Oportunidade (Parte 3)

Nota: Essa é uma sequência, então se você chegou aqui de paraquedas considere voltar ao capítulo anterior para entender como que a língua do Rodrigo foi parar no cu do próprio filho.
——
Acordei no sábado com um amargo na garganta, uma sensação de que tinha feito algo errado. Sabe quando você acorda às 2 da manhã lembrando de uma vergonha que sofreu na adolescência e bate uma aflição do nada? Era uma sensação similar, só que eu iria precisar levantar da cama e dar de cara com os fatos já que o motivo da minha aflição não tinha acontecido anos atrás e sim no dia anterior.
Preparei o café da manhã e lavei as louças que tinha deixado da noite anterior, como de costumo o Gabriel acordava mais tarde aos sábados, então quando ele bateu na porta do meu escritório eu já estava entretido com o design de um cardápio para um cliente.
Ele entrou sorrindo como se tivesse esquecido que eu tinha pegado no pinto dele no dia anterior, ou talvez estivesse apenas tentando disfarçar o constrangimento de precisar ficar pelado para o pai lhe aplicar um remédio. Assim eu esperava, no fundo estava torcendo que ele apenas pensasse que o que tinha feito no dia anterior tinha sido parte da medicação, afinal há não muito tempo ele precisou passar por um procedimento para remover o prepúcio da glande em que era normal precisarmos passar uma pomada na região.
“O que é isso” perguntou ele se sentando no meu colo e apontando para a tela do computador.
Como filho de designers ele estava acostumado a assistir o nosso processo criativo, muito embora a mãe dele não tinha muita paciência para explicar as campanhas publicitárias dela eu levava aquilo como tempo para passar com ele já que por vezes eu precisava passar 10h seguidas na frente do computador para entregar um projeto.
Mas dessa vez me arrepiei quando ele se sentou no meu colo, então fiquei minha mente na tela, peguei no mouse para tirar o zoom e mostrar o cardápio inteiro, até que ele perguntou especificamente sobre as frutinhas de açaí que como estavam no canto superior ele precisou se inclinar para a frente para conseguir apontar.
“Isso é…” falei sem conseguir resistir e segurando na cintura dele com a outra mão, a calça fina do pijama levemente mostrando o cofrinho dele e a curva da bunda bem acentuada. “Cê pega mais café pra mim filho?”
Fiz um gesto para frente, obrigando-o a sair do meu colo e entreguei minha caneca, felizmente ele não percebeu minha ereção e eu consegui me controlar antes que fosse tarde demais.
Voltei a mergulhar no meu trabalho, tentando afastar todos os meus pensamentos errados até ser despertados por vozes na sala, olhei no relógio e já eram 2 da tarde, tinha esquecido de ir buscar minha esposa no aeroporto, mas meu coração parou de bater por um segundos apenas quando ela perguntou para o nosso filho sobre a medicação, eu sabia que qualquer coisa que ele falasse poderia levantar suspeitas e levar a outras perguntas, mas por sorte ele respondeu apenas que ainda estava com dificuldade de ir ao banheiro.
“Amor eu esqueci completamente, me perdoe” falei me levantando assim que ela abriu a porta do escritório e dando um beijo nos lábios dela.
“Hã? Não recebeu minha mensagem” ela perguntou com cara de dúvida. “Te avisei mais cedo que não precisava, falei que iria pegar carona com…”
Mas não esperei ela terminar a frase, fui intensificando o beijo enquanto puxava-a para dentro e fechava a porta.
“Estava com saudades” avisei.
Sem muito cerimônia coloquei a mão por debaixo da blusa dele e toquei em seus seios, estava louco para enfiar meu pau em um buraco, mas ela acabou dando um passo para trás alegando que estava cansada depois de um voo longo e que precisava tomar um banho. Ao sair do escritório e deixar a porta aberta minha visão foi diretamente na bunda do Gabriel que estava deitado de bruços jogando algum jogo no tablet, balancei a cabeça e fechei a porta.
Jantamos comida japonesa que pedimos por delivery e ao final Juliana chamou nosso filho para o quarto que estava na hora de aplicar o remédio, ele me olhou meio aflito, mas desviei o olhar fingindo não ter notado, muito embora fiquei parado do lado de fora do quarto dele para ouvir se ele iria falar alguma coisa que indicasse que eu tinha feito algo indevido e tentando bolar desculpas para cada cenário.
“Aí mãe, aí” ouvi o Gabriel reclamando.
“Já, viu não foi nada demais”
Ao perceber que a Juliana já estava saindo do quarto fui correndo para o nosso e me joguei na cama, ainda com o coração acelerado. Mesmo que o Gabriel não tenha falado nada ele com certeza percebeu a diferença de aplicação que deveria demorar 1 minuto e o tempo que eu levava explorando o cu dele.
