No dia da cirurgia meu irmão não pode vir e eu estava muito angustiado, pensando no que ia dar. Medo de dar algum problema na cirurgia, medo da anestesia, sei lá, é tanta coisa que passava na minha cabeça... Naquele dia de manhã a Gabí tomou conta de mim, pela primeira vez me ajudou no banho. Um pouco da água do chuveiro respingava no seu peito, molhando um pouco os fios de cabelo que caiam para fora do coque que ela tinha feito. Me ajudou a lavar minhas costas e como apoio para eu lavar outras partes minhas. Ela era linda, gostosa pra caralho. Eu nesse momento evitava olhar ela nos olhos. Muito medo de ficar de pau duro. Meu pau não é santo, muito menos eu. Eu ali pelado, ensaboado com a enfermeira gostosa do lado... Meu pau começou a ficar meia bomba e eu só desviando o olhar dela. Vai que desse ruim pro meu lado e sei lá, me acusassem de assédio ou algo do tipo.Eu via ela insistente apesar do meu pau estar aparentemente crescendo, seguia do meu lado me enxaguando para tirar todo o sabão de todas as partes do meu corpo que eu não alcançava direito...
No final do banho, ela ajuda eu a me secar, quando vi que meu pau estava quase indiscutivelmente duro, ela me enrola num roupão e me ajuda a ir até a cama. Ufa, o roupão tapou meu pau durão. Mas ao mesmo tempo me restava uma curiosidade pra saber se ela tinha notado ou até gostado da situação. Suas mãos delicadas não tinham uma aliança. Seus dedos eram longos e sua mão fininha. As unhas não eram compridas, mas eram pintadas num delicado esmalte clarinho. Imaginei muito aquelas mãos batendo uma pra mim... Deitei na cama com o roupão e ali fiquei. Ela secou meus cabelos com a toalha, enquanto seus peitos chacoalhavam quase encostando na minha cara. O cheiro dela lembrava de alguma flor doce, nem sei de que, mas era gostoso pra caramba.
Ela me perguntou, enquanto secava meus pés, como eu estava me sentindo pra cirurgia de hoje. Eu respondi que nervoso. Ela me tranquilizou que eu ia receber a anestesia e não lembrar de nada, enquanto isso foi deixar a toalha molhada no banheiro, enquanto seguia falando que era normal se sentir assim, que muitos pacientes ficam nervosos, que faz parte.
Nesse momento ouvi um barulho na porta, achei que era ela indo embora, o que não fazia muito sentido. Mas não, apenas deveria ter mexido na porta, embora o motivo não soubesse ainda. Quando retorna de lá, Gabí me comenta que costuma dar algo que deixa os pacientes tranquilos, mas que não faz em todos.
E segue:
- Se teu irmão fosse paciente daqui, eu não daria isso pra ele. Notei como ele é agressivo na forma com que olha as mulheres...
Eu respondo me desculpando pelo meu irmão, dizendo que ele é um mulherengo e que de fato se passa as vezes.
Ao que ela continua:
- Já você me parece tranquilo. Mais discreto né... Tem vontade mas não fica na cara.
Eu dou uma risada sem graça, mas meu pau começa a ficar duro de novo. Senti que podia ser uma deixa pra eu ser mais malicioso.
Pergunto pra ela:
- Gabí, tu falou que costuma dar algo que acalma os pacientes antes da cirurgia. Fiquei curioso. Eu to meio tenso, queria poder ganhar algo de ti pra relaxar...
O olhar de Gabi ficou mais safado. Sorriu mordendo os lábios e se aproximou de mim. Bem perto. Abriu o avental e por baixo tinha uma mulher ainda mais gostosa do que eu podia imaginar, seu sutiã explodia segurando peitos lindos e fartos. Toquei neles, ao mesmo tempo que ela pegava no meu pau por baixo do roupão. Meu pau estava estourando de tesão. Olho pra baixo ela de calcinha, mas algo parecia diferente de tudo que tinha visto. Gabí põe pra fora um brinquedo. O seu brinquedo. Maior que o meu, clarinho, grandão e rosado. Ela tinha uma rola linda e cabeçuda. Gabí era trans e eu jamais teria imaginado.
Tomado pelo tesão e sem poder me mexer muito, peguei na rola da Gabí e ficamos batendo uma, um para o outro. Ela chegou mais perto de mim com os seios, já sei sutiã e lambi eles todos. chupei ao redor dos seus mamilos, um por vez, dei pequenas mordidas, a medida que ia sentindo o pau dela pulsar na minha mão cada vez que eu dava essas mordiscadas neles.
Quando parei de mamar nas tetas dela, pensei: cara, vou chupar esse pau. Essa mulher é linda, cheirosa, e com um pau lindo. Vou meter a boca nela, foda-se. Mamei o pau da garota, um gosto delicioso. Não muito depois ela fala que vai gozar. Manti minha boca ali, mamando com vontade a rola dela, até que ela gozou dentro da minha boca, enchendo ela com todo seu leitinho de mulher trans. Tomei tudo e enquanto isso gozava. Gabi recolheu o pau, pôs a calcinha, sutiã, roupa e uniforme de enfermagem.
Eu permanecia ali em êxtase com o que recém tinha rolado, todo gozado. Gabí, me limpou, mas de um jeito diferente. Veio com sua boca carnuda e avermelhada até minha barriga e limpou toda a minha porra escorrida com sua língua. Limpou tudo, olhou pra mim e disse:
- Que delícia! Espero que tu esteja mais tranquilo pra tua cirurgia... Volto mais tarde pra tua recuperação.
Gabi saiu da sala antes que eu pudesse reagir.
Fiz a cirurgia e Gabí nunca mais apareceu. Perguntei sobre ela a outras enfermeiras que me atendiam no pós cirúrgico, ao que me respondiam que ela na próxima semana trabalhava em outra ala do hospital.
Essa foi minha primeira experiência desse tipo. Nunca vou esquecer da Gabí e da grande surpresa que me presenteou e me acalmou para a cirurgia.
ô enfermeira gente boa vem me medicar