Lá alto, no local chamado campinho, vi um coroa interessante, estilo paizão, aparentando ter uns 55 anos, pele muito clara, olhos azuis, cabelos castanhos bem claros quase loiros e um volume na bermuda que me chamou atenção. Dei uma encarada, vi que ele percebeu mas não teve nenhuma reação. Quando me distraí ouvi uma voz com sotaque se dirigindo a mim:
- Ei garoto, você poderia tirar um retrato meu por gentileza?
Me surpreendi ao perceber que era o paizão, e que não era brasileiro. Estendi a mão para pegar o seu celular para fazer a foto diante do convento e percebi a aliança enorme em sua mão. Aquele pedaço de mal caminho era casado.
Fiz algumas fotos e como estava calor ele me ofereceu um refrigerante para retribuir o favor, tentei recusar, mas ele insistiu, então sentamos numa lanchonetezinha que tem lá em cima e pedimos uma Coca-Cola, enquanto tomávamos ele me falou que era alemão, que estava no estado a trabalho, que a esposa estava na Alemanha e o filho estava estudando em Nova York. Também me apresentei e conversamos trivialidades a respeito de nossos países e sobre o turismo local. Percebi que sempre que podia ele me comia com os olhos, a mão com a aliança estava sobre o pau e o volume que me chamou atenção parecia maior. A hora passou e não percebemos, decidimos descer e ele sugeriu fazermos o percurso a pé pelo cainho que eles chamam de Ladeira da Penitência, uma caminhada de mais ou menos uns 15 minutos em meio a Mata Atlântica.
Durante a descida a conversa esquentou um pouco, ele me perguntou se eu era solteiro, se morava por ali e se eu havia percebido como haviam pessoas bonitas no local. Aproveitei para falar que ele também era bonitão e que devia fazer sucesso com a mulherada, quando então ele me disse com um ar de altivez, contando vantagem:
- Não só com a mulherada. – E caímos na gargalhada.
Resolvi então dar minha cartada final afinal poderia não o ver nunca mais:
- Também com esse volume todo aí, com certeza chama atenção de meio mundo.
Ele fingiu uma timidez e uma humildade e me retrucou:
- Que nada, é esse papo que acaba me provocando e deixando ele maior, mas o meu menino aqui é normalzinho.
E dizendo isso ele certificou que não tinha ninguém subindo ou descendo próximo da gente e pela perna da bermuda colocou o seu pau para fora rapidamente. Estava meia bomba, mas já dava pra perceber que tinha uns 21 cm fácil, cabeça rosa, coberta de pele uma babinha que deixava a glande brilhante.
Olhei admirado e falei que parecia apetitosa, então ele se aproximou de mim e me beijou. Senti o seu pau ainda mais duro se apertando conta o meu que também estava duro. Nos afastamos porque percebemos alguém descendo e ele sugeriu pularmos a mureta de proteção do caminho e procurar um lugar na mata para curtirmos um pouco. Falei que era perigoso, mas ele já estava do outro lado. O segui e encontramos um local onde alguns arbustos impediam que fossemos visto pelas pessoas que estavam na ladeira.
Voltamos a nos beijar e ele logo me forçou para baixo demonstrando que queria ser mamado, o que fiz com muito bom grado, a pica estava quente, pulsando e babava muito, uma babinha levemente adocicada. O seu pau cheirava a sabonete e os pentelhos também aloirados cheiravam a macho limpo. Mamei por muito tempo aquele cacete ele gemia algumas palavras em alemão que eu nem imagino o que sejam, vez o outra ele fodia minha boca com força e após muito tempo de mamada ele falou que ia gozar enchendo logo em seguida minha boca com sua porra, quente, espessa e também levemente adocicada. Bebi tudo e ele me puxou para um beijo. Em seguida me punhetou até que eu também gozasse.
Voltamos para o caminho nos certificando de que ninguém estivesse nos vendo e terminamos a descida. Lá em baixo trocamos contato e ficamos conversando até o seu Uber chegar.
Se esse conto te fez gozar deixe a sua curtida e comente se você já fez sexo num local proibido como o desse relato. Essa interação me incentiva a escrever ainda mais para você.

