Marina (40) sabia exatamente o quão bonita e atraente ainda era. Seu corpo tinha a maturidade de uma mulher que vivera uma vida plena: seios fartos e volumosos, cintura fina e um bumbum redondo e firme que se destacava sob suas calças jeans de cintura alta.
Desde que seu marido se mudara seis meses atrás, ela morava sozinha com seu filho Pedro (18) em uma casa respeitável nos arredores de SP. Pedro gostava de morar com sua mãe e ainda era seu garoto — o único homem em sua vida que realmente a enxergava.
Naquela noite de sábado, Marina vestia uma camisola fina de seda preta que mal cobria seus seios e pressionava seus mamilos rígidos contra o tecido a cada movimento. Ela sentira a solidão corroendo-a o dia todo. Quando Pedro se jogou no sofá depois do jantar, ela se sentou perto dele. Perto demais. "Você está tão quieto hoje", sussurrou ela, colocando a mão em sua coxa. Seus dedos subiram lentamente, quase sem querer. "Está tudo bem, meu grandão?" Pedro engoliu em seco. Ele sentiu o calor da mão dela através do tecido fino da calça de moletom. "Sim... está tudo bem, mãe." Marina sorriu tristemente e se aproximou ainda mais. Sua coxa pressionou contra a dele. "Estou tão feliz que você esteja aqui. Desde que ele foi embora, às vezes me sinto tão... vazio. Você é o único que realmente me entende."
Sua voz suavizou, tornando-se mais íntima. "Sabe, às vezes eu olho para você e penso em como você cresceu. Como você se tornou forte. Como... másculo." Ela se inclinou para a frente, de modo que sua respiração quente roçou a orelha dele. "Passei a noite toda pensando em você, Pedro. A noite inteira. E sabe o que de repente me deixou com tanto ciúme? O pensamento de que outra garota poderia aparecer e te levar de mim. Que outra pessoa poderia ter seu toque, sua proximidade, seu... corpo." A mão dela deslizou mais para cima até que seus nós dos dedos roçaram levemente o volume na calça dele. Pedro estremeceu, mas não se afastou. "Mãe..." ele sussurrou, incerto. "Shhh... só me deixe falar", ela sussurrou. "Eu sou sua mãe. Eu te criei. E agora... agora eu preciso de você. Não como um menino. Mas como um homem." Seus dedos se fecharam em torno do caralho dele através do tecido. Já estava duro. Grosso. Poderoso. "Você consegue sentir o quanto eu te quero? Estou tão excitada a noite toda, só pensando em você." Ela se levantou, lentamente tirou a camisola pela cabeça e ficou nua diante dele. Pedro olhou para a mãe com olhos gananciosos e lascivos. Aqueles seios maravilhosamente grandes eram lindos; seu olhar foi para a boceta dela. Uma faixa de pelos bem aparada e lábios bem torneados brilhavam como uma borboleta bem na frente dele.
Marina sentou-se no colo dele, segurou o rosto dele com as duas mãos e o beijou profunda e vorazmente. Sua língua entrou na boca dele, brincando com a dele enquanto ela esfregava sua fenda úmida contra o caralho duro dele. Marina guiou as mãos de Pedro. Ele massageou curiosamente os seios dela, que eram incrivelmente macios em contraste com os mamilos rígidos. Após minutos de beijos apaixonados, Marina guiou a mão dele em direção à sua boceta. "Você sente isso?", sussurrou entre os beijos. "Isso é tudo para você. Até sua mãe está excitada com você. Quero sentir seu pau grande e grosso dentro de mim, me fondendo. Quero que você me foda como nenhum homem jamais fez, arreganhando esta boceta latejante." Pedro gemeu. Suas mãos automaticamente foram para os quadris dela. Marina deslizou a mão entre os corpos deles, abaixou a calça de moletom dele e libertou seu pau grande e poderoso.
