Marley e Eu

Meu colega de faculdade, o Davi fazia vários trabalhos comigo, além de sempre sentar próximo a mim. Somos amigos de faculdade, mas não saímos muitas vezes fora do campus. Ele é um nerd que nunca me causou atração. Sempre ficamos na zona da amizade, mas nem tão aprofundada, tanto que ele não sabe da minha sexualidade. Nas férias de julho do ano passado ele comprou uma viagem pra Tailândia e me perguntou se eu cuidaria do cachorro dele. Iria no apê dele dar comida, água e passear eventualmente. Eu aceitei. Gosto de bichos embora não tenha nenhum.

Na semana anterior a viagem do Davi, me arrependi. O Davi não mora perto de mim e ia ser uma mão ter que ir todos dias até lá cuidar do cachorro dele. Até então não conhecia o bicho, só ouvia falar que o Marley – nome do dog – era comportado, que tinha sido adestrado e não dava trabalho. Por esse motivo que me animei a cuidar. Provavelmente era obediente e não ia me dar dor de cabeça.

Dois dias antes da viagem do Davi propus pra ele se ele não se importaria de deixar o Marley na minha casa. Daí eu não precisaria tá indo até a casa dele e daria mais atenção ao bichano. Davi achou uma boa idéia. Quando chegou o dia, Davi chegou no meu apê com um cachorrão. Eu esperava que fosse grande – não vou mentir – mas imaginei que fosse um Labrador, daqueles bem bobalhões, estilo Marley do filme. Também era de se esperar essa expectativa visto que o nome do cachorro era o mesmo do que o daquele filme. No caso, o Marley do Davi era um Pastor Alemão, não sei se puro, porque ele parecia maior do que os pastores alemães que eu já tinha visto, maior e mais robusto, muscular. Davi me ensinou alguns comandos que Marley obedecia. E me pareceu relativamente simples o cuidado com o bicho, mesmo ele sendo enorme para o meu apartamento pequeno.

Dos 12 dias de viagem de Davi, Marley dormiu na sala e eu no quarto. Em julho, o inverno porto alegrense faz um frio danado e nesse eu acabei ficando muito sozinho aos fins de semana, vendo filmes à noite embaixo das cobertas e o Marley no pé do sofá, quieto, ou dormindo ou assistindo junto, parecia até gente!

Em uma certa noite com essa mesma cena, eu estava vendo filme na tv, e com frio. Olhei para o Marley e fiquei vendo como ele era grande e bonito. Fiquei excitado com ele, mas não consegui racionaliza muito sobre isso na hora. Embora eu estivesse com um cobertor por cima, resolvi chamar o Marley pra subir no sofá, ao que ele não obedeceu a ordem. Pensei comigo mesmo: "que cachorro bem treinado, ele sabe que é errado subir no sofá". Insisti ao comando, esfregando minhas mãos na almofada e afastando o cobertor do meu corpo, como se convidasse pra além de ele subir no sofá também ficar embaixo das cobertas comigo. Enquanto eu armava essa cena, ele me olhava tentando compreender minha ordem. Os olhos do Marley eram muito expressivos. Olhos masculinos. Será que dá pra diferencias os olhos entre machos e fêmeas? Com o Marley parecia possível. Era um olhar de macho mesmo, bonito como ele só!

Como ele não subia, de brincadeira eu fiquei de quatro, com a bunda virada pra ele. Vai que isso atraísse ele a subir, eu pensei. Quando fiquei de quatro, Marley farejou meu no meio da minha bunda. Naquele lugar que vocês devem imaginar. Cachorro esperto e certeiro, sabia direitinho onde se localizava meu cuzinho. Subiu no sofá, e nessa hora eu o mais rápido possível voltei a me deitar de lado pra ver o filme e cobri a mim e ao Marley. Ele se encaixou meio que nas minhas pernas, com meu corpo de lado. Não sei como ficou confortável pra ele. Mas ele parecia tá bem. Encostou a cara no meu colo, nas minhas coxas. E fiquei vendo o filme. Me senti tão bem com ele ali! Era tão bom ter aquela companhia, e ainda mais quentinho do jeito que ele era.

