PUTINHA DOS CRIAS NO PARANÁ CLUBE

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Eu era na minha juventude sócio do.parana clube de entretenimento onde já piscina jogos, ginásio etc.. silvio um amigo meu e também sócio, certo dia fomos juntos, ele teve de dar uma saída mas ficou de dar notícias. Depois de uma tarde na piscina decidi ir para o vestiário e vi que estava praticamente vazio. Tinha uns caras já se vestindo e, de longe, eu vi um dos chuveiros ligado e olhei na direção pra ver se tinha algum vazio, pois queria jogar uma água no corpo para esperar o retorno do Silvio.
Olhei e vi o Pretinho uns 23 anos , um conhecido, embaixo do chuveiro. O moleque estava molhado, com aquela pele negra Que sempre me atraiu, brilhando, todo ensaboado. Fiquei parado observando e admirado com o tamanho da rola dele. Nunca tinha reparado nesse detalhe da anatomia do moleque, mas depois que fui fodido pelos crias da favelas perto de casa, despertei esse tesão , senti até um pouco d’água na boca, olhando aquele espetáculo de macho, Tirei o meu calção. Fiquei só de cueca, observando o banho do Pretinho, nem percebi que tinha alguém atrás de mim, muito próximo.
— Tá observando o jumentinho tomando banho, guri? –
Olhei assustado e dei de cara com o Ivan, um outro conhecido do clube uns 22 anos, sem camisa, com o corpo muito próximo do meu. Nem percebi que estava com meu pau meia bomba, mas tenho certeza que ele percebeu.
— Só tô esperando para tomar meu banho também. –
Eu disse gaguejando, como um moleque pego no flagra.
— Mas tem um vazio ao lado, Biel. Fica tranquilo, o Pretinho realmente chama a atenção com esse trabuco que que ele tem.
Ele disse com um risinho nos lábios. Eu tentei ser natural e falei também, dando um risinho sonso:
— Chama a atenção mesmo, moleque. Se bem que pelo que dizem você também não fica atrás.
— Não faço feio não, Biel. Ninguém nunca reclamou. Mas nada se compara a beleza dessa sua bunda redondinha e carnuda.
Ele disse bem perto de meu ouvido e eu senti o calor de seu corpo bem próximo ao meu. Fiquei meio tonto com aquilo tudo. Um misto de medo e tesão ao mesmo tempo. Não falei nada e logo senti a mão dele alisando minha bunda.
-Para com isso Ivan. Você tá maluco? –
Falei sem convicção na voz.
— Fica tranquilo Biel. Só tá a gente por aqui. A turma toda já saiu para o volei. Ninguém vai entrar aqui não. –
Ele falou novamente, apertou mais a minha bunda, puxou a minha mão para trás e colocou em cima de seu pauzão que já estava duro. Era um pau enorme, potente e muito quente. Pau de molecão cheio de energia.
— Caralho! –
Eu murmurei, sentindo aquela rola em minha mão.
— É caralho mesmo, Biel. Sente como ele tá quente por causa dessa tua bunda gostosa. – Eu apertei aquele caralho imenso e senti que estava me entregando.
— O Pretinho tá ali em frente, moleque. – Eu murmurei, tentando ainda resistir, mas sem tirar a mão daquele pauzão.
— Nó somos parceiros, Biel. Somos crias na comunidade e amigos desde criança. Relaxa e aproveita. –
Ele disse isso e já meteu a mão dentro de minha cuequinha e alisou meu rego, encostando o dedão em meu cuzinho. – Eu gemi e me abri para receber aquela carícia quente.
— Isso é uma loucura, neguinho . Isso é uma loucura. –
Eu falei, vendo-o abaixar o calção e deixar livre o pauzão grande e torto para o lado.
— Loucura é esse teu rabão, Gabi. Há muito tempo que a gente cobiça esse teu bundão. Mama Gabi, mama um pouquinho! – Eu sabia que deveria resistir, mas meu corpo mandava o contrário.
