabalhando duro no ramo da moda. Embora tivessem se passado apenas três meses desde que começara, ela já havia ganhado dinheiro suficiente para pagar as dívidas da família e guardar um pouco para uma emergência. Ela frequentemente pensava nos ensaios com Carlos e Pedro. Mas essas lembranças pareciam se dissipar com todos os trabalhos regulares que ela começou a conseguir. Quando o telefone tocou, ela jamais imaginou que isso a levaria a mais uma fase de sua carreira. Era sua mãe, Janice. Ela não ligava há pelo menos um mês, mas recentemente começou a ligar semanalmente.

Sua mãe, assim como ela, era loira, tinha olhos verdes e continuava muito bonita. O pai a abandonou cedo por outra mulher, e a mãe morava sozinha, mas se mantinha ocupada com seu negócio de roupas, que lhe rendia um bom dinheiro. Muitas vezes, elas iam juntas à cidade para fazer compras e jantar fora, e eram frequentemente confundidas com irmãs.

Sua mãe, assim como ela, era muito sensual e teve vários parceiros ao longo dos anos. Seu corpo era semelhante ao de Ângela: cintura fina, barriga lisa e firme, seios firmes e um bumbum redondinho e bonito. Nada mal para uma mulher de 38 anos. Ela amava a mãe. Quando ligava, era sempre para falar de seus negócios e saber se a filhinha de Ângela estava bem. Chegou a mencionar algumas fotos de Ângela que havia visto em revistas. Mas hoje era diferente.

"Angie, recebi uma ligação estranha hoje de alguém que diz te conhecer e que você foi modelo para eles."

Ângela imediatamente se enrijeceu. Seu nível de estresse dobrou ao saber que, um dia, os filmes dela poderiam vir à tona. Embora gostasse tanto de Carlos quanto de Pedro, eles eram, por assim dizer, produtores de pornografia. Será que podiam confiar neles para guardar tanto segredo?

“De quem, mãe?” perguntou ela, com um tom cauteloso.

“De um rapaz, pelo que parece. Disse que se chamava Carlos. Disse que trabalhava num estúdio e que você era modelo para ele. Ele foi tão gentil. Muito simpático. Disse que viu umas fotos antigas minhas num estúdio e queria saber se eu podia posar para ele. Consegue imaginar? Eu, modelo de novo. Já faz anos.”

Ângela queria vomitar. Queria se esconder em algum lugar e dizer à mãe para fugir também, mas isso seria impossível. Além disso, ela nunca soube que a mãe era modelo. Nunca se lembrou de ter visto fotos dela em lugar nenhum.
“Mãe, quando você foi modelo? Eu não fazia ideia. Por que você não me contou?”

“Ah, querida, parece que foi há séculos. Comecei com apenas dezesseis anos. Antes de conhecer seu pai. Fiz alguns trabalhos de modelo de moda e também algumas fotos um tanto ousadas. O estúdio fez essas fotos. Então, quando seu amigo Carlos me disse que as tinha visto, fiquei um pouco nervosa, mas ele disse que estavam excelentes. Ele perguntou se eu posaria para ele de novo. Imagine só?”

Ângela sentiu-se fraca e enjoada só de ouvir o que Carlos estava fazendo. Mas como ela poderia intervir sem revelar seu segredo para a mãe? Isso partiria seu coração. Pior, o que Carlos estava planejando fazer com a mãe dela? Ela conhecia os métodos deles, sabia como eles podiam transformar uma garota em uma pervertida sexual com facilidade.

“Mãe, Carlos é um cara legal, mas ele também é um pouco ousado. Você certamente não quer fazer algo assim, quer?”

Ângela queria convencê-la a desistir dessa ideia. A ficar longe de Carlos. Mas não era tão fácil. ““Deixa-me ir aí, querida. Quero te mostrar uma coisa. Chego em uma hora.”

Ângela desligou o telefone e sabia que seria quase impossível mudar a opinião da mãe depois que ela tomasse alguma decisão. Sempre fora assim. Mas dessa vez era diferente. Ela ligaria para Carlos se precisasse impedir esse plano que ele obviamente tinha. Qualquer que fosse.

