Gabriela perdeu o pai quando era bem nova. Um tempo depois a mãe dela, Dona Irene, casou-se novamente e a família foi morar no interior de SC, no sítio do padrasto, o Seu Osmar.
Havia na região um ribeirão com uma pequena queda d'água, onde, durante o verão, a vizinhança se reunia para tomar banho. E foi ali que Seu Osmar começou a perceber a beleza da enteada, reparando nas curvas da jovem de biquíni brincando na água. Gabi conta, que às vezes ele também entrava no rio apenas para se aproximar dela. Havia bastante carinho entre os dois. Ela sempre o amou como se fosse o próprio pai, mas naquele certo verão ela percebeu que havia algo mais.
Nas brincadeiras no rio, havia momentos de abraços e Gabi sentia a mão de Osmar, dentro da água, descendo por suas costas até tocar-lhe a bunda. Era um gesto rápido, discreto, mas carregado de segundas intenções. No começo ela até duvidava, mas no dia em que sentiu o volume na sunga do padrasto aumentando, a jovem teve certeza de que havia um desejo secreto dele por ela.
A imagem do padrasto excitado não saiu mais de sua mente. Ela pensava nisso antes de dormir. E principalmente no banho. Ficava imaginando como deveria ser o pau dele por debaixo daquela sunga. Ela fantasiava. E até se masturbou pensando nele. Contou tudo para a melhor amiga, que por ter uma mente muito mais safada, acabou alimentando a curiosidade e o desejo de Gabi, dizendo coisas do tipo "ah, se fosse eu, já tinha chupado ele, ali mesmo, debaixo d'água"
Por conselho da amiga, Gabi começou a provocar o velho Osmar. Passava os finais de semana em casa de pijama, shorts curtos largos e regatas bem folgadas, dependendo da posição que ficava, a calcinha era visível e sempre que se abaixava os seios nus eram revelados por quem olhasse de cima. O efeito foi o esperado. O padrasto passou a responder com mais abraços carinhosos, beijos no rosto e quando estavam sozinhos num recinto da casa, uma mão boba lhe tocava os seios, coxas ou bunda.
Ficaram dias nesses joguinhos de provocação discreta, até que a oportunidade para darem um passo além chegou. Certo sábado, o irmão mais velho de Gabi estava fora, em uma competição esportiva, voltaria tarde. A mãe de Gabi, Dona Irene, precisou sair também, para ajudar a própria irmã que voltara pra casa da maternidade, também passaria o dia todo fora de casa. Restavam apenas Gabi e o velho Osmar.
Foi na tarde daquele sábado, que o passo adiante foi mais longo do que ambos poderiam imaginar. Fazia muito calor e Osmar trabalhava em sua horta, Gabi se ofereceu para fazer um suco de laranja e levar para ele. Na cozinha ela começou a preparar a bebida, quando Osmar voltou para dentro, mais cedo do que ela esperava. Ele lavou as mãos no banheiro e foi até a cozinha, suado, sem camisa, vestindo apenas uma bermuda e chinelos. Ela estava de shorts de pijama e camisa regata.
Ele a cumprimentou, a abraçando por trás e lhe roubando um beijo no rosto. Gabi parou de fazer o suco para segurar os braços dele, mantendo-o por mais tempo pressionado contra o seu corpo. Moveram-se lentamente, como se dançassem e novos beijos foram dados por Osmar, que desceu seus lábios até o pescoço dela, fazendo-a gemer. A mão dele, na barriga dela, subiu até os seios, ainda por cima da camiseta. E a jovem virou o rosto para ele. Seus lábios se encontraram e foi o primeiro beijo deles. Molhado. Longo. Línguas se tocaram. Ela já havia beijado rapazes de sua idade antes, mas nada comparado a aquele beijo.
As mãos fortes dele apertaram ainda mais o corpo dela contra o seu. Uma mão desceu até sua virilha, ficou entre as coxas e tocou suas partes íntimas, por cima do shorts. E Gabi sentia o volume crescendo e lhe cutucando nas costas. Nenhuma palavra foi dita, apenas suas respirações ofegantes eram ouvidas. Ela estava curiosa para ver o que havia atrás dela.