Ela o agarrou com as duas mãos, acariciando-o lenta e prazerosamente. "Meu Deus, ele é tão grosso..." murmurou, admirada. "Um pau tão lindo e grande. E agora é meu." Ela se ergueu um pouco, posicionou a glande carnuda na entrada de sua boceta e se abaixou lentamente sobre ele. Um gemido longo e lascivo escapou de seus lábios quando o membro grosso abriu bem a sua vulva e deslizou centímetro por centímetro para dentro de sua boceta quente e apertada. "Ah, sim... tão fundo... você está realmente esticando sua mãe. Isto, laceia esta boceta", ela ofegou e começou a se mover lentamente para cima e para baixo. Seus seios fartos balançavam bem na frente do rosto dele. "Coloque-os na boca. Chupe os mamilos da mamãe enquanto eu te monto." Pedro obedeceu. Ele chupou avidamente seus mamilos duros enquanto Marina o cavalgava cada vez mais rápido. O som de sua boceta molhada batendo contra a virilha dele ecoava pela sala. Ela jogou a cabeça para trás, com os cabelos voando descontroladamente. "Me fode, Pedro! Enfia por baixo! Dá seu pauzão pra mamãe! Isso... assim mesmo! Mais fundo! Quero sentir você todo dentro!" Depois de alguns minutos, ela se virou, ficando por cima dele, agora de costas.
Ela se apoiou nas coxas dele e o cavalgou com ainda mais força. Sua bunda redonda batia contra a barriga dele a cada estocada. "Veja seu pau grosso sumir na buceta da mamãe", ela gemeu. "Veja como eu tô molhada? Como eu tô te ordenhando? Eu tinha tanta inveja de todas as outras mulheres... mas agora você é meu." Ela desceu, ajoelhou-se no sofá e ofereceu a bunda para ele. "Me pega por trás. De quatro. Foda sua mãe como uma puta safada que eu sou, me fode toda." Pedro ajoelhou-se atrás dela. Suas mãos agarraram seus quadris, a cabeça inchada de seu pau pressionou contra a entrada dela, então ele se enfiou dentro dela com uma estocada longa e profunda. Marina gritou de prazer. "Sim! Tão fundo! Seu pau enorme me preenche completamente! Me foda com força! Enfie! Quero sentir seus testículos batendo na minha bunda!" Ele estava realmente a fodendo agora. Os estalos eram altos e rítmicos. Marina arqueou as costas, seus seios pesados balançando para frente e para trás. Ela levou a mão entre as pernas e esfregou o clitóris. "Você fode tão bem, meu grandão... melhor do que seu pai jamais conseguiu... Estou tão excitada... goze... quero seu esperma... ejacula bem fundo dentro de mim!" Pedro a puxou para cima, a virou de costas e se posicionou entre suas pernas abertas. Posição de missionário. Ele deslizou fundo dentro dela, as pernas dela se enrolando em seus quadris. Marina olhou diretamente em seus olhos enquanto ele a fodia lenta e intensamente. "Me beije enquanto você me fode", ela sussurrou.
"Sinta como minha buceta ordenha seu pauzão. Eu te amo... e preciso de você dentro de mim. Goze dentro da mamãe. Me encha com seu sêmen quente. Me dê tudo!" Pedro penetrou mais rápido. Suas línguas se entrelaçaram freneticamente. As unhas de Marina cravaram em suas costas. "Vem... vem bem fundo dentro de mim! Goza em cima da xoxota da mamãe! Agora!" Com um gemido profundo e animalesco, Pedro gozou. Seu caralho grande e poderoso pulsava violentamente, e ele ejaculou repetidamente seu sêmen quente e espesso em sua xoxota trêmula. Marina gozou junto com ele, seus músculos internos o ordenhando ritmicamente até a última gota estar dentro dela.
Exausto, ele desabou sobre ela. Marina acariciou suavemente seus cabelos, beijou-o na boca e sussurrou em seu ouvido: "Você transou tão bem com sua mãe, meu garotão. Seu pauzão me preencheu completamente. Eu estava com tanta inveja... mas agora eu sei que posso ter você. Quando eu quiser. E eu quero você de novo... muito em breve. Fique comigo esta noite. Na minha cama." *Ele percebeu em que tinha se metido; ele havia transformado sua mãe em uma viciada em sexo.