A hora passou voando e a campainha tocou. Sua mãe entrou, a abraçou e beijou sua bochecha. Depois, sentou-se no sofá, tudo num só movimento. Estava deslumbrante como sempre, e Ângela sentiu quase inveja, mas sabia que seu corpo estava mais esbelto e firme.

“Quero que você veja isso, querida.” Ela entregou à filha uma pasta com doze páginas. Ângela colocou-a no colo e abriu. Olhou, chocada, para o que viu.

“Eu tinha apenas 18 anos quando essas fotos foram tiradas. Obviamente, elas não poderiam ser publicadas neste país, por causa das leis e tudo mais. Mas foram tiradas na Europa. Eu adoro essas fotos. Foi por causa delas que eu consegui comprar a casa que temos agora. E também o negócio que possuo hoje. Parece que causei um grande alvoroço. Mas ganhei muito dinheiro.”

As fotos mostravam sua mãe, bem mais jovem, nua em poses sexualmente sugestivas que deixavam pouco para a imaginação. Ela era deslumbrante em todos os sentidos e Ângela não conseguia deixar de admirar o quão boas elas eram. Uma mostrava sua mãe com as pernas bem abertas, a boceta também exposta, molhada e convidativa. A expressão em seu rosto era de luxúria. Outra a mostrava de quatro, com as nádegas expostas e também encharcadas de fluidos. Ângela olhou para todas as fotos e corou abertamente, consciente de que sua mãe a estava observando.

“E-eu… não acredito que você fez isso, mãe. Você é tão linda. Acho que estou apenas um pouco chocada, só isso.”

Sua mãe pegou sua mão e deu um tapinha nela.

“Eu sei, querida. Não é algo que se mostre para uma criança. Mas estou interessada no seu amigo Carlos. Acho que gostaria de posar para ele de novo. Parece divertido, não acha?”

Ângela queria contar para a filha, avisá-la, mas se conteve.

“Se você precisa, mãe, mas acho que ele é um pouco demais para você.”

“Mais do que aquelas fotos? Filha, o que ele fotografou com você, se for esse o caso?”

Ela sorriu para a filha. Abraçou-a novamente e a beijou ternamente.

“Não se preocupe com a sua mãe, querida. Sempre soube me cuidar. Se o seu amigo Carlos quiser fazer fotos ousadas, talvez eu faça. Parece sexy, se é que você me entende. Vou encontrá-lo amanhã, Angie. Quer vir comigo?”

Ela sabia que sim. Precisava ir para protegê-la. Para protegê-la dos lobos. Mas quem iria protegê-la? Só de entrar naquele prédio ela já ia ficar excitada. Que Deus a ajude. Que Deus ajude os dois.
Eles pegaram um táxi até o estúdio e Ângela conduziu sua mãe para dentro, onde foram recebidas por Pedro, que sorriu amplamente como sempre, como se soubesse de algo que ela não sabia. Ela apresentou sua mãe a ele e ele as acompanhou até o estúdio, que já estava montado e pronto para uso. O cenário era extravagante, com luzes por toda parte e uma infinidade de adereços. Uma bela cama ficava no centro, adornada com sedas e muitas almofadas. Era exótico. Ela viu Carlos ajustando suas câmeras e lançou-lhe um olhar que pretendia demonstrar sua profunda irritação. Mas ele apenas sorriu e acenou com a cabeça. Ela apontou para ele, querendo conversar em particular. Pedro levou sua mãe até o camarim, com uma pequena bolsa na mão contendo sua lingerie sensual. Tudo era muito familiar.

"O que você está aprontando, Carlos? Você está mexendo com a minha mãe. Não estou achando isso nada engraçado."

Ele olhou para ela e seu sorriso se desfez, dando lugar a uma expressão séria.

“Da última vez que você esteve aqui, te deram uma grana preta. O suficiente para te fazer voltar para outra sessão. Aí você simplesmente nunca mais voltou. A gente precisava de você, querida. Precisávamos de outra sessão com você. Descobri sobre sua mãe por pura sorte e depois de algumas investigações. Ela é uma gata. Agora eu sei de onde você herdou sua sensualidade. Tal mãe, tal filha. Eu queria você aqui. E você está aqui. E ainda tem um bônus. Sua mãe.”