Gabi forçou para se soltar e virou-se para ele. Beijaram-se novamente. E as mãos começaram a percorrer o corpo um do outro. Ela sentiu a mão grande e quente dele, subindo por dentro de sua camisa, acariciando e apertando seus peitos. A outra mão dele agarrava sua bunda com um dos dedos enfiado entre as nádegas, como se a penetrasse. E ela, com suas mãozinhas um tanto trêmulas de nervosismo, acariciou e agarrou o volumão na bermuda de Osmar. Ela o fez gemer de prazer e ele só soltou ela para abaixar de leve a bermuda, puxando a cueca junto, libertando a rola dura de cabeçona melada.
A mão de Gabi foi rápida em segurar aquela coisa grossa. Pegava pela primeira vez num pau e lembrando dos conselhos da amiga, se abaixou, ajoelhando-se e abocanhando a cabeçona do pau do padrasto. Osmar deve ter delirado de prazer ao sentir os lábios dela apertando e sugando timidamente a sua rola. Ele a acariciou nos cabelos e bochechas. Era um sonho proibido que estava se realizando.
Ele se deixou ser mamado por um tempinho e em seguida a agarrou com força, pegando-a no colo e levando-a até a mesa da cozinha, a fez sentar na beirada e ficando entre as pernas dela, puxou-lhe o shortinho do pijama e em seguida a calcinha. Gabi levantou as pernas, apoiando-as nos ombros do padrasto, ele foi beijando ela, da barriga até chegar na xoxotinha molhada. Ali a língua quente de Osmar fez a festa, dançou e a penetrou e seus lábios chuparam aquele grelinho que nunca foi chupado. Gabi sentia o tesão por todo o corpo. Aquilo era mais gostoso do que brincar com seus dedos no chuveiro. Ela gemia alto e quase arrancava os cabelos do velho de tanta força com que os agarrava.
Quando achou que ela estava pronta, Osmar se levantou novamente. Ele entre as pernas abertas dela, com o pau duro e babado, apontando para a xaninha virgem. Ela, ansiosa, sabia o que estava por vir. Pensava "é, vai ser agora!" E o medo a fazia imaginar alguém chegando em casa naquela hora. Gabi olhava para porta e não havia ninguém, eles tinham horas ainda sozinhos. Osmar, foi com a mão segurando seu pau, pincelando a bucetinha dela, fazendo-a se abrir aos pouquinhos. Gabi gostava de sensação. Sabia que ele estava indo com cuidado. Quando a xoxota já havia engolido toda a cabeçona, o padrasto forçou um pouquinho mais. Gabi gemeu de dor e prazer, respirava ofegante, mas sentiu-se aliviada quando percebeu que o homem já havia colocado todo o membro duro dentro de seu corpo.
Osmar então a penetrou devagarinho e falou pela primeira vez, perguntando se estava doendo, ela disse que não e que estava gostoso. Assim ele arriscou uns movimentos mais rápidos e fortes. Gabi deitou-se na mesa, agarrando-se às laterais, enquanto o velho a comia com prazer. Ele só tirou o pau de dentro dela quando sentiu que ia gozar. Gabi sentou-se novamente para assistir e viu a cabeçona com seu sangue cuspir a porra branca por cima de sua barriga e coxas. Ela achou graça. Se beijaram novamente com as bocas ofegantes.
"Vai se lavar, vai!" ele disse. Gabi voltou para o chão, ajuntou o shorts e a calcinha e seguiu semi-nua até o banheiro, sentindo-se satisfeita, mas com vontade de quero mais, pensando na próxima oportunidade e pensando em tudo que contaria para a amiga. Osmar arrumou a bagunça que deixaram na cozinha, tomou seu suco de laranja e depois foi até o banheiro juntar-se ao banho com a enteada. Trocaram carinhos e prometeram guardar tudo em segredo. Mas a amiga de Gabi soube de tudo, e eu fiquei sabendo quando comecei a namorar com Gabi.
Ela me contou ainda que transou mais vezes com o padrasto, mas era raro ficaram sozinhos. Chegaram a ficar mais de um ano sem transarem, mas nunca deixaram de trocar carícias em segredo. Coisas que ela diz fazer com ele até os dias de hoje.
