Paternidade latente - 03

Esse conto é a continuação do conto "Paternidade latente - 02".

Pessoal, antes de continuar a história, gostaria de pedir que vocês comentem o que estão achando, pois me ajuda muito em saber como continuar. Se tiverem sugestões podem comentar, ou mandar mensagem que quase todo dia estou entrando aqui.

Enquanto sentia os efeitos dessa punheta incrível que tinha acabado de bater com a samba-canção gozada do meu filho mais velho, comecei a pensar no bilhete que ele deixou. Eu queria que ele entrasse no meu quarto e me fudesse? Queria sim. Queria muito! Mas eu devia deixar? Devia ultrapassar esse limite? Já ultrapassamos muitos de ontem pra hoje. Tem mais uma coisa: Thi sempre foi muito simpático e respeitoso comigo e todos a sua volta, mas desde aquela conversa na cozinha ontem de madrugada ele está assumindo uma personalidade que eu desconhecia. Não imaginava que dentro dele havia esse ser safado, mandão, dominador... E até um pouco exibicionista. Ele ficou nu na porta do quarto sem se importar se o irmão ia ver, ele ficou todo gozado parado na porta do banheiro enquanto eu me secava e abria a porta pra ele, ele falou aquelas putarias pra mim pegando no pau poucos instantes depois que o irmão saiu do quarto mais cedo. Quem é esse? Não é o Thierry que eu conheço, mas é um Thierry que eu seguramente quero conhecer.

É isso! Eu vou mergulhar de cabeça nisso e que se foda. Quando solteiro eu sempre gostei de experimentar coisas diferentes e pouco convencionais. Incesto não é novidade pra mim, meu tio Gerson foi quem tirou minha virgindade e me ensinou muita coisa. Vai que isso é coisa de família? E se for, eu vou manter a tradição viva. Finalizando esse pensamento me levanto e levo aquele tecido azul ensopado de esperma do pai e do filho para o meu quarto, coloco dobrado dentro do meu cesto de roupa de cama suja e vou tomar um banho para esperar pela noite em que eu e meu primogênito vamos transar como dois homens sedentos por sexo e vivenciando a energia que só dois homens conseguem produzir ao fuderem entre si.

Enquanto tomo banho passa pela minha cabeça a primeira vez em que meu tio Gerson transou comigo: Eu estava dormindo na casa dele por um final de semana inteiro, pois meus pais estavam viajando a trabalho junto com minha tia, esposa do Gerson. Os três tinham uma pequena empresa de turismo e frequentemente faziam essas viagens. A noite da sexta foi normal com café e brincadeiras na porta da casa dele com os meninos da rua, até a hora de dormir. Depois que tomei banho e vesti minha roupa de dormir, meu tio aparece no meu quarto e começa a conversar comigo. Sempre fomos muito próximos, tanto que o via mais como meu pai do que meu pai de verdade.

- André, preciso falar contigo uma coisa. - Disse meu tio.
- O que foi? - Perguntei.
- Vi que você estava brincando com o filho da dona Marlene, o Cleber.
- Sim. Os meninos não queriam deixar ele jogar, mas consegui convencer o pessoal. - Falei.
- Você sabe porquê eles não queria deixar?
- Não. Por quê?
- Porque... é... ele não é que nem os outros meninos. Ele gosta de meninos ao invés de meninas. - Disse meu tio com um olhar apreensivo.
- Eu sei. Ele me contou isso quando vim aqui no último feriado. - Falei.

Meu tio me olhou surpreso e falou:
- E pra você tudo bem?
-Sim ue! Ele é um cara legal.
- Mas ele já fez algo com você? Tentou te beijar ou algo assim? - Meu tio perguntou.
- Já. Ele perguntou se eu queria beijar ele e eu beijei.

Nessa hora meu tio ficou ainda mais surpreso e eu continuei a falar.
- Eu sei o que é ser gay. As vezes acho que eu também sou. - Ao dizer isso comecei a chorar e continuei dizendo: - Será que meu pai vai me bater se eu for gay? Ele já não gosta de mim.

Meu tio me abraçou e disse:
- Seu pai ama você, ele só não sabe mostrar isso. Você ainda é jovem, não precisa decidir nada. A vida vai te mostrar o que você é, mas até lá cuidado em quem você beija.

Eu apertava forte meu tio e me sentia acolhido naquele abraço apertado. A pele dele em contato com a minha produzia um calor aconchegante, mas que foi interrompido pelo pau dele. Naquela época a altura do pau dele atingia um pouco abaixo do meu peito. Meu tio sempre foi muito alto, então não tinha como não ser o pau dele que eu sentia endurecer. Levantei o rosto e ele parecia não se importar ou fazer qualquer esforço para esconder o pau duro. Sua mão alisava meu rosto e seu polegar deslizava pelos meus lábios. Eu não sabia o que estava acontecendo, mas sabia que estava gostando.

