Ciúmes Animal

Eu já havia aceitado que meu vício não tinha mais volta. Thor não era apenas meu cachorro — era meu amante secreto, meu alívio quando não conseguia ir até o haras ver Zeus ou Titã. Ele me conhecia melhor que qualquer homem. Sabia exatamente quando eu estava no cio só pelo meu cheiro.


Naquela tarde de sábado, o Rio estava quente e abafado. Meu marido havia viajado novamente para São Paulo e só voltaria na segunda. Decidi levar Thor para passear na área verde perto de casa, uma região com bastante mato e poucas pessoas. Vesti um short jeans bem curto, uma regata fina branca sem sutiã e tênis. Meu corpo ainda estava marcado das últimas sessões no haras — mamilos sensíveis, coxas com leves hematomas das patas de Zeus.

Thor estava agitado desde que saímos de casa. Puxava a coleira, farejava o ar com força e olhava para todos os lados. Eu sorria, achando graça.

— Calma, grandão. Hoje você é só meu.

Caminhamos por quase vinte minutos pela trilha de terra que cortava o pequeno bosque. O sol batia forte, fazendo suor escorrer entre meus seios. Eu estava relaxada, curtindo o vento no rosto, quando Thor de repente parou e ficou imóvel, o corpo inteiro tenso.

Foi quando eu vi.

Uma viralata pequena, de pelagem caramelo, estava mais à frente. Ela era magrinha, mas tinha o rabinho levantado e balançando de um lado para o outro. Estava claramente no cio. O cheiro dela devia estar forte, porque Thor começou a puxar a coleira com violência, ganindo baixo.

— Thor, não! — ordenei, segurando firme.

Ele não me obedeceu de primeira. Puxou com tanta força que quase me derrubou. Seus olhos estavam vidrados, o pau vermelho já começando a sair da bainha. Ele queria montar aquela cadela a qualquer custo.

Senti uma pontada forte no peito. Ciúmes. Um ciúmes irracional e doentio. Aquela cadela não ia tomar o que era meu. Thor era meu. O pau dele, o nó dele, o sêmen dele — tudo era meu.

— Não mesmo — rosnei, puxando ele com raiva. — Você não vai foder ela.

Afastei Thor da cadela, quase arrastando ele pela coleira. A viralata, sentindo o perigo, saiu correndo mato adentro. Thor ficou desesperado. Começou a latir, girando em círculos, puxando sem parar. Seu pau estava completamente para fora agora, vermelho, brilhando, pingando pré-gozo no chão.

Eu estava molhada. Muito molhada. Ver Thor daquele jeito, tão excitado, tão dominado pelo instinto, me deixou com a boceta latejando.

— Tá com tesão, né? — murmurei, agachando perto dele e acariciando sua cabeça. — Mas você não vai comer ela. Vai comer a sua dona.

Thor virou o focinho para mim e cheirou direto entre minhas pernas. Lambeu o short jeans com força, sentindo meu cheiro. Gemi baixinho. Ele estava fora de si.

Continuei andando, mas Thor não sossegava mais. Ele subia nas minhas pernas, tentava montar minha coxa, gania desesperado. Seu pau roçava na minha pele, deixando rastros molhados. Eu estava ficando cada vez mais excitada com a situação.

Olhei ao redor. A trilha estava vazia. Decidi me arriscar.

— Vem… — chamei, saindo da trilha principal e entrando num trecho mais fechado de mato, onde as árvores eram mais densas.

Andei uns duzentos metros até encontrar uma clareira pequena, escondida. O chão era de terra batida com algumas folhas. Perfeito.

Tirei o short e a calcinha rapidamente, deixando apenas a regata. Fiquei de quatro no chão, empinando bem a bunda. O sol quente batia nas minhas costas.

— Vem, Thor. Monta na sua puta.

Ele não hesitou. Subiu em mim com fúria, as patas pesadas arranhando minha cintura. Senti o pau quente cutucando até acertar minha boceta encharcada. Quando ele enfiou, soltei um gemido alto.

— Aaaahhh! Isso!

Thor estava possuído. Metia com uma força brutal, muito mais agressivo que o normal. O pau entrava e saía rápido, o nó já começando a inchar. Ele grunhia, babava no meu pescoço, as unhas cravadas na minha pele.

— Isso… descarrega tudo em mim… não guarda nada praquela cadela…

Eu rebolava contra ele, sentindo cada estocada funda. O ciúmes havia se transformado em um tesão doentio. Eu queria que ele me fodesse com a raiva que sentia por não ter comido a outra cadela.

Thor metia sem parar. O barulho molhado ecoava na clareira. Meu gozo escorria pelas coxas. Gozei pela primeira vez em menos de três minutos, apertando o pau dele, gritando de prazer.

Mas ele não parou. Continuou metendo com fúria acumulada. O nó inchou completamente, travando dentro de mim. A pressão era enorme. Eu gemia alto, quase chorando de tanto prazer.

— Me enche… goza bastante…

Quando Thor gozou, foi violento. Senti jatos quentes e grossos invadindo meu útero, muito mais sêmen que o normal. Ele pulsava sem parar, preso pelo nó, enchendo-me até transbordar. O excesso escorria pelo chão de terra.

Ficamos presos por quase meia hora. Eu gozei mais duas vezes só com a pressão do nó dentro de mim. Meu corpo tremia inteiro. Suor escorria pelo meu rosto.

Quando o nó finalmente desinchou e ele saiu, uma grande quantidade de sêmen branco jorrou da minha boceta, formando uma poça na terra. Fiquei de quatro, ofegante, sentindo o vento bater na minha boceta aberta e destruída.

Thor deitou ao meu lado, cansado, mas satisfeito. Eu acariciei sua cabeça, sorrindo.

— Viu? Não precisa de outra cadela. Sua dona aguenta tudo que você quiser.

Levantei com dificuldade. Minhas pernas tremiam. Coloquei o short de volta, sentindo o sêmen escorrendo pela coxa enquanto caminhava. O short ficou imediatamente molhado na virilha.

No caminho de volta para casa, eu refletia sobre o que havia acontecido. O ciúmes que senti ao ver Thor querendo outra cadela me assustou e excitou ao mesmo tempo. Eu estava me tornando cada vez mais possessiva com meus animais. Eles eram meus. Meu prazer. Minha vida secreta.

Cheguei em casa, tomei um banho longo e fiquei olhando no espelho. Meu corpo ainda carregava as marcas: arranhões leves na cintura, boceta inchada e vermelha, cabelo bagunçado.

Sorri.

Eu sabia que não ia parar. Pelo contrário. Quanto mais eu me entregava, mais queria.

Thor estava deitado no chão do quarto, me olhando. Eu me agachei perto dele e sussurrei:

— Amanhã a gente vai de novo… e você vai me foder ainda mais forte.

Ele lambeu minha mão.

Eu era completamente dele.

E ele era completamente meu.


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Comentários


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jmgaucho Comentou em 27/05/2026

Nossa que putinha safada e com ciúme do seu predador e comedor dela




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Ficha do conto

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ladylivia

Nome do conto:
Ciúmes Animal

Codigo do conto:
263031

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
26/05/2026

Quant.de Votos:
2

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