Meu sobrinho agora mora comigo III

Saindo do trabalho passei numa loja de móveis, comprei uma cama. Por enquanto ele ia dormir no escritório. Pensei muito sobre o que tinha rolado e na verdade eu ainda tava meio anestesiado com a situação, meu sobrinho tinha virado um macho peludo comedor de cu. E o pior é que ele queria meu cu.
Mas será o que deu nessa cabeça? Ele é tão confiante assim pra me sarrar sem achar que eu poderia mandar ele de volta pra casa sem pensar duas vezes? Será se por algum momento eu dei a entender que queria dar pra ele? Muitas perguntas ficavam rodando na minha mente e eu não tinha resposta pra nenhuma. No entanto depois de conversar um pouco com a Andressa, acabei me acalmando mais.
Sim, o que rolou noite passada foi errado, mas talvez a gente pudesse começar do zero se tivesse uma conversa. Só que eu não tava achando coragem pra encarar aquele fedelho depois dele ter amaciado meu cu com porra por cima da cueca. Na verdade toda vez que eu lembrava meu cu piscava invariavelmente, meu pau endurecia e eu ficava vermelho de vergonha e tesão. É um tesão que eu não posso aceitar e nem endossar.
-Senhor, vai levar a cama? O vendedor me tirando do transe e olhando diretamente pro meu pau duro na calça social.
-Vou. Vocês entregam quando?
-Hoje mesmo.
-Excelente. Preciso disso hoje lá.
Saí da loja e rumei pra academia, quem sabe malhar um pouco me desse alguma coragem pra falar com ele, pra estabelecer limites e falar que o que aconteceu quebrou todas as regras.
09:00h: Tio, tá por aí? Mensagem no WhatsApp. Acabei esquecendo de responder, ele já tinha mandado algumas.
12:00h: Você tá com raiva de mim? Por acaso? O que eu fiz?
13:00h: Vou comer hot pocket, beleza? Espero que esteja tudo bem.
16:00h: Você vai na academia hoje? Volta que horas?
17:00h: Tio, vieram instalar minha cama. Só tem espaço no escritório, então pedi pra colocar lá. Obrigado por não me mandar de volta... Desculpa qualquer coisa.
-Não tô com raiva de você, Eduardo, eu só não tava mais acostumado a ter hóspede, então esqueci de responder as mensagens. Que bom que já montaram sua cama! Logo tô em casa, tô malhando.
-Tá beleza. Ele respondeu.
Em seguida mandou uma foto dele deitado no sofá da barriga pra cima. Sorrindo, aquele sorriso de cafajeste que eu não sei aonde ele aprendeu. Os pentelhos tavam suados, o suvaco peludo a mostra. "Te espero" dizia a mensagem.
Depois da academia passei no supermercado e comprei qualquer coisa pra gente comer, em algum momento eu ia precisar cozinhar pra gente.
Cheguei em casa do dia e ele tava no banho. Primeira impressão que tive foi um cheiro de pica espalhado pela casa, tinha cheiro de pica no sofá, na poltrona e principalmente no quarto. Eu não sei quanto tesão esse moleque tinha, mas ele passou o dia fudendo a mão dele. Aquilo ainda me inebriava, gostar de homem é bom demais... E eu gostava tanto de buceta quanto de pica. Adorava cheirar bem uma rola antes de lamber a cabeça, amava chupar bem as bolas e descer pro cu lambendo. Eu era um puto também, talvez ele tenha herdado isso de mim.
Barulho do chuveiro parou, ele saiu de lá se enxugando ainda e a toalha só cobria a pica. Vi o corpo dele desenhado na minha frente, enquanto seu cabelo vermelho tava lambido pra trás. Ele era muito bonito, não tinha um corpo definido, mas era forte pro tamanho pequeno dele.
E era a minha toalha.
-Tá usando a minha toalha, fedelho.
-É? Nem percebi. Boa noite tio! Tava com saudade! Ele riu olhando diretamente nos meus olhos.
Enquanto ele fazia contato visual começou a secar a pica bem devagar. Depois se enrolou na toalha e entrou pro quarto.
O frio na barriga atacou de uma vez.
Fui até o escritório e verifiquei que a cama tava no lugar certo e ele já tinha até colocado os lençóis.
Fui até a cozinha e os pratos estavam lavados. Tomei água pensando que ele arrumou a casa toda, talvez o cheiro de pica não fosse de todo mal.
Ele saiu do quarto e foi pro escritório, deitou na cama nova de pernas abertas e de cueca preta.
-Obrigado pela cama, quando quiser usar o escritório é só falar.
-Não se preocupa moleque, eu vou ficar trabalhando na sala e esse quarto agora é seu.
Ele riu apaixonadamente e virou a cabeça pro teto.
-Não sei nem como agradecer o senhor.
-Nós precisamos conversar.
-Sobre o quê? Ele retrucou me olhando com receio.
Meu celular tocou, era Andressa.
-Ei, adivinha quem tá indo pra sua casa fazer o batismo do seu primo com Jack Daniels?
-Andressa, dia de semana, sério?
-Nem pense em desmarcar que eu já tô no metrô. Chego em meia hora. Vamos ficar na mesma página e seu sobrinho vai se sentir em casa.
