Eu, meu pai e o vizinho

O dia estava frio e chuvoso, mas eu precisava trabalhar. Me agasalhei, peguei meu guarda-chuva e estava me dirigindo para o ponto de ônibus, quando meu vizinho, amigo de meu pai, o seu Joel, um coroa bastante charmoso, passou por mim de carro, parou um pouco mais a frente e me ofereceu uma carona. Aceitei e durante o percurso conversamos sobre a vizinhança, o tempo e como eu tinha crescido. Ele parecia ser um pouco mais velho que meu pai e desde que me entendo por gente ele e a esposa moram no mesmo local, ali perto de casa. Não tem filhos.


Conversávamos amenidades, mas vez ou outra eu percebia uns olhares e uns risos de canto de boca maliciosos vindo do seu Joel. Desencanei logo achando que era coisa de minha cabeça, afinal nunca dei mole ou me insinuei nem falei nada para ele. Ele me deixou no serviço o dia transcorreu normalmente e no fim do expediente a chuva estava mais forte então decidi ir para casa de Uber, afinal era mais confortável do que aguentar um ônibus lotado.

Quando cheguei em casa me surpreendi ao entrar na sala e dar de cara com meu pai e seu Joel nus, e o meu pai pagando um delicioso boquete no amigo que havia me dado uma carona pela manhã. O seu Joel pelado era mais interessante ainda; tinha o peito e barriga cabeludos, aquele corpo de homem casado, um pau um pouco mais escuro que o corpo com a cabeça bem vermelha e saliente e pentelhos fartos mas visivelmente aparados.

- Eita! A brincadeira aí está boa hein! Não quero atrapalhar o amasso de vocês eu vou para o meu quarto, fiquem, ou melhor, continuem a vontade.

Meu pai deu aquele riso sacana que eu conheço bem e me respondeu:

- Que isso filhão, a casa é sua também, não podemos te privar de usufruir tudo que tem nela, e de mais a mais o Joel está nos visitando, e visitas merecem ser bem recebidas, vem se juntar a gente.

- Isso aí Alexandre, vem brincar com a gente – disse o seu Joel – Eu queria ter te pegado hoje de manhã no carro, mas prometi ao seu pai que a gente ia nos divertir juntos.

Mais uma vez fiquei espantado ao perceber que meu pai e seu Joel pelo visto já se entendiam a algum tempo e eu não havia percebido nada, mas enfim entendi os olhares do Joel pela manhã e juntando com a visão que tive ao entrar em casa apenas resolvi me divertir também. Falei com eles que eu ia tomar um banho, pois estava todo suado do trabalho, pois mesmo com frio eu suo muito, e logo me juntaria a eles que eles me aguardassem cinco minutos.

Quando retornei do banho, já cheguei na sala sem roupa e com o pau duro, tomei todo o banho de pau duro aliás, mas quando voltei pra sala dessa vez eu encontrei o seu Joel mamando o meu pai, então eu me ajoelhei também e dividi o pau do meu pai com o vizinho. Meu pai gemia perguntando ao Joel se eu era como ele imaginava.

Seu Joel dizia que estava muito melhor que os seus pensamentos e que eu era uma delícia. Nesse instante ele largou o pau do meu pai e me deu um beijo na boca, daqueles intensos e cheios de vontade. Senti o gosto do pau de meu pai na boca de Joel, meu pai esfregava o cacete em nossas bocas e nos forçava a voltar a mama-lo.

Fiquei em pé para beijar a boca de meu pai quando senti o meu cacete ser engolido pelo Joel. O coroa mandava bem, acariciava a cabeça de meu pau com a língua e vez ou outra engolia ele por inteiro fazendo a garganta profundo. Meu pau não é muito grande, mas é bem grosso. O vizinho passou então a revezar as mamadas entre o meu pau e o pau do meu pai e nós nos beijando intensamente lá em cima. Meu pai então olhos nos meus olhos e falou:

- Filhão deixa eu ver o Joel comendo o seu cuzinho, deixa eu ver você sendo putinha de outro macho, você deixa?

- Claro que eu deixo pai, ainda mais vendo o macho que você arrumou para isso, não vai ser problema nenhum.

Meu pai olhou para baixo, para Joel que continuava nos mamando com um bom bezerro, e ordenou:

- Ei meu amigo, como lhe prometi e ele aceitou pode comer o rabo do meu filho. Fode esse filha da puta, enche o cuzinho dele de leite que eu quero bater o seu leite depois.

Eu então me coloquei de quatro com as mãos apoiadas no sofá, empinei bem o meu rabo e falei vem meu macho, fode esse cuzinho, meu pai deixou você fazer o que quiser. Joel então veio para cima de mim com o pau em riste e de uma única vez cravou seu cacete no meu rabo. Gritei de dor mas logo me acostumei com sua pica. Seu Joel parecia um animal fudendo meu rabo, metia com força, gemia alto, praticamente rosnava, estava um delicia ser a puta desse macho.

Meu pai assistia tudo, com olhos vidrados em nossa foda, tocando uma punheta de leve e vez ou outra falando o quanto estava gostoso ver o filhinho dele tomando ferro de outro cara. Senti o pau de Joel latejar mais intensamente dentro de meu cu e logo em seguida percebi meu rabo sendo inundado por sua porra. Joel gemia ainda mais alto e nessa hora meu pai se levantou e falou que era a sua vez.

Joel saiu de cima de mim, mas meu cuzinho não teve sequer um segundo de descanso, meu pai me virou de frango assado e cravou o seu pau para bater o leite que Joel havia acabado de despejar em mim. Agora era Joel que batia uma punheta nos observando. A porra de Joel espumava no meu cu com a intensidade das metidas de meu pai. Ele era mais contido mais também gemia enquanto me fudia, eu obviamente também gemia de prazer sentindo meu pai cravando a sua pica fundo em meu cuzinho.

Meu pai gozou, senti os jatos quentes de sua porra em seguida ainda com o caralho atolado em meu rabo e eu na posição de frango assado ele me punhetou até eu também gozar. Quando anunciei que ia gozar Joel rapidamente se levantou e engoliu meu cacete recebendo toda minha gala em sua garganta. Acho que nunca tinha gozado tanta porra quanto foi naquele dia.

Ficamos namorando ainda bastante tempo ali no chão da sala, se curtindo, se beijando, se punhetando, se mamando, e combinamos de repetir a brincadeira outra vezes.

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Ficha do conto

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alexcapixaba

Nome do conto:
Eu, meu pai e o vizinho

Codigo do conto:
261898

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/05/2026

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