Ângela sentiu uma lágrima escorrer pelo rosto. Ele estava a chantageando. Forçando-a a trabalhar com eles de novo, quer ela quisesse ou não.

“Tudo bem, Carlos, eu faço outro ensaio, só deixa minha mãe fora disso. Eu faço o que você pedir… por favor.”

O sorriso dele voltou. Ele se inclinou e a beijou.

“Eu sei que vai, querida. Mas eu prometi uma sessão de fotos para sua mãe. Acho que ela merece, não acha? Além disso, ela vai render um belo ensaio… digamos assim.”

Ela teve vontade de bater nele. Obrigá-lo a parar com aquela loucura foi inútil, já que sua mãe estava completamente envolvida na sessão de fotos. Queria alimentar ainda mais seu ego já imenso. Ela se afastou de Carlos e ficou perto do fundo do estúdio, atrás da luz, observando. Imediatamente, Pedro se aproximou dela, perto o suficiente para fazê-la estremecer. Ele a fez perceber sua própria sexualidade.

“Sua mãe é incrivelmente sexy, Ângela. Acho que vamos ver fotos muito quentes hoje. Aposto que você vai adorar.”

Ângela sentia sua boceta ficando cada vez mais molhada enquanto ele sussurrava com sua voz sexy. Ela o odiava por isso e, ao mesmo tempo, desejava aquilo. Sabia que aquele estúdio faria isso com ela. A deixaria louca de tesão.

Naquele momento, sua mãe saiu do camarim com um micro body, deslumbrante. Seus cabelos loiros e lisos brilhavam, a maquiagem estava perfeita e seu corpo, exuberante. Ângela engoliu em seco ao ver a mãe daquele jeito. Tão sexy e... tão safada! Meu Deus, que lugar! Carlos assumiu o controle e pediu que ela se deitasse na cama. Ele começou a tirar fotos imediatamente, fazendo-a se sentir bem consigo mesma enquanto as fotografava. O body que ela usava era totalmente transparente, com um pequeno sutiã por baixo e uma calcinha fio dental. A mãe de Ângela estava incrivelmente sexy, e ela sabia disso. Embora nervosa, ela obedeceu a todas as ordens de Carlos.

"Que corpinho lindo, hein, querida? Vocês duas poderiam ser irmãs. Primas que se beijam."

O sorriso malicioso dele a fez estremecer de excitação, sentindo o calor em seu corpo percorrer seu corpo até chegar à sua intimidade. Ele se aproximou dela, sua mão tocando a dela. Ela não se moveu, apenas fechou os olhos. Os dedos dele deslizaram pelo seu braço, puxando-a para perto dele lentamente, com conhecimento de causa. Seu corpo respondeu tão facilmente ao seu toque. Sua respiração estava rápida e excitada, sabendo que sua mãe estava ali, a não mais de seis metros de distância.
Ele estava atrás dela novamente, seu corpo pressionado contra o dela, sabendo que a tinha em seu poder para fazer tudo o que ele lhe pedisse. Seu pênis duro como pedra, pressionando contra a calça, roçava na dela por trás, fazendo-a arfar e gemer enquanto ele o esfregava para frente e para trás. Ela, por sua vez, se impulsionava contra ele em um movimento de penetração, enquanto observava a mãe posar.

Carlos agora tinha feito a mãe abrir bem as pernas, permitindo que ele capturasse claramente o tecido rendado que mal cobria sua boceta. Ela respirava rapidamente, sabendo que aquele homem a estava fazendo posar de forma bastante ousada e sensual. Mais. Sua filha estava assistindo. Isso só intensificava as fotos e a deixava muito molhada e excitada. Sua filha a estava vendo pela primeira vez como uma mulher. Uma mulher muito sensual.

"Olha para ela, querida. Olha como ela está posando para ele. Você acha que ela está fazendo isso só para ele?"

As mãos dele encontraram seus seios e começaram a apertá-los e beliscar seus mamilos já duros. Ela gemeu baixinho, sentindo o prazer elétrico percorrer sua boceta, fazendo seu clitóris inchar.

“Ela está fazendo isso para você. Cada pose é para você ver. Ela quer que você a observe. Que sinta a sensualidade dela.”