Talvez eu precisasse mesmo de um porre, não queria ficar sozinho com ele, não sei o que eu faria.
-Tô te esperando, vou liberar a entrada.
Desliguei o celular e ele tava olhando pra mim.
-Minha melhor amiga aqui tá vindo te dar boas vindas. Vamos tomar umas juntos os três.
Ele riu e veio correndo me abraçar.
Senti o cheiro do cabelo dele, ele era muito cheiroso.
-Senta aqui no sofá moleque, bora conversar.
-Do que?
-Você sabe do que.
-Eu não sei. Ele riu maliciosamente.
-Eu sou seu tio. Olhei firmemente enquanto ele me olhava deitado no sofá.
-E eu sou um puto safado. E você gosta disso.
Fisionomia do Edu mudou na hora e eu fiquei sério também.
-Eu sou seu tio. Enquanto você tiver na minha casa você vai ter que respeitar isso, ou eu vou te mandar de volta.
-Mas você não gostou? Eu tenho tesão em você e você em mim. Eu senti na boca o teu pré-gozo, você tava duro igual pedra.
E eu comecei a ficar de novo, com esse confronto. Devia tá maluco, isso não existia.
-Olha, Eduardo... Você acabou de fazer 18 anos, seus hormônios tão em fúria. Eu também já fui safado assim, mas tem alguns limites que nem eu e nem você podemos cruzar. Você pode botar cheiro de pica na casa inteira, socar punheta sarrando meu travesseiro, mas tentar me comer é ir longe demais.
Dei uma acalmada, precisava soltar isso.
Ele olhou pra mim nos olhos.
-Foda-se a nossa família! Eles são só gente inútil que vive de aparência. Por que a gente não pode ser quem a gente quer ser? Fuder quem a gente quer fuder? Você sabe por que minha mãe tava tentando que eu morasse com você? Porque ela viu mensagem no meu celular pra um menino, ela queria me tirar da cidade pra não fazer vergonha pra família.
Ele baixou a cabeça e começou a chorar.
Fui em direção ao sofá, puxei ele pra um abraço e o abraço virou um beijo.
Eduardo parecia que tava beijando pela primeira vez, chupava minha língua como se não fosse viver depois dessa noite. Lambia meu queixo, beijava meu pescoço, puxava meu corpo contra o dele. Acariciava meu cabelo, apertava minha bunda.
Meu pau duro encontrou o dele por cima da roupa, e a dureza dos dois paus agora se sarravam.
Eduardo subia e descia contra meu corpo, que era muito maior que o seu com facilidade, como se tivesse explorando um território que ele muito queria há tempos.
Eu de olhos fechados já não tava pensando mais em família, o que era certo e errado, eu tava entregue aquele fedelho maldito que entrou na minha vida e bagunçou tudo.
Ele tirou minha camisa e desceu pro meus peitos.
-Meu sonho era chupar essas tetas.
Ele falando putaria me deixava mais safado ainda, eu sentia pré gozo já saindo do meu pau e melando a cueca.
Eduardo chupava meus peitos como se fosse um trabalho que ele precisava desempenhar com volúpia. Mordiscava, ia com a cabeça pra frente e pra trás em casa mamilo na sucção. Eu gemia, e não tava gemendo baixo, eu tava imerso num tesão que nunca senti na vida.
-E-du... Arhnnn. Para, Edu.
-Não posso, tio, é meu dever te fazer gozar igual uma puta.
-Fedelho, não.
Me calou de novo com um beijo, puxando meu cabelo pra trás e me fazendo olhar fundo nos olhos dele, só pra eu perceber que já era tarde demais e eu ia precisar resolver isso, mas naquele momento eu era só dele. Eu era o puto dele.
Bihhhhh. A campainha tocou.
Porra, era Andressa, esqueci completamente dela.
Empurrei o Edu pra frente, me recompus imediatamente. Ele sentou no canto do sofá e usou uma almofada pra cobrir a ereção. Eu esqueci completamente da minha bermuda melada.
Abri a porta instintivamente.
-Oi princesa, boa noite!
Andressa olhou diretamente pra minha bermuda.
-Saiu do banho agora?
-É, acabei de banhar.
Ela sacou que tava rolando alguma coisa e me deu um sorriso maligno. Vadia, tenho que tomar cuidado quando ela sente tesão.
-Boa noite, então esse gostoso é seu sobrinho?
-Boa noite, eu sou o Edu. E abraçou a Andressa. E seu pau ainda estava meia bomba.
Eu vi a pressão que o pau dele fez ao encontro dela. E ela percebeu também.
Levantou uma garrafa de whisky e com mais um sorriso maligno olhou pro Eduardo.
-Vamos beber, seu punk! Bem vindo a São Paulo, a terra das oportunidades e putarias!

CONTINUA

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Comentários


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lucasleke Comentou em 10/05/2026

Pooo safado. Daora. Continua contando... Ele te enrabou gostoso???? Tesao aqui mano.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu sobrinho agora mora comigo III

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261706

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/05/2026

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