A NOITE QUE MUDOU TUDO


Já havia apertado gostoso aquela bundinha perfeita, a mesma que me fez querer fodê-la na primeira vez que a vi. Já havia chupado aqueles peitinhos de ninfeta, sugado pra dentro da minha boca, mordiscado os mamilos, lambido em todas as direções, e até deixado marcas da minha paixão, dos meus chupões. Sempre achei seus seios lindos, simétricos, proporcionais, e instintivamente obscenos. Peitos de ninfeta.
Também já saciara minha curiosidade tátil em seu sexo, apalpando, alisando, dedilhando, e lógico, dando muitas dedadas, que ela recebia com os olhinhos fechados, o corpo empinado, e emitindo gemidos deliciosos que me faziam voltar pra casa com a cueca toda melada, a pica latejando de tanto tesão, e as bolas cheias, carregadas de porra retida, esperando o meu momento de deitar, pra eu tocar uma em sua homenagem e aliviar toda aquela pressão sexual que aquelas ocasiões me causavam.
Agora me faltava algo que já havia muto estava desejando, entrar, meter, enfiar meu caralho nela. Fazer seus pequenos lábios se abrirem à volta da cabeça da minha pica. Sentir o fundo e o colo do útero numa estocada firme. Enfim, comer gostoso aquela mulher. E, isso eu estava desejando muito.
Finalmente chegou a noite. Nada foi oficializado, já havíamos dormido juntos, após alguma noite que acabara tarde, mas, sem sexo, só descanso. Naquela noite então saímos sem combinar expectativas, mas, no fundo, ambos sabíamos que provavelmente aconteceria. Não falamos em voz alta, apenas sabíamos.
Após a noite de namoro, cinema, e restaurante a convidei a um hotel. Não motel, hotel mesmo. Não queria que fosse algo vulgar, ou obrigatório. Queria estar com ela, em um momento de privacidade e intimidade. O sexo, isso eu tinha certeza de que era inevitável. Bastava olhar para ela saindo pelo portão da sua casa, para me deixar de pau duro. Quanto a ela, todas as vezes que pesquisei a encontrei completamente molhadinha. Logo, tesão absolutamente não era problema.
Chegamos ao hotel, fizemos check-in, e entramos para o quarto. Como sou calorento, a deixei à vontade e fui ao banho, refrescar meu corpo. Ao sair, foi a vez dela de usar. Naquele momento o ar do quarto já pesava com aura de sexo. Até que ela finalmente saiu do banheiro de lingerie, e nossa história começou.
Como eu estava desejando aquela mulher! Queria a pele dela na minha, o calor do seu corpo sob e sobre o meu, queria o gosto daquela bucetinha em meu paladar, e morrendo de curiosidade pelas suas reações ao sexo propriamente dito.
Iniciei com um toque suave por todo o seu corpo, regado a beijinhos e lambidinhas por toda a pele, até chegar naquela bucetinha. Que bucetinha linda, perfeita, gostosa! Foi paixão, literalmente à primeira vista. Logo, não demorei e cai de boca naquela xoxota! Beijei, cheirei, lambi, dei linguadas, dedadas, e foi aí que minha vida começou a mudar.
Aquela ninfeta linda, perfeita, gostosa, rebolando a xota na minha boca, enquanto seu abdômen estremecia de tesão e prazer, seus olhos fechados se esforçavam a abrir, pois, como uma boa safada ela queria ver, queria assistir à chupada, e queria ver minha cara de tarado abocanhando aquela bucetinha que amo até hoje.
Era a nossa primeira vez, portanto, não deixei nada a cargo dela. Não queria que se sentisse envergonhada, tampouco constrangida a ter que agir de forma alguma. Em vez disso, fui pra cima. Chupei gostoso aquela buceta, exultando de tesão, antes de vestir uma camisinha e subir para experimentar o meu afrodisíaco definitivo, abrir aquela xota.
Foi mágico! Fui empurrando lentamente o meu caralho duro como aço contra sua bucetinha, e, ela, extremamente melada, cedeu instantaneamente à minha estoca, abrindo os pequenos lábios para me receber, abraçando fortemente a cabeça da minha pica. Que buceta apertadinha! Que xota gostosa!
Enfiei devagarinho cada centímetro do meu pau nela, que recebeu com os olhos fechados, os lábios inchados e vermelhos de prazer e tesão, os mamilos como lanças de tão arrepiados, a barriga tremendo pelo misto de emoções e sensações. Aquela cena mudou a minha vida para sempre.
Uma vez acomodado naquele leito de carne, iniciei os movimentos de vai e vem, num ritmo de aceleração constante, metendo cada vez mais rápido. Cada estocada era mais rápida e mais forte que a anterior, assim como o meu deleite a cada microssegundo. Eu estava no paraíso, fazia meses que eu queria comer aquela mulher, e agora, naquele exato momento, eu estava realizando meu desejo, ao mesmo tempo em que provava que é uma delícia fodê-la, enquanto, simultaneamente, me deleitava estonteado com as suas reações de prazer e desejo.
