Como eu referi noutro conto, nos mudamos de casa, para um lugar na periferia da cidade, um local calmo com poucas casas, o sítio ideal para descansar, pouco propício a grandes aventuras, um local que vale pelo facto de estarmos a poucos quilómetros, de uma praia naturista, mas as vezes mesmo nos sítios mais ermos e menos prováveis, acontecem as melhores histórias.
Por vezes decidimos ir passear a noite, num trajeto, que mistura os caminhos da Vila onde vivemos, e a parte da floresta, e foi numa dessas saídas que tudo se começou a desenrolar no que viria a ser uma história totalmente improvável. Estava um final de tarde agradável, não muito quente, mas com uma leve brisa, que impedia que os corpos transpirá-sem muito, e ao longe a vir na nossa direção vinha uma das nossas vizinhas, por norma sempre muito recatada, sempre com os fones nos ouvidos enquanto caminha, e lá vinha ela, com umas calças mais ou menos justas que realçavam a zona do quadril, passou por nós e deu as boas tardes e nós retribuímos, claro que nenhum homem é de ferro, e de uma forma discreta, olhei para trás, para apreciar bem a pessoa que tinha acabado de passar por nós, mas qual não é o meu espanto que ao olhar para trás, ela tem a mesma ideia e olha, nossos olhares se cruzam, e sorrimos os dois por termos a mesma ideia.
Nessa semana, não conseguimos mais sair para caminhar, até que no final de semana, ao sairmos de casa, vemos que ela também está a sair de casa e perguntamos se ela quer ir connosco, nesse dia já com uma roupa mais de verão, com umas calças mais claras (fato de treino mais justo) e uma t-shirt, onde fica claro o volume que ela tem, nunca tinha eu reparado que ela era portadora de um feito médio, redondinho, que faz qualquer homem ficar hipnotizado, e claro aquele sorriso fácil, mas muito malicioso, e lá fomos nós os 3 caminhar de uma forma tranquila, ficando eu para trás algumas vezes com a desculpa, que como.iam as duas a conversar se eu fosse a frente deixava-as sozinhas, mas não, era apenas para ir apreciar as duas, a minha esposa com as tradicionais calças leggings pretas , que se notava num olhar mais atento os contornos do fio dental, por outro lado a minha vizinha, que só dava para ver o tamanho e a forma do rabo, porque como usava calças mais largas não dava para ver o que tinha por baixo... Tive de ir a controlar os meus instintos até chegar a casa, na despedida, um abraço na minha esposa e quando me veio abraçar, sussurra no meu ouvido, espero que tenhas gostado de olhar, tens de ser só um pouco mais discreto e me beijou na face de uma forma tão suave que devo ter perdido a noção do espaço.
Claro que ao entrar em casa, não aguentei, agarrei a minha esposa, e comecei a beija-la lentamente no pescoço, suavemente ia tirando as peças de roupa, até que ficou completamente nua, ela virando-se para mim e ao ver-me com tanto desejo, começou a provocar-me, mordiscar os meus lábios, não me deixar tocar, de repente, atira-me para cima da cama, e num movimento rápido, tira-me os calções deixando-me sem roupa, e quando eu pensava que estava tudo pronto para eu poder saciar a minha fome, ela continua a provocar, a passar lentamente o seu corpo pelo meu, deixando um rasto de mel pelas minhas coxas, barriga e peito, quando eu penso que a próxima parte o corpo será a minha boca, ela sai de cima e venda-me, fico sem entender o porquê uma vez que nunca tinha feito isso, usar uma venda, e de repente e finalmente sinto o corpo dela em cima de mim, a possuir-me, sinto-me noutro mundo, noutro lugar, ela de uma forma vibrante, vai dançando em cima de mim, como se dançasse uma melodia escrita pelos deuses do erotismo, ao fim de algum tempo, anuncio que não estou a aguentar mais, e ela de uma forma quase em êxtase, explode num orgasmo, ao mesmo tempo que eu expludo da mesma forma, ela sai de cima de mim, deixando-me vendado, e passado um tempo chega ao.pe de mim, tira-me a venda, beija-me e adormecemos, os dois...
No outro dia, ao final da tarde o mesmo ritual, (pensava eu), mas a minha esposa recebe um telefonema do hotel onde trabalha, que tinham um grupo enorme para jantar e que precisavam dos empregados todos, ela teve de ir trabalhar, e eu para não quebrar a rotina devido ir sozinho, quando início a caminhada ouço ao longe alguma chamar pelo meu nome, olho para trás, e vejo-a radiante, com uma saia calção, e um top, espero por ela em silêncio e quando ela chega ao pé de mim e me cumprimenta, pergunta logo pela minha esposa, eu explico o que tinha acontecido, e ela diz que se eu não me importar podemos.ir ao os dois, claro que não me importo respondo eu, já com a minha cabeça num turbilhão de emoções, a caminhada foi decorrendo normalmente, no caminho ela ia descrevendo os sítios por onde passávamos,e as suas histórias, as coletividades, os monumentos os lugares mais típicos, até que decidimos ir a um sítio onde ainda não tinhamos ido, um lugar que tinha uma queda de água, ao chegar lá, e porque ainda estava de dia, e a água estranhamente estava com uma temperatura agradável, decidi entrar dentro dela, claro que como eu estava com calções bastou tirar a t-shirt, ao contrário dela que estava vestida apenas para a caminhada. Provoquei um pouco, e disse que se ela quisesse estávamos só os dois podia estar a vontade, até podia vir vestida que no caminho até casa secava, ela olhou para mim, e sem.dizer uma palavra tirou o top, deixando a mostra um soutien rendado com uma totalidade creme, que se perdia na cor do peito, e seguidamente tirou a parte de baixo deixando aparecer, uma calcinha, tipo asa delta lisa, com um laço branco em cima da cor vermelha, e entrou dentro de água, fiquei algum tempo sem mostrar reação, ela pergunta se eu nunca tinha feito assim nada de arrojado, e eu disse (mentindo) que não, era a primeira vez que estava numa situação assim, então ela saiu da água e se sentou numa laje a secar-se no pouco sol que ainda restava, e eu dentro de água a contemplar aquela mulher, que não tendo um corpo perfeito, tinha tudo o que um homem pode desejar, e sai de água, ela com aquele sorriso malicioso, olha para mim e diz que deveria voltar para dentro da água, porque da forma como eu estava não ia conseguir caminhar muito bem. E é quando eu caio em mim e vejo que estava com uma valente ereção. Olho para ela de forma desafiante e digo que quem não quer olhar não olha, e ela fixa o olhar nele e pergunta, e quem quer olhar? Eu respondo faz o mesmo que tu, olha e aprecia...
Vestimos a roupas voltamos á nossa caminhada... claro que agora as conversas eram mais maliciosas e mais destemidas, mas sempre com a devida distância, até que entramos na nossa rua, já bem escuro, e ao chegarmos a porta da minha casa, ela olha para a janela do meu quarto e diz, hum que pena hoje a janela e a persiana já estão fechadas. Ontem a vista era muito mais interessante. E se despediu de mim, com um beijo a apanhar meia boca bem encostada a mim, onde eu conseguia sentir os seus peitos, e saí a andar de forma sensual, e é quando eu me apercebi, que algo afinal não estava certo, será que a minha esposa combinou alguma coisa com ela? Será que a venda foi para um propósito que eu não sabia? Muitas questões ficaram noa ar, mas uma certeza eu tinha, esta história ainda agora estava a começar...