Assim que a minha esposa saiu eu me levantei, tomei um banho, coloquei um tênis e uma roupa de treino e fui correr na Praia da Costa, eu precisava aliviar a tensão de alguma forma e correr me pareceu uma excelente opção.
Após 8km de corrida eu estava de volta, completamente suado. Assim que entrei na casa vi Aline deitada na espreguiçadeira, de bundinha para cima, linda, provocativa, cheia de más intenções pegando sol. Era quase impossível não olhar aquele corpo lindo bem ali debaixo do meu nariz.
Eu estava na cozinha tomando meu suplemento quando ela entrou, estava usando um biquini, azul claro, de lacinho. Se aproximou e me deu um beijo no rosto e em seguida sentou-se no meu colo, de frente para mim, como se fosse cavalgar.
Tentei me levantar, mas ela me beijou e honestamente, por mais que eu pensasse na minha esposa, naquele momento eu fraquejei e a beijei também. Mais que isso, deslizei as minhas mãos pelo seu corpo, soltei o laço da parte de cima do biquini e cai de boca naquele par de seios pequenos, durinhos, com bicos rijos. Ela apenas rebolava na minha rola e gemia, pedindo que eu não parasse de mamar.
Enlouquecido e fora de mim, eu a levantei e a coloquei sentada em cima da mesa, abri suas pernas, coloquei a calcinha de lado e comecei a beijar, lamber, cheiras e chupar a sua buceta. O gosto doce do seu mel invadia a minha boca, ela segurava a minha cabeça guiando os movimentos até que um orgasmo explosivo veio à tona e eu suguei até a última gota do seu prazer.
Quando nos preparávamos para subir para o quarto dela o interfone tocou. Tomamos um susto, meu coração estava disparado e ela nua saiu correndo para o banheiro para se vestir. Quando abri o portão era um profissional da prefeitura querendo vistoriar a casa para ver se havia foco de Dengue na residência. Meu corpo tremia, a minha boca cheirava a buceta.
Assim que ele terminou, saiu e ela veio, mas ai minha tecla de juízo já estava ligada de novo e eu achei que seria melhor a gente segurar um pouco, afinal de contas seria uma traição dupla com a minha esposa.
Mas Aline estava disposta a tudo e disse com todas as letras que não descansaria até conseguir me levar para a cama. O pior é que eu já nem conseguia mais me garantir, eu estava louco para foder aquela menina de todas as formas, mas a minha consciência falava para eu segurar a minha onda.
O dia seguinte começou com muita chuva, minha esposa saiu cedo para o trabalho e meia hora depois um verdadeiro dilúvio se abateu sobre a cidade.
Raios e trovões explodiam no céu escuro. Em seu trabalho a minha esposa me mandava mensagens relatando seu medo, enquanto isso, Aline invadia nosso quarto apenas de calcinha e sutiã dizendo que estava morrendo de medo e enfiou-se debaixo do edredom colado seu corpo junto ao meu . Eu mal conseguia disfarçar, não tirei os olhos de seu corpo até que ela se enfiou debaixo do edredom dizendo estar com medo da chuva. Imediatamente seu corpo colou no meu, estava quente.
Sua pele suave, roçava na minha me causando arrepios e é claro fazendo meu pau latejar. Ela percebeu, olhou pra mim e sorriu.
Sim! Não resisti e a beijei novamente, já me posicionei de uma forma que ela sentou em cima de mim. ela mesmo tomou a iniciativa de se librar do sutiã e me ofereceu seus seios para que eu me deliciasse.
Eu chupava forte, mordia os bicos enquanto com as mãos ia colocando a sua calcinha de lado.
Aline gemia, beijava a minha boca, meu pescoço, meu peito e foi descendo até abocanhar meu pau. Nesse momento eu delirei e chutei o balde para bem longe e pedi que ela sentasse na minha boca.
Começamos um sessenta e nove que parecia que não terminaria nunca, pois ela gozava com tanta facilidade que a minha cara foi ficando lambuzada.
- Agora que eu quero pica tio!
Ela se encavalou em mim, pincelou a cabeça do pau bem na porta da buceta e depois arriou o corpo deixando meu cacete invadir sua grutinha quente e melada. Depois de alojar a rola, Aline começou o seu show. Ela quicava, subia descia, rebolava, esfregava em mim e gozava, gozava muito.
A gente ia mudando de posição a cada orgasmo dela. De quatro na beirada da cama, ela se abriu toda e pediu que eu a fodesse com força segurando aquela ninfeta pelas ancas. Aline era safada, novinha, mas sabia bem o que lhe dava prazer. Apanhar na bunda e na cara era lhe deixava louca e os tapas no rabo e na cara foram acontecendo normalmente.
- Quero o cuzinho!
- Come, é seu.
Antes de rasgar as suas pregas eu me ajoelhei entre as suas pernas e chupei muito seu rabinho, ela rebolava na minha cara, esfregava o cu na minha boca e pedia para eu meter a língua até onde desse.
Quando comecei a empurrar a rola ela passou a rebolar, me olhava por cima dos ombros e sorria que nem uma vagabundinha. Ela sabia que estava me enlouquecendo, que dificilmente aquela seria a nossa única trepada.
Com o pau espetado em seu rabo eu comecei a foder com força, ela gemia, eu metia cada vez mais forte e batia em seu rabo deixando cada vez mais marcado.
Aline gemia muito, gozava de pingar na cama, eu socando e o suor escorrendo por todo meu corpo quando senti que estava prestes a gozar e com movimentos fundo e intensos explodi em jatos de porra lhe enchendo o cuzinho de leite.
Naquele dia a gente trepou até meu pau doer, a cabeça ficou esfolada na última vez que eu gozei quase não saiu mais porra. nos trepamos na minha cama, na cama dela, no sofá, no banheiro e na piscina. A menina não cansava nunca, sempre querendo mais.
Durante trinta dias a gente viveu uma história louca recheada de sexo, traição e muitos fetiches.
Fim