Os dedos dele roçaram seus mamilos, fazendo-a esfregar a bunda contra ele com mais força. Uma das mãos desceu, passando pela barriga lisa dela até chegar à virilha, entre as pernas. Ela gemeu quando os dedos dele roçaram e cutucaram, deslizando sobre o tecido jeans e seu clitóris inchado.

“Olha para ela, querida. Olha como ela é gostosa. Diga que você quer transar com ela, provar a buceta dela.”

Ângela gemeu em êxtase quando a mão dele desabotoou sua calça e deslizou para dentro de sua calcinha molhada. As palavras dele eram como uma marca a ferro em sua mente, queimando sua buceta. Meu Deus, eles queriam que eu transasse com a minha própria mãe? Que tipo de pervertidos são esses? Mas ela já sabia. Ela não tinha transado com um cachorro para eles? Que coisa doentia! Mas ela tinha adorado. Cada segundo. Ela viu o filme e se perguntou quem era aquela garota que jorrava esperma da boceta em êxtase sexual absoluto. Quem estava recebendo o pau do cachorro com tanto gosto, bem fundo dentro dela? Era ela. Ela sabia até onde iria. Eles também sabiam.

Sua mãe estava agora de quatro, sua bunda redonda e firme empinada, o fio dental mal cobrindo seu ânus e boceta. Carlos fazia closes, sempre falando com ela, sussurrando. Seu rosto, uma máscara de desejo, seus olhos semicerrados, cheios de luxúria. Ele estava a excitando e ela sabia disso. O que aconteceria ali hoje? Que novo ato depravado ela realizaria para eles?

Os dedos de Pedro encontraram seu clitóris, puxaram-no, provocaram-no até que ela se contorcesse com força diante dele, sua boceta em chamas.

"Diga que você a quer? Diga que você quer transar com ela? Quero ouvir você dizer que quer enfiar sua língua dentro da boceta quente e molhada dela. Diga, querida", veio sua ordem sussurrada e profunda. Seu dedo lambia seu clitóris, fazendo-a gozar. Ela estremeceu e gozou dentro da calcinha sobre a mão dele. Mas ele não parou. Agora um dedo entrava em sua boceta, deslizando para dentro com facilidade e profundidade. Ele começou a penetrá-la lentamente. Ela sabia que sucumbiria aos desejos deles. Observou a mãe na cama, o corpo dominado por desejos lascivos e ardentes que só poderiam ser considerados tabu. Ela queria a mãe. Queria transá-la e lamber seu corpo.

"Sim... eu quero..." Ela hesitou.

"Quer o quê?" Ele insistiu.

"Eu quero transá-la. Meu Deus, como eu quero lamber seu corpo."

O dedo dele saiu de dentro dela.

"Tire a roupa. Vá até ela agora."
Era uma ordem que ela não podia desobedecer. Ela não conhecia limites. Sua vida agora era perversão. Mas sua boceta estava em chamas e ansiava por ser saciada. Ela se despiu e ficou nua. Seus mamilos duros, seus lábios bocetais inchados, assim como seu clitóris saliente. Lentamente, ela caminhou em direção à cama, vendo Carlos se afastar com um sorriso no rosto. Um sorriso de conquista, de controle. Sua mãe, deitada de costas, a viu e ambas perceberam que algo havia mudado entre elas. O ar estava carregado de calor sexual.

Ângela se moveu na cama enquanto sua mãe abria as pernas, esperando por ela. Elas se olharam com luxúria nos olhos. Ângela se posicionou entre as coxas da mãe, seu corpo pressionado contra o dela, boceta com boceta, seios com seios. Então aconteceu. Elas se beijaram apaixonadamente. Carlos estava filmando tudo, capturando cada momento para o melhor filme de todos os tempos. Mãe e filha transando.

Elas se beijaram com as línguas entrelaçadas, gemendo a cada movimento, sentindo os corpos uma da outra. A boca da mãe tinha um gosto doce e quente, e sua língua, úmida e sensual. Ângela tirou a camisola da mãe e começou a chupar seus mamilos, fazendo-a gemer enquanto esfregava a bunda contra a boceta da filha.

