Sábado, 6h da manhã. Helena levantou da cama e foi ao banheiro; minutos depois, ela saiu já quase pronta, dizendo que iria trabalhar. Tentei dizer algo sobre a noite, sobre como iríamos conviver daqui em diante... Ela logo me cortou, dizendo que foi um erro e tudo mais, e que não queria conversar. Ela saiu, e eu fiquei com meus pensamentos sobre como foi intenso. Mas, assim como ela seguiu com o dia dela, eu levantei e fui seguir com o meu. Acordei meu menino, nos arrumamos e fomos para a praia; curti e aproveitamos bem. Lá pelas 14h, chegamos em casa rindo e brincando, meu filho com o cabelo todo sujo de areia, e eu também estava cheio de areia pelo corpo. Abrindo o portão, percebi que a casa já estava aberta. Quando chegamos na porta da sala, minha cunhada estava no sofá olhando para a gente e, quase com um tom autoritário, questionou aonde estávamos. Fiz uma cara de quem não entendeu e mostrei o menino todo feliz e sujo de areia. Ela sorriu e pediu desculpas. Então falei: "Tudo bem", e perguntei o que houve. E ela disse: "Não consegui trabalhar, aleguei que não estava me sentindo bem e ganhei o dia de folga." Estava andando um pouco desconfortável, meio de lado. Nós rimos um pouco, e ela foi dar banho no sobrinho. Fizemos um lanche depois do banho, e logo a noite caiu. Com meu filho já dormindo em seu quarto, fui para o meu, deixei a porta encostada e coloquei uma música para tocar,. Umas duas horas depois, percebi que minha cunhada passava para lá e para cá na porta do meu quarto. Então eu falei: "Entra logo." Não demorou muito, e a porta abriu. Ela olhou para mim querendo dizer algo, mas só ficava me olhando. Então falei: "Senta aí." Perguntei se precisava de alguma coisa. Ela olhou e disse: "O que fizemos foi errado, Mac, não podia ter acontecido." Eu respondi: "Aconteceu", e falei: "Relaxa, foi a bebida." Ela falou: "Meu Deus, que loucura a bebida pode fazer." Eu falei: "Pois é, mas foi gostoso, mas foi a bebida." Ela se aproximou mais e deitou na cama de bruços. Ela olhou e falou: "Foi muito louco, né? Não sei se teria coragem sem a bebida." Eu, já de rola dura, falei: "Eu teria." E então beijei aquela bunda, e ela estremeceu, já se agarrando ao travesseiro. Puxei aquela calça de academia e puxei o fio dental para o ladinho e meti a língua no seu orifício, e ela já dizendo: "Meu Deus, que que é isso?" Sua buceta já melada, encharcada, ela pedia mais, e eu lambi com vontade aquele buraquinho super apertado. Ela gemia e mordia o travesseiro, e num espasmo do seu corpo, vi que ela já estava gozando. E entregue ao prazer, não resisti e coloquei um dedo dentro daquela raba quente. Forcei a entrada, ela começou a tremer, puxei um pouco e coloquei mais um dedo. Agora com dois dedos, ela tremia e gemia de prazer. Então tirei os dedos, e ela, num susto, falou: "Você vai me rasgar, por favor, vai devagar, por favor, vai devagar." Deitei sobre seu corpo e, aos poucos, fui forçando e mordendo seu pescoço, sentindo aquele calor de mulher entregue ao sexo. Quando a cabeça da minha rola entrou, ela deu um urro, um grito, e eu quase tirei. Ela então mandou eu ficar parado, mas isso era impossível, minha rola latejando querendo socar. Segurei um dos seios dela e apertei, e empurrei devagar para não machucar a cunhadinha. Com lágrimas em seus olhos, ela mandou eu meter e gozar: "Goza com vontade dentro da sua cunhada, seu puto." Nessa hora, eu posturei e comecei devagar, e logo eu estava aumentando a velocidade das estocadas. Ela gemia e urrava ao mesmo tempo. Aquilo estava gostoso demais, eu com meu pau todo dentro da bundinha da minha cunhada. Eu estava ficando apaixonado por aquela mulher ali toda solta pedindo para meter mais. Não resisti muito tempo aquele cuzinho apertado. Gozei feito um animal selvagem dentro de minha cunhada. Caí por cima do seu corpo quase sem forças, e ela, por sua vez, gemia e chorava ao mesmo tempo. Ficamos abraçados por uns minutos, e ela olhou para mim e falou: "Não importa como e quando, mas vou querer isso sempre, e você vai ter que dar seu jeito." Ficamos na cama, transamos mais o restante da noite. Nossa família chegou de viagem e perguntou como foi o nosso final de semana. Antes de eu falar algo, ela disse: o meu foi trabalhando, mas eles foram para a praia e me deixaram em casa." Todos riram dela, e eu, sem jeito, ri também. Dias depois meu telefone toca e adivinha quem era.
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