Parecia que os dias estavam passando lentamente face a minha grande saudade daquela mulher maravilhosa. Sábado, quase meio-dia, eu fui direto ao condomínio no qual moravam os pais da Charli que estava ali desde sexta-feira à tarde. Ela me recebeu trajando um vestido curto azul claro com detalhes de renda branca nas alças e na borda - era possível ver os contornos do sutiã e da minúscula calcinha marcando o tecido de algodão.
Eu engoli em seco ao ver as curvas da Charli, disfarcei a minha tentação de agarrá-la logo devido os seus pais; as duas últimas vezes que nós fizemos amor tinha sido forçado por mim no seu apartamento e depois na sala de aula da escola de Informática onde ela cursara Design Gráfico. O almoço não demorou a ser servido; depois nós quatro assistimos séries televisivas - os seus pais se recolheram porque a Laura quis repousar na suíte do casal no segundo piso.
No início da noite, eu e a Charli fomos para a varanda frontal da casa a fim de conversarmos sobre a nossa reconciliação afetiva - nos perdoamos e começamos a namorar em um banco estofado de dois lugares. As casas do condomínio não tinham muros nas frentes, assim quem passava na calçada nos via no maior amasso cheio de desejo acumulado. A luz da sala de estar ficou desligada, se um dos pais dela fosse ao ambiente, nós saberíamos pela lâmpada sendo ligada; a varanda também ficou na penumbra iluminada pela claridade vinda da rua.
Nos beijamos com volúpia, o tesão saindo pelos poros de nossos corpos sedentos por uma boa transa; nossos sexos molhavam a minha cueca e a sua calcinha respectivamente. Eu estava de camiseta e bermuda; Charli passou as pernas sobre a minha coxa direita, a minha mão direita correu da costa ao bumbum macio, a mão esquerda tocou a sua cintura descendo à sua vagina tufada que eu encaixei com os dedos enquanto eu beijava a boca e chupava o pescoço.
A loira gostosa se contorcia em meus braços inclinando o corpo para ser explorado por mim. A minha mão esquerda acariciava os seios durinhos, a outra subia o vestido curto e apertava as nádegas redondas e empinadas. Eu voltei a mão à sua xana delicada, tocando o clitóris por sobre a calcinha lilás claro com detalhes de renda branca que ficou manchada pelo mel que escorria da sua gruta pequena.
A sua nuca era arranhada pela minha mão direita, eu lambia o pescoço, beijava a sua boca gulosa, ela se entregava a mim sentindo prazer que eu captava pelas reações do seu corpo maravilhoso. Nós estávamos em um tesão mútuo tão imenso que somente nesse momento notamos um casal passeando, com dois cachorros, dando idas e vindas lentamente olhando os nossos movimentos sensuais com a bunda grande da diva aparecendo.
Não dava para entrarmos e fazermos amor dentro da casa devido os pais da loira boazuda - então, o jeito era ficarmos sob olhares de algumas pessoas que transitavam naquela área do condomínio. A noite caiu de vez, ficou um pouco mais escuro na varanda. Eu abri o zíper da minha bermuda liberando o pênis da cueca; eu meti as mãos debaixo do vestido da Charli que sentou com os pés apoiados no assento do banco esfregando a vagina em meu pênis duro e melado.
O nosso atraso era latente deixando o nosso pudor para depois porque não nos importávamos com quem pudesse nos ver fazendo amor na varanda - e era certo que alguém nos espiava naquele ato sexual desenfreado. A nossa voracidade aumentou quando eu afastei a calcinha da Charli para o lado apertando o pênis no clitóris, esfregando o pau ereto na xana delicada, colocando a glande na entrada da fenda apertada.
O cheiro de sexo se misturou àqueles dos nossos corpos suados e loucos para amar. Eu coloquei a mão debaixo da xana depilada com a palma girando sobre o grelo e o dedo médio entrando e tocando o ponto G; ela suspirou fundo, se arrepiou, lambeu meu pescoço, apertou a minha mão com a vagina e estremeceu em um orgasmo magnífico.
Charli se segurou no encosto do banco, ergueu o corpo trêmulo procurando o meu pênis com a sua gruta úmida. A mão macia da mulher fogosa pegou o pau duro levando à xana apertada e sentou de uma vez quase forçando a minha penetração - parecia que ela estava se acostumando a sexo forçado, porém dessa vez a vagina estava bem lubrificada.
As minhas mãos na sua cintura tentaram conduzir os nossos movimentos, mas Charli era quem realmente comandava o nosso amor fazendo o meu pênis desaparecer e surgir da sua vagina estreita e molhada nos direcionando para orgasmos intensos. Ela beijou a minha boca com as nossas línguas se buscando e intensificou a sua cavalgada em meu pênis inchado que era comprimido pela xana deliciosa.
O seu corpo tonificado estremeceu novamente com um gozo arrebatador na vagina tufada que recebeu a minha ejaculação enchendo o canal e escorrendo quando o pênis saiu com os nossos líquidos misturados. Nós permanecemos quietos relaxando e nos beijando ternamente.
Charli foi se limpar no lavabo da sala de estar trazendo papel higiênico para eu me limpar também. A lâmpada da sala de estar foi acessa pela sua mãe nos chamando para o jantar - nós já havíamos comido um ao outro e rumamos à sala de jantar.
Após a refeição, eu me despedi dos pais da Charli; nós dois ficamos na varanda namorando e combinando um encontro em seu apartamento brevemente, pois as garrafas de vinho que eu deixara ali ainda estavam intactas e o fogo da paixão continuava acesso em nossos corações.




