Victor era um dos caras mais calados da turma. Deveria ter por volta de 35 anos, o corpo forte, e traços indígenas que lhe deixavam misteriosamente interessante. Despertava o interesse das solteiras e o tesão nos machos que curtiam outro macho. Mas ele exibia na mão direita uma aliança de compromisso dourada que contrastava com a sua cor de jambo, afastando qualquer um que imaginasse qualquer coisa.
Na hora marcada ele chegou em minha casa, me ajudou com as caixas e tupperwares repletas de comida, elogiou o cheiro e falou que estava ansioso para comer. No caminho até a faculdade conversamos assuntos relacionados a própria graduação como a semana de provas, os trabalhos e a implicância de alguns professores. A confraternização aconteceu conforme o planejado, todos saborearam meus quitutes, recebi muitos elogios, conversamos e rimos muito e no fim o Victor falou que me levava em casa afinal haviam os potes, agora vazios, para transportar.
A volta foi mais divertida que a ida. Victor já estava mais a vontade comigo, conversamos coisas mais pessoais como gostos, hobbies e viagens. Chegando em casa agradeci muito a disponibilidade de meu colega e falei que não tinha como pagar tamanha gentileza, foi quando ele disse:
- Olha que tem! Me paga um boquete e sua dívida está quitada!
Olhei para ele espantado e imediatamente ele sorriu falando que era zoeira. Então foi minha vez de falar:
- Eita! Zoeira ou não se você quiser eu pago esse boquete, inclusive eu ficaria muito feliz em pagar esse boquete.
Percebi ele patolando o pau sobre a calça, fiz questão que ele visse que eu percebi e concluí:
- E então, vai me dar a honra de mamar o seu cacete?
- Alex, não brinca com fogo!
- Sei bem até onde eu consigo ir meu amigo, e nesse exato momento eu quero ir pagar minha divida contigo, ou melhor pagar um boquete bem gostoso. Eu tava quieto, você que deu a brecha, você que atiçou o fogo.
- E você quer me mamar onde, aqui, dentro do carro, na frente de sua casa?
- Te mamar no carro pode ser, mas aqui na frente de casa não ia pegar bem, meu pai ta acordado ainda e ia achar estranho eu ficar com um colega dentro do carro tarde da noite, na porta de casa, sem convidar ele pra entrar.
Então decidimos que eu ia entrar, guardar os potes que levamos as comidas e avisar ao meu pai que eu ia dar uma volta com um amigo. E assim fizemos. Quando voltei para o carro Victor estava com o zíper da calça aberto e pude perceber um volume maior do que antes. Ele perguntou para onde iríamos eu disse que ele podia nos levar para onde ele achasse tranquilo para ganhar aquela mamada. Entre histórias e risos não percebi que estávamos chegando em um motel. Ele pediu a chave de uma suíte com hidromassagem e entramos.
A chegar no quarto avancei em sua direção segurando o seu volume. Tentei beijá-lo e ele retribuiu o beijo sem resistência. Um beijo intenso, gostoso, profundo. Sua língua explorava cada canto de minha boca. Arrancamos toda a roupa e pude ver o pau dele já tinindo de duro e apontando para cima. Seu cacete tinha a mesma cor de sua pele, com a cabeça bem rosada criando uma visão apetitosa para qualquer um. Me ajoelhei e engoli aquele cacete de uma vez, para surpreende-lo, e consegui, quando engoli toda a sua pica, Victor deu um urro tão alto de prazer que achei que ele ia gozar em minha boca. Segui mamando, dando todo o meu melhor e mostrando o meu talento, quando ele me levantou, me jogou na cama e falou que queria me fuder a boca. Pediu que eu deitasse com a cabeça pendurada para fora da cama e de pé fez a minha boca de cuzinho, Fudendo com força e constância, chegando a causar ânsia tamanha a profundidade que sua pica entrava. O urro que ele deu logo no início se repetiu mais uma vez, mas agora eu pude sentir seu pau pulsando em minha boca e os jatos de sua porra quente inundando minha garganta. Engoli o quanto pode, mas um pouco ainda escorreu pelo meu rosto.
Perguntei se a dívida estava paga e ele sorrindo falou que como estávamos no motel ele só sairia de lá com o serviço completo, que íamos nos refazer dessa primeira gozada e logo em seguida ele queria foder o meu cu. Fomos para a hidromassagem, ficamos nos curtindo, nos pegando, nos beijando e seu pau voltou a endurecer ele então me colocou de quatro com as mãos apoiadas fora da hidro e introduziu todo o seu membro em meu cuzinho. Que cacete gostoso! Victor fodia forte, falava putarias, bem diferente daquele cara tímido da faculdade. Senti seu pau engrossar e logo ele voltou a gozar, tirando sua pica de meu cuzinho e despejando seu esperma em minhas costas. Eu também gozei sem nem tocar no meu pau.
Voltamos para a cama, trocamos mais alguns amassos, nos vestimos e ele me deixou em casa. Quando entrei meu pai estava no sofá, a tv desligada e apenas a luz fraca de um abajur aceso. Dei boa noite e já estava indo para o quarto quando ele perguntou onde e como o meu amigo havia me fudido.