Ela ainda estava um tanto tímida, os gemidos eram discretos, mas indisfarçáveis, incontíveis, e, deliciosos. Às vezes dava vontade de parar tudo apenas para contemplar e admirar aquela mulher ninfetinha linda e deliciosa sentindo prazer, encharcando a minha pica de gozo. Mas, seria impossível. Impossível parar de meter, impossível parar de comer aquela gostosa, da buceta tão apertadinha. Então fiz o que foi natural, meti forte.
A cada estocada eu queria ir mais fundo, mais forte, mais rápido, até que num êxtase compartilhado, entre tesão extremo e gemidos já não mais controlados, o meu lado “eu” foi ficando evidente, explícito, e num ímpeto de desejo extremo eu a acariciei com um tapão no rosto. O estalo ecoou pelo quarto. A mão saiu muito mais pesada do que eu havia planejado.
Bati nela com o mesmo ímpeto que estava socando nela. O tapa ecoou, ambos ficamos espantados, eu, me senti imediatamente culpado. Ela, espantada, petrificada olhando pra mim. Até escorreram umas gotinhas de sangue da sua boca.
Meu corpo inteiro gelou. Machuquei ele, na nossa primeira transa. Acabou. Nunca mais terei essa mulher. Ela levantou, ainda assustada e um pouco desorientada, foi ao banheiro, e para minha surpresa voltou e pediu para continuar. SAFADA! Eu pensei, e não me contive mais, comi minha ninfetinha como um recém nascido aprecia sua primeira refeição.
Na continuação daquela noite, após várias gozadas, descansamos. E, ainda no arfam daquela volúpia incontível, cheio de quartas intenções, iniciei carinhos sobre sua pele. Toques leves, nas pontas dos dedos, carinhos com a língua e os lábios, por todo o seu corpo, com atenção especial para as suas zonas de maior potencial tântrico. Seu corpo foi ficando relaxado, à medida que a sua xota ia ficando molhada, até notar que ela estava escorrendo mel pelo colchão, já deitada de bruços.
Nesse momento eu deitei meu corpo sobre o dela, toquei cada pedacinho da sua pele com a minha, rocei o meu pau extremamente duro e babando bem no meio daquele rabo do meu desejo, e fiquei um pouco assim, antes de afastar a suas pernas, distribuir beijos na sua bunda, na sua virilha, entre as coxas e em cima do seu cuzinho, que deixei lubrificado. Apertei a cabeça da pica, posicionei e lentamente introduzi meu caralho naquele rabo que eu, havia meses, desejava deflorar.
A putinha estava tão excitada que sua única reação foi empinar a raba, e me dar o cu. Ahhhhhh Que delícia foder aquela mulher! Que tesão absurdo meter naquele cuzinho. Aquele rabo delicioso pressionado contra meu corpo, o calor envolvendo minha pica. Deitei sobre seu corpo e meti apertadinho, pressionando forte o meu corpo sobre o dela, sem parar de enfiar o caralho. Queria meter tudo, entrar até o talo naquele cuzinho. E, quando finalmente consegui socar cada milímetro de pau no seu rabo, pressionei lá dentro, com meus braços fortemente em volta do seu corpo, puxando-a para trás e para baixo, enquanto me deleitava com cada espasmo, cada vibração, cada gemidinho, cada mínima reação do seu corpo, mas, principalmente aquela cara de mulher safada sentindo prazer.
Eu não forcei a foda, pois senti o cuzinho apertado demais para isso. Ela claramente estava gostando e gozando, mas não parecia que suportaria estocadas mais frequentes, como as que dei na sua buceta. Assim fiquei lá, sentido aquele cuzinho delicioso, aquele cuzinho apertado, aquele corpo gostoso, fazendo leves movimentos internos, pra fazer mais uma vez a sua xota escorrer mel.

Com um pouco mais, e de novo, de tudo o que já havíamos feito, encerramos a noite extremamente satisfeitos, muito bem gozados, e extremamente íntimos. Dormimos abraçadinhos, e pela manhã, no café, aproveitei para me desculpar pelo tapão fortíssimo que havia desferido em seu rostinho.
A isso, ela me respondeu, mais desinibida, mas ainda meio envergonhada: - Tudo bem. Eu gostei!
Ah, como eu adoro ser o homem da minha mulher, e o macho da minha puta. E quero ainda mais, muito mais. Muito mais de nós dois, e do que o futuro nos reserva. Adoro foder minha mulher.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico salis

Nome do conto:
A NOITE QUE MUDOU TUDO

Codigo do conto:
262034

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/05/2026

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