Cachorro comeu a dona de casa III

Depois de ver o cachorro comer a esposa, Carlos não tirava aquilo da cabeça. E nos dias seguintes fingia sair para o trabalho, só para espiar a esposa e o cachorro.

No terceiro dias, Carlos mal esperou o som da porta da frente se fechando após as crianças saírem para a escola. Naquela manhã, como nos últimos três dias, ele fingiu pegar o carro, deu a volta no quarteirão e voltou a pé, entrando pelos fundos. O coração batia forte enquanto ele subia as escadas devagar, ouvindo os sons que já conhecia bem: o arfar pesado de Rex, os gemidos guturais de Mariza.

No quarto, a porta estava entreaberta. Carlos espiou pela fresta, o pau já duro dentro da calça. Lá estava ela: Mariza de quatro na cama, a saia levantada, a calcinha jogada no chão. Rex, o cachorro enorme, montava nela com um ritmo bruto e constante. As patas traseiras fincadas no colchão, o corpo musculoso se movendo enquanto o pau vermelho e grosso entrava e saía da buceta molhada da esposa.

— Isso... isso, Rex... come essa puta... — Mariza gemia, as mãos apertando os lençóis. — Enche essa buceta é tua... só tua...

Carlos sentia o leite escorrendo pela ponta do pau molhar a cueca. Ele se masturbava em silêncio, observando cada detalhe: os lábios de Mariza se abrindo em volta do próprio gemido, o cu dela se contraindo a cada estocada do cão, o pelo de Rex brilhando. Ele gozou só de ver, a porra espirrando na mão e nas coxas.

Mas hoje era diferente. Hoje ele não aguentava mais só olhar.

Quando Rex começou a acelerar, os movimentos ficando mais desesperados, Carlos empurrou a porta de uma vez. O barulho fez Mariza virar a cabeça, os olhos arregalados.

— Car... Carlos? — Ela tentou se levantar, mas Rex continuava firme, rosnando, o cachorro ainda enterrado fundo dentro dela. — O que você está fazendo aqui? Pensei que tinha ido trabalhar...

Carlos não respondeu. Ele caminhou até a cama com um olhar faminto, o zíper da calça já aberto não conseguia mais esconder a ereção pulsando contra a cueca. Mariza o conhecia há dez anos de casamento nunca vira aquele brilho nos olhos dele. Medo e excitação se misturaram na barriga dela.

— Calma, amor — Carlos disse, voz rouca. — Não precisa parar. Eu quero participar também.

Ele puxou o pau para fora, duro e latejante, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo ajoelhou na cama ao lado dela, ajudando Rex a se posicionar melhor. O cachorro, sentido tensão diferente, rosnou baixo, mas Carlos passou a mão no pelo do animal com firmeza.

— Calma, garoto tudo bem — sussurrou. — Vamos dividir ela direitinho.

Mariza olhava o marido, o coração disparado. Ela nunca imaginou que Carlos, o marido certinho que mal falava de sexo, estaria ali nu da cintura para baixo, ajudando o próprio cachorro a penetrá-la mais fundo. O pau de Rex entrou até o talo, fazendo ela gemer alto.

— Ai... Caralho...".

Carlos se ajoelhou na frente dela, o pau na altura do rosto de Mariza.

— Abre a boca — ordenou, a voz baixa, sem hesitação.

Mariza obedeceu. Ela lambeu a cabeça do pau dele, sentindo o gosto salgado e carne quente. Carlos gemeu, as mãos segurando os cabelos dela, guiando ela boca para cima e para baixo. Enquanto isso, Rex continuava fodendo ela por trás, Cada estocada empurrava a boca de Mariza mais fundo no pau de Carlos, um ritmo duplo que a deixava sem ar sem fôlego.

— Isso... chupa gostoso... enquanto o cachorro enche essa buceta — Carlos murmurou.

Por vários minutos o quarto se encheu apenas dos sons molhados: o squelch da buceta de Mariza sendo fudida, os gemidos abafados, o arfar do cão. Carlos sentiu o pau de Rex endurecer ainda mais dentro da esposa, sinal de que o bicho estava perto de gozar.

— Vai... gozar... — Mariza grunhiu.

Rex deu três estocadas curtas violentas, o corpo do cachorro inteiro tremendo. Mariza sentiu o jorro quente invadindo o fundo da buceta, onda após jorrava dentro dela enquanto ela mamava o marido. Carlos também explodiu, o leite grosso escorrendo na garganta de Mariza e escorrendo queixo.

Quando Rex saiu de cima, o pau do cão ainda babando sêmen a buceta de Mariza vazava uma poça branca no lençol. Ela ficou deitada ofegante, o corpo trêmulo.

Carlos não deu tempo de ela respirar sentou ao lado dela os dedos deslizando sobre a xana inchada e melada, misturando a porra do cachorro com a própria dela.

— Você estava maravilhosa — murmurou. — Mas agora quero mais.

Mariza o olhou, surpresa.

— O que mais, amor?

— Quero comer teu cu.

Ela arregalou os olhos. Carlos nunca, em dez anos de casamento, tinha pedido isso nunca falou de sexo anal, nunca mostrou interesse naquela parte do corpo dela só sabia gozar rápido e dormir. Mas agora, com a buceta cheia de sêmen canino, oleosa e quente, ele olhava para o cu dela como se visse um tesouro.

— Você... nunca quis dizer isso? — perguntou, a voz falhando entre medo e desejo.

— Nunca quis tanto na vida.

Carlos se deitou atrás dela, puxando-lhe a cintura para cima, deixando o cu exposto, ainda fechado e rosado. molhou os dedos na porra que escorria da buceta usou como lubrificante, esfregando a entrada do ânus em círculos.

Mariza gemeu, o corpo tenso depois relaxando quando a pressão dele aumentou.

Entra devagar... — pediu, ela.

Carlos obedeceu. Empurrou a cabeça do pau devagar, a resistência do anel cedendo aos poucos. Cada centímetro entrava num gemido prolongado dos dois. Quando encaixou por completo, sentiu o apertado quente do cu da esposa envolvendo, mais quente e diferente da buceta. Ele começou a se mover, estocadas curtas, profundas, enquanto as mãos agarravam os quadris dela.

— Porra... tão apertado... — gemeu. — Por que nunca fizemos isso antes?

Porque... porque você nunca... — Mariza engasgava com as próprias palavras, o prazer doendo junto. — Você era tão certinho...

— Agora não sou mais — ele respondeu, acelerando, batendo com os colhões contra o períneo dela.

Rex, deitado ao lado, lambeu o rosto de Mariza, o cachorro ainda excitado, o pau semi-duro vazando entre as pernas. Carlos viu e deu um sorriso sujo.

— Relaxa que ainda não terminamos — disse, cravando o ritmo. — Depois que gozar nesse cu vamos colocar ele em outra posição para ele comer você de novo.

Os olhos de Mariza brilharam, o corpo todo em brasa. Ela nunca imaginou que o marido se transformaria naquele macho safado que agora a possuía pelo cu com a porra do cachorro escorrendo pela buceta. Mas ela estava adorando cada segundo.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico bonecadepano-

Nome do conto:
Cachorro comeu a dona de casa III

Codigo do conto:
262041

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
14/05/2026

Quant.de Votos:
3

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