A Mulher do Padeiro - 4

A mulher do Padeiro (5/6)

Há 6 horas

Nada nos parava, um dia depois do expediente, entrámos no comboio suburbano de Lisboa para Amadora e, como era costume nas tardes quentes de agosto, o vagão estava lotado de corpos suados, espremidos uns contra os outros, o ar denso de calor humano e perfume barato.
Encostei-me às costas dela sem disfarce, o peito contra as omoplatas pequenas, o caralho já meio duro a pressionar entre as nádegas redondas através dos tecidos finos, a minha camisa de linho leve e as calças finas, o vestido dela quase inexistente. O balanço do comboio fazia o meu pau roçar devagar contra o olho do cu dela, sentindo o tecido da calcinha fina a ceder, o calor que emanava da cona branquinha a irradiar como um forno.

Ela arqueou ligeiramente as costas, empinando o rabo contra mim “sem querer”, e eu senti o olho do cu piscar, contrair-se, como se o corpo dela implorasse por mais. O suor escorria-nos pela pele, colando-nos, o cheiro a excitação fresca a subir no ar abafado do vagão. Os passageiros à volta nem imaginavam, mas eu sentia cada pulsação: o clitóris sensível dela latejando contra a costura da calcinha, a cona a lubrificar-se de novo, molhada e gulosa, pronta para engolir-me outra vez. Os meus colhões pesados roçavam contra as coxas dela, o pré-gozo a babar a ponta do caralho e a manchar as calças. Não aguentámos. A meio do percurso, numa paragem qualquer antes de Amadora, ela virou a cabeça, olhos vidrados de tesão, e murmurou rouca: “Desce comigo… preciso de ti agora”.
Saímos para o calor da rua, o parque urbano ali perto ainda cheio de gente no fim de tarde de verão, mas procurámos um canto mais discreto, o coração aos saltos com o risco. Encontrámos um banco isolado atrás de uns arbustos, mas não estávamos sozinhos, a uns dez metros, um velho lia o jornal num outro banco, óculos no nariz, alheio ao mundo. “

Que se foda”, sussurrou Paula, o vestido a colar-se ao corpo suado. Sentei-me no banco, tirei o caralho para fora das calças – grosso, veias inchadas, cabeça vermelha e brilhante de lubrificação e ela puxou a calcinha de lado com dois dedos, a cona despigmentada exposta por um segundo: lábios branquinhos inchados, clitóris protuberante e sensível, já escorrendo sucos claros. Sentou-se em cima de mim de uma vez, o vestido a cobrir-nos como um manto discreto, a cona encharcada engolindo o caralho todo num só golpe quente e escorregadio. O gemido abafado que saiu da garganta dela foi puro animal, o corpo pequeno a tremer ao sentir-me inteiro dentro, as paredes da cona a apertarem-me como uma luva viva e molhada.
Começou a mover as ancas devagar ao princípio, discreta, o rabo redondo a subir e descer quase impercetivelmente, o clitóris branquinho a roçar na base do meu pau a cada descida. Eu sentia tudo: o calor apertado, a textura cremosa dos sucos dela misturados com a porra que ainda restava do dia inteiro, o cheiro forte a cona fresca a invadir o ar quente do parque.

As mãos dela apoiadas nos meus ombros, unhas cravadas, o suor a escorrer-lhe pelo vale entre os seios pequenos. Mas o velho percebeu. Levantou os olhos do jornal, fixou-nos, a mão a desaparecer devagar dentro das calças. Paula viu-o e sorriu, um sorriso sujo e libertino. “Que se foda… vamos dar ao velhote um espetáculo para ele se lembrar até morrer”, murmurou e acelerou. Subiu e desceu no meu caralho com fúria, o vestido a subir e a revelar por segundos o cu todo aberto, a cona branquinha engolindo o pau moreno até aos colhões, os sucos a escorrerem pelas minhas bolas. Eu apertava-lhe as ancas com força, guiando o ritmo, metendo de baixo para cima com estocadas curtas e profundas que faziam o banco ranger. O velho já se punhetava descaradamente, a mão a mover-se dentro das calças, olhos vidrados no espetáculo.

