Do Ceará a São Paulo, de São Paulo a Goiás. Tudo por um pau que vale a pena

O calor da Praia do Futuro parecia queimar na pele. Na barraca Kabumba, em Fortaleza, a caipirinha e o som do mar eram a moldura perfeita. Nossos olhares se cruzaram e o magnetismo foi instantâneo. Danilo, com seu corpo robusto e sorriso de canto, me puxou; o beijo ali mesmo, no meio do agito, foi urgente e faminto. Fomos para o meu hotel e fodemos a noite inteira, um ritmo selvagem até o amanhecer. Quando ele pegou o voo de volta para Goiás, deixou uma promessa.

Duas semanas. Catorze dias de mensagens provocantes e áudios com aquele sotaque arrastado que me arreava as pernas. Uma expectativa que quase me enlouqueceu na rotina cinzenta de São Paulo. Como o Danilo tinha confessado que preferia meu cuzinho lisinho, raspei cada pelo, deixando a pele impecável, entregue e infinitamente mais sensível.

Quando o avião pousou em Goiânia, meu corpo vibrava. Eu quase cruzei o país para me entregar por completo. Avistei o Danilo no desembarque. Ele deu um passo à frente, segurou minha cintura e me deu um beijo profundo, possessivo.

— Você veio mesmo — sussurrou, a voz grave colada no meu ouvido.

— Eu disse que vinha. Agora me tira daqui.

No trajeto, a mão dele subia pela minha coxa. No apartamento dele, a porta mal se fechou e Danilo me prensou na parede, com beijos que misturavam saudade e urgência.

— Duas semanas pensando nesse seu rabo, paulista — rosnou, apertando minhas nádegas e me suspendendo para eu sentir seu volume rígido.

No quarto, ele me jogou na cama e puxou minha calça e cueca de uma vez. Danilo parou por um segundo, admirando a visão do meu cuzinho totalmente liso e desprotegido.

— Puta que pariu... delícia de rabinho depilado.

As mãos grandes dele seguraram minhas coxas, abrindo minhas pernas ao máximo e elevando meu quadril. Quando a ponta da língua do Danilo, quente e molhada, fez o primeiro contato direto, meu corpo deu um sobressalto. Um choque elétrico subiu pela espinha. Sem os pelos, a hipersensibilidade era avassaladora; cada movimento circular, cada lamber lento e profundo parecia multiplicado por dez.

— Ahnn... Danilo... caralho... — o gemido escapou alto. Minhas mãos agarraram os lençóis enquanto eu empurrava meu quadril na direção da boca dele.

Ele alternava chupadas vorazes com sopros leves, fazendo minha pele arrepiar. O sotaque sumiu, dando lugar a rosnados de satisfação enquanto me preparava com a boca, deixando tudo molhado, relaxado e pronto.

Danilo se levantou, os olhos fixos nos meus, e pegou o lubrificante. Espalhou o gel generosamente no pau grosso e no meu cuzinho ainda pulsando pelo toque da língua. Ele se posicionou, segurando minhas pernas dobradas contra o meu peito. A ponta do caralho dele pressionou a minha entrada.

— Olha para mim, meu gostoso — ele mandou, a voz rouca.

Lentamente, ele começou a empurrar. Senti meu cuzinho engolindo aquela grossura centímetro por centímetro. Soltei um gemido longo, sentindo a ardência gostosa da pele lisa se esticando ao limite. Quando o Danilo entrou todo, afundando contra a minha bunda, o mundo parou.

— Nossa, que aperto gostoso — ele arfou.

Então, ele começou a ditar o ritmo. As primeiras estocadas foram lentas, profundas, mas logo o instinto selvagem de Fortaleza tomou conta. Danilo começou a bombear com força, batendo firme contra as minhas nádegas. O som da carne se chocando ecoava pelo quarto. O impacto nos levava ao limite absoluto. Ele desferiu os últimos golpes, rápidos e profundos, me prensando contra o colchão até soltar um rosnado grave. Danilo enterrou o pau inteiro dentro de mim e senti o jato quente e abundante inundar meu cu, uma onda de calor que me preencheu por completo enquanto ele descarregava tudo.

Eu ainda estava arfando quando ele saiu de dentro de mim e deslizou o corpo para baixo, posicionando-se entre as minhas pernas. Meu pau estava ereto e completamente exposto. Sem hesitação, Danilo abocanhou a minha cabeça de uma vez.

A boca dele era um verdadeiro inferno de tão quente. A forma como ele usava a língua e a sucção voraz era algo que eu nunca tinha experimentado; nenhum outro macho ou mulher em toda a minha vida tinha chegado perto daquela técnica. Danilo me chupava com fome selvagem, descendo até a base e subindo devagar.

— Ahnn... caralho... eu vou... — tentei avisar.

Ele não parou. Aumentou o ritmo da sucção, me dominando. Meu corpo inteiro arqueou na cama. Em segundos, meu pau pulsou violentamente e eu descarreguei uma quantidade enorme de porra direto na boca do Danilo. Ele engoliu tudo sem desviar os olhos dos meus, limpando os lábios com a língua e exibindo um sorriso de canto. O fim de semana em Goiânia estava oficialmente inaugurado.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico l0uc0porpau

Nome do conto:
Do Ceará a São Paulo, de São Paulo a Goiás. Tudo por um pau que vale a pena

Codigo do conto:
262292

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/05/2026

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