Toda sexta feira, a galera da faculdade marcava um chopp após as aulas, em um barzinho na Tijuca, point de jovens bastante animados. Incentivada por uma amiga, resolvi curtir a noite com os amigos e ir também. Nesse dia fui pra aula com um vestido preto, justo e quase curto, já preparada pra curtir a noitada, que prometia ser bem divertida. Eu pensava apenas em beber, curtir a música e dançar, mas a gente nunca sabe o que vai acontecer. Chegamos lá, uma banda de rock se apresentava e logo fomos pro bar escolher as bebidas. Optei por um drink de gim tônica e fiquei perto da pista com duas amigas, os rapazes já estavam se assanhando para outro grupo de meninas. Ente um Bon Jovi e um Guns'n Roses, e mais duas doses de bebida, eu já estava soltinha dançando, e obviamente, atraindo olhares. E uma das pessoas que me olhavam me chamou atenção, porque era um garoto, que devia ter entre 16, 18 anos, não mais que isso. Era um moreno, com corpo definido, tipo jogador de futebol, cabelo bem cortado e um sorriso encantador. Acabei olhando várias vezes para ele, pensando em como ele seria um homem interessante quando fosse mais velho, e acho que olhei demais, porque ele percebeu e me devolvia sempre com um sorriso maroto. Resolvi sentar um pouco no bistrô para aliviar a tontura que começava a me pegar, e o rapaz, percebendo a minha ausência, parecia me procurar na multidão. De longe, fiquei observando a movimentação dele, entre um balançar do corpo e um gole no copo de cerveja, ele erguia a cabeça, certamente à minha caça. Resolvi brincar de flerte com o menino e facilitei a busca, me levantando e passando ao lado dele e voltando para o bistrô, para que ele soubesse exatamente onde eu estava. Então ele começou a olhar fixamente pra mim, trocando o sorriso por mordidas nos lábios. à essa altura, uma das minhas amigas já estava trocando beijos com um carinha e ficamos apenas em três e comentei com uma delas que me disse que eu ia criar o garoto. Entre risadas pela situação e o ego inflado, fiquei pensando em como aquele garotinho seria na cama. Um inexperiente perdido ou uma agradável surpresa? Mas logo tirei o pensamento da cabeça. Não me imaginava com um garoto. Em um determinado momento, fui ao banheiro e chamei uma das amigas pra me acompanhar. Chegando lá falei para minha amiga que devia estar bêbada, porque estava com desejos maliciosos com uma criança. Ela riu e me disse para aproveitar o momento, dar uns beijos e depois esquecer. Rimos muito, retocamos a maquiagem e ao sair, o novinho estava na porta do banheiro! Me espantei na hora e abaixei a cabeça, pedi licença pra passar, mas ele segurou minha mão e pediu pra conversar comigo. Tentei soltar a mão, agradeci e neguei a conversa, mas ele não desistiu. Veio atrás de mim e falou no meu ouvido: Você não sabe o que está perdendo! Parei olhei pra trás e perguntei: Quem te disse que estou procurando algo? Então ele me puxou pela cintura e me roubou um beijo. Forcei meu corpo pra trás, tentando fugir, mas logo gostei do beijo e relaxei. Ele tinha pegada! Apertava a minha cintura e me segurava firme pelo pescoço, pra gente, que é mulher, um beijo com essa pegada, garante muitos arrepios. Quando paramos o beijo ele me disse: Volte para suas amigas e pense bem. Vou ficar te esperando. Cheguei atônita no bistrô e logo gritei para as amigas: O novinho me agarrou!!! Elas, incrédulas perguntaram juntas: E aí? E eu respondi: Bom pra caralho!!! Rimos juntas e eu fiquei tentando entender o que tinha acontecido. Um menino mexeu comigo. E agora? Continuei olhando pra ele no grupinho e ele não olhava mais pra mim. Confiante demais esse garoto, pensei! E quando a gente é esnobada, aí que dá mais vontade! Fui ao bar pra pegar outro drink mas dessa vez passei por ele e falei: Vamos beber juntos? E continuei andando sem olhar pra trás. Ao chegar no balção para pedir a bebida, senti