No dia e hora marcados recebi uma ligação dele informando que estava em frente ao meu portão. Era a primeira vez que eu ouvia a voz dele e confesso que a voz máscula e firma me excitou levemente. Fui abrir o portão e ao vê-lo o que havia sido apenas uma leve excitação transformou-se num verdadeiro tesão. Ele era um homem maduro, com uns 50 anos, cabelo e barba grisalhos, braços fortes, queimados de sol, uma leve barriguinha de cerveja e um volume que parecia ser pesado escondido embaixo daquela calça jeans surrada que ele usava.
Ele sorriu e me cumprimentou com um aperto de mão forte. Perguntou onde seria o serviço e eu o conduzi até o banheiro. Meu pau já dava sinais de vida só de sentir aquela presença máscula em minha casa, mas sou reservado então não daria em cima dele ao menos que tivesse abertura. A aliança em sua mão esquerda também me lembrava que eu não deveria me arriscar ali.
O serviço não era muito difícil, mas ele acabou se molhando. Perguntei se ele queria uma toalha e ele falou que não precisava, porém disse que se eu não me importasse ele gostaria de fazer o restante do serviço sem a camiseta. Falei que não era problema afinal éramos dois homens e estávamos sozinhos, e rindo falei que ele podia até ficar pelado se quisesse. Ele também riu e continuou o trabalho.
Quando finalizou a instalação ele me chamou e pediu para verificar se estava tudo em ordem, se o jato de agua estava bom e se precisava de mais alguma coisa. Peguei o chuveirinho, ligue e falei que estava tudo em ordem. Ele então rindo falou:
- Eu sempre peço pra verificar se o jato de agua está bom porque a gente vai usar pra lavar o rabo então não sei a pressão que cada cliente está acostumado a sentir lá.
E falando isso ele deu uma pegada no pau. Eu sorri e percebi que a deixa que eu tanto queria ele estava me dando e como eu realmente queria experimentar aquele marido de aluguel deixei o meu lado putífero aflorar e já respondi de forma sacana:
- Olha Rony eu aguento pressão no rabo e o jato precisa ser forte porque eu também uso pra fazer a chuca e deixar limpinho pra aguentar qualquer pressão.
Ele já me olhava com olhar safado, o pau dele, sob a calça, já tinha aumentado de volume então ele fez a seguinte sugestão:
- Então eu vou esperar ali na sala e você testa fazendo a chuca, aí se precisar ajustar alguma coisa ainda estou aqui pra fazer o serviço. Falando isso ele deu mais uma pegada no pau e saiu pra sala.
Resolvi fazer a chuca, e quando voltei para a sala ele estava sentado no sofá completamente pelado e com o cacete duro e babando. Fui em direção a ele e ele ordenou:
- Vem mama aqui o seu maridão de aluguel, deixa esse cacete no ponto para ele dar a pressão que seu rabo tanto gosta.
Não me fiz de rogado e cai de boca em seu pau. Era grande e grosso, difícil de colocar na boca, porem uma delícia. O cheiro de macho depois de um dia inteiro de trabalho deixava tudo ainda mais gostoso. Mamei o quanto pude, O pau era babão, sentia o pré-gozo saindo e salgando minha boca, quando ele estava bem babado ele me colocou de quatro, apoiado no sofá e falou:
- Vamos pressionar esse cuzão então. Não pode fugir da pica do maridão hein! Você falou que aguentava pressão.
E dizendo isso ele começou a pincelar aquele cacete enorme em meu cuzinho, quando começou a penetrar doeu um pouco, tentei sair mas ele me segurou e quando o cacete foi entrando por inteiro vi estrelas com a dor que aguentar toda aquela tora me causou. Ele então deixou eu me acostumar com o tamanho, me fazia carinho nos peitos, esfregava sua barba em minha nuca e quando percebeu que eu estava mais relaxado começou uma vai e vem frenético com aquela rola em meu cu. A dor inicial virou prazer e logo eu já estava rebolando naquela pica.
Ele me comeu em todas as posições possíveis, ele era uma máquina de fazer sexo, e depois de esculachar com meu cuzinho decidiu que era hora de gozar. Me fez ajoelhar em sua frente e se punhetando finalizou o gozo enchendo minha cara de porra. Nunca vi tanta porra assim saindo de único pau. Uma porra grossa, quente e saborosa. Por fim ele me puxou pra cima e me beijou na boca, com sua porra lubrificando os nossos rostos. Ele ainda bateu uma punheta em meu pau até eu gozar; Caímos exaustou no sofá.
Quando se recuperou ele cobrou o serviço da instalação, se limpou, se vestiu e falou que sempre que eu precisasse de um marido de aluguel era só mandar mensagem.
Que tesão de conto... Pqp, que sorte ter um maridão de aluguel
adoro
Preciso desse contato aí rs
Um prestador de serviço com essa magnífica competência deve viver com a agenda lotada... Gostoso conto.