Risco na Varanda

Aos 26 anos, meu vício havia se tornado perigoso. Não apenas pelo que eu fazia, mas porque o risco estava cada vez mais perto de casa.


Meu marido, Roberto, andava viajando menos nos últimos meses. Uma reestruturação na empresa dele havia mudado tudo. Ele agora passava mais noites em casa, dormindo ao meu lado, tentando ser o marido presente que sempre prometeu ser. Eu fingia gostar. Sorria, conversava sobre o dia, deixava ele me tocar de vez em quando. Mas por dentro eu estava desesperada. Meu corpo precisava de Zeus. Precisava de Thor. Precisava daquele prazer animal, bruto e sem limites que nenhum homem, nem mesmo Rafael, conseguia me dar completamente.

Foi numa quarta-feira à tarde que decidi gravar.

Cheguei ao haras mais cedo que o normal. Rafael já sabia meu ritual e me deixou sozinha com Zeus. Eu estava especialmente excitada. Coloquei o celular em um tripé discreto atrás de uns fardos de feno, ajustei o ângulo e comecei a gravar.

Tirei toda a roupa, fiquei completamente nua e posicionei dois fardos altos. Zeus já estava agitado, sentindo meu cheiro. Quando guiei aquele pau monstruoso preto para dentro de mim, gemi alto, sabendo que o microfone captaria tudo.

— Isso, Zeus… me fode bem fundo hoje…

Ele me arrombou com força. A câmera registrava tudo em detalhes: meu rosto contorcido de prazer, meus seios balançando, a boceta sendo aberta ao limite pelo membro gigantesco, o sêmen escorrendo em jatos quando ele gozou. Gravei quase quinze minutos de sexo selvagem. Era o vídeo mais explícito que eu já tinha feito.

Voltei para casa com o celular queimando no banco do carro.

Meu marido estava em casa aquela noite. Chegou cedo, fez jantar e assistimos um filme juntos. Eu sorria, encostada nele, enquanto minha boceta ainda latejava da foda com Zeus. Quando fomos dormir, por volta das 23h, Roberto adormeceu rápido, como sempre.

Eu fiquei acordada, olhando o teto.

Às 00h40, não aguentei mais.

Levantei da cama com cuidado, vesti apenas um robe fino de seda e saí do quarto na ponta dos pés. Thor, meu fiel Rottweiler, estava deitado na sala. Ele levantou a cabeça imediatamente, sentindo meu cheiro. Seus olhos brilharam.

— Vem, garoto… — sussurrei.

Fui até a varanda dos fundos. Era um espaço amplo, com vista incrível para o mar da Zona Sul. A lua estava cheia, iluminando tudo com uma luz prateada. O vento suave entrava, balançando as plantas. O risco era alto — o quarto do casal tinha acesso direto à varanda por uma porta de vidro. Se meu marido acordasse e resolvesse me procurar, ele me veria.

Mas eu precisava disso.

Coloquei o celular no suporte da mesa da varanda, abri o vídeo que gravei à tarde e dei play. O som estava baixo, mas suficiente. Os gemidos ecoavam baixinho. A imagem mostrava Zeus me montando com força.

Tirei o robe e fiquei completamente nua sob a luz da lua. Deitei um tapete grosso no chão da varanda e fiquei de quatro, empinando bem a bunda na direção do mar.

Thor não precisou de convite. Ele já conhecia meu cheiro de puta no cio. Subiu em mim imediatamente, as patas pesadas na minha cintura. Senti seu pau vermelho e quente cutucando até acertar minha boceta ainda sensível.

— Aaaahh… isso, Thor…

Ele me penetrou de uma vez. Mesmo depois de Zeus, Thor ainda me enchia bem. Começou a meter rápido, desesperado, no ritmo animal que eu tanto amava. Suas bolas batiam contra meu clitóris enquanto eu assistia o vídeo: Zeus me arrombando na tela, meu rosto de prazer, o sêmen jorrando.

Eu gemia baixinho, mordendo o lábio para não fazer barulho.