"Oh, minha doce e gostosa bebê. Você é tão gostosa. Ohhhhhh, me foda. Me foda gostoso, querida", sussurrou a voz suave da mãe em seu ouvido.

Ângela pressionou sua boceta úmida e aberta contra a da mãe e começou a se mover em um movimento de foda, deslizando seu clitóris sobre o dela. Ambas se esforçavam para conectar os clitóris em uma descarga elétrica de prazer. Tudo isso enquanto chupava a língua dela.

Pedro se aproximou da cama com um tubo de lubrificante na mão e começou a espalhá-lo nos pés da cama, que tinham um formato peculiar, parecido com vibradores lisos, porém muito maiores e mais grossos. Ele espalhou o gel até a base do poste de madeira e se afastou. Ângela o viu e soube o que eles queriam. Passou a língua pela barriga da mãe e depois cobriu sua boceta, chupando seu clitóris.

A mãe arqueou as costas em êxtase enquanto a filha lambia sua boceta. Sua língua deslizava pela sua vulva rosada e ânus, voltando a sugar o clitóris. Logo, a mãe gritou em êxtase, ejaculando um jato quente de líquido que escorreu pelo seu rosto até a cama.

Ela tinha um gosto tão doce, tão bom. Subindo novamente, puxou a mãe para si e a levou até o poste da cama, mostrando-lhe o que Pedro havia feito. A mãe, em puro êxtase sexual, assentiu e lambeu os lábios enquanto começava a beijar a filha intensamente. Beijaram-se por um longo tempo, seus corpos se tocando, mãos se apalpando. Então se separaram, e Ângela tomou a iniciativa. Ela se ergueu acima do poste grosso e se apoiou logo acima dele. A mãe lambeu sua boceta enquanto ela abria bem os lábios para recebê-lo.

Lentamente, ela se abaixou, sentindo a ponta enorme entrar. Ela a abriu, esticando-a. Sua mãe continuou a chupar seu clitóris enquanto ela deslizava para baixo, capturando toda a extensão. Ela podia sentir a imensidão penetrando sua boceta, seu longo comprimento desaparecendo centímetro por centímetro dentro de sua buceta bem lubrificada. Finalmente, ela sentiu a base da cabeceira. Ela a tinha toda dentro de si. Todos os trinta centímetros de madeira maciça.

“Querida, tenha cuidado. Não se machuque. Quero ver você transar com isso. Aceite tudo, querida. Mostre para a mamãe o que você sabe fazer.”

Suas palavras a incentivaram enquanto ela começava a transar lentamente com a cabeceira. Para cima e para baixo, ela dava estocadas cada vez mais profundas a cada movimento. Ela podia sentir a grossura a abrindo e a deixando tão excitada que precisava gozar. Mais rápido, ela deslizava para cima e para baixo ao longo de toda a extensão, impulsionando a cabeceira em sua boceta faminta e molhada diante de sua mãe. Ela sentiu os dedos da mãe deslizarem entre suas nádegas, procurando seu ânus, e gemeu quando um dedo foi enfiado lá dentro. Ela gozou instantaneamente, seu líquido quente escorrendo pelo poste. O dedo da mãe continuou a penetrá-la enquanto ela a penetrava mais rápido e com mais força.

Logo ela gritou quando seu corpo enrijeceu. Ela estava gozando forte novamente, jorrando um líquido espesso e cremoso pelo poste grosso e molhado. Quando parou, sua mãe a ajudou a descer. Então foi a vez dela. Ângela ajudou a mãe a se sentar no poste e observou, admirada, enquanto ela deslizava com facilidade. Sua boceta engoliu tudo até a base da cama. Ela grunhiu ao chegar ao fundo e imediatamente começou a penetrá-la com vigor.