Durante a tarde passeava com ele quando voltava do estágio e a noite via TV com ele deitado em cima de mim. No entanto, comecei a perceber que além de sentir-me bem, também me dava tesão estar com ele ali grudado em mim. Me sentia um pouco como a fêmea do Marley, que ele cuidava, lambia, dava carinho, esquentava. Isso de ele deitar no sofá e se jogar em cima de mim começou a virar hábito, até que em uma noite fui pra cama dormir – sozinho como de costume. O Marley sempre dormia na sala, bem obediente. Quando eu desligava a tv, ele já estava dormindo em cima de mim, eu o empurrava devagar para o lado e ia eu pra cama dormir sozinho na minha cama king size, que dava pra dormir umas quatro pessoas do meu tamanho. Deitei, apaguei a luz. Em alguns minutos sinto ele entrando no quarto devagar – quase que como se tivesse entrando escondido, sem querer que eu percebesse. Notei que ele subiu na cama pelo tamanho e peso dele, que era impossível de não perceber. Eu que deito de bruços, me senti novamente com aquela excitação repentina. Ele permanecia quieto, sentado na beira da cama sem se mexer, conforme eu percebia seu vulto no escuro. Me descobri das cobertas como se não o tivesse percebido. Sem movimentos bruscos, fui baixando a calça do meu pijama até os joelhos e fiquei de quatro na cama. Nessa hora o que aconteceu a seguir me surpreendeu: Marley montou em mim como se montasse numa cadela. Ele era de fato muito pesado. Precisei ter força para me manter de quatro apoios. Marley começou a balançar o quadril daquela maneira quando cães estão excitados, querendo cruzar com a fêmea. Os movimentos dele pareciam querer encontrar um buraquinho para meter. Empinei bem minha bunda pra trás até que o pau dele encontrou meu rabo. Foi muito rápido que entrou ao ponto de eu achar que não ia aguentar de dor. Tentei manter silêncio e não gritar para não acordar os vizinhos. Marley respirava ofegante babando minhas costas com a boca. Fiquei imaginando o tamanho que devia ser o pau dele pra fora, porque eu parecia preenchido no meu limite.

Ele seguiu comendo com força, cada vez mais ofegante, como se aquele momento fosse a explosão e o limite que ele tivesse chegado de tanta contenção e obediência. De repente sinto pela primeira vez os jatos dele, e uma sensação que minha barriga enchia. Ele havia com certeza gozado muito dentro. Embora tivesse gozado, ainda dava algumas estocadas pra dentro, mas com menos frequência, até ficar quieto montado dentro de mim, e eu só ouvir a respiração dele ofegante. Parecia que ele não conseguia desgrudar, e ali ficou por um tempo. Essa me pareceu a melhor parte, ele quieto, eu cheio de leite dele e totalmente preenchido por aquele pau que latejava dentro de mim. O latejar do pau dele me deu tanto tesão que eu mesmo gozei sem mesmo tocar em mim. Uns minutos mais adiante em uma das tentativas dele de tirar o pau de dentro, foi bem sucedida e ele tirou rápido. Essa parte doeu, e foi acompanhada de muito leite dele saíndo de dentro de mim, sem que eu pudesse controlar. Me levantei na hora e já não via mais Marley no quarto, foi direto pra sala. Eu fui até o banheiro me limpar e fui dormir de novo. Marley seguiu dormindo na sala. A partir daquele dia até a chegada de Davi da viagem, Marley seguia a mesma rotina. Me esperava deitar e subia na cama, esperando a fêmea dele dar sua bucetinha pra ele se aliviar.

No dia do retorno do Davi, me apertou o coração ter que devolver o Marley. Davi ficou feliz que nos demos bem, levou o cachorro de volta e só ouvi falar do Marley de forma superficial e distante. Torço que Davi viaje novamente em breve e deixe Marley comigo. Já deixei bem claro que faço questão de cuidar dele da próxima vez.

Foto 1 do Conto erotico: Marley e Eu


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Ficha do conto

Foto Perfil gurizaogaucho
gurizaogaucho

Nome do conto:
Marley e Eu

Codigo do conto:
260709

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
28/04/2026

Quant.de Votos:
4

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1