Me abaixei e comecei a tentar engolir aquela trolha , suada e com cheiro de macho.
Lambi a cabeça do caralhão, passei a língua por toda a extensão e fui mamando como dava. O crias apenas gemia e puxava minha boca de encontro à sua virilha. “Mama Gabi, mama meu pauzão! Além de uma bunda gostosa ainda sabe mamar um cacetão.”
Mamei mais um pouco, tentando engolir o que podia e logo ele me puxou, arrancou minha cuequinha fora e me curvou sobre a bancada. Senti sua língua em meu buraquinho e não segurei um gemidão.
— Caralho, como eu queria provar esse rabão como estou provando agora! Desde que vi os caras te zoando que eu fiquei afim de meter a língua nessa delícia. –
O meu falava, enquanto metia a língua em meu cu. Eu arrepiava todo o corpo e me sentia quente de tesão.
— Delícia parceiro! Conseguiu convencer o bundudo a liberar pra gente? – Eu olhei para a frente e vi o Pretinho em pé, com aquele tronco preto em riste, se punhetando em minha frente.
— Chega junto, parça! Dá mamar para o Gabi que ele tava manjando tua jiboia. – O moleque disse, sorrindo para o amigo, deixando claro que os dois estavam juntos nesse plano sacana e gostoso. Logo eu estava tentando engolir a jamanta preta, enquanto sentia a língua quente em meu cuzinho. Em seguida senti ele em pé atrás de mim, esfregando o pauzão em meu rabo, pincelando e cutucando na minha portinha. Eu tentei falar alguma coisa, mas estava com a boca cheia. Senti a cabeça dele tentando entrar e me assustei.
— Mete não moleque! Não aguento! – Enfim, consegui falar.
— Vou meter sim, putinha. É meu sonho foder esse rabo. Você só sai daqui arrombado. –
Ele disse isso, abriu a mochila ao lado, tirou um vidro de óleo para massagem e despejou em cima de minha bunda.
Eu senti aquele óleo escorrendo entre minhas bandas e sua mão firme, espalhando tudo e metendo o dedo em meu cuzinho, para lubrificar e alargar meu buraco. Forçou mais um pouco e logo estava com três dedos entrando e saindo de meu cu. Deixando o caminho mais fácil para sua rola.
Ele se posicionou atrás de mim novamente e encaixou a caceta bem na entrada e foi empurrando. Senti a cabeçorra vencer minhas pregas e se alojar dentro de mim, rasgando e abrindo caminho.
— Ai meu cu! Tá me rasgando, seu puto!
— Vou rasgar mesmo, cadela. Quem nasce com um rabo desses tem de levar rola. – Ele disse isso e empurrou firme até o talo, senti suas bolas em minha bunda e me senti preenchido.
A dor era grande, mas o prazer estava superando o desconforto. Agarrei na cintura do pretinho, engoli seu pauzão e me abri pra levar rola.
O moleque segurou em minha cintura e começou a entrar e sair com vigor.
— Isso parceiro! Arromba o putão. – Eu ouvi a voz do Pretinho incentivando o amigo e logo ele estava realmente me arrombando, bombando e socando fundo, enquanto eu gemia e tentava aguentar tudo.
— Ai meu cu! Meu cu tá ardendo, porra! Tá gostoso, moleque. Me fode. – Eu me assustei ao fazer esse pedido. Estava realmente me comportando como uma putinha.
— Te falei que ele ia levar rola, parceiro. Eu te cantei essa bola. Vem aqui meter também. – O Ivan falou para o Pretinho, já arrancando o pauzão do meu cu. Fiquei apavorado. O Pretinho tinha um pau muito maior e mais grosso.
— Não, cara! Isso não! Não aguento.
— O Gabi não entendeu ainda. Vai aguentar, Gabi. Os manos da favela vão de arrombar gostoso e tu vai virar freguês.
