Tem uma coisa que eu estou viciada: minha xoxota peludinha. Eu gosto dos meus pelos – grossos, escuros, bem aparados mas bem presentes. Eles fazem parte da minha bucetinha inchada, dos meus lábios grandes que se abrem devagar, do meu grelinho saltado que fica ali, espremido no meio da mata. Eu amo sentir os pelos molhados de mel, grudando nas minhas coxas grossas depois de uma siririca bem feita. E quando um homem me come? Aí é que a coisa fica divina. Porque eu não quero só ser fodida. Eu quero ser leitada. Quero sentir a porra branca e espessa – daquela grossa, que escorre devagar – encharcando cada fio de pelo, pingando na minha virilha, escorrendo até o meu cu. O pelo retém o leite, fica ali grudado, marcando território. E eu amo o visual da porra branca contrastando com os meus pelos escuros. Amo passar o dedo depois e lamber, sentir o gosto salgado e encorpado misturado com o meu cheiro de xoxota suada de tanto dar.
Eu gosto de homem que tem o pau bem grande. Grossão, cabeçudo, veias saltando. E as bolas dele são sempre muito cheias. Dá para ver o volume, o peso, o jeito que elas balançam quando ele mete. Eu gosto de ficar de quatro, empinada, mostrando minha xoxota peludinha bem aberta para ele. Ele mete fundo, puxa meus pelos às vezes – uma puxadinha que dói gostoso – e quando ele vai gozar, tira o pau e se posiciona na altura certa. O primeiro jato de porra branca e espessa sempre acerta meus pelos, espalha quente, demora a escorrer de tão grossa que é. O segundo escorre pelo meu grelinho, envolve ele todinho. O terceiro respinga na minha barriga, fazendo um fio grosso que desce até o meu umbigo. Ele esfrega a cabeça do pau nos meus pelos depois de gozar, esfregando o resto da porra, misturando com meu mel. Eu fico ali, de quatro ainda, sentindo o leite branco e espesso escorrendo devagar pelos fios, pingando no lençol. É a melhor sensação do mundo. A xoxota latejando, os pelos todos molhados de porra grossa, o cheiro subindo – branco, denso, leitoso. Eu me sinto usada, suja, linda – uma putinha peluda que pediu e recebeu o banho que merecia.
Depois eu vou ao banheiro, me olho no espelho, passo a mão nos pelos cheios de porra branca e trago o dedo à boca. O gosto do leitinho ainda fresco, espesso, branco – exatamente como eu amo. O cheiro impregnado fica no meu bigodinho de pelos por horas. Às vezes nem tomo banho logo – fico com a xoxota assim, peluda e cheia de porra branca, andando pelada pela casa, sentindo os pelos endurecendo quando o leite seca. Me toco de novo só com o dedo, só para sentir a textura grossa e grudenta. É meu vício, minha marca. Xoxota peludinha e banho de porra branca e espessa. Não troco por nada.
