Num dia qualquer, sem nada de especial rolando, recebo uma mensagem no Instagram de um cara gato pra caralho, o Breno. Ele era alto, corpo todo sarado, com um tanquinho que parecia esculpido e braços enormes que eu imaginava me agarrando forte. Nas fotos dele na praia, dava pra ver que o pau era daqueles que prometem uma boa diversão, grosso e convidativo.
Marcamos o lugar e fui me arrumar. Primeiro, um banho relaxante pra lavar a alma, depilando tudo direitinho, deixando a pele lisinha e pronta pra ação.
Escolhi um vestido preto curtinho, que mal chegava na metade das coxas, com decote enorme nos seios, mostrando metade da barriga e um pedaço generoso das tetas.
Chegando lá, vejo o Breno sentado, caminhei até ele, e no caminho alguns caras não perderam a chance de mexer comigo – um até passou a mão na minha bunda, e eu retribuí com um sorriso safado.
Quando cheguei à mesa, perguntei se podia sentar. Ele se assustou, todo distraído, e quando me olhou de cima a baixo, disse: “Eu tava esperando outra pessoa”. Eu respondi: “Pois é, esperando por mim, Leslie”.
Ele me puxou pela cintura, me encostou no corpo dele e me beijou com uma intensidade louca, cheio de desejo. Meus joelhos amoleceram de tanto tesão, e se ele não tivesse me segurando, eu cairia. Senti meu cuzinho se contraindo, ansioso por ele, com um calor insuportável na boceta.
Interrompi o beijo e falei: “Vamos beber algo gelado pra refrescar esse fogo”. Ele se aproximou, sussurrou no meu ouvido: “Vou te foder a noite inteira”. Eu dei um selinho e respondi: “Tô contando com isso!”.
Tomamos caipirinhas, comemos uns petiscos, e chamei ele pra dançar. Na pista, comecei a dançar coladinha no Breno, e outros homens se aproximaram, roçando em mim.
Ele perguntou se eu estava bem com aquilo, e eu disse: “Adoro, quem sabe arrumamos mais um pra diversão?”. Ele riu: “Sério? Você curte isso?” Eu respondi: “Claro, amor, quanto mais pau, melhor!”.
De repente, um cara sarado, com uns 1,90m, se aproximou. Eu joguei os braços no pescoço dele e comecei a beijá-lo, sentindo o gosto salgado da sua boca. Estar no meio daqueles dois homens gostosos era o paraíso.
Depois de uns beijos quentes, perguntei o nome: “Marcos”, ele disse. Eu me virei de costas pra ele, rebolando no que parecia ser um pau enorme, e beijei o Breno. O outro tinha uma pegada firme, me deixando à beira de gozar só com o roçar.
Depois de dançar fomos pro motel. Estacionei o carro, e eles me seguiram até a suíte. Assim que entramos, a gente arrancou a roupa e foi pro chuveiro.
O Marcos já estava esfregando aquele pau gigante na minha bunda, enquanto o Breno me beijava com fome. Vi que tava bem servida: os dois tinham paus grandes e grossos, perfeitos pra uma noite louca.
Não perdi tempo: me ajoelhei e comecei a chupar os dois, alternando entre um e outro, e às vezes enfiando os dois na boca de uma vez. Eles gemiam como loucos, e eu tava pingando de tesão. Saímos do chuveiro e fomos pra cama.
Peguei uma camisinha, vesti no pau do Marcos com a boca, e passei lubrificante no meu rabinho. Sentei devagar, sentindo ele me abrir toda, e comecei a rebolar no peitoral musculoso dele. Ele segurava minha cintura, enfiando cada centímetro fundo. Enquanto isso, o Breno me deu o pau pra chupar, e eu devorei, gemendo com a boca cheia.
O Marcos chupou meus seios com tanta força que eu gozei na barriga dele, ele nem precisou pegar no meu pau, e eu continuei sugando o Breno até ele explodir na minha boca, engolindo todo o leitinho quente.
Depois, o Breno deitou e fizemos um 69 delicioso: eu chupando o pau dele enquanto ele lambia meu cuzinho, me deixando louca. Quando ele endureceu de novo, vesti outra camisinha no pau dele e fiquei de quatro. Ele me agarrou pela cintura e meteu tudo de uma vez, do jeito que eu amo.
Como o Marcos já tinha me preparado, não doeu nada – o pau do Breno era um pouco menor e mais fino, mas ele metia com tudo. Enquanto isso, eu mamava o Marcos, sentindo o gosto salgado.
Mudei de posição: o Breno deitou, eu sentei no pau dele de costas, e segurei a cintura do Marcos pra continuar chupando. Quicava forte, sentindo ele bater fundo no meu rabo, e o Breno segurava minha cintura pra impulsionar.
Ele ficou tão excitado vendo o pau entrar e sair que socou com mais força, me fazendo gritar: “Fode gostoso, sua puta, mete tudo no meu rabo!”. O Marcos gozou na minha boca de novo, e eu bebi tudo, enquanto meu próprio pau quicava e gozava sozinho de tanto tesão.
O Marcos veio e chupou meu pau, lambendo o leitinho todo. Depois, tomamos outro banho e capotamos na cama. De manhã, acordei chupando os paus deles, e eles me foderam mais uma vez antes de irmos embora.
Trocaram telefones comigo – afinal, com aquela química, vamos repetir fácil. Foi uma noite inesquecível, cheia de porra, chupadas e foda sem parar.




