Nos conhecemos por intermédio de uma amiga em comum, outra safada que não tinha limites quando o assunto era trair o marido. Foi através dela que conheci a Cristina, num café da tarde num shopping de Vila Velha. Tudo bem que o encontro foi por acaso, mas eu confesso que me encantei de imediato pela baixinha com carinha de moça de família. Cristine morava sozinha na Praia do Canto, seus pais eram do interior, tinham sítio e um comercio.
Naquela tarde trocamos os números de telefone e passamos a conversar diariamente por mensagem, quase sempre a noite, após o trabalho. Era inegável a química que rolava entre a gente. Transar era questão de tempo.
Finalmente o grande dia chegou, ela me ligou numa sexta feira, perguntou se eu tinha alguma programação e quando eu disse que ia para casa ela perguntou se eu não queria tomar um vinho com ela. Eu só perguntei se seria na minha casa ou na dela e a resposta foi imediata:
- Hoje na minha, a próxima na sua.
- Então me manda o endereço. Tomo um banho e vou.
Cheguei em casa, tomei um bom banho, fiz a barba, escolhi uma camisa branca, uma calça jeans e um tênis. Borrifei meu perfume, arrumei os cabelos, peguei uma garrafa de vinho chileno e entrei no carro sentido Praia do Canto e com o transito livre eu cheguei rápido. O prédio era pequeno e Cristina abriu o portão da garagem para que meu carro não ficasse na rua.
Quando ela abriu a porta meus olhos brilharam, ela estava simplesmente impecável. Cabelos bem cuidados, um batom que deixava a sua boca ainda mais linda, vestido azul escuro, soltinho, com alcinhas, curtos, salto alto e muito cheirosa. Mais tarde eu descobri que não havia nada por debaixo daquele vestido.
A sala estava iluminada com luzes baixas, apenas por alguns abajours nos cantos da sala, algumas velas e um aroma bom vindo de um incenso aceso estrategicamente. Em cima da mesa, uma garrafa de vinho, duas taças, água, queijos e mais petiscos. E para completar e não menos importante, a música de fundo era leve e bem insinuante. Resumindo, a Cristina havia pensado em tudo.
Enquanto bebíamos e conversamos a tensão sexual aumentava, a cada movimento a gente fazia questão de tocar no outro. Confesso que estava difícil de manter a concentração na conversa diante daquela menina linda bem na minha frente. Seu cheiro era provocante, aquela boca brilhando possivelmente por conta do Gloss estava me tirando do sério. Quando percebemos, estávamos sentados lado a lado, o ambiente parecia funcionar em câmera lenta, as palavras pareciam desconexas até que finalmente nos beijamos pela primeira vez e foi um beijo avassalador, quente, molhado, intenso, febril e urgente.
O clima foi esquentando, as taças de vinho foram deixadas de lado e foi fácil puxar Cristina para cima do meu colo. Com ela encavalada em mim, as minhas mão percorriam pelo seu corpo perfeito, minha boca alternava entre seus lábios carnudos, pescoço e seus seios ainda que protegidos pelo tecido fino do seu vestido. Quando ousei, percebi que ela estava sem calcinha, ela sorriu maliciosamente ao perceber a minha surpresa.
Me levantei com ela grudada em meu corpo, caminhei até a bancada que separada a sala da cozinha, coloquei ela sentada em cima da pedra de mármore e abri as suas pernas. Eu estava pronto para abocanhar a sua buceta quando ela puxou meu rosto.
- Preciso te falar uma coisa.
- Diga!
- Meu grelo é muito grande. Tem homens que não gostam.
- Relaxa! – Falei e beijei a sua boca.
Voltei a explorar seu corpo com a boca, o vestido já estava enrolado na sua cintura, ela estava quase nua pronta para ser devorada por mim. Ela abriu as pernas novamente, ergueu o corpo e deixou o caminho livre.
Beijei seus pés, subi pelas suas pernas, me enfiei entre elas e lá estava aquela buceta pequenininha e um grelo que realmente chamava atenção. Era algo que eu jamais tinha visto na vida. Mas era excitante, tão excitante que eu meti a boca nele e comecei a chupa-lo. Cristina gemeu alto, segurou meus cabelos, pediu para eu não parar e gozou forte quando meti dois dedos naquela buceta apertada. Eu fodia a sua buceta e chupava o grelo, os orgasmos ia explodindo dentro dela, seu corpo tremia dos pés a cabeça.
- Calma! Preciso de ar. – Disse ela ofegante.
Me afastei e antes de me sentar no sofá comecei a me despir até ficar apenas com uma box branca. Ela se livrou o vestido e veio me chupar. Me chupou inteiro, mamou a minha rola, lambeu, mordeu, descia até meu saco e subia para cabeça me deixando louco. Era tanto tesão que eu nem me lembrava de mais nada. Nem da música, do vinho, só sentia aquela boca atrevida deslizar pelo meu corpo me fazendo delirar de prazer.
Quando ela cansou de me chupar, sentou no meu pau. Sua buceta era extremamente apertada, quente, quase febril. Ela mastigava meu cacete com maestria, subia e descia bem devagar, eu sentia cada centímetro entrando na sua intimidade. Aos poucos a gente foi acelerando, trocando o sexo lento pela foda cavalar. Ela pedia para eu foder com força, parecia que eu ia quebrá-la ao meio. Trocávamos de posição a todo momento sempre que ela gozava. Sua buceta pequena estava inchada, avermelhada, brilhando de tanto gozar. Seu corpinho franzido estava suado, cabelos já grudavam na testa e ainda assim ela pedia mais e mais forte.
Quando eu disse que estava quase gozando ela saiu da posição que estava e abriu a boca, pediu para eu encher a sua boca de porra e os jatos iam invadindo e batendo no fundo da sua garganta, batendo na cara. A safada bebeu o que pode beber, depois lambeu meu cacete inteiro e chupou a cabeça ainda sensível me fazendo berrar de tesão.
A gente precisava beber água, vinho e comer alguma coisa. Nossos corpos brilhavam, o suor ainda escorria pela minha testa quando ela sentou no meu colo novamente. Aos poucos meu pau foi dando sinal de vida, ela segurou ele com e mão e o direcionou para a porta do cuzinho, pincelando na buceta e no rabo alternadamente. Quando sentiu que ele estava melado, ela foi sentando, meu cacete foi rasgando seu rabo apertado, a respiração dela era pesada, seu coração disparado. Quando entrou tudo ela mandou eu ficar quieto, se posicionou de cócoras em cima de mim e passou a quicar. Cristina subia e descia com muita facilidade, eu beijava a sua boca, apertava a sua bunda sentindo ela me engolir inteiro.
- Assim que vou gozar Cris.
- Enche meu rabo de porra, enche.
Eu gozei! Gozei gostoso naquele cuzinho apertado. A porra começou a escorrer pelas minhas pernas, caindo pelo sofá. Quando terminei ela me chamou pro banho, lá ela voltou a me chupar inteiro novamente, eu retribuí dando um banho de língua.
Passamos noite juntos e certamente foi uma das melhores da minha vida. Acordei com ela me chupando de novo, trepamos com ela cavalgando em mim, gozamos juntos e após outro banho sentamos para tomar café.
Nos despedimos e por algumas vezes ainda saímos juntos, mas infelizmente o que ela queria eu não poderia dar, não estava pronto para um relacionamento sério e meses depois ela conheceu um cara e se casou com ele.