o novinho encostando atrás de mim e falando: Deixa que eu pago! Ele apresentou sua comanda, pediu sua cerveja e nos apresentamos. Descobri que ele tinha 17 anos, solteiro e tinha um cheiro bom. Conversamos um tempinho sobre as bandas de rock e logo ele mudou o tema. Me perguntou se eu era solteira e ao saber a resposta, ampliou a conversa para uma paquera. Tentei cortar dizendo que dava cadeia pra mim, mas ele disse que era emancipado, morava sozinho e isso não seria um problema. Questionei que ele nem poderia estar na boite bebendo e que possivelmente, ainda seria crime pra mim estar amorosamente com um menor de idade. Ele então me disse: Vamos pra minha casa porque lá a lei é minha! Ao mesmo tempo que gostei da atitude dele, continuava assustada com essa possibilidade e mais uma vez neguei a investida e declinei do convite e resolvi voltar para minhas amigas. Eu já não conversava mais com elas, também não olhava mais para ele e nem prestava atenção nas músicas. Estava atônita! Já passavam das 3 da manhã, quando ele passou por mim se abaixou e falou: Estou saindo. Meu carro está na rua ao lado. Vou te esperar por 10 minutos! E foi embora. Ignorei à princípio, mas logo me dei conta que o tempo estava passando. Me despedi rapidamente das amigas, paguei minha comanda e saí. Parei na porta, respirei fundo e resolvi ir em direção à rua que ele indicou. Encontrei ele sozinho, encostado no carro e logo vi seu sorriso. Veio ao meu encontro e me deu outro beijo gostoso. Abriu a porta do carro para mim, entrou e disse ter certeza que eu viria. Aquela confiança dele me deixava com tesão. Ele manobrou e passou a mão na minha coxa enquanto começava a dirigir em direção à sua casa. Ele não morava longe dali e logo chegamos em seu apartamento. Não trocamos uma palavra sequer durante o trajeto. Por várias vezes eu pensava na loucura que estava fazendo. Na garagem, ele me deu outro beijo e fomos para o elevador. Aquele cheiro ficava mais intenso em ambiente fechado e eu já estava hipnotizada. Entramos em seu apartamento e ele me ofereceu uma bebida, mas preferi água. Ele tirou a camisa e seu corpo definido me fez dar um suspiro. Veio de novo pra perto de mim e mais uma vez aquele beijo gostoso, mas dessa vez, a mão percorria a minha bunda e aos poucos levantava meu vestido. Eu não sabia o que fazer. Mas o meu corpo tomou conta da situação e comecei a roçar a buceta no pau dele. Ele me levantou no colo e foi caminhando pelos cômodos até chegar no quarto, sem parar de beijar. Me deitou na cama e começou a alisar meu corpo, com dedos macios. Adoro calcinha preta! ele disse ao perceber a lingerie que eu usava. Mas vai ser a primeira peça que irei tirar! Continuou. E arrancando a minha calcinha, retirou minha sandália e voltou lambendo minhas coxas. Ele não tinha a pressa dos jovens. Ele tinha uma mulher totalmente à seu dispor e sabia explorar cada centímetro do meu corpo. Levantando meu vestido, ele chegou nos meus seios e começou a chupar vigorosamente enquanto os apertava. Encostou todo o corpo em cima de mim enquanto eu entrelaçava minhas pernas na dela. Em um rápido movimento, ele me colocou por cima dele e segurou minha bunda, fazendo meu corpo balançar roçando na pica dura dele.Comecei a abrir a calça dele e alisar seu peito. Ele me olhava com tesão enquanto segurava meu seio. Dei alguns passos pra trás e puxei a calça dele. Fiz o trajeto de volta do mesmo modo, passando a lingua nas suas pernas. Dava pra ver a cueca ficando pequena para aquela piroca sedenta de tesão. Resolvi passar direto e dar outro beijo nele, dessa vez era eu que roçava meu corpo nele, sentindo aquele pau pressionando minha buceta, que já estava melada. A gente não falava nada. Apenas sussurros de prazer. Voltei a ficar sentada e esfregava minha buceta no pau dele, gemendo de tesão. Ele não largava a minha bunda, cadenciando os