- Alex, você saiu para trepar com o amigo que trouxe da faculdade? Par onde vocês foram? Como ele te fudeu?
Quem acompanha os meus relatos sabe que eu e meu pai mantemos uma relação incestuosa desde que o casamento dele com minha mãe terminou. E sempre ficou claro para ambos que apesar de curtirmos estar um com o outro cada um tinha sua vida, seus gostos e suas vontades e o direito de ficar com quem quer que fosse sem precisar dar satisfação um para o outro. Talvez por isso esse interrogatório do meu pai aliada a sua expressão séria tenha me causado tanta surpresa. Fiquei parado alguns instantes tentando processar as perguntas e o tom em que eu as havia ouvido quando ouvi a voz dele mais uma vez:
- E então, não vai me contar o que o puto do meu filho andou fazendo na rua com o amiguinho? Ta escondendo as coisas do seu pai agora?
Voltando a realidade respondi:
- Eita meu velho, que isso, cena de ciúmes a essa altura do campeonato? E o nosso combinado?
- Não é nada disso meu filho, é preocupação de pai mesmo, você saiu daqui de casa tarde da noite, depois da faculdade, num carro que eu nunca tinha visto com um colega que eu não conheço e disse que ia dar uma volta. Sei que você é maior de idade, vacinado, mas sei lá esse mundo anda tao perigoso, e vi o tamanho do seu amigo, sei lá vai que ele queria te obrigar a fazer algo que você não tivesse vontade.
Ouvi a justificativa do meu pai ainda meio desconfiado por conta da expressão dele quando cheguei em casa, mas já senti sua voz mais acolhedora o olhar mais sereno, apesar de ainda curioso, e decidi abrir o jogo com papai.
Sentei ao seu lado no sofá, a luz do abajur deixava um clima bem intimista entre nós dois e contei toda a história nos mínimos detalhes. Percebi que meu pai ficou excitado me ouvindo falar sobre como eu tinha mamado o Victor e depois como ele havia me comido e mesmo cansado resolvi provocar. Coloquei a mão em seu pau duro e fale:
- E esse pau duro aí? Ficou com tesão ouvindo que o seu filhinho deu o rabo pra outro macho? Meu coroa é safado hein! Vou pro meu quarto, vou tomar um banho e descansar, e você vai pro seu quarto bater uma punheta pra ver se essa porra aí abaixa.
- Poxa filho, você vai deixar seu pai assim mesmo, não vai fazer nenhum carinho aqui na minha pica, faz tanto tempo que a gente não trepa juntos, vai só uma mamadinha, vai?
- Ok pai, você sabe que eu não resisto a sua pica, mas vai ser só uma mamada mesmo, to pregado e amanhã levanto cedo para trabalhar. Meu pai concordou, me deu um beijo na boca e sugeriu irmos para o o seu quarto para ficarmos mais a vontade.
Quando chegamos no quarto eu ia me ajoelhar para mamá-lo quando meu pai me impediu e disse que ia me dar de mamar da mesma forma que o Victor fez, então ele me jogou na cama, colocou minha cabeça pendurada e pela segunda vez ma noite minha boca e garganta foram fudidas como um cuzinho. A pica de meu pai é bem maior que a de Victor, então senti um pouco mais as suas estocadas contra minha garganta, meu pai anunciou o gozo e logo em seguida despejou sua porra em minha boca.
Estava exausto e me masturbando para gozar quando meu coroa também caiu de boca no meu pau e deu aquela mamada caprichada me fazendo gozar e tomando todo o meu leite. Nos beijamos com o gosto de minha porra em sua boca e caímos exaustos na cama. Acabei dormindo ali com ele, com a boca cheia de porra e os cheiros do Victor e de meu pai impregnados em mim.
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Papai, mamador!! Himm