Eu ouvi aquilo. Me empinei e senti o Pretinho passando óleo no pauzão. Ele encostou a cabeçorra em meu buraco já aberto e foi forçando. O pau dele entrou arrombando tudo e eu abri a boca para gritar, quando senti a mão do Neymarzinho tapando a minha boca. Ele segurou firme e o Pretinho entrou com tudo dentro de mim. Seu pau era grande, mas entrou macio. Me alargando aos poucos até se alojar por completo.
Quando o Pretinho puxou o pau, eu senti como se meu reto fosse sair junto com seu pauzão. Ele tirou e meteu umas três vezes e começou a bombar. A princípio com cuidado, mas quando viu que eu tinha acostumado ele socou forte, intenso. Fez barulho com o choque de suas coxas de jogador, batendo em minha bunda.
Os dois putos começaram a se revezar e logo eu estava me sentindo aberto e gemendo como uma vagabunda de rua.
— Mete, porra! Arrebenta meu cu, seus moleques putos.
— Já tá arrombado, Biel. Daqui a pouco a gente vai te engravidar. – Eles continuaram bobando e eu ouvir um barulhinho vindo do lado, tentei me mexer, mas eles me imobilizaram, me mandando ficar quieto que estava tudo bem.
— Muito bem, meninos! Fizeram um belo trabalho. Era isso mesmo que eu queria ver. – Eu olhei assustado e vi a cara do Silvio, em pé ao nosso lado, assistindo todo o meu arrombamento.
— Foi sopa no mel Silvio! O seu amiguinho aqui nasceu pra levar rola dos manos. – Na hora eu percebi a armadilha que o Silvio tinha me armado. Estava tudo tão bom, que a última coisa que eu queria era brigar com ele. Não naquele momento.
Ficamos os quatro ali. Eu sendo arrombado pelos dois moleques e o Silvio assistindo tudo, enquanto batia uma punheta nervosa.
— Vou gozar! Vou engravidar o puto. – Disse o Ivan, pulsando o pau lá no fundo e enchendo meu cuzão de leite.
Ele arrancou o pau e eu senti o Pretinho se aproximar e bater com a tromba negra em cima de minha bunda, sentindo a maciez de minhas carnes. Ele bateu uma punheta rápida e apontou o pau bem para meu buraquinho. Eu senti os jatos de leite quente sendo jogados na entradinha e logo em seguida ele empurrou tudo pra dentro.
— Vai meter também, Silvio? – O Ivan perguntou para o Silvio. Era engraçado ele chamá-lo de Doutorzão.
— Não, hoje não. Eu quero dar leite na boquinha dele. Mama, minha putinha! Mama o pau de seu macho. – Obedeci ao Afonso e mamei seu caralhão que logo despejou leite em minha garganta, enquanto eu batia uma punheta e gozava intensamente, sentindo a cabeça do caralhão do Pretinho me cutucando o cuzão aberto.
— Essa armadilha vai ter volta, putão. – Eu disse, após guardar o carro e ir andando pelo condomínio juntamente com o Silvio.
— Você tem que me agradecer, meu puto. Te dei a maior aventura de tua vida. Você adorou. Minha vontade é te ver dando essa bunda linda e gostosa para o time inteiro.
Aquele puto falou isso com a cara mais cínica, mas eu sabia que ele tinha razão. Algo estava desperto dentro de mim.
Naquele fim de semana eu fodi intensamente com minha esposa, sentindo meu cu doer muito a cada movimento que eu fazia.
Eu estava vibrando por dentro, com essa liberdade sexual recém-conquistada.

Foto 1 do Conto erotico: PUTINHA DOS CRIAS NO PARANÁ CLUBE


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Ficha do conto

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gabrielvadia

Nome do conto:
PUTINHA DOS CRIAS NO PARANÁ CLUBE

Codigo do conto:
261666

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
09/05/2026

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