Ângela levou um dos mamilos à boca e o chupou, sentindo-o rígido em sua boca quente, lambendo e mordendo. Isso levou sua mãe a outro nível de excitação sexual, empurrando-a com mais força e batendo sua boceta contra a cabeceira. Ela parou e gozou intensamente, seus fluidos escorrendo pela cama e pela coluna. Depois de mais alguns orgasmos, ela precisou de ajuda para descer da coluna. Ambas ficaram exaustas, se beijando e se acariciando.
Carlos continuou filmando enquanto elas se abraçavam, se beijavam e sussurravam palavras de amor. Pedro deu um passo à frente novamente e colocou um enorme vibrador de cinta perto delas. Ambas olharam para ele e a mãe de Ângela se moveu primeiro. Ela colocou o arnês e subiu de volta na cama. Ângela viu que o vibrador era enorme e tinha um formato estranho. A glande era alargada e tinha mais de 45 centímetros de comprimento.

"Se vocês, garotinhas gostosas, estão se perguntando que tipo de pau é esse, não vou deixar vocês na dúvida. É uma réplica exata de um cacete de cavalo. Quero que a mamãe use na sua filhinha. Mostre a ela como é a sensação de um caralho de verdade."

Carlos se afastou filmando depois de dar a ordem.

Ângela olhou para a réplica de borracha com admiração, assim como sua mãe, que a acariciava com as mãos, esfregando a glande alargada e subindo em direção à bainha. Ângela, de quatro, abriu as pernas ainda mais e levou a mão para trás, abrindo bem os lábios da boceta. Sua boceta gotejava líquido e sua mãe se moveu para a frente, com o enorme vibrador balançando diante dela, preso ao seu arnês. Ela posicionou a cabeça do vibrador contra a boceta aberta da filha e empurrou. O tamanho descomunal da cabeça fez Ângela grunhir de dor quando ela ultrapassou seus lábios bocetais, esticando-a ao máximo. Sua mãe percebeu seu dilema e prosseguiu lentamente, centímetro por centímetro, até que mais da metade estivesse dentro da boceta da filha.

"Você está bem, querida? Quer que a mamãe continue? Eu adoraria ver você transando com esse pau gostoso."

Ângela se virou, sorriu para a mãe e começou a empurrar contra ela, fazendo o vibrador penetrar mais fundo. Sua mãe também começou a transá-la mais rápido, agora que ela estava aceitando a grossura imensa com mais facilidade. Ambas estavam em um ritmo sincronizado, transando em uníssono. Sons quentes e úmidos de estalos emanavam da boceta de Ângela, que ficava cada vez mais molhada a cada estocada grossa e longa da mãe. Logo, ela sentiu as pesadas bolas de borracha batendo contra sua bunda.

Ela estava recebendo tudo dentro de sua boceta, esticando-a mais do que nunca. Mas o melhor de tudo era que ela estava sendo fodida pela sua mãe gostosa e sexy, que agora a penetrava com mais e mais força. Ela gozou várias vezes ao redor do enorme pênis, deixando o líquido escorrer loucamente por todo o seu comprimento até a cama. Sua mãe também gritou, gozando intensamente com o ato que estava praticando.

Logo terminaram, saciadas pelo sexo incrível que tiveram. Pelo amor que compartilharam. Se beijaram e ficaram deitadas nos braços uma da outra por um longo tempo depois.


Antes de saírem de braços dados, Carlos entregou um cheque para a mãe dela. Era de quatro mil dólares.

"Espero que nos vejamos em breve. Tenho um projeto muito sexy vindo por aí."

Ele piscou para as duas e elas riram. Quando chegaram à casa de Ângela, sua mãe a beijou com força e demoradamente.

“Amor, você foi incrível. Nunca gozei tanto na minha vida. Espero que possamos repetir em breve. Acho que vou ficar com muita vontade dessa sua bucetinha gostosa.”

“Eu sei que vou, mãe.”

Elas se beijaram e esperaram até Carlos ligar de novo.

Foto 1 do Conto erotico: Ângela se descobrindo seus mais secretos desejos

Foto 2 do Conto erotico: Ângela se descobrindo seus mais secretos desejos

Foto 3 do Conto erotico: Ângela se descobrindo seus mais secretos desejos

Foto 4 do Conto erotico: Ângela se descobrindo seus mais secretos desejos

Foto 5 do Conto erotico: Ângela se descobrindo seus mais secretos desejos


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Ficha do conto

Foto Perfil muitotesao
muitotesao

Nome do conto:
Ângela se descobrindo seus mais secretos desejos

Codigo do conto:
260100

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
22/04/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5