Eu visitava Zeus pelo menos três vezes por semana. Às vezes chegava suada após uma corrida, outras vezes já molhada só de dirigir até Petrópolis pensando nele. Mas ultimamente, uma nova fantasia vinha crescendo na minha mente: sentir dois cavalos ao mesmo tempo. A ideia me consumia. Eu queria ser usada, preenchida e dominada por dois membros enormes.
O destino pareceu conspirar a meu favor.
Era uma quinta-feira quente de fevereiro. Cheguei ao haras por volta das 15h30. O lugar estava mais vazio que o normal. O Sr. Roberto, o dono, me recebeu com um sorriso.
— Lívia, que bom te ver novamente. Hoje está tranquilo. O Zeus está no box de sempre. Ah, e coloquei o Titã no box ao lado. Ele é novo, um alazão forte de 5 anos. Bem agitado.
Meu coração acelerou. Titã. Eu já tinha visto ele de longe: um cavalo castanho-avermelhado, musculoso, um pouco mais baixo que Zeus, mas com um pau que parecia igualmente impressionante.
— Posso ficar um tempo por aqui? — perguntei, tentando manter a voz calma.
— Claro. Fique à vontade. Só não faça barulho.
Assim que ele se afastou, caminhei até os boxes com as pernas tremendo de excitação. Zeus bufou assim que sentiu meu cheiro. Entrei no box dele primeiro, fechei a porta e tirei rapidamente o vestido leve que estava usando. Fiquei só de calcinha. Ajoelhei na palha e comecei a acariciar seu membro pesado.
— Saudade de mim, grandão? — sussurrei.
O pau dele começou a endurecer na minha mão. Eu lambia devagar, passando a língua pela cabeça grossa, babando bastante. Estava quase colocando na boca quando ouvi um forte bufar ao lado. Titã estava agitado no box vizinho, claramente sentindo o cheiro de fêmea no cio.
Olhei para a parede divisória entre os boxes. Havia uma pequena abertura na grade que permitia ver o outro lado. Meu tesão explodiu.
Tirei a calcinha, fiquei completamente nua e saí do box de Zeus. Entrei no de Titã. Ele era lindo. Pelagem brilhante, músculos definidos e um pau já semi-ereto balançando. Aproximei-me devagar e comecei a acariciá-lo.
— Calma, garoto… vou cuidar de você também.
Titã ficou extremamente agitado. Seu pau endureceu rápido, ficando grosso e longo. Ajoelhei e comecei a chupá-lo. Era diferente de Zeus — um pouco mais curvo, com veias salientes. Eu babava, usando as duas mãos, tentando engolir o máximo possível. O gosto forte me deixava louca.
Depois de alguns minutos, voltei para o box de Zeus. Meu plano era ousado: eu queria os dois.
Posicionei dois fardos de feno grandes no meio dos boxes, perto da grade divisória. Subi neles de quatro, empinando bem a bunda para Zeus. Guiei seu pau monstruoso até minha boceta encharcada e empurrei para trás.
— Aaaahhh… isso… entra…
Zeus me penetrou com força. A sensação familiar de ser aberta por ele me fez gemer alto. Ele começou a meter fundo, estocadas pesadas que faziam meu corpo balançar. Enquanto ele me fodia, estiquei o braço pela grade e segurei o pau de Titã, masturbando-o com a mão.
A posição era desconfortável, mas incrivelmente excitante. Eu estava sendo fodida por Zeus enquanto masturbava Titã. Meus gemidos ecoavam no estábulo.
— Isso… me fode, Zeus… enquanto eu cuido do seu amigo…
Zeus metia cada vez mais forte. Eu gozei pela primeira vez, apertando o pau dele, minhas pernas tremendo. O sêmen começou a escorrer pela minha coxa. Mas eu não queria parar.
Saí de Zeus com dificuldade, o buraco piscando aberto. Fui até Titã e me posicionei para ele. Guiei seu pau e ele me penetrou de uma vez. Era diferente — mais agressivo, mais rápido. Enquanto Titã me fodia, eu esticava o braço novamente para masturbar Zeus.
