A cumplicidade improvável... Parte 2

Continuação...

No outro dia acordamos como normalmente, e ela sem aparentar nenhuma intranquilidade foi preparar o pequeno almoço, passado um pouco vejo que ela recebe uma notificação, espero que ela abra, e vejo que ela confirma o cansaço, mas que mesmo assim que eu cumpri com tudo o que ela necessitava, que para já não era preciso ajuda nenhuma, fiquei aliviado e ao mesmo tempo preocupado, sem fazer a mínima ideia de quem estaria do outro lado, se por um lado o meu instinto falava que seria a vizinha, por outro lado, a conversa dava ares de ser muito masculina, e quando dou por mim, estou com esta dúvida, e sendo atraiçoado pelo meu pau, que estava no ponto bala.

Ao longo do dia nada de especial, vamos novamente fazer uma caminhada, antes de irmos para a festa, e desta vez volta a surgir a vizinha, que faz a festa normal, cumprimenta-nos, ao chegar ao pé de mim com o tradicional beijo a meia boca, não dando hipótese para a esposa se aperceber e lá vamos nós novamente caminhar, as duas com as indumentárias tradicionais, uma de leggings e top, e a outra de calças de fato de treino e t-shirt, as conversas foram-se mantendo triviais, até que no final ao chegarmos a casa ela nos questiona se vamos a festa, dizemos que sim, e ela dispara, que hoje tbm ia que ontem não tinha conseguido ir... O meu coração gelou, se não era ela que estava mandar mensagens e que a minha esposa se tinha exibido no caminho, quem era a pessoa que faltava. Fiquei com suores frios, sem entender o que se estava a passar, mas mesmo assim controlei-me e fui para dentro tomar banho, ao sair do banho, a esposa foi tomar banho, e eu fui espreitar a roupa que ela pretendia vestir, e claro, ia preparada para o crime, foi dental preto, soutien pushup preto, vestido que eu tinha comprado para "ocasiões especiais" tbm preto... Claro que me lembrei de ir ao meu telemóvel, e lá estava mais uma mensagem a perguntar se iríamos a festa, e se a minha esposa ia preparada para se exibir, a mensagem de resposta, deixou-me abanando, " claro que vou, hoje vou para deslumbrar"....

Precisei de uns momentos para digerir tudo, fui-me vestindo, até que alguem bateu na porta, fui abrir e era a vizinha, com um vestido comprido simples, umas sandálias, largo o suficiente para não deixar ver pormenores do que iria por baixo, aproveitou para me cumprimentar uma segunda vez no dia, e desta vez com direito a um beijo rápido na boca toda. Mas sabem, quando nem isso me fez esquecer o resto, e de repente chega a minha esposa, deslumbrante, de sandálias além do vestido, porque dizia que salto alto em baile não funciona. E lá fomos nós, para a festa.

Ao chegarmos, sentamos numa mesa os 3 e pedimos a comida e a bebida, sangria fresca,.e claro a medida que o tempo passava a bebida entrava, e quando elas estavam mais soltas, eu estava mais observador, tenta dormir ver se alguém manifestava alguma coisa... E de repente sem aviso, uma mensagem, " estás deslumbrante, esse vestido preto para o trânsito todo, a que horas sai?"E um emoji a rir, fiquei ainda mais desconfiado, acho que até fiquei sóbrio, por seu lado a resposta já foi mais do meu agrado, " deve sair em casa quando o meu marido decidir"... Sem resposta...

A festa continuou conosco os 3 a divertir, e por momentos, esqueci tudo o que envolvia esta festa, até que decidimos ir para casa, novamente pelo caminho mais longo e mais escuro, desta vez sem grandes avisos tirou o vestido, e provocou a vizinha a fazer o mesmo, numa primeira parte, disse que não e depois lá se despiu tbm , e aí sim, imaginem um bocado de mau caminho, daqueles que um homem enfarta, uma calcinha rendada vermelha tipo asa delta, um soutien vermelho rendado transparente, onde se via os contornos todos do seio e do bico, claro que fiquei imediatamente de mastro no ar, e claro que a esposa se virou e disse não há dois sem três, se estamos sem, faz favor, e eu tirei a minha roupa ficando de boxers e com ele bem no ar, e seguimos caminho até casa, e que caminho, eu sempre atrás a apreciar cada movimento, cada passo.

Ao chegar a casa, despedimo-nos com direito a abraços bem apertados e com o meu pau a encaixar bem certinho, e com direito a um pequeno movimento que me fez logo molhar o boxer. Ainda eu estava com ele bem duro, e mais uma notificação, "3 pelo preço de 1, assim vale a pena ver"... "Na resposta, só não foram 4 porque 1 foi cobarde e não apareceu" resposta, "será que não apareceu, ou simplesmente não associaste?"

E do nada veio a imagem do baile e logo surgiram na minha imagem dois rapazes que as separaram e começaram a dançar com elas, mas como foi apenas uma musica nem associei, será? Será que haveria ali alguma questão extra?


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Ficha do conto

Foto Perfil escritorsensual
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Nome do conto:
A cumplicidade improvável... Parte 2

Codigo do conto:
260659

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
28/04/2026

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