A Primeira Montaria

Depois de quase três anos entregando meu corpo ao Thor, eu já não era mais a mesma garota que havia descoberto o prazer com o Rex aos 18 anos. Aos 22 anos, recém-formada em Nutrição e começando a carreira como modelo, meu vício em zoofilia havia se enraizado profundamente. Thor continuava sendo meu companheiro fiel — quase todas as noites eu o chamava para o quarto, deixava ele me lamber até gozar e depois me entregava de quatro, sentindo seu pau grosso e seu nó me prender por longos minutos. Mas, mesmo com todo o prazer que ele me dava, eu sentia que faltava algo maior. Algo muito mais poderoso.

Eu ansiava por tamanho. Por força bruta. Por dominância absoluta.

Tudo mudou durante um ensaio fotográfico para uma marca de lingerie de praia. O locador escolhido foi um haras de luxo na região serrana do Rio, perto de Petrópolis. O lugar era lindo: vastos pastos verdes, estábulos impecáveis e vários garanhões de raça. Assim que cheguei, meus olhos foram imediatamente atraídos por ele: Zeus, um cavalo preto puro, alto, musculoso, com pelagem brilhante e um porte imponente. Ele tinha quase 1,80m na cernelha e, quando andava no cercado, seu membro grosso e pesado balançava entre as patas traseiras. Senti uma onda de calor subir pelo meu corpo inteiro. Minha boceta latejou só de olhar.

Durante o ensaio, eu posava com biquínis minúsculos, mas minha mente estava longe. Imaginava-me ajoelhada diante daquele animal, sentindo seu cheiro forte, tocando aquele pau enorme. Mal consegui me concentrar. A fotógrafa até comentou que eu estava com um “olhar selvagem” naquele dia.

No final da tarde, enquanto a equipe guardava os equipamentos, eu me afastei discretamente e me aproximei do box do Zeus. O cheiro de feno, suor animal e esterco me invadiu. Era um cheiro sujo, forte, mas que me deixava absurdamente molhada. Toquei seu pescoço quente. Zeus bufou e mexeu as orelhas. Meu coração batia tão forte que parecia querer sair do peito.

Naquela noite, de volta ao apartamento no Rio, eu não consegui dormir. Masturbei-me três vezes seguidas pensando nele. Gozei imaginando aquele pau monstruoso me abrindo inteira. No dia seguinte, tomei uma decisão: eu voltaria ao haras sozinha.

Dois dias depois, inventei uma mentira para meus pais dizendo que iria fazer um ensaio extra. Dirigi até Petrópolis com as mãos suando no volante. Cheguei ao haras por volta das 16h. O responsável me reconheceu do ensaio anterior e me deixou entrar sem problemas, desde que eu não fizesse barulho e respeitasse os animais.

Fui direto para o box do Zeus. Estava sozinha no estábulo. Entrei devagar, fechei a porta atrás de mim e me aproximei dele. Ele era ainda maior de perto. Tremendo, passei as mãos pelo seu corpo quente e musculoso. Desci lentamente até sua barriga e, com o coração na boca, segurei seu membro pela primeira vez.

Era pesado. Quente. Impressionantemente grosso — maior que meu pulso mesmo semi-ereto. A pele era macia, mas a cabeça rosada era larga e inchada. Ajoelhei na palha limpa, fascinada, e comecei a lambê-lo. O gosto era forte, almiscarado, selvagem, completamente diferente de qualquer homem ou até do Thor. Passei a língua devagar pela cabeça grossa, depois tentei colocar na boca. Mal cabia metade. Eu babava inteira, chupando com devoção, usando as duas mãos para masturbar a base enquanto sugava a ponta.

— Meu Deus, Zeus… você é enorme… — sussurrei entre uma lambida e outra.

Zeus bufava, agitado, mexendo as patas. Depois de uns quinze minutos chupando e masturbando com paixão, ele gozou. O jato foi violento — um esguicho quente, grosso e abundante que acertou meu pescoço, meus seios e escorreu até minha barriga. Eu enfiei a mão na minha boceta e gozei junto com ele, tremendo de prazer.