O prazer era insuportável: o risco de alguém passar, o sol a bater na pele suada, o som molhado da cona dela a engolir-me cada vez mais alto, o cheiro a sexo cru misturado com o perfume das árvores. Ela gemia baixo contra o meu pescoço, voz quebrada: “Sente como a cona me aperta… estou a vir-me outra vez por causa dele a ver”. O clitóris sensível latejava contra mim, o corpo dela a tremer em ondas, sucos a jorrarem e a encharcar-me as coxas. Eu não aguentei: agarrei-lhe o rabo com as duas mãos, meti fundo e descarreguei jorros grossos e quentes bem no fundo do útero, enchendo-a mais uma vez enquanto ela se vinha com força, a cona a contrair-se em espasmos violentos à volta do meu caralho. O velho gozou também, visivelmente, o corpo a sacudir-se no banco distante. Ficámos ali um minuto, ofegantes, o caralho ainda dentro dela a amolecer devagar, a porra a transbordar e a pingar para o chão do parque. Paula levantou-se, compôs o vestido com um sorriso saciado, e voltámos para apanhar o próximo comboio como se nada tivesse acontecido, o cheiro a sexo fresco a seguir-nos como uma sombra.

Dias depois, o grupo sabia de tudo, não havia segredos naquela tribo. Comentavam ocasionalmente o caso carnal intenso que a Paula tinha tido com um motorista da empresa anterior, um gajo que comia as duas casadas do grupo sem pudor. A ideia fermentou na minha cabeça como um vinho forte. Numa das noites seguintes, em casa dela na Amadora, depois do marido sair e o filho dormir, estávamos na cama dele a foder devagar, o meu caralho enterrado fundo na cona branquinha, estocadas lentas e profundas que a faziam gemer contra a almofada quente.

Enquanto a comia de lado, uma perna dela erguida, o clitóris sensível roçando nos meus dedos, sussurrei-lhe ao ouvido a fantasia que me consumia: “Quero comer duas conas ao mesmo tempo… imaginar-te e à outra casada, as duas a implorarem pelo meu caralho”. Os olhos dela brilharam, a cona contraiu-se violentamente à volta do pau e ela veio-se com um orgasmo tão intenso que quase me espremeu, o corpo pequeno a arquear, sucos a jorrarem em cascata, gemidos roucos abafados na almofada. “Porra… isso dá-me tanto tesão”, confessou ofegante, unhas cravadas nas minhas costas. “Eu falo com a Ana… ela vai topar.”

Passaram-se semanas de tensão crescente, rapidinhas no armazém da Pastelaria a ganharem um sabor novo, o segredo da fantasia a tornar cada foda mais urgente. Até que Ana, a outra casada, mulata alta, curvas voluptuosas, ancas que balançavam como uma promessa, anuiu. Teria de ser durante o expediente, para não levantar suspeitas em casa: o marido dela estava no estrangeiro, mas ela vivia com os sogros e dois filhos pequenos, mas o desejo falava mais alto. Faltámos os três, inventámos desculpas individuais e fomos para um hotel barato perto da pastelaria, em Lisboa, quarto simples com cama larga e cheiro a lençóis lavados.

Mal a porta se fechou, o ar carregou-se de tesão elétrico. Beijámo-nos os três ao mesmo tempo, línguas entrelaçadas num nó molhado e salgado, saliva a escorrer pelos queixos, as mãos a explorarem corpos – os meus dedos na cona branquinha de Paula e na rata carnuda e escura de Ana, sentindo as duas já encharcadas.
Despimo-nos devagar, pele contra pele, o contraste brutal: o corpo pequeno e despigmentado de Paula contra as curvas generosas de Ana, o meu caralho moreno latejando entre elas. As duas ajoelharam-se e fizeram-me uma mamada gulosa e partilhada: bocas quentes a revezarem-se no pau, línguas a lamberem as veias salientes, beijando-se com o caralho no meio, saliva grossa e brilhante a pingar pelas bolas, o som obsceno de chupadelas e gemidos a encher o quarto. “Quero as duas conas na minha boca”, grunhi, e deitei-as lado a lado na cama, pernas abertas. Mamei-as alternadamente: língua fundo na cona branquinha de Paula, chupando o clitóris sensível até ela se vir na minha cara, sucos doces a jorrarem, depois passando para a rata carnuda de Ana, dedos enfiados fundo nas duas ao mesmo tempo, sentindo as paredes diferentes apertarem-me, uma apertada e hipersensível, a outra quente e elástica. O cheiro era avassalador: duas conas molhadas, suor de verão, perfume misturado.

Elas iniciaram um 69 tórrido, línguas a lamberem clitóris e buracos, gemidos abafados nas coxas uma da outra, sucos a escorrerem pelas caras. Eu admirei o espetáculo, o caralho na mão a latejar, depois enfiei-o na cona da Ana que estava por cima, fodendo-a com força bruta enquanto os líquidos misturados escorriam diretamente para a boca de Paula, lambuzando-lhe a cara toda. Mudei para a cona de Paula, depois voltei, alternando sem parar, o quarto a cheirar a sexo puro, porra, cona e suor. Fodemos em todas as posições imagináveis: eu deitado, elas cavalgando-me uma de cada vez, conas a subirem e descerem no meu pau enquanto se beijavam; as duas de quatro lado a lado, eu a comer uma enquanto metia dedos fundo na outra, o som molhado das estocadas a ecoar. Valia tudo, línguas no cu, dedos no cu, mamadas partilhadas. Gozámos vezes sem conta: eu enchendo-as de esperma quente, elas vindo-se com gritos roucos, corpos trémulos e suados colados uns aos outros. Durou até à hora do final do expediente, exaustos, conas e cu cheios, caras lambuzadas. Saímos do hotel como se fosse um dia normal na pastelaria, corpos marcados, o melhor dia da minha vida até então.

