Mais um verão chegava ao fim em Tramandaí, praia que ficávamos veraneando aqui no Rio Grande do Sul naquela época. A bagunça no quarto dos primos nunca acaba, digo, só na hora de dormir. Durante o dia era andar de bike, brincar de polícia e ladrão, pega pega, jogar jogos de tabuleiro, etc…
Éramos em 5 primos, todos homens. Na época dois de 15, um de 14 e eu com 12.
Lembro do cheiro do quarto que ficava fechado a noite. Quando amanhecia tinha aquele cheiro forte de hormônio masculino exalando para todos os lados.
Um dos meus primos mais velhos, eu já tinha notado que se esfregava em mim nas brincadeiras que a gente usava mais o corpo, mas até aí tinha dúvidas se não era só provocação, como se fosse pra zoar de mim. Ele fazia isso nos outros, mas sempre era correspondido por um simples e grosso “sai fora”. Como eu ficava quieto e não reagia negativamente, eu não sei o que ele entendia com isso.
Passaram-se os dias e em uma determinada noite todos chegamos exaustos de um dia cheio de atividades: pela manhã fomos à praia e pela tarde um parque de diversões que estava passando pela cidade naquela ocasião. O Deco, esse meu primo sugeriu para após o parque irmos comprar sorvete na sorveteria. Embora não tenha sido algo combinado com nossos pais, ainda nos empolgamos com a ideia contraventora.
Depois do sorvete e ao chegar em casa nossos pais nos puxaram para um canto para nos xingar e dizer que ficaram muito preocupados com nossa demora pra voltar e que não estava combinado a ida a sorveteria. Enquanto davam um sermão em nós eu observava meus primos, até que paro os olhos no Deco, de regata vermelha, a pele bronzeada do sol, os cabelos castanhos descabelados e ondulados, os olhos sacanas e tentando não rir da situação que meteu todos nós.
Fomos mandados escovar os dentes, tomar banho e irmos pro quarto. O castigo era esse mesmo: dormir mais cedo e não aproveitar a noite na pracinha. Como estávamos acordados desde muito cedo, não foi problema para que em menos de meia hora alguns de nós já estivéssemos dormindo.
A luz estava apagada e no quarto um breu que quase não se dava para enxergar. Dois primos deitavam no beliche da esquerda do quarto, um numa cama central e eu e Deco no beliche da direita. Ele por cima e eu por baixo.
Como não conseguia pegar no sono fiquei concentrado no barulho dos grilos que ficavam cantando num mato próximo a casa, isso quando não me dava vontade de rir do ronco do Nando, um de meus primos.
Em dado momento, ouço barulhos no beliche que eu estava. Deco devia estar se mexendo, talvez se virando pro outro lado, pensei. Um barulho estranho surgiu. Parecia que Deco estava batendo uma. Sabia que era algo errado, e nunca isso tinha acontecido, mas me deixou muito excitado. Peguei meu pau e comecei a bater uma também. Com o passar do tempo ficou mais claro que os dois, cada um na sua cama, um em cima e o outro embaixo estavam batendo uma com a ideia de que o outro também estava fazendo o mesmo. Ouvi Deco se mexer da cama e me assustei. Parei imediatamente de bater. No cantinho da cama, enquanto meus primos pareciam dormir vejo a rola do Deco, duríssima. Estendo a mão e toco nela. Em seguida ele retira ela e vejo a mão dele sinalizando para que eu subisse.
Fiquei nervoso pra caramba. Subi e ele já empurrou minha cabeça para mamar o pau dele. Era quente e tinha gosto. Talvez ele já tivesse babado bastante no pau dele enquanto batia punheta. Eu ao mesmo tempo estava morrendo de medo que algum dos meus primos acordasse, então tentava fazer menos barulho possível. Depois de um tempo mamando, Deco, me puxou e me pôs de bruços, começou a esfregar o pau na minha bundinha branca, marcada pela sunga que usava na praia. Ele gemia no meu ouvido, babava as vezes na minha orelha, tamanho era o tesão que tava. Ficou sarrando atrás de mim, babando minha bundinha com aquela rola quente e dura. Como se não bastasse pegou com as duas mãos cada lado da minha bunda e abriu ela ao meio. Começou a passar a cabeça do pau no meu cuzinho, esfregando nele, deixando ele bem babado do meu esmegma. Foi botando devagazinho, eu com vontade de gritar de dor. Ele percebeu que eu poderia gritar a qualquer momento e foi mais rápido, pôs sua mão sob a minha boca ao mesmo tempo que forçava a rola pra dentro do meu cu. Entrou rasgando, e embora doesse, a sensação de estar sendo o putinho do meu primo compensava qualquer desconforto. Quando já tinha colocado todo o pau dentro de mim e começado a bombar ele devagar, ouvimos um dos nossos primos se mexer com mais vigor, como se estivesse tido seu sono interrompido. Deco nesse instante parou, deixou seu pau dentro, enterrado dentro de mim, pulsando de propósito, pra que eu sentisse que mesmo parado, eu ainda era dele e que ele ainda estava no comando. Ficamos um tempo assim até termos certeza que nosso primo tinha adormecido novamente. Ele seguiu socando até encher meu cuzinho de leite. No final, me enxotou pra eu ir pra minha cama de novo. Dormi naquela noite com dor no cuzinho, sentindo o leitinho dele escorrendo pra fora, sujando todo o lençol da cama.
No outro dia ele agiu como se nada tivesse acontecido. Mas não foi bem assim que essa história entre primos acabou. Não muitos anos mais tarde, Deco se envolveu com uma garota e engravidou ela. Tiveram um filho dessa aventura.
Bom, sobre essa história deixarei para outro conto. Pois esse filho cresceu, e se tornou o meu primeiro sobrinho. Meu sobrinho favorito…