- André, meu filho, você já transou? - Perguntou meu tio me olhando com carinho e ainda com o polegar deslizando entre meus lábios. Eu não conseguia falar, só fiz que não com a cabeça. Meu tio se curvou até mim e beijou suavemente minha boca com um selinho lento e molhado. Ao se afastar eu soltei um arfado que o fez sorrir.

- Eu nunca transei, mas já chupei o Cleber e ele me chupou. Ele pediu para eu comer ele, mas na hora a mãe dele chegou em casa e a gente teve parar. - Disse olhando bem nos fundos dos olhos do meu tio. Não tinha percebido, mas meu pau estava mega duro e o do meu tio estava tão babado que a baba já tinha passado o tecido da bermuda e estava melando meu peito.
- Você quer transar hoje? O tio aqui quer muito você. - Disse meu tio.
- Quero! - Foi tudo o que consegui dizer. Ao fechar a boca ele me pegou pela mão e me levou até seu quarto e trancou a porta. Ao ouvir a chave girar eu me arrepiei todo e quis desistir, mas então ele se ajoelhou e tirou minha bermuda junto da minha cueca revelando meu pau com seus poucos pelos. Em um só golpe meu tio abocanhou minha caceta e começou a me proporcionar o primeiro boquete da minha vida. Eu gemia tanto e meu tio seguia firme deixando todo meu pau molhado. Alguns instantes depois ele se levante e tira a sua roupa revelando um pau preto, veiudo com a cabeça roxa e mais fina que a base. Os pentelhos em volta do pau deixavam tudo mais bonito de ver e as bolas dele eram grande e caidas, mas o conjunto da obra me deixou hipnotizado. A baba escorria pela fresta daquela cabeça como eu nunca vi nenhum outro pau escorrer. Meu tio pegou seu cacete na mão, balançou ele no ar e a baba respingou em mim.

- Agora é sua hora de mamar, meu amor! - Disse meu tio com a voz mais doce que ele conseguia produzir.

Eu não sabia o que fazer, mas tentei fazer igual ao que ele fez comigo. Hoje sei que não mamei ele bem, mas meu tio gemia como se eu tivesse dando o melhor boquete que ele recebeu na vida. Eu não conseguia engolir tudo, inclusive me engasguei muitas vezes, mas o sabor daquele pau er algo que me dava vontade de continuar, a baba que ele produzia e que agora escorria pelos cantos da minha boca me deixando todo melado era extremamente excitante. Meu pau também babava muito no chão daquele quarto.

- Meu amor, para se não eu vou gozar agora. Eu ainda quero amar você, quer sentir você comigo. - Depois de dizer isso meu tio me levantou, me pegou nos braços e me deitou de bruços na cama. Eu mal tive tempo de raciocinar e a língua dele tocou meu cu. CARALHO! Um arrepio percorreu meu corpo e eu só soube gemer. Meu tio chupava meu cu sem parar e eu estava vivenciando ondas de prazer gigantes até ele dizer:

- Meu amor, você quer que eu coma sua bundinha? Quer que seu tio tire sua virgindade?
- Quero, tio! Por favor! Eu tô amando tudo isso. - Respondi ofegante.

Ele pincelou o pau duas vezes no meu buraquinho e foi forçando. Com a chupada que ele deu e a baba que seu pau produzia, a cabeça deslizou fácil e eu nem senti dor, só um susto e uma pressão me avisando que eu não era mais virgem. Quando ele começou a botar o resto foi que a dor apareceu. Parecia que cada uma das minhas pregas estava se rasgando e meu cu queimava, mas por incrível que pareça eu tava adorando. Não sabia se gemia de prazer ou de dor, mas enfiei a cara no travesseiro e gritei. Meu tio então colocou tudo de uma vez e eu chega vi estrelinhas. Ele esperou alguns segundos para que eu me acostumasse e começou um vai e vem devagar. Eu conseguia sentir todo o comprimento daquele cacete preto dentro de mim. Meu tio dizia coisas como:

- Finalmente, meu amor! Finalmente eu tô comendo esse cuzinho branco gostoso! Tá gostoso, filho?
- Tá! Não para! Eu quero mais! - Depois de dizer isso parece que meu tio mudou de personalidade. Ele passou de carinhoso para bruto e apertando minha cintura disse:
- Então eu vou deixar esse buraco bem abertinho pra vc, sua putinha safada do tio! Vem! Vira de frente que eu quero olhar pra minha putinha enquanto eu fodo ela.

