Eu já estava há dias naquela seca desesperadora. Sem meter, sem descabelar o palhaço, com a porra acumulada na bola, quase subindo pelas paredes. O tesão estava no limite.
Eu estava na casa de um amigo no Campo Belo quando abri o Grindr disposto a caçar uma foda rápida. Não demorou muito para eu achar um novinho de 22 anos que era um verdadeiro pecado: magrinho, definido, aquele corpo de ratinho de academia que dá vontade de quebrar no meio. O papo fluiu rápido. O moleque estava sedento, dizendo que queria me dar de qualquer jeito. Como eu estava ocupado na hora, pedi para ele me esperar. Sorte a minha que ele morava na Vila Nova Conceição, próximo de onde eu estava.
Para acabar com o resto do meu autocontrole, ele mandou os nudes: uma raba branquinha, empinada, perfeitinha. E soltou a confissão que me deixou com o pau duro na hora: “Só gosto de dar de calcinha”. Em seguida, veio a foto: uma calcinha fio-dental vermelha, completamente atolada no meio daquela bunda gulosa. Ali eu soube que ia estraçalhar aquele moleque.
Por volta das 18h, rumei para o endereço. O lugar era um prédio de altíssimo luxo. Interfonei, a entrada foi liberada e subi até o 28º andar.
Quando a porta do apartamento abriu, puta que pariu. Ele era ainda mais gostoso pessoalmente. Ele mal me deixou entrar; me puxou pelo pescoço e me cravou um beijo na boca, violento, eufórico, com gosto de puro tesão. Dava para sentir a eletricidade no ar. Ele vestia apenas um shortinho curto. Enquanto a gente se engolia no beijo, desci minhas mãos e as enfiei por dentro do short dele. Quando meus dedos sentiram a textura da calcinha atolada na raba quente, meu pau virou uma rocha. Eu sou completamente viciado em macho de calcinha fardado para apanhar.
Não teve muita conversa. Ele caiu de joelhos na minha frente e abriu meu zíper, libertando meu pau que já latejava. O novinho era guloso. Começou a me chupar com vontade, e eu, já sem paciência para preliminares calmas, segurei ele firme pelos cabelos. Forcei uma garganta profunda violenta, socando a minha rola inteira na boca dele. O moleque ficava sem fôlego, os olhos lacrimejando de tesão, engolindo cada centímetro da minha pica.
Coloquei ele de quatro na cama. Arranquei o short dele, deixando apenas a calcinha vermelha destacando aquela bunda empinada. Coloquei a calcinha dele de lado e comecei a passar a língua com força naquele cu rosinha, delicioso, que contraía implorando por pica.
"Quero comer essa tua bunda agora", disse no ouvido dele.
Ele, trêmulo, me estendeu a camisinha e o gel. Comecei a explorar aquele rabo guloso. Enfiei um dedo no cuzinho apertado, depois dois, alargando ele sem dó enquanto perguntava: “E aí, tá gostoso, sua putinha? Quer mais?”. Ele só conseguia gemer alto, completamente entregue, uma verdadeira puta na cama.
Encapei meu pau e mirei no alvo. Enfiei de uma vez, sentindo o cuzinho dele agarrar a minha rola. Comecei a socar com força, sem massagem. Mudei a posição para o estilo frango assado, depois de ladinho, metendo fundo, fazendo as nossas peles estalarem alto no quarto. A calcinha vermelha de lado deixava a cena ainda mais pervertida. E eu o tempo todo no ouvido dele: “Quer mais pica? Fala que a bunda é minha!”
Ele já estava totalmente sem controle de tesão, implorando: “Me come, caralho! Me rasga, seu gostoso!”
Chegou a hora de tomar as rédeas. Segurei ele pelos quadris e ordenei: “Agora você vai rebolar nessa pica até o talo”. Ele montou em mim. O novinho sentava com uma vontade selvagem, rebolando aquela raba no meu pau de um jeito que quase me fez gozar na hora. Ele começou a acelerar, os gemidos ficando agudos, e levou a mão ao próprio pau para se masturbar.
Segurei a mão dele na hora. “Não. Você não vai tocar no seu pau. Vai gozar só na força da sentada, sua puta”.
O moleque começou a quicar no meu pau com um desespero tão violento, a mente tão travada no tesão de ser dominado, que o corpo dele entrou em espasmo. Sem sofrer um único toque, o pau dele disparou um jato de porra quente que voou direto no meu peito.
Ver aquele novinho gozar de calcinha, de mãos livres, completamente dominado pela minha rola, foi o meu limite. Segurei ele firme pela cintura, puxei a bunda dele com toda a força contra mim e descarreguei uma quantidade absurda de porra quente bem lá no fundo daquele cuzinho. Ficamos os dois ali, arfando, banhados de suor e leite.
ativo-novinho-