“Ele sempre faz drama assim?” perguntou minha esposa entrando no quarto.
“Sim” falei, dando um tapa na cama. “Mas você nem me contou sobre sua viagem.”
Ela se sentou se queixando que tinha sido cansativa e eu aproveitei para lhe fazer uma massagem enquanto ela falava mal do sócio do escritório que ela não suportava, mas que pagava bem.
Fui avançando na massagem até que ela já estava nua, me despi rapidamente também e me posicionei no meio dela com um seio na mão e o outro na boca. Ela nunca tinha sido adepta do sexo oral então fui direto com a rola na buceta dela, arrancando gemidos de ambos conforme eu ia inserindo nela, comecei a me movimentar, fazendo com que os seios dela balançassem.
“Vai demorar?” ela perguntou.
“Quê?” parei no meio do movimento, ainda dentro dela, mas inclinando o tronco para olhar ela nos olhos.
“Eu preciso dormir, se você puder acelerar pra terminar logo” conforme ela ia falando sentia meu pinto ir amolecendo.
“Jura Juliana” rebati me levantando e saindo de cima dela, ela ainda tentou me puxar pelo braço falando que estava apenas cansada, mas que queria. “Se for pra transar com um bloco de gelo melhor bater uma punheta.”
Vesti meu shorts e saí do quarto, fui para a cozinha e bebi um copo de água gelada, ao voltar parei em frente ao quarto do meu filho, coloquei a mão na porta e senti o meu pau voltando a endurecer imaginando o que eu poderia fazer com ele, mas novamente respirei fundo e me recusei a seguir com aquilo.
O domingo foi o mais monótono possível, apenas no final do dia quando a Juliana informou nosso filho que estava na hora do remédio que eu me lembrei do que quase tinha feito na noite anterior se tivesse invadido o quarto dele. Gabriel fez birra falando que não queria tomar o remédio, se jogou na cama se cobrindo com o cobertor para deixar seu bumbum seguro.
“Tudo bem, amanhã ele tem retorno no médico, podemos pedir outra medicação” informei ao perceber que a Juliana já estava perdendo a paciência com o nosso filho, e completei depois que ela erguei a sobrancelha pra mim. “Pode deixar que eu levo ele.”
Desta vez eu já estava pronto para solicitar do médico outros exames como um raio-x ou algo do tipo, além de remédios que fizessem efeito.
“Tem certeza que ainda não conseguiu ir no banheiro?” o médico perguntou refazendo o exame de alisar o estômago do meu filho, olhando para ele enquanto ele olhava para qualquer canto do consultório menos para nós.
“Sim”
“Paizinho eu vou precisar fazer um exame de toque viu, Gabriel sobe aqui na maca”
“Oook” respondi balançando a cabeça, tentando processar a informação que tinha recebido.
Quando o médico posicionou o meu filho e pediu para ele baixar um pouco a calça, ele me olhou assustado e tive que balançar a cabeça afirmativamente para obedecer.
O médico calçou luvas e pegou um sachê com lubrificante que passou ao redor do dedo indicador protegido, percebi meu filho prendendo a respiração e fazendo uma leve careta ao receber o dedo do homem dentro de si. Eu não sabia exatamente como deveria agir, mas sabia que não deveria estar excitado ao ver um homem com um dedo no cu do meu filho, mesmo que ele tivesse enfiado e mantido lá dentro, diferente de mim que ficava fudendo.
Quando o médico se deu por satisfeito pegou um papel toalha e limpou o lubrificante da bunda do meu filho, jogando no lixo junto com as luvas, eu estava tão constrangido que preferi não olhar na direção do meu filho enquanto ele se vestia e voltava a se sentar ao medo lado.
“Talvez mais uma semana aplicando o supositório…”
“Não tem outra medicação doutor?” interrompi o médico. “Um xarope ou uma injeção já que só o supositório não está fazendo efeito.”
“Na verdade vai precisar sim de um complemento” informou o doutor. “Além do supositório vai ser necessário um dildo para ajudar na saída.”
“Um dildo?” perguntei sentindo minha voz vibrando.
“O senhor sabe o que é um dildo? Tem uns da grossura de um dedo…” informou ele fazendo um gesto com o dedo indicador que estava dentro do meu filho minutos antes.
“Eu sei, eu sei o que é um dildo” interrompi-o nervoso.
“Muito bem” ele respondeu, olhando em sua agenda. “Vou marcar o retorno para a semana que vem.”
Foto 1 do Conto erotico: Oportunidade (Parte 3)


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


261478 - Oportunidade (parte 2) - Categoria: Incesto - Votos: 0
261289 - Oportunidade (Parte 1) - Categoria: Incesto - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil chicojr
chicojr

Nome do conto:
Oportunidade (Parte 3)

Codigo do conto:
261532

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/05/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
1