Eu fiquei de frango assado e ele metia com gosto. Nessa posição parecia que o pau dele ia mais fundo e do nada começo a me dar vontade de mijar, então pedi para ele parar que precisava fazer xixi, mas ao invés de parar ele simplesmente acelerou a meteção e quando dei por mim estava todo gozado. Foi um momento de tesão tão absurdo que só lembro de ficar todo dormente e perceber que meu pau estava esguichando alguma coisa que pensei ser xixi, mas não, eu havia gozado. Meu tio olhava aquela cena com uma cara de tesão absurda e sem reduzir o ritmo da meteção. Eu não tava conseguindo administrar tantos prazeres, só sei que estava tudo muito gostoso e então ouvi meu tio dizer:
- AAAAAAAAAAAAAAAAA Caralho! Eu tô gozando porraaaaaaaaa! - Eu senti meu cuzinho encher e meu tio cair por cima de mim todo suado. Ele respirou algumas vezes, me olhou e me beijou profundamente. Estávamos tão conectados que eu não queria sair dali nunca mais.

Uma ligação no meu celular me trouxe de volta dos meus pensamentos. Sai do box e vi que era Rogério, atendi e ele disse que estava muito trânsito na via expressa e que por isso perderam o filme, então decidiram pegar a sessão das 22h e perguntou se por mim tudo bem. Eu disse que sim e perguntei se Thi tinha levado a chave. Quando Rogério confirmou eu disse que tudo certo e que qualquer coisa me ligasse. Desliguei o telefone, me sequei e voltei ao quarto do Thi pelado mesmo. Aquele ambiente para mim tinha ganho um novo significado, decidi então fazer uma besteira que gostava de fazer quando adolescente e que me excitava muito: vesti uma das cuecas do meu filho. A cueca ficou apertada e pressionava meu pau de uma forma tão gostosa que eu sentia que só aquilo era suficiente para me fazer gozar. Fui para a sala assistir tv ainda usando a cueca do meu filho, pois se eles iam pegar a sessão das 22h, eu ainda tinha pelo menos 3h até eles voltarem.

Quando deu perto de 00h fui pra o quarto vestir uma bermuda para que meus filhos não me pegassem na sala usando a cueca de um deles. Cerca de unas 40min depois disso o carro do Rogério aparece na porta e vou até o portão dar um oi para ele e Renan e agradecer por ter levado meus filhos ao cinema. Thi e Andy passam por mime vão direto pra dentro de casa. Bato um papo rápido com Rogério e me despeço dele. Ao entrar em casa ouço que um dos meninos está tomando banho e começo a fechar todas as portas e janelas da casa para poder ir dar para o meu mais velho, quer dizer... ir dormir. Quando finalizo esse processo e estou caminhando para o meu quarto, vejo que Andy apagou na cama ainda com as roupas do cinema. Tiro seus sapatos e o deixo dormir. Fecho a porta do seu quarto e vou em direção ao meu. Meu coração palpita forte e minhas mãos estão suando. Ao abrir a porta encontro Thi pelado na minha cama. Seu pau está mole e ele olha para a tv como se nada de estranho tivesse acontecendo. Eu caminho em direção ao outro lado da cama e deito do lado dele. Sem conversa fiada, indo direto ao ponto, ele fala:

- Vi que aceitou minha proposta. Hoje você vai dar pra mim.

Ele não perguntou, ele não duvidou, ele afirmou! Eu ia dar pra ele e ele já tinha decidido, eu não podia voltar atrás.

- Vou sim. Mas eu tenho uma exigência. - Disse eu.
- Qual? - Ele perguntou olhando para mim com desdém.
- Que deixe eu te comer também. - Falei.

Thi pensou por um tempo e disse:

- Hoje não. Mas outro dia eu deixo. Hoje quero peder a virgindade da minha caceta com você e é isso que eu vou fazer.

Eu só confirmei que sim com a cabeça e ele já veio me beijando. Quando nossas línguas se encontraram meu corpo todo relaxou, nossa química era tão forte que eu sabia que ele estava sentido o mesmo. Algo nesse jeito dominador dele estava me ganhando muito fácil. Não perdi tempo e tirei minha bermuda ficando apenas de cueca para mostrar a ele o que eu fiz. Quando Thi viu que eu estava usando uma das dele me deu um forte tapa na cara e disse:
- Agora essa porra é sua. Quando eu quiser fuder com você vou deixar ela gozada em cima da sua cama. Vai ser o sinal de que de noite ei vou entrar aqui e você vai me dar prazer. Ouviu?