Na manhã seguinte, às 7h30, Marina já estava no chuveiro. A água morna caía em cascata sobre seus seios fartos e maduros e escorria em pequenos filetes por sua barriga lisa até sua boceta lisinha. Ela havia deixado propositalmente a porta de vidro do grande box aberta. Pedro entrou no banheiro descalço. Seu pau grande e poderoso pendia pesado entre as pernas e começou a se contrair só de ver sua mãe nua. Marina se virou, sorriu sedutoramente e estendeu a mão. "Venha cá, meu garotão. Vamos começar o dia bem." Ele caminhou em direção a ela sob o jato quente de água. Imediatamente, Marina pressionou seu corpo molhado contra o dele, envolveu seus braços em volta do pescoço dele e o beijou profunda e romanticamente. Suas línguas dançavam lenta e ternamente enquanto a água escorria por seus rostos. O beijo tornou-se mais apaixonado, mais voraz. Sua mão direita deslizou para baixo, agarrou seu caralho já duro como pedra e começou a acariciá-lo lenta, mas firmemente. O sabão deixava tudo escorregadio e barulhento.
"Mmmh... já tão duro para sua mamãe de novo", ela sussurrou entre os beijos. "Quero sentir você gozar na minha mão. Goze para mim, Pedro. Me dê seu primeiro esperma do dia." Sua mão se moveu mais rápido, o polegar circulando a glande inchada. Pedro gemeu em sua boca, seus quadris se contraindo. O beijo romântico tornou-se mais selvagem, quase desesperado, enquanto Marina o acariciava com maestria. "Vamos... goze na barriga e nos peitos da mamãe", ela sussurrou. "Quero ver." Com um gemido profundo, Pedro gozou. Jatos grossos e brancos de seu sêmen quente espirraram sobre os seios úmidos e a barriga de Marina. Ela sorriu satisfeita, esfregou o sêmen em sua pele com a mão e o beijou ternamente mais uma vez. "Bom garoto. Isso foi só o começo." Eles não tomaram café da manhã. Em vez disso, foram direto para o grande jardim, cercado por altas sebes, completamente nus.
O sol estava quente, a piscina brilhava convidativamente. O dia todo, eles não usaram nada — nem mesmo uma toalha. Eles eram conhecidos na vizinhança como uma família naturista, e era justamente isso que tornava o risco tão excitante. Marina pegou uma garrafa de vinho espumante e duas taças, junto com uma tigela de morangos e sorvete de baunilha. Eles se deitaram nas espreguiçadeiras largas à beira da piscina. Pedro deitou de costas, seu grande caralho repousando pesadamente sobre o estômago. Marina o montou, pegou uma colherada de sorvete e lentamente a deixou cair em seu peito. "Relaxe, meu grandão... antes que eu te excite de novo." Ela se inclinou para a frente e lambeu o gelo da pele dele enquanto sua boceta molhada roçava em seu caralho. Em segundos, ele estava duro como pedra novamente. Marina se ergueu um pouco, guiou seu membro grosso até sua entrada e lentamente se abaixou sobre ele. "Ahhh... sim... assim mesmo, Pedro", ela gemeu e começou a cavalgar nele devagar. Seus seios fartos balançavam a cada movimento. "Foda sua mãe na espreguiçadeira... deixe os vizinhos assistirem."
E eles observaram. Ana e Carlos estavam "de repente" cuidando do jardim, e o primeiro "Olá, Marina!" veio por cima da cerca. A mãe acenou de volta enquanto continuava a rebolar. "O-o-o-oi vocês dois, como vão!" ela chamou alegremente enquanto o grosso pau de Pedro desaparecia dentro dela. "Um belo dia hoje, não é?" O vizinho assentiu com um sorriso e observou um pouco mais do que o necessário enquanto a bunda de Marina se movia ritmicamente para cima e para baixo. Pedro estava "escondido" sob uma toalha; o risco só o excitava mais.
Ele agarrou os quadris dela e penetrou com mais força. A boceta suculenta da mãe parecia um paraíso. Pedro penetrou com mais e mais força enquanto Marina quicava para cima e para baixo, o que o vizinho observou com espanto. "Goza dentro de mim", ela ofegou. Pedro gozou com um grunhido profundo e ejaculou sua segunda vez dentro da boceta dela. Depois da transa, eles foram para a piscina. A água fresca acariciou seus corpos aquecidos. Marina se segurou na borda da piscina, oferecendo sua bunda redonda para Pedro. Ele ficou atrás dela na água até a cintura e enfiou seu pau ainda duro nela por trás.
