Calor no Sítio

O calor da tarde serrana envolvia tudo como um manto úmido. Eu havia corrido quase dez quilômetros pela trilha que cortava o mato ao redor do Sítio discreto, um lugar escondido que eu frequentava há anos. Meu corpo estava em chamas. O top branco colado aos seios, quase transparente de tanto suor, marcava meus mamilos duros como pedras. O short curto de lycra preto mal cobria metade da minha bunda empinada, e a calcinha por baixo estava completamente encharcada — uma mistura perigosa de suor e tesão puro.

Estacionei o carro atrás do celeiro principal. O dono do Sítio, um homem discreto que eu pagava generosamente para fazer vista grossa, já havia sumido de propósito. Eu estava sozinha. Perfeitamente sozinha.

Caminhei até o estábulo principal, o coração acelerado mais pela expectativa do que pela corrida. O cheiro forte de feno, couro, suor animal e esterco me acertou como um afrodisíaco direto no cérebro. Meu corpo reagiu imediatamente: senti uma nova onda de mel escorrendo pela coxa.

Ele estava lá. Zeus. O garanhão lusitano preto, alto, musculoso, de pelagem brilhante. Assim que entrei no corredor do estábulo, ele bufou forte, batendo o casco no chão de concreto. Suas narinas se dilataram. Ele já sentia meu cheiro. O cheiro de uma fêmea no cio, madura, molhada e desesperada por ele.

— Oi, meu garanhão... — murmurei com a voz já rouca, aproximando-me da baia. — Sentiu saudade da mamãe?

Tirei o top ali mesmo, deixando meus seios médios e firmes livres, os mamilos apontados para cima. Depois desci o short e a calcinha encharcada, ficando completamente nua, só de tênis. Meu corpo dourado brilhava de suor. Abri a porta da baia e entrei.

Zeus relinchou baixo, agitado. Seu pau já começava a descer da bainha — grosso, negro, venoso, absurdamente longo. Ajoelhei-me na palha fresca na frente dele, o cheiro forte do animal me envolvendo. Passei as mãos pelas suas patas traseiras, sentindo os músculos poderosos, e subi devagar até tocar aquele membro quente e pesado.

— Meu Deus... olha o tamanho disso hoje... — sussurrei, admirada.

Segurei com as duas mãos. Mesmo assim, sobrava pau. A cabeça larga, achatada, já pingava um fio grosso de pré-gozo transparente. Levei o rosto perto, inalando o cheiro almiscarado, animal, sujo. Meu estômago deu um nó de excitação. Eu, Lívia, a nutricionista renomada que aparecia em lives falando de saúde e longevidade, estava de joelhos, nua, babando por um pau de cavalo.

Abri a boca e lambi a glande enorme, sentindo o gosto salgado e forte. Gemi contra o pau dele. Comecei a chupar com devoção: beijos molhados, lambidas longas desde a base até a ponta, tentando enfiar o máximo possível na boca. Era impossível abocanhar tudo, mas eu tentava. Babava copiosamente, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos meus seios. Usava as duas mãos para masturbar o que não cabia na boca, sentindo as veias grossas pulsarem contra minhas palmas.

Zeus bufava, mexendo o quadril levemente, fodendo minha boca com delicadeza contida. Eu olhava para cima, olhos lacrimejando de esforço, adorando cada centímetro daquele monstro.

— Você é tão grande... tão perfeito... — murmurei, tirando um segundo para respirar antes de voltar a chupar com mais fome.

Quando senti que ele já estava completamente ereto, latejando, levantei-me. Virei de costas, apoiei os antebraços na divisória de madeira da baia e empinei a bunda alta, abrindo bem as pernas. Olhei para trás.

— Vem, meu amor... monta na sua puta.

Ele não precisou de mais convite. As patas dianteiras subiram no suporte de madeira que eu já conhecia bem. Senti o peso imenso dele sobre mim, o calor do peito peludo nas minhas costas. A ponta grossa cutucou minha boceta encharcada, deslizando entre os lábios. Com um impulso forte dos quadris traseiros, ele me penetrou.

— Aaaahhh... caralhooo! — gritei, a voz ecoando no estábulo.

Era sempre avassalador. O pau dele me abriu ao meio, esticando minhas paredes até o limite, batendo fundo no meu útero. Ele começou a bombear com força bruta, instintiva. Estocadas pesadas, profundas, que faziam meus seios balançarem e meus gemidos saírem roucos e animais.

— Isso... me fode... me arromba... — eu grunhia, empinando mais, recebendo cada centímetro.

O barulho era obsceno: o estalo molhado da carne, o rangido da madeira, meus gemidos altos e os bufos dele. Eu sentia cada veia, cada pulsação. O pau dele era tão grosso que roçava meu clitóris por dentro a cada estocada. O suor escorria do meu corpo misturando-se ao dele. Eu estava sendo usada como uma cadela no cio, e nunca me senti tão viva.

Minha mão desceu e esfreguei o clitóris inchado, frenética. O orgasmo veio rápido, violento. Meu corpo inteiro tremeu, a boceta apertando o pau monstruoso enquanto eu gozava gritando.

— Estou gozando... porra... gozando no seu pau!

Zeus não parou. Continuou metendo mais forte, mais fundo. Senti o membro inchar ainda mais dentro de mim. Ele estava perto. As estocadas ficaram curtas e brutais. Então, com um relincho alto, ele gozou.

O jorro foi absurdo. Jatos quentes, grossos, em quantidade impressionante, inundando meu útero, enchendo-me até transbordar. Senti a barriga levemente inchada pela pressão. Porra escorria pelas minhas coxas em cascata enquanto ele ainda pulsava dentro de mim.

Fiquei ali, presa sob o peso dele, gemendo baixinho, tremendo de prazer. Quando ele finalmente desceu e saiu de mim, uma verdadeira torrente de sêmen animal jorrou da minha boceta aberta, pingando na palha.

Eu desabei de joelhos, ofegante, o corpo destruído e satisfeito. Passei os dedos entre as pernas, recolhendo um pouco daquela porra grossa e levando à boca, saboreando.

Sorri, exausta e feliz.

— Obrigada, meu garanhão... — sussurrei. — Na próxima viagem do meu marido... eu volto para você tomar tudo de novo.

Levantei devagar, pernas trêmulas, o sêmen ainda escorrendo pelas coxas. Vesti apenas o short curto por cima da bagunça molhada e saí do estábulo com o sorriso de quem sabia exatamente o que era.

Uma esposa respeitável. Uma profissional admirada.

E a puta mais feliz do mundo dentro de um Sítio.


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Ficha do conto

Foto Perfil ladylivia
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Nome do conto:
Calor no Sítio

Codigo do conto:
262650

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
22/05/2026

Quant.de Votos:
5

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