Mas o fogo, como tudo o que queima demasiado forte, começou a dar sinais de cansaço. A novidade desgastava-se, as fodas tornavam-se menos urgentes, o risco perdia o sabor. Ainda nos comíamos de vez em quando, umas rapidinhas roubadas, noites na Amadora, mas o calor inicial já não queimava da mesma forma. Eu sabia que o fim se aproximava, que em breve mudaria de emprego e tudo se desvaneceria. Por agora, porém, ainda havia o gosto dela na boca, o cheiro das duas conas misturadas na pele e a memória daquela tarde no hotel a latejar nos colhões como uma última chama antes da cinza.

Ana era o oposto perfeito da Paula, e foi exatamente isso que me deixou viciado nela desde o primeiro olhar cúmplice na pastelaria. Alta, mulata de pele quente e brilhante como caramelo escuro, corpo cheio de curvas generosas que pareciam desenhadas para serem agarradas com força. Tinha ancas largas e carnudas que balançavam de forma hipnótica quando caminhava pelos corredores da pastelaria em Lisboa, o rabo grande e redondo a tensionar o tecido das saias justas, as coxas grossas e firmes que se roçavam uma na outra com um som quase audível de pele contra pele. Os seios eram pesados, volumosos, com mamilos escuros e grandes que se marcavam na blusa fina nos dias de calor, pedindo para serem chupados e beliscados até ela gemer rouca.

O cabelo era crespo e solto, cheirando a coco e a algo mais selvagem, e quando se ria alto mostrava dentes brancos perfeitos e uma língua grossa que eu imaginava enrolada no meu caralho desde o primeiro dia.
Diferente da Paula, que era baixinha, discreta e com aquela cona branquinha e hipersensível, Ana era pura força e volume. A cona dela era carnuda, lábios grossos e escuros que inchavam rápido com a excitação, o interior quente e cremoso, tão molhada que os sucos escorriam pelas coxas só de ser olhada com intenção. O clitóris era grande, protuberante, perfeito para ser chupado como um pequeno pau, e ela vinha-se com facilidade, mas demorava a esgotar-se, conseguia ter orgasmos seguidos, o corpo alto a tremer, o rabo a sacudir, gemendo alto sem vergonha nenhuma.

Era casada com um homem que trabalhava no estrangeiro, dois filhos pequenos, mas a cona dela vivia em fome permanente. O marido mal a tocava quando vinha de férias, e ela confessou-me depois que passava noites inteiras a masturbar-se com o dedo grosso enfiado fundo, imaginando caralhos mais novos e mais duros a rasgarem-na.
No passado, antes de mim, Ana e Paula já tinham partilhado o mesmo homem, o motorista Rui. Ela contava-me isso com a voz rouca, enquanto me cavalgava devagar na cama do hotel, a cona escura engolindo o meu caralho centímetro a centímetro. “Ele comia-me o cu com mais força que a Paula aguentava… eu pedia para ele meter fundo, até sentir as bolas a baterem no meu pito.

” Uma vez, os três tinham fodido no carro dele estacionado na zona industrial de Lisboa, Ana de quatro no banco de trás, o vestido puxado para cima, o rabo grande empinado. Rui comeu-a primeiro na cona, bombando com estocadas brutas que faziam o carro balançar, depois cuspiu no olho do cu dela e enfiou o bacamarte devagar, centímetro a centímetro, até ela sentir o pau todo dentro do intestino. Paula estava debaixo, a mamar-lhe a cona enquanto Rui lhe fodia o cu, línguas e caralho misturados num vórtice de gemidos e sucos. Ana veio-se tão forte que mijou um pouco na cara da Paula, o corpo alto a convulsionar, o cu a apertar o caralho do Rui até ele descarregar fundo no intestino dela.

