Na primeira noite, estávamos deitados dentro da tenda quando os sons começaram.
Primeiro foram risos baixos. Depois o barulho de beijos, roupa a ser arrancada e gemidos abafados. Em breve a tenda deles começou a sacudir ritmadamente. Conseguíamos ouvir tudo com clareza no silêncio absoluto do parque deserto.
—"Ai, que fundo… fode-me com força .", gemia ela, a voz rouca e sem vergonha.
O som molhado de estocadas fortes chegava até nós, misturado com os grunhidos graves dele. Rita encostou-se a mim, a mão deslizando pela minha barriga até agarrar o meu pau já duro.
"Estão a foder mesmo ali ao lado…", sussurrou ela, excitada.
"Não precisas de sussurrar, eles sabem que estão a ser ouvidos.", respondi.
Ficámos a ouvir durante muito tempo. Ele fodeu-a em várias posições – ouvíamos as mudanças pelos gemidos e pelo ritmo. Quando ela se veio, foi alto, quase um grito que ecoou pela serra. Ele veio-se pouco depois, rosnando como um animal. Depois o silêncio regressou, apenas com as nossas respirações aceleradas. Rita masturbou-me devagar até eu ter um orgasmo na mão dela e lambeu a esporra toda. Adormecemos incrédulos.
Durante o dia seguinte não os vimos. Saiam cedo, provavelmente para fazer caminhadas na serra.
Quando chegou a noite, o ar ainda estava quente. Sentámo-nos à frente da nossa tenda com duas cervejas frias a conversar.
O casal vizinho regressou de um duche no balneário do parque e foi para a tenda sem nos falar. A tenda deles tinha a entrada completamente aberta, a lanterna interior acesa, projetando luz e sombras.
Eles sabiam que estávamos ali. E queriam que víssemos.
Ela despir-se e colocou-me de quatro, completamente nua, o rabo empinado virado para nós. Ele ajoelhou-se de lado e abriu o cu e a cona dela em provocação. Nunca olhou para nós.
Masturbou-a com os dedos. Os seios grandes dela balançavam pesadamente a cada movimento. Ele dava-lhe palmadas sonoras no rabo, fazendo a carne tremer.
Rita e eu ficámos em silêncio, cerveja na mão, a observar. Ele tirou os calções e colocou-a de lado para nós. Numa só estocada penetrou-a. O enorme pau dele entrava e saía brilhante, a cona dela inchada e molhada.
De repente, ela virou a cabeça na nossa direção, olhando-nos nos olhos enquanto gemia alto. Nós ficámos petrificados na mesma posição, nenhum de nós retirou os olhos.
"Sim… assim… fode-me toda", disse ela, sempre com os olhos em nós.
Mudaram de posição. Ela sentou-se em cima dele, de frente para nós, e começou a cavalgar devagar. Os seios saltavam, as mãos dela apertando-os e beliscando os mamilos. Olhava diretamente para Rita e para mim enquanto subia e descia no pau grosso dele.
A Rita estava visivelmente excitada. Tinha as pernas cruzadas com força, a respiração pesada. Eu estava com o pau a latejar dentro dos calções. Eles terminaram – ela primeiro, tremendo e gemendo alto, ele logo depois, puxando-a contra si enquanto se esvaziava dentro dela.
Depois fecharam parcialmente a tenda e desligaram a lanterna. Rita e eu entramos e fodemos logo a seguir dentro da nossa tenda, como se fosse uma urgência. Por muito silenciosos que fossemos, imaginamos que eles também nos ouviam.
No dia seguinte nós saímos mais cedo para uma caminhada. Quando chegamos fomos tomar um duche e cansados comemos apenas umas sandes com uma cerveja na nossa tenda.
A tenda deles estava completamente fechada e pensamos que naos estariam. Até que, quando já era noite escura, eles saíram da tenda deles completamente nus.
Deviam ter estado a descansar de alguma atividade que não precisava de roupa.
Ela caminhou devagar até nós, os seios balançando, a cona depilada. Ele seguiu-a, o pau semi-duro e grosso.
Sem pedir autorização, sentaram-se mesmo à nossa frente, na manta que tínhamos estendido no nosso espaço. Não disseram uma oalavra. Nós também não.
Ela abriu as pernas, de frente para nós, e ele posicionou-se por trás. Ela colocou um braço por trás do corpo e bateu-lhe uma punheta lenta e funda. Ele com uma mão tocava-a no clitóris, ficando progressivamente mais molhada.
"Adoro que nos vejam", disse ela.
Ela colocou-me de joelhos e lentamente encostou-se para trás fazendo-o penetrar profundamente. Depois inclinou-se para trás e envolveu o pescoço dele com os braços.
Começou a rebolar as ancas. Os seios saltavam a cada estocada. Ele segurava-lhe as coxas.
A Rita estava hipnotizada. Eu tinha o pau tão duro que doía.
A loira olhou diretamente para Rita e sorriu, maliciosa: "Porque não fazes um broche ao teu homem? Quero ver-te chupar esse pau. Acredita que a exposição torna o sexo ainda mais excitante "
A Rita hesitou olhou para mim com os seus olhos verdes cheios de desejo.
"Vai, miúda , vais adorar ", insistiu a mulher entre gemidos.
A Rita ajoelhou-se entre as minhas pernas. Baixou-me os calções e libertou o meu pau latejante. Sem dizer nada, envolveu a cabeça com a boca quente e molhada e começou a chupar.
O casal continuou a foder à nossa frente. Ele aumentou o ritmo, batendo fundo nela. Os gemidos dela misturavam-se com os sons molhados da boca de Rita no meu pau.
"Que boca boa…", murmurou a loira, sem tirar os olhos de nós, "Chupa-o todo. Deixa-nos ver."
A Rita obedeceu. Engoliu-me mais fundo, a língua girando, saliva escorrendo pelo meu pau enquanto me masturbava com a mão. Eu segurava o cabelo dela, gemendo baixo.
"Quero ver a cara dela cheia da tua esporra.", disse a loira, ofegante.
A Rita redobrou os esforços, chupando com mais força e velocidade. Eu não aguentei muito mais. Segurei a cabeça dela, torei-lhe o caralho da boca e jorrei o meu esperma na cara linda da minha mulher.
O casal veio-se quase ao mesmo tempo. Ela gritou de prazer, com o corpo a tremer, enquanto ele se enterrava fundo e se esvaziava dentro dela.
Ficámos os quatro em silêncio por um momento, recuperando o fôlego. A loira levantou-se, a esporra dele escorreu-lhe pelas coxas, e sorriu.
"Amanhã à noite… talvez possamos aproximar mais as tendas.", disse enquanto se afastavam.
Sozinhos, tirei a foto de recordação à Rita, que aqui vos mostramos, como gosto sempre de fazer nas situações mais marcantes, mesmo de sexo, com a minha esporra na sua cara, antes de a limpar. Ri-me porque ela ainda não conseguia abrir um dos olhos, coberto de esperma.
Acho que ambos ficamos com uma ligeira tristeza, porque infelizmente esta era a nossa última noite de campismo...

Num ambiente gostoso assim, não tem como escapar! Adoramos. Bjos, Ma & Lu