Voltei mais duas vezes aquela semana. Na terceira visita, eu estava decidida a ir até o fim.

Cheguei ao haras no final da tarde, quando o movimento era menor. Vestia apenas um short de corrida bem curto, uma regata fina e tênis. Meu corpo já estava suado da viagem. Entrei no box do Zeus, tranquei a porta por dentro e tirei toda a roupa. Fiquei completamente nua, os mamilos duros, a boceta molhada escorrendo pela coxa.

Coloquei dois fardos de feno juntos para criar uma altura boa e me posicionei de quatro sobre eles, empinando bem a bunda. Minha boceta latejava de expectativa. Com as mãos trêmulas, segurei aquele pau monstruoso e guiei a cabeça grossa até minha entrada encharcada.

— Vai devagar… por favor… eu sou pequena… — murmurei, sabendo que ele não entenderia.

Zeus empurrou instintivamente. A cabeça enorme forçou minha boceta, abrindo-me lentamente. Senti uma dor aguda misturada com um prazer insano enquanto ele entrava centímetro por centímetro. Era muito maior que o Thor. Muito mais grosso. Eu gemia alto, mordendo o lábio, lágrimas nos olhos de prazer.

— Aaaahhh! Porra… que delícia… me arromba…

Quando quase metade do pau estava dentro de mim, Zeus começou a meter de verdade. Estocadas fortes, profundas, selvagens. Cada movimento fazia meu corpo inteiro tremer. Meus seios balançavam pesadamente, meu abdômen contraía. Eu gritava sem controle:

— Me fode, Zeus! Me usa! Sou sua puta… sua cadela!

Ele metia com força bruta, as patas batendo nos fardos de feno. Eu gozei pela primeira vez em menos de um minuto, apertando aquele pau gigantesco dentro de mim. Meu gozo escorria pelo membro dele, molhando tudo. Zeus continuou, cada vez mais agitado, bufando alto.

Senti o pau dele inchar ainda mais perto do fim. Quando ele gozou, foi como uma explosão. Jatos quentes, grossos e absurdamente abundantes invadiram meu útero, enchendo-me até o limite e transbordando. O sêmen escorria em cascata pelas minhas coxas, pingando no chão do box. Eu gozei novamente, ainda mais forte, quase desmaiando de tanto prazer. Minhas pernas tremiam violentamente.

Quando ele finalmente saiu de mim, fiquei de quatro por vários minutos, ofegante, sentindo uma quantidade inacreditável de porra de cavalo escorrendo da minha boceta aberta e inchada. Passei os dedos ali, provei um pouco e sorri, completamente satisfeita.

A partir daquele dia, Zeus se tornou minha maior obsessão.

Eu comecei a visitar o haras pelo menos duas vezes por semana. Mentia descaradamente para todos: para meus pais, para os amigos, até para mim mesma sobre o que realmente estava fazendo. Às vezes chegava de manhã cedo, depois de uma corrida, ainda suada, e deixava ele me foder logo em seguida. Outras vezes passava a tarde inteira no box: chupava ele por longos minutos, deixava ele gozar na minha boca e no meu rosto, depois me posicionava novamente para ser montada.

Thor ainda fazia parte da minha vida, mas agora servia apenas como aquecimento. Eu o deixava me foder antes de sair de casa para o haras, para chegar já molhada, aberta e pronta para algo muito maior.

Aos 22 anos, eu finalmente havia encontrado meu verdadeiro prazer. O que começou como curiosidade com o Rex, evoluiu para vício com o Thor, agora atingia o ápice com Zeus. Eu sabia que nunca mais conseguiria voltar para sexo normal com homens. Meu corpo e minha mente estavam completamente dominados por esse desejo animal.

Eu era, sem volta, uma zoófila apaixonada.

E mal podia esperar pela próxima vez que sentiria aquele pau enorme me abrindo, me enchendo e me marcando como sua.


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Comentários


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geandro Comentou em 22/05/2026

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Primeira Montaria

Codigo do conto:
262698

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
22/05/2026

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