Comigo, Ana entregava-se de forma ainda mais selvagem. Depois daquela primeira foda a três no hotel, procurámo-nos várias vezes sozinhos. Uma tarde, faltámos os dois e fomos para o mesmo hotel. Mal a porta fechou, ela empurrou-me contra a parede, ajoelhou-se e fez-me um broche profundo e guloso: boca quente e molhada a engolir o caralho até à garganta, saliva grossa a escorrer pelas bolas, os olhos escuros fixos nos meus enquanto engasgava de propósito, lágrimas de prazer a correrem. “Quero engolir-te todo, quero sentir o teu caralho latejar na minha garganta”, murmurava entre chupadelas, a língua grossa a lamber as veias.

Depois levantou-se, tirou o vestido num gesto rápido e deitou-se na cama de pernas abertas, o rabo grande a esmagar os lençóis. “Mama-me a cona primeiro… quero vir-me na tua cara antes de me foderes.”
Ajoelhei-me e enfiei a cara entre aquelas coxas grossas e quentes. O cheiro dela era forte, almiscarado, quase animal – cona molhada, suor de verão e um travo doce que me deixava louco. Abri-lhe os lábios carnudos com os dedos e chupei o clitóris grande, rodando a língua devagar, depois rápido, enfiando dois dedos fundo na cona apertada e cremosa.

Ana arqueava as costas, as mãos grandes a apertarem os próprios seios, beliscando os mamilos escuros. “Chupa mais forte… lambe o meu pito todo… porra, vou-me vir!” Veio-se com um grito rouco, os sucos a jorrarem na minha boca, o corpo alto a tremer, as coxas a apertarem-me a cabeça como se quisesse sufocar-me de prazer. Não parei. Virei-a de quatro, o rabo enorme empinado, e enfiei o caralho na cona dela de uma vez, sentindo as paredes grossas e quentes engolirem-me até aos colhões. Bombava com força, as mãos a agarrarem aquelas ancas largas, o som das peles a baterem ecoava no quarto, palmadas secas e molhadas, o ploc obsceno da cona dela a ser comida sem piedade.

“Mete no cu agora… quero sentir-te a abrir-me o cu”, pediu ela, voz quebrada de tesão. Cuspi no olho do cu, esfreguei a cabeça grossa e empurrei devagar, sentindo o anel apertado ceder até o caralho desaparecer inteiro no intestino quente dela. Ana gemeu alto, o corpo todo a tremer, uma mão a esfregar o clitóris grande enquanto eu começava a foder-lhe o cu com estocadas cada vez mais fundas e rápidas.

O rabo dela sacudia, as nádegas gordas a baterem contra as minhas coxas, o suor a escorrer pelas costas mulatas. “Mais fundo… rasga-me o cu… enche-me de esporra!” Eu acelerava, o caralho a entrar e sair do cu apertado, sentindo as paredes massagearem-me até não aguentar mais. Descarreguei com um grunhido animal, jorros grossos e quentes a encherem-lhe o intestino, transbordando e escorrendo pelo cu e pela cona enquanto ela se vinha outra vez, o corpo alto colapsado na cama, tremendo sem controlo.
Ana adorava ser usada.

Uma vez, no armazém da pastelaria, depois do expediente, fodia-a de pé contra uma prateleira, uma perna erguida, o vestido puxado para o lado, o meu caralho a entrar e sair da cona dela enquanto os livros balançavam. Outra vez, no carro dela estacionado num miradouro escuro sobre o Tejo, ela cavalgou-me com fúria, os seios pesados a saltarem na minha cara, a cona carnuda a engolir-me todo, sucos a encharcar as minhas bolas e o banco. “Sou a tua puta mulata… fode-me como se eu fosse só um buraco para o teu caralho”, gemia, e eu obedecia, apertando-lhe o rabo grande, dando palmadas que deixavam marcas vermelhas na pele escura.

Mas, tal como com a Paula, o fogo foi acalmando. As fodas tornaram-se menos frequentes, o desejo mais morno, até que mudei de emprego e tudo se dissolveu. Ana ficou na pastelaria, casada, com os filhos e aquela cona gulosa que continuava a latejar por caralhos proibidos. Nunca mais a vi, mas ainda hoje, quando fecho os olhos, sinto o peso daqueles seios escuros na minha cara, o cheiro forte da cona carnuda, o aperto quente do cu dela à volta do meu caralho e o som rouco dos gemidos dela a encher o ar.

Ana foi a encarnação do prazer volumoso, da fome sem limites, da puta casada que se entregava toda, corpo, buracos e alma, sempre que o desejo falava mais alto que o bom senso. E, porra, como eu gostei de a comer.

Nota: Este conto é uma obra de ficção, qualquer eventual semelhança com acontecimentos ou pessoas reais é mera coincidência.
Todas as personagens são pessoas maiores de idade e todas as relações relatadas são consensuais.


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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
A Mulher do Padeiro - 4

Codigo do conto:
260219

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/04/2026

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