Depois da Corrida

O sol já mergulhava no horizonte, tingindo o Arpoador de laranja e rosa quando eu terminei minha corrida. O ar salgado do mar misturava-se ao suor que escorria pelo meu corpo. Meu top esportivo estava colado aos seios, marcando os mamilos endurecidos. O short curto de lycra mal cobria minha bunda empinada, e eu sentia a calcinha encharcada — não só de suor.

Cada passo na areia úmida fazia minhas coxas roçarem, enviando pequenas ondas de tesão direto para o meu clitóris inchado. Aos 40 anos, eu sabia exatamente o que meu corpo queria. E não era o pau do meu marido, que mal me tocava há meses. Era algo bem mais bruto. Mais animal.
Cheguei em casa suada, ofegante, o coração ainda disparado. A cobertura na Zona Sul estava silenciosa. Meu marido viajara para mais uma reunião em São Paulo — só voltaria na próxima semana. Perfeito.

Thor me esperava na sala, o rottweiler enorme que eu criara desde filhote. Seus músculos brilhavam sob o pelo preto e castanho. Ele ergueu as orelhas, farejou o ar e soltou um rosnado baixo, excitado. Ele conhecia o cheiro. Meu cheiro de fêmea no cio.

— Calma, garotão... — murmurei, passando a mão na cabeça dele. Seus olhos escuros já brilhavam com aquela fome familiar.

Fui direto para o chuveiro. A água morna escorreu pelo meu corpo, lavando o suor da corrida, mas eu não me sequei. Saí molhada, gotas brilhando na pele dourada, os cabelos úmidos caindo nos ombros. Peguei apenas uma camisola fina de seda preta, quase transparente, e fui para a varanda.

O vento do mar soprou suave, fazendo a camisola grudar nos meus seios e na bunda ainda úmida. A vista era perfeita: as luzes da orla começando a acender, o mar escuro ao fundo. Coloquei um tapete grosso no chão de madeira, de quatro, empinando bem a bunda. Thor já estava atrás de mim, o focinho frio tocando minha coxa.

— Isso... vem, meu lindo.

Ele começou a lamber. A língua grossa, quente e áspera subiu pela parte interna das minhas coxas, encontrando minha boceta encharcada. Gemi alto quando ele passou por cima do meu clitóris, lambendo com fome o mel que escorria. Thor era experiente. Eu o havia treinado bem. Ele enfiou a língua entre meus lábios, fodendo-me com ela, babando tudo. O barulho molhado ecoava na varanda junto com meus gemidos roucos.

— Ahhh... isso, Thor... lambe sua dona...

Meu corpo tremia. Eu empinava mais, abrindo as pernas. Senti seu pau saindo da bainha, vermelho, brilhante, crescendo rápido. O nó na base já inchava. Virei o rosto e vi aquele membro canino grosso, veias pulsando, pingando pré-gozo. Meu buraco se contraiu de desejo.

Ele subiu nas minhas costas. As patas dianteiras arranharam levemente meus quadris enquanto ele se encaixava. Senti a ponta quente cutucando, errando algumas vezes, até acertar. Com um impulso forte, ele me penetrou.

— Fuuuuck... — gemi, quase uivando.

O pau dele era grosso, quente, diferente de qualquer homem. Entrou fundo de uma vez, esticando minhas paredes. Thor começou a bombear com força animal, rápido, selvagem. O barulho de carne molhada contra carne enchia a varanda. Suas bolas batiam contra meu clitóris a cada estocada. Eu sentia o nó inchando, pressionando minha entrada, tentando entrar.

Eu estava completamente entregue. Uma nutricionista respeitada, casada, famosa nas redes... de quatro, sendo fodida por um rottweiler como uma cadela no cio.

Enquanto ele me arrombava, minha mente viajou. Imaginei o haras. O garanhão preto que eu visitaria no fim de semana. Aquele membro monstruoso, muito mais grosso e longo que o de Thor. Imaginei o cheiro forte de animal, o peso do corpo do cavalo sobre mim, aquele pau enorme me abrindo ao meio, gozando litros dentro de mim...

— Sim... me fode... me usa... — grunhi, a voz rouca e suja.

Minha mão desceu até o clitóris, esfregando rápido enquanto Thor acelerava. O nó finalmente forçou passagem, travando dentro de mim. Senti ele pulsar, inchando ainda mais, me enchendo completamente. Ele parou de se mover e começou a jorrar. Jatos quentes, grossos, enchendo meu útero. O volume era impressionante.

O orgasmo me acertou como uma onda. Meu corpo inteiro convulsionou, a boceta apertando o pau do cão enquanto eu gozava violentamente, gemendo alto o suficiente para que os vizinhos pudessem ouvir se estivessem na varanda ao lado. Esfreguei o clitóris com força, prolongando o prazer, imaginando o garanhão gozando dentro de mim, me inundando com porra animal quente.

Thor ficou preso por longos minutos, ainda soltando espasmos dentro de mim. Eu sentia seu sêmen escorrendo pelas minhas coxas mesmo com o nó travado. Quando ele finalmente saiu, uma cascata quente desceu pela minha perna. Eu desabei de lado no tapete, ofegante, o corpo brilhando de suor, saliva e porra.
Passei a mão entre as pernas, sentindo o estrago delicioso. Sorri, olhando para o mar escuro.

— Amanhã... ou depois... vou te dar um irmão maior, Thor — sussurrei, já sentindo o tesão voltar só de pensar no cavalo.

Levantei devagar, pernas trêmulas, e fui tomar outra ducha. O sorriso no meu rosto era o de quem sabia exatamente quem eu era por baixo da fachada perfeita.
Uma puta insaciável. E feliz pra caralho com isso.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


262650 - Calor no Sítio - Categoria: Zoofilia - Votos: 5
262601 - Consulta Extra - Categoria: Zoofilia - Votos: 14

Ficha do conto

Foto Perfil ladylivia
ladylivia

Nome do conto:
Depois da Corrida

Codigo do conto:
262641

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
21/05/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
0