Eu estava no paraíso proibido.
Por quase quarenta minutos, alternei entre os dois. Chupava um enquanto era fodida pelo outro. Deixava um gozar no meu rosto e na minha boca enquanto o outro me arrombava por trás. Em determinado momento, consegui a posição dos meus sonhos: de quatro no fardo, Zeus me fodendo por trás enquanto eu chupava Titã com fome.
O barulho era obsceno: o som molhado dos paus entrando e saindo, meus gemidos roucos, os bufos dos cavalos. Eu estava coberta de suor, saliva e sêmen.
Quando Zeus inchou dentro de mim e gozou, foi violento. Senti jatos quentes enchendo meu útero, transbordando em grande quantidade. Quase ao mesmo tempo, Titã gozou na minha boca. Tentei engolir, mas era demais. O sêmen grosso escorreu pelos meus lábios, queixo e seios.
Eu gozei pela quarta vez, tão forte que quase desmaiei. Fiquei de quatro, tremendo, com porra escorrendo da boceta e da boca.
Fiquei ali por longos minutos, recuperando o fôlego. Meu corpo estava destruído de prazer: boceta inchada, vermelha e aberta, coxas meladas, cabelo grudado no rosto.
Levantei com dificuldade, limpei o que consegui com uma toalha que sempre trazia e vesti o vestido. Antes de sair, acariciei os dois garanhões.
— Vocês dois são meus agora… — sussurrei.
No caminho de volta para o Rio, dirigindo com as pernas ainda tremendo, eu sorria. Meu vício havia atingido um novo patamar. O que começou com Rex e Thor agora envolvia dois garanhões me usando ao mesmo tempo.
Eu sabia que não pararia mais. Pelo contrário. Queria mais. Queria arriscar mais. Queria sentir coisas ainda mais extremas.
Cheguei em casa por volta das 20h30. Meu corpo ainda doía de forma deliciosa. Minha boceta estava sensível, inchada e ainda vazando um pouco do sêmen dos cavalos, mesmo depois de ter me limpado o máximo possível no haras.
Meu marido, Roberto, havia chegado mais cedo da viagem. Estava na sala, sentado no sofá, assistindo jornal.
— Oi, amor. Chegou agora? — perguntou ele, me dando um beijo rápido no rosto.
— Sim. Tive um dia cheio no consultório e depois fui gravar uns conteúdos na praia — menti com naturalidade, sorrindo.
Ele me olhou de cima a baixo. Eu estava com o vestido leve, cabelo ainda úmido do banho rápido que tomei no haras.
— Você está cheirosa… e com uma cara boa. Treinou hoje?
— Treinei bastante — respondi, com um sorriso malicioso que ele nunca entenderia o real significado.
Jantamos juntos. Ele falou sobre a viagem, sobre contratos e reuniões. Eu fingia prestar atenção, concordando nos momentos certos, enquanto minha mente ainda revivia as estocadas brutais de Zeus e Titã, o gosto forte do sêmen deles na minha boca.
Depois do jantar, ele tentou algo. Veio por trás, beijou meu pescoço e apertou meus seios por cima do vestido. Senti sua ereção pequena contra minha bunda.
— Tô com saudade de você… — murmurou ele.
Eu me virei e sorri, acariciando seu rosto.
— Hoje não, amor. Estou exausta. Tive um dia muito pesado.
Ele fez uma cara de decepção, mas não insistiu. Como sempre.
Fui tomar outro banho. Enquanto a água quente descia pelo meu corpo, passei os dedos na minha boceta ainda inchada e sensível. Senti um pouco de sêmen dos cavalos ainda saindo. Sorri sozinha, mordendo o lábio.
Deitada na cama ao lado do meu marido, que adormeceu rapidamente após assistir TV, fiquei olhando para o teto. Meu corpo ainda tremia levemente com as lembranças da dupla montaria.
Ninguém nunca imaginaria que a nutricionista elegante, casada e bem-sucedida que dormia ao lado dele era a mesma mulher que horas antes havia sido violentamente fodida e enchida por dois garanhões.
E esse segredo me deixava molhada novamente.
E eu adorava isso.