— Olha como ele me fode, Thor… olha o tamanho dele…

O contraste era delicioso. Thor me comia com força no mundo real enquanto eu via Zeus me destruindo no vídeo. Eu rebolava contra o cão, empinando mais a bunda. O som molhado de Thor metendo em mim se misturava com meus gemidos gravados.

Gozei pela primeira vez em menos de quatro minutos, apertando o pau do Rottweiler, tremendo inteira. Mas não parei. Continuei assistindo o vídeo, passando para o momento em que Zeus gozava dentro de mim.

Thor metia cada vez mais rápido, babando no meu pescoço. Eu sentia o nó inchando, pressionando minha entrada. A sensação de estar presa nele enquanto via Zeus me enchendo era demais.

De repente, ouvi um barulho dentro de casa.

Congelei.

Passos.

Meu marido havia acordado.

Thor continuou metendo, alheio ao perigo. O nó já estava quase preso. Eu estava de quatro, nua, sendo fodida por um cachorro enorme na varanda, com o vídeo de um cavalo me arrombando tocando no celular.

Os passos se aproximaram da porta de vidro.

Meu coração quase saiu pela boca.

— Lívia? — ouvi a voz sonolenta do meu marido.

Eu cobri a boca com a mão, abafando um gemido. Thor estava preso pelo nó, gozando dentro de mim. Jatos quentes enchiam minha boceta. Eu tremia violentamente, gozando novamente de puro medo e tesão misturados.

— Amor? — ele chamou novamente, agora mais perto.

Consegui responder com a voz rouca, fingindo sono:

— Tô aqui na varanda… não consegui dormir… tô tomando ar.

Houve um segundo de silêncio. Eu podia imaginar ele tentando enxergar através do reflexo do vidro.

— Tá tudo bem? — perguntou.

— Tá… só… um pouco agitada hoje. Volta pra cama, eu já vou.

Thor ainda estava preso em mim, pulsando. Um filete de sêmen escorria pela minha coxa. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele conseguiria ouvir.

Finalmente, ouvi os passos se afastando.

Soltei o ar que estava prendendo. O perigo havia passado por pouco.

Thor demorou quase vinte minutos para conseguir sair. Quando ele desceu, fiquei de quatro no chão da varanda, ofegante, com uma poça de sêmen de cachorro se formando abaixo de mim. O vídeo ainda rodava no celular — eu assistindo Zeus gozar dentro de mim.

Passei os dedos na minha boceta destruída, peguei um pouco do sêmen misturado e provei. Sorri no escuro.

Voltei para o quarto em silêncio, com as pernas ainda fracas e trêmulas. Meu corpo inteiro carregava o cheiro discreto de sexo animal — suor, sêmen de Thor e o meu próprio tesão. Fechei a porta de vidro da varanda com cuidado e me aproximei da cama. Meu marido, Roberto, estava deitado de lado, aparentemente dormindo. A luz fraca do abajur iluminava suas costas.

Eu me deitei ao lado dele, ainda nua por baixo da camisola fina de seda. Mal me cobri com o lençol. Minha boceta latejava, inchada, sensível e ainda vazando um pouco do sêmen grosso do Thor. O risco que eu havia corrido minutos antes só havia aumentado meu tesão.

Foi quando aconteceu.

Roberto se mexeu no sono e virou de lado, encostando o corpo contra o meu. Senti imediatamente: seu pau estava duro. Bem duro. A ereção pressionava contra minha bunda por cima da cueca, quente e latejante. Ele não estava completamente acordado, mas seu corpo reagia ao meu cheiro e ao calor que eu emanava.

Fiquei surpresa. Fazia meses que ele não ficava assim tão duro só de encostar em mim. Normalmente eu precisava chupá-lo ou provocá-lo bastante. Mas agora… ele estava rígido, pulsando contra minha pele.

E o pior (ou melhor): aquilo mexeu comigo.

Depois de ter sido destruída por Zeus e Thor na mesma noite, eu ainda estava no cio. Meu corpo, viciado em prazer extremo, não havia se satisfeito completamente. Senti uma nova onda de tesão subir pela minha barriga. Minha boceta contraiu, expelindo mais um pouco do sêmen do cachorro.