"Me fode aqui fora, onde todo mundo pode ver", ela sussurrou. "Enfia... forte." Pedro a fodeu de pé por trás, a água espirrando a cada estocada. A vizinha deles, Ana, do outro lado, acenou para eles enquanto regava as flores. Marina acenou de volta, gemendo alto. "Bom dia! A água está maravilhosa hoje!" O risco os excitou imensamente. Pedro ejaculou sua terceira vez dentro dela, de pé, enquanto a vizinha observava, aparentemente alheia.
Por volta do meio-dia, eles estavam de volta às espreguiçadeiras. Marina trouxe mais gelo e vinho espumante. Os dois saborearam o momento e, instantes depois, ela sentou no rosto de Pedro e o deixou lamber sua boceta profundamente enquanto ela cuidava de sua ereção. O tempo voou enquanto eles se entregavam à posição 69 sob o sol brilhante. Depois, ela se virou, sentou-se sobre ele novamente e o cavalgou lenta e prazerosamente até que ele chegasse ao clímax. Ele não estava longe disso depois do incrível sexo oral — a quarta vez naquele dia. Pedro gozou dentro dela novamente enquanto se beijavam apaixonadamente.
No início da tarde, Marina quis repetir a dose na piscina. Desta vez, nadou de costas, segurou a borda e abriu as pernas. Pedro nadou entre suas coxas e a penetrou sem trégua na água. Seus seios saltavam acima da superfície a cada estocada. Mais uma vez, um vizinho acenou em cumprimento amigável. O risco fez Pedro gozar — sua quinta ejaculação poderosa jorrou fundo na boceta da mãe. Depois, ambos se deitaram na grama e relaxaram à sombra das árvores até que Marina se deitou com as pernas bem abertas, de frente para Pedro. Com as pernas bem abertas, ela agora tinha controle total sobre Pedro. Ele se ajoelhou entre ela, a dedilhou e provocou o clitóris da mãe com a língua; Ele dominava a técnica porque a fenda da mãe estava escancarada e se contraía avidamente em busca do caralho de Pedro.
Ele se deitou lentamente sobre ela, que se apoiou com os braços, posicionou-se embaixo dele e enfiou seu caralho com toda a força na boceta da mãe. Marina estava no sétimo céu; ela gemia alto, selvagemente e sem restrições. Pedro a penetrou com força desde a primeira estocada; o som alto e rítmico das batidas podia ser ouvido por todos os vizinhos. Ele transou com a mãe até o pôr do sol, até ejacular violentamente dentro dela. Depois, o sol estava baixo no horizonte e banhou seus corpos nus em luz dourada. O sêmen que escorria de sua boceta parecia uma obra de arte.
Mais uma vez, meu garotão. Nosso amor é algo muito especial, e sexo é a única maneira certa de lidar com ele. Agora seja um bom menino e dê seu esperma para a mamãe. Pedro penetrou fundo e firmemente. Suas línguas brincaram juntas enquanto ele a penetrava lenta e intensamente. Quando gozou, ejaculou sua sexta vez fundo em sua boceta. Marina gozou com ele; as pernas dela tremiam, ela cravou as unhas nas costas dele e gemeu o nome dele em voz alta.
Exaustos, eles desabaram. Marina acariciou suavemente a bochecha dele e o beijou longa e carinhosamente. "Você transou com a sua mãe tantas vezes e tão bem hoje", sussurrou ela, satisfeita. "Você gozou dentro de mim seis vezes. Estou tão cheia do seu esperma... e tão feliz." Eles ficaram deitados nus no jardim por um longo tempo, terminando o vinho espumante e comendo o resto do sorvete. Os vizinhos já tinham parado de olhar há muito tempo — ou pelo menos fingiam que sim.
Para Marina e Pedro, tudo parecia perfeitamente normal e, ao mesmo tempo, proibitivamente excitante. Ao pôr do sol, Marina pegou delicadamente o caralho grande e poderoso dele na mão mais uma vez, beijou a glande e sorriu. "E amanhã faremos exatamente a mesma coisa de novo... só que talvez por um pouco mais de tempo." Eles se levantaram, caminharam de mãos dadas, nus, de volta para dentro de casa e desapareceram juntos no quarto.
O dia tinha sido perfeito — uma maratona sexual selvagem, ensolarada e repleta de esperma entre a mãe e Pedro, que estava longe de terminar