A revelação da cumplicidade - parte 3

Continuação...

Entramos em casa, e eu com a barraca bem armada, nem essa mensagem me tirava a tesão... "Só não foram 4 porque não apareceste"... Essa frase matutava a minha cabeça, mas decidi que hoje teria de ter algumas pistas... Entrei no quarto, persiana aberta, deixei estar e liguei o abajur de parede, dava uma pequena luminosidade ao quarto, suficiente para ser ver contornos. Assim que a minha esposa entrou no quarto nem a deixei respirar, agarrei-a por detrás e comecei a beijar o pescoço, ela de frente para a janela, devagarinho a medida que lhe ia beijando o pescoço, ia soltando as alças do soutien, mas sem o tirar, com a outra mão, lentamente ia brincando por cima do tecido sentindo toda o desejo e a humidade no tecido, a respiração ficava ofegante, a medida que a ia beijando e mexendo, ela contorcia as coxas, e soltava gemidos longos carregados de eletricidade, daqueles gemidos, que não sendo altos, entram pelos ouvidos de um homem como gatilho, do nada, tiro o fecho do soutien e ele cai no chão, passo a mão por cima do peito e começo devagarinho a brincar com o bico, sentia cada movimento do corpo, sentia cada inspiração, sentia o corpo a encostar ao meu, então debrucei-a um pouco para a frente e culatra a beijar as costas, ao mesmo tempo, que a deixava brincar com as mãos por detrás do corpo dela.

Baixo ainda mais o corpo dela sobre a cama, e devagarinho com a boca vou puxando o fio dental em direção aos joelhos, ela já sem reação, aceita tudo o que faço, além da bebida estava completamente tomada pelo prazer, deito-a na cama, fico de costas para a janela e vou devagarinho com a língua subindo pelas coxas até parar a MMS da entrada do paraíso, ela tenta forçar com as mãos, mas eu nego, viro-a de barriga para baixo e começo a brincar com a língua e tre o buraquinho detrás e a cona... Bem no ponto fraco dela, ela já não sabe como reagir, e começa a soltar gemidos, que no escuro e no silêncio da noite tinham de ser audíveis na rua, implorava, que já chegava, que não a fizesse sofrer mais, que a penetrasse. Decido ir a cómoda, e tiro o nosso vibrador, ligo-o e envio bem devagarinho no cuzinho, ela começa a rebolar bem devagar, a saborear cada movimento que faço. Coloco-me em posição e enfio o meu pau na cona, e com a barriga vou forçando o vibrador, e começo a perguntar, se é assim que ela quer, se quer ter dois ao mesmo tempo dentro dela... Ela no êxtase diz que sim... Diz que está cheia de vontade de ser fodida por dois paus, e eu vou forçando cada vez mais, até que ela solta-se numa explosão de prazer, solta um orgasmo, como há muito não presenciava, e desfalecer na cama, respirando ofegante, com o corpo completamente envolvido num manto de suor, misturado com os nossos líquidos...

Saio de dentro dela, tiro o vibrador e viro-a, ela completamente exausta, com o corpo cheio de eletricidade, que ao mínimo toque estremecia, tapo-a com os lençóis e levanto-me, vou á janela sem pudor, olho para a rua,. completamente nu, contemplo a escuridão, apago o abajur, e fecho a persiana, desligo o câmara do telemóvel, sim porque desta vez estava preparado, quando liguei o abajur, coloquei o telemóvel no canto da janela a gravar a rua. Hoje, se alguém se tinha aproximado da janela eu iria descobrir... Mas decidi deitar-me, aproveitar para ter uma noite de descanso, desliguei os dados móveis, e a conexão ao WIFI, para não ter tentação de ir ver as mensagens se caisse uma notificação, e adormeci, dormi como já não dormia há muito tempo...

Acordo de manhã, com o toque subtil da língua no meu pau, olho e vejo-a a abocanhar e a sugar o meu pau, quando vou para falar, ela levanta-se e diz que estava sujo e que tinha decidido limpar, piscou o olho e foi tomar banho... Sozinho no quarto, decidi que ia descobrir então se tinha tido visitas, logo os dados e quase de imediato cai mensagens, quando abro, leio, vejo que quem mandava mensagens, tinha visto, "referia que tinha assistido, a um bailado digno de um musical" que tinha resistido a tentação de entrar de alguma forma. De repente, a resposta da minha esposa, "quando sabemos que temos publico, damos mais de nós, imagina se o meu marido tbm soubesse que aí estavas, poderíamos ter tido muito prazer"

O gatilho que faltava, vou às gravações, e ponho-me a ver o que apanhei, nos primeiros minutos nada, depois devagarinho aproxima-se uma silhueta, e finalmente um rosto. Fico incrédulo, tinha a minha resposta... Hoje era o último dia das tasquinhas e como tal, hoje teria a oportunidade de luxo, para apanhar em flagrante, e perceber de uma vez por todas se a minha esposa estava assim tão inocente, ou se por outro lado haveria aqui algum tipo de cumplicidade...


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Ficha do conto

Foto Perfil escritorsensual
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Nome do conto:
A revelação da cumplicidade - parte 3

Codigo do conto:
260814

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
30/04/2026

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