Mordi o lábio e, devagar, empinei levemente a bunda para trás, pressionando mais contra o pau dele. Roberto gemeu baixinho no sono e instintivamente encostou mais forte. A cabeça grossa do pau dele agora roçava entre minhas nádegas.

Eu estava molhada. Muito molhada. Uma mistura perigosa: meu próprio tesão, o sêmen de Thor e o resto do que Zeus havia deixado mais cedo.

Não resisti.

Virei-me de frente para ele, ainda de conchinha, e guiei sua mão até minha boceta. Roberto acordou parcialmente, confuso, mas excitado.

— Lívia…? — murmurou rouco.

— Shhh… — sussurrei no ouvido dele. — Tô molhada pra caralho hoje.

Ele piscou, surpreso com minha iniciativa. Normalmente eu era fria na cama com ele. Mas naquela noite eu estava diferente. Fervendo.

Roberto enfiou dois dedos em mim e soltou um gemido surpreso ao sentir o quão encharcada e quente eu estava.

— Porra… você tá pingando.

Eu não respondi. Apenas abri mais as pernas e esfreguei minha boceta inchada contra a mão dele. Sentia o sêmen de Thor facilitando a entrada dos dedos. Aquilo me excitava de um jeito doentio — meu marido tocando uma boceta que havia sido usada por animais horas antes.

— Me fode… — pedi, a voz baixa e safada. — Quero você dentro de mim agora.

Roberto não pensou duas vezes. Tirou a cueca rapidamente, revelando o pau duro, latejando. Não era grande como Zeus ou Rafael, mas naquela noite, depois de tudo, qualquer coisa me servia.

Ele se posicionou atrás de mim e me penetrou de uma vez. Soltei um gemido longo quando senti ele entrar. Minha boceta estava tão sensível e escorregadia que ele deslizou até o fundo sem esforço.

— Caralho, Lívia… você tá quente pra porra — gemeu ele, segurando minha cintura.

Começou a meter. Não era forte como os animais, mas era gostoso do mesmo jeito. Eu rebolava para trás, empinando a bunda, sentindo o pau dele se misturar com o sêmen que ainda estava dentro de mim.

— Mais fundo… goza dentro… — sussurrei, quase implorando.

Roberto acelerou, segurando meus seios por baixo da camisola, apertando meus mamilos ainda sensíveis das mordidas de Thor. Eu gemia baixinho, relembrando as estocadas brutais de Zeus enquanto meu marido me comia.

A excitação do risco, a sensação de ter sido usada por animais e agora estar sendo fodida pelo marido fez meu tesão explodir. Gozei apertando o pau dele, gemendo contra o travesseiro.

— Isso… goza pra mim… — ele grunhiu.

Segundos depois, Roberto enterrou fundo e gozou. Senti os jatos quentes dele enchendo minha boceta já repleta. Ele pulsou várias vezes, liberando tudo dentro de mim. Fiquei imóvel, aproveitando a sensação de ter três diferentes tipos de sêmen misturados dentro do meu corpo: o de Zeus, o de Thor e agora o do meu próprio marido.

Roberto desabou contra minhas costas, ofegante, me abraçando por trás.

— Que delícia… faz tempo que você não ficava assim — murmurou, beijando meu ombro.

Eu sorri no escuro, sentindo o pau dele amolecendo ainda dentro de mim.

— É que hoje eu tava com muita vontade… — respondi suavemente.

Ele adormeceu logo depois, ainda abraçado em mim. Eu permaneci acordada, sentindo o sêmen escorrendo lentamente pela minha coxa, misturando-se no lençol.

Toquei minha boceta inchada com os dedos e sorri.

Eu havia sido fodida por um cavalo, por um rottweiler e pelo meu marido — tudo na mesma noite. Meu corpo estava destruído, marcado e completamente satisfeito.

E o mais perigoso: eu estava começando a gostar dessa mistura doentia.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Risco na Varanda

Codigo do conto:
262802

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
23/05/2026

Quant.de Votos:
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