Eu acenei com a cabeça e ele já foi empurrando minha cabeça em direção ao seu pau. Quando abocanhei aquela rola senti ele se tremer todinho, ouvi ele gemer e senti seu corpo relaxar ainda mais. Aquela cabeça rosa gigante preenchia bem minha boca e me seu pré-gozo estava dando um toque viscoso e um pouco ácido que me deixava louco de tesão. Fui enfiando mais daquele cacete na boca até sentir meu nariz naquele tufo de pentelhos cheirando a sabonete. Ainda estava um pouco úmido, o que deixava eles mais fofinhos. Quando a cabeça do pau dele encontrou minha garganta ele gemeu grosso e disse que ia gozar. Eu tentei sair, mas ele prendeu minha cabeça com as pernas e eu fiquei ali com o nariz sufocado entre os pentelhos e com o pau dele na minha garganta derramando jato atrás de jato de uma porra grossa. O puto só me libertou depois que teve certeza que não ia gozar mais. Eu respirava fundo procurando ar enquanto ele se levantava e saia do quarto com o pau meia bomba ainda pingando porra. Ele não tem medo que o irmão o veja assim saindo de dentro do quarto do pai? O que esse moleque tem na cabeça?

Enquanto tentava processar tudo ele volta com um tubo de lubrificante e sem fechar a porta diz:

- Agora é a hora. Deita de de bruços.
- Fecha a porta! Seu irmão está em casa. - Digo baixinho

Ele fecha a porta a contra gosto e caminha em minha direção. Eu tiro a cueca toda babada e deito de bruços. Pensei que ele ia passar o lubrificante no meu cu e já ia coloca o pau, mas não, Thi me surpreendeu ao cair de boca no meu buraco. Fazia muito tempo que eu não transava com homem, e muito mais tempo que eu não recebia um cunete. Agora era eu que não segurava o gemido. Tentava me conter ou abafar com o travesseiro, mas quem diria que meu filho chuparia um cu tão bem já na primeira vez. Meu tesão era tanto que eu rebolava na cara dele e o safado de vez em quando dava uns tapas na minha bunda. Estava me sentindo uma puta pronta para levar rola. Não demorou e ele parou de chupar e senti o geladinho do gel na minha portinha que já estava piscando pedindo por pau. Thi posicionou aquela cabeça rosa imensa na porta do meu cuzinho e sem aviso ou pena ela meteu tudo de uma vez. Abafei o grito com o travesseiro, mas isso não me impediu de ver estrelinhas e de sentir um queimor no meu cu. A sensação de ter o pau do meu filho dentro de mim era nova. A cabeça dele era significativamente maior que o resto do pau, então eu me sentia totalmente preenchido e sabia exatamente onde ela estava, dava para sentir sua grossura indo e vindo pelo meu reto enquanto eu gemia que nem uma puta pedindo rola. Quem liga se meu outro filho ouvisse. Eu queria sentir prazer, me sentir sendo dominado.

Thi devia estar na mesma sensação que eu, porque ele gemia alto e me xingava de putinha, cadela, de viadinho enquanto beijava meu pescoço e mordia minhas orelhas. O tesão era tanto que eu podia sentir no ar o clima de sexo que estávamos emanando. Meu pau roçava gostoso sob meu corpo e em contato com os lençóis. Eu estava perto de gozar e quando disse isso ele disse que também estava perto, então decidi alimentar:

- Então enche meu cu de leite, seu puto! Mostra o macho que você é e despeja tua porra no rabo do teu pai, vai machão! Mete fundo esse caralho e me deixa preenchido. - Falei virando minha cabeça para ver ele.
- AAAAAA AAAAAAAAA AAAAAA AAAAAAAA PORRAAAAAA AAAAAAA! Toma leite nesse rabo sua puta!

Quando ouvi meu filho urrar ao despejar seu leite dentro de mim, meu pau explodiu em gozo debaixo de mim. Eu não queria sair daquele momento, queria que meu rabo continuasse sendo fodido por ele pra sempre. Thi caiu em cima e mim e seu pau meia bomba escorregou pra fora do meu rabo deixando seu leite vazar. Eu não tinha visto, mas sabia que estava arrombado e que meu filho tinha me inundado pelo tanto de leite que escorria de dentro de mim. Enquanto aproveitava esse momento ouvi Thi dizer:

- Obrigado por tirar a virgindade do meu cacet, pai! Amo o senhor!
- Eu também te amo, filho

Continua...
                                


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vrstbaixinho

Nome do conto:
Paternidade latente - 03

Codigo do conto:
261989

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/05/2026

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