A loura do 2114

2114 é uma linha de ônibus aqui de Jacarepaguá, de uns tempos pra cá passou a ter uma passageira nova, uma loura de mais ou menos 60 anos, ela passou a me dar bom dia, eu retribuindo, ao entrar ela passou a ter um certo cuidado comigo, levantar o braço da poltrona ou se levantar para eu entrar ou sair do banco quando calhava de sentarmos juntos, no início não prestava muita atenção nela pois de lado não chamava atenção, mas de frente era bonita com um sorriso cativante, não sei se era casada ou não e percebi que era gostosa no dia que o ônibus enguiçou tivemos que descer e ela ficou na minha frente, tinha uma bunda bonita e uns pernões apesar de estar de calça, mas o conjunto da obra era agradável, os dias passando os sorrisos aumentando e a mente maquinando, eu sempre via ela tirando um cochilo durante o trajeto e ficava imaginando que ela poderia ir tombando e cochilar encostada em mim, alguns papos rápidos mas sem segundas intenções, até que um dia calhou de nos encontrarmos na volta, um dia conturbado de muita chuva falta de ônibus, o nosso 2114 não vinha, então resolvemos enfrentar o tumulto do comum para voltar, resultado, ônibus cheio, lotado e o nosso contato foi inevitável, ainda mais que eu passei a ser seu protetor casual dos empurra, empurra, não pude deixar de curtir seu calor com esse contato forçado, o
ônibus lotava e ficávamos mais colados, tentava em vão não encostar totalmente, ela percebeu e disse que não precisava ficar receoso, então relaxei um pouco e seguimos conversando ate nosso ponto, descemos e tivemos que andar um pouco pois esse não era a nossa linha, chegando perto de sua casa ela falou que esperava que no dia seguinte fosse menos tumultuada a volta, e aproveitei e mandei, porque não gostou da companhia?
Gostei, mas o ônibus lotado é incômodo.
Ficamos muito colados né? Desculpe, não foi intencional.
Que pena, pensei que fosse.
Quer voltar amanhã nele outra vez?
Não, nós podemos vir no outro, sem empurra empurra com mais conforto.
passamos realmente a sentar um ao lado do outro e a intimidade aumentando, encostada de perna, pega na mão, até que um dia ela estava com uma blusinha mais decotada e conversa vai, conversa vem não resisti e olhei para dentro do seu decote, ela percebeu olhou pra mim e falou, abusado com um sorrisinho, mas nem sequer colocou a mão, só falou. hoje tá muito calor, resolvi colocar essa e mais fresquinha, tá muito ousada? ela falou.
Respondo, não, tá bonita e levemente sensual.
Gostou? não tá ousada?
Gostei, não tá ousada, tá....
Tá o que?
nada, deixa pra lá.
fala, quero saber, fiquei curiosa.
xiiii, esquece
colocando a mão na minha perna repetiu, me diz, tá o que?
olhei nos seus olhos, desci pro decote, voltei pros olhos, passei a língua nos lábios, pus minha mão em cima da dela que estava na minha perna, tomei coragem e falei apertando sua mão e esfregando na minha coxa, está deliciosa, ela corou mas não desviou o olhar, passei minha mão para a perna dela, ela colocou a bolsa para tapar a visão de qualquer outro passageiro e esfregou a perna na minha, isso para mim significou caminho livre, ficamos nessa por aquele dia, mas no dia seguinte nossa conversa foi mais de toques e olhares, pois estávamos dentro do ônibus, ela veio de saia, não perdi tempo, acariciei sua coxa, ela puxou de leve a saia mostrando mais, conversamos sobre outras coisas, mas as mãos brincando, eu tava de pau duro, usei meu casaco como barreira, peguei a mão dela e levei até meu pau, ela deu uma arregalada de olho mas não tirou a mão, levei minha mão até encontrar sua calcinha, chegando ao centro resolvi descer no mesmo ponto dela, já fora do ônibus pudemos conversar um assunto mais ousado, pensei que ela iria dizer que eu estava muito afoito, mas ao contrário, ela foi me informando que era casada e que não queria que ninguém soubesse e que seria sem compromisso, eu respondi que sem problema e marcamos um dia para podermos curtir.
    Chegado esse dia fomos para um hotel no centro, tínhamos o dia todo para fuder, mal entramos já fomos nos atracando e passando a mão em todo o corpo, ela gemia e se esfregava, tirei sua blusa, ela estava sem sutiã, fiquei doido vendo aqueles peitos saltarem da blusa, ela pega minha cabeça e esfrega neles, eu retribuo com uma chupada que deixa ela louca de tesão, começo a tirar minha roupa, ela me alisa e lambe meus peitos também, me afasto um pouco e tiro a calça, meu pau já não aguenta mais de tanta dureza, ela solta o botão da saia e deixa cair aos seus pés e alisa a buceta por cima da calcinha, mete a mão dentro, tira ela toda melada e fala, olha como ela está, me ajoelho abaixo a calcinha e meto a boca sentindo o gosto da buceta melada, ela geme e enterra a minha cara na buceta dela, me puxa, beija e vai me empurrando pra cama, me joga e esfrega o rosto no meu pau, tira a minha sunga o pau pula duro, ela lambe e começa a chupar, depois de um tempo fica brincando com meu pau numa punheta bem lenta, a cada arregaçada uma lambida na cabeça, ela sobe me lambendo por inteiro, meu pau encosta na sua buceta sentindo sua quentura, ela me tortura, fica esfregando a buceta no meu pau e falando, quer? quando vou responder ela me beija, aperto sua bunda ela geme, com um dedo fico esfregando seu cuzinho, ela rebola mais, com sua mão ela pega meu pau e guia até a entrada da buceta e fica esfregando no grelo, gemendo e falando que quer meu pau dentro da buceta, ela ja esta muito melada de tesão, ela posiciona na porta e eu enterro de uma vez, ela dá um grito de prazer e começa a quicar no meu pau, já não tava aguentando mais de tanto tesão, ela goza e fala para encher ela de porra, com duas bombadas gozei dentro e fundo, ela não parava de meter, gemia e gritava, cravava suas mão nas minhas costas como se não quisesse deixar eu ir, seu corpo foi ao máximo do êxtase ate suas pernas bambearem e ficarem sem forças, ela caiu ao lado pedindo mais, deitei por cima e chupei seus peitos, ela agarrou minha cabeça e foi guiando até sua buceta, chupei o que pude ate ela implorar para meter de novo, bombei ate seu gozo vir, bombei ate ela sentir a agonia do gozo e não aguentar mais, ela desfaleceu ao lado cansada, deixei ela descansar um pouco enquanto bebia um whisky olhando para ela, levante fui ate ela e a pus de bruços, alisei sua bunda, descia o dedo ate meter na buceta e levava ate seu cu, ela já estava desperta, pediu para mamar meu pau, que já estava duro, cheio de vontade daquela bunda, ela disse que nesse dia não iria dar o cuzinho, e que ficaria para uma outra trepada, que hoje só seria pau na buceta e esporrada boca, e assim foi dei mais uma pirocada na buceta e esporrei na boca, ela veio e me beijou falando que queria mais que esse dia foi só o primeiro...
    Ansioso para as próximas vezes.

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Ficha do conto

Foto Perfil sozinho6969
carentecasado

Nome do conto:
A loura do 2114

Codigo do conto:
261660

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
09/05/2026

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