movimentos. Não resisti e resolvi colocar minha boca para trabalhar. Puxei um pouco a cueca, colocando só a cabecinha pra fora e fui lambendo. O negócio era grosso, bonito e logo eu já tinha colocado toda pra fora e estava lambendo cada pedacinho. Ele se contorcia e me fazia carinhos no rosto. Tanta ternura em um garoto experiente, que sabia o que fazer. Depois de chupar todo o pau, voltei pra cima dele e fiz a minha buceta roçar diretamente no seu pau. Ele tentava arriar mais a cueca para deixar o pau livre enquanto eu brincava com aquele cacete na portinha da minha buceta. Ele começou a mexer junto e logo conseguiu encaixar dentro da minha buceta. Estava toda melada e por isso ele forçou um pouco mais e entro todinho, me arrancando um gritinho. Eu mexia lentamente e podia sentir o quanto era grande e grosso aquele pau. Eu já estava quase gozando e ao perceber, ele me pegou pela cintura e colocou minha buceta na sua cara e me chupou até sentir meu gozo. Eu tremia com a minha buceta na cara dele, mas ele não queria parar. Continuava me chupando forte, ora passando a lingua dentro, ora chupando meu grelo. E nesse momento ele enfiou um dedo no meu cu e minha reação surpreendeu até à mim, eu joguei meu cu com força no dedo dele para entrar tudinho e comecei a fazer o movimento de vai e vem. Eu adoro dar o cu e aquela lambida junto me deixou louca. Percebendo isso, ele tirou o dedo e de novo pegando na minha cintura, me desceu, segurou seu pau e direcionou para o meu rabo, já semiaberto pela investida do seu dedo. Sentei devagar porque o negócio era grosso, mas aos poucos fui descendo e logo já sentia que não tinha mais nada para entrar. Ele me puxou para um beijo e começou a meter forte no meu rabo. Levei meus dedos para a buceta e fiquei me masturbando enquanto sentia aquele caralho me rasgando. Logo gozei de novo. Ele me tirou de cima dele e me colocou de quatro. Lambeu minha buceta, mas logo vinha com o cacete na porta do meu cu. Ele realmente estava fascinado pela minha bunda e dessa vez, não perdoou. Meteu tudo de uma vez e me fez dar um berro! Ele agarrava a minha cintura e metia com força no meu cu entregue. Perdi as forças e deitei meu corpo e ele continuou por cima metendo com rapidez e urrando. Achei que ele fosse gozar, mas o menino tinha muita disposição e não parava. Conseguiu ajeitar seu dedo na minha buceta enquanto mordia meu pescoço. De repente ele pôs as duas mãos em cima da minha cintura e acelerou o movimento, me fazendo xingar em vários idiomas. Aquela velocidade na penetração me fez gozar mais uma vez e ele também não se segurou, encheu meu cu de porra, urrando de prazer. Ele deitou lentamente sobre meu corpo sem tirar o pau de dentro. Senti meu cu ardido, mas nem sei se queria que ele tirasse de dentro. Fiquei rebolando a bunda, provocando, enquanto ele beijava meu pescoço. Me virou de ladinho, ainda com o pau pulsando dentro de mim, segurou meus seios e falou: Você é melhor do que imaginei. Eu diria a mesma coisa, mas guardei pra mim e devolvi um sorrisinho. O cansaço bateu e dormimos assim. Acordamos e pra minha surpresa, o pau dele ainda estava dentro do meu cu, mole, mas grosso.Pisquei meu cu querendo dar bom dia, ele também acordou e ficou alisando meu corpo enquanto eu rebolava naquele cacete, que ia ficando duro. Logo já estávamos começando tudo de novo. Ele sempre castigando meu rabo. Depois desse café da manhã intenso, tomamos um banho juntos, e resolvemos ir pra rua fazer um lanche. Ele queria me deixar em casa, mas preferi pegar um táxi e ir sozinha. Foi um sexo de poucas palavras e muitas ações. Meu cu estava esfolado, minha buceta com inveja e eu muito feliz! Hoje ele tem 42 anos, esta casado e já vamos fazer 25 anos de sexo gostoso, sem compromisso. O novinho virou meu caso por muitos anos